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CD – Jackson do Pandeiro – 50 Anos de Ritmos

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Colaboração do sergipano Everaldo Santana, o disco é do acervo do Castanheiro.

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A EMI lançou o CD duplo “Jackson do Pandeiro – 50 anos de ritmos” que reuniu as faixas gravadas por ele entre 1953 a 1958, quando se transferiu para a Columbia, atual Sony.

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“Primeiro grande artista paraibano, surgido em plena era do rádio, Jackson do Pandeiro nasceu José Gomes Filho em Alagoa Grande no dia 31 de agosto de 1919, filho de José Gomes e de Flora Maria da Conceição. Cantava no interior da Paraíba desde sua adolescência e fez algumas duplas antes de sagrar-se como artista solo. Ainda como Jack do Pandeiro, montou primeiramente uma dupla com Zé Lacerda em Campina Grande. Em 1947, às vésperas de começar a ganhar popularidade nas rádios locais, e de ser rebatizado artisticamente como Jackson do Pandeiro, formou a dupla Café com Leite com Rosil Cavalcanti em João Pessoa. A dupla durou apenas um ano, mas a amizade e a parceria refletiriam no início da carreira solo de Jackson.

Sebastiana fez sucesso no Carnaval de 1953 e Jackson foi contratado pela Rádio Jornal do Commercio, ganhando – já aos 34 anos de idade – uma notoriedade nacional que acabou despertando o interesse das gravadoras. É nessa época que conhece Luiz Gonzaga, que imediatamente propõe encaminhá-lo à diretoria da RCA (atual BMG Ariola) no Rio de Janeiro, mas Jackson – recém-casado com a cantora pernambucana Almira Castilho – acaba preferindo a Copacabana (atual EMI Music), por esta ter um escritório no Nordeste. O cantor utiliza o estúdio da rádio para gravar dez faixas para a gravadora, que antes do Natal de 1953 colocou nas lojas um 78 rpm com Forró em Limoeiro e Sebastiana. Há 50 anos, começava o sucesso nacional de Jackson do Pandeiro, cujo primeiro disco ultrapassaria as 50 mil cópias vendidas antes do Carnaval de 1954.

Com a boa vendagem, Jackson é então contratado pela Copacabana por dois anos. Assustado com o sucesso, isola-se no Nordeste e, somente após o sucesso do segundo 78 rpm, 1 x 1 e Mulher do Aníbal, resolve visitar o Sudeste – mas de navio, já que tinha pavor da idéia de sequer embarcar num avião. Após três dias a bordo do lendário Vera Cruz, Jackson do Pandeiro e Almira Castilho chegaram ao Rio de Janeiro em 18 de abril de 1954. A mídia encanta-se com os dois, que – apesar de já desfrutando de uma vida mais confortável – não abriam mão de residir no Nordeste. Passam alguns meses viajando, enquanto a gravadora fecha o restante do ano lançando mais 78 rpm´s – com as outras seis faixas gravadas inicialmente. Vou Gargalhar, lançada para o Carnaval de 1955, faz enorme sucesso e beira as 50 mil cópias vendidas em poucas semanas. Somente depois do carnaval, Jackson entra finalmente em estúdio para novas gravações e Forró em Caruaru é lançada enquanto o artista negocia a liberação de seu contrato de exclusividade com a rádio nordestina, para com isso poder trabalhar melhor a mídia nacional. Durante a passagem pelo Recife, Jackson e Almira acabam sendo agredidos fisicamente durante uma festa e resolvem finalmente mudar-se para o Rio de Janeiro. Estabelecem-se na Glória, a poucos minutos do centro do Rio, e Jackson lança seu primeiro LP de 10 polegadas, que rende diversas aparições na televisão e convites para participações em filmes. Um segundo álbum de 8 faixas é lançado em 1956, trazendo pela primeira vez uma foto de Jackson e Almira na capa. Mesclando com sabedoria temas carnavalescos, juninos e até natalinos, os discos passariam a animar qualquer ocasião. Jackson faz enorme sucesso no eixo Rio-São Paulo e também em Minas Gerais, numa época em que O Canto da Ema não parava de tocar e já garantia seu posto como um dos grandes sucessos do artista.

Após lançar um terceiro LP em 1957, ao final de quatro anos de contrato com a Copacabana, Jackson anuncia sua decisão de assinar com a Columbia (atual Sony Music) – por onde passaria a lançar discos em 1958, tão logo a Copacabana terminasse de lançar o material recentemente gravado. Jackson gravaria na nova gravadora por apenas dois anos, e a partir de 1960 desenvolveria uma carreira de cinco anos pela Philips (atual Universal) – onde efetivamente gravou diversos LPs e compactos. Nos anos 60 ainda gravou pela Continental e pela Cantagalo, e durante os anos 70 participou de diversos projetos.” (Texto de Marcelo Fróes, Janeiro/2004)

Jackson do Pandeiro – 50 Anos de Ritmos
2004 –

DISCO 1
01 – FORRÓ EM LIMOEIRO
02 – SEBASTIANA
03 – 1 X 1
04 – A MULHER DO ANIBAL
05 – BOI BRABO
06 – ETA BAIAO
07 – DEZESSETE NA CORRENTE
08 – O GALO CANTOU
09 – MICRÓBIO DO FREVO
10 – VOU GARGALHAR
11 – FORRÓ EM CARUARU
12 – PAI ORIXÁ
13 – CREMILDA
14 – FALSA PATROA
15 – NO QUEBRADINHO
16 – COCO DO NORTE
17 – PERDOAREI
18 – O MEU E O SEU
19 – ME DÁ UM CHEIRINHO
20 – O TRABALHADOR
21 – ROSA
22 – FALSO TOUREIRO
23 – ELE DISSE
24 – MOXOTÓ
25 – COCO SOCIAL
26 – O CANTO DA EMA

DISCO 2
01 – TE CONSOLA COMIGO
02 – ONDE ESTA VOCÊ
03 – MEU SENHOR
04 – VELHO SAPECA
05 – MÃO NA TOCA
06 – MEU PATRÃO
07 – XOTE DE COPACABANA
08 – CABO TENÓRIO
09 – LAPINHA DE JERUSALÉM
10 – 4 x 1
11 – O CRIME NÃO COMPENSA
12 – COCO DE IMPROVISO
13 – BOI TUNGÃO
14 – VASSOUREIRO
15 – TARIMA
16 – QUEM SAMBA FICA
17 – MAMÃE SEREIA
18 – BAIÃO MINEIRO
19 – TERREIRADA
20 – QUERER E NÃO PODER
21 – O QUE ERA A FAVELA
22 – CAJUEIRO
23 – MEU ENXOVAL
24 – CUMPADRE JOÃO

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Foto – Elba Ramalho e Zé Calixto

Elba Ramalho e Zé Calixto

*foto originalmente publicada no livro “O Fole Roncou”, de Carlos Marcelo e Rosualdo Rodrigues.

CD – Luiz Gonzaga – Quarqué dia

Capa

Colaboração do William de Paiva Vital, de Recife – PE

CD

Inestimável a importância dessa série Revivendo para o resgate de muitas e muitas músicas lançadas em formato 78 RPM.

Contra-Capa

Destaque para “A Vida do Viajante” de Luiz Gonzaga e Hervé Cordovil.

Luiz Gonzaga – Quarqué dia
2004 – Revivendo

01. Respeita Januário (Luiz Gonzaga / Humberto Teixeira)
02. Feira do Gado (Luiz Gonzaga / Zé Dantas)
03. Xote das Moças (Nelson Barbalho / Joaquim Augusto)
04. São João Chegou (Luiz Gonzaga / Marisa Pinto Coelho)
05. Derramaro o Gai (Luiz Gonzaga / Zé Dantas)
06. Velho Novo Exu (Luiz Gonzaga / Silvio Moacir de Araújo)
07. Ai Amor (Luiz Gonzaga / Zé Dantas)
08. Café (Luiz Gonzaga / Zé Dantas)
09. Xote do Véio (Nelson Barbalho / Joaquim Augusto)
10. A Vida do Viajante (Luiz Gonzaga / Hervé Cordovil)
11. Saudade da Boa Terra (Ricardo Lima Tavares)
12. Quarqué Dia (Heron Domingues / Jairo Argileo)
13. Documento de Matuto (Paulo Patrício)
14. Xaxado (Luiz Gonzaga / Hervé Cordovil)
15. Queixas do Norte (José Marcelino / Pantaleão)
16. Adeus Iracema (Luiz Gonzaga / Zé Dantas)
17. Homenagem A Zé Dantas (Antônio Barros)
18. Todo Homem Quer (José Batista / Peterpan)

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Foto – Dominguinhos

Dominguinhos

*foto originalmente publicada no livro “O Fole Roncou”, de Carlos Marcelo e Rosualdo Rodrigues.

Orlando Dias – 1956 – 78 RPM

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Colaboração do Jhonatas Pasternack, de São Paulo – SP

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“essa é a 1° gravação da musica ‘Perigo de morte’, foi gravada em 1959 pelo Saci e por Marinês também em 78 RPM, posteriormente pelo Saci em LP, no mesmo ano, e em 1961 foi gravada por Paulo Tito em LP”

Orlando Dias – 78 RPM
1956 – Mocambo

01 – Superstição (Portinho – W. Falcão) – Bolero
02 – Perigo de Morte (Gordurinha – Wilson de Moraes) – Baião

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Foto – Dominguinhos, Sivuca e Oswaldinho

Dominguinhos, Sivuca e Oswaldinho

*foto originalmente publicada no livro “O Fole Roncou”, de Carlos Marcelo e Rosualdo Rodrigues.

CD – Véio Mangaba e suas pastoras endiabradas

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Colaboração do Nilton Maia, do Rio de Janeiro – RJ.

Ator, músico, compositor, dançarino, palhaço, velho de pastoril, Walmir Chagas, nome verdadeiro do “Véio Mangaba”, recifense do bairro de São José, entrou para o teatro na década de 70 e participou do movimento Armorial, idealizado pelo escritor Ariano Suassuna. Fez parte do Grupo Circense de Dança Popular, o qual deu origem ao Balé Popular do Recife, onde permaneceu até a década de 80. Em 1977 foi convidado para compor o Trio Romançal, com Antero e Antúlio Madureira. Com o trio gravou um LP (hoje disponível em CD), e apresentou-se pelo Brasil.

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Nos anos 80, o teatro voltou a ocupar mais o tempo de Walmir Chagas. Seu personagem mais conhecido, o Véio Mangaba, surgiu em 1996, uma parceria com o compositor e cantor Lula Queiroga, calcado em famosos mestres de pastoril, como o Velho Barroso e o Faceta. Criou, assim, o grupo “Véio Faceta e Suas Pastoras Endiabradas”, com as pastoras típicas do pastoril e músicos, e passou a se apresentar em teatros e em espaços culturais. Nesse mesmo ano, gravou um disco pelo selo Geléia Geral, de Gilberto Gil, disco este lançado em 1997, o qual ora postamos.
Walmir Chagas desde então vem se dividindo entre a música e o teatro, sendo muito conhecido em Recife.
Tem outros CDs independentes, dos quais, em breve, pretendemos postar o muito bom “Vinte Sucessos das Paradas de Ônibus”, mais dedicado ao samba e ao choro nordestinos.

No CD ora postado, Walmir não se restringe aos ritmos e temas característicos do pastoril profano, mas traz, também, o samba nordestino, o maracatu de baque solto, o cavalo marinho e o baião. Ousa, ainda, misturá-los com ritmos de fora (rock, blues, salsa, funk), sem, contudo, descaracterizar os ritmos brasileiros, uma vez que tais ritmos de fora sempre desembocam no que é genuinamente nosso.

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Músicos:
Voz, pandeiro, percussão e tambor de guerra- Walmir Chagas
Percussão e surdo- Xaruto
Percussão, ganzá, pandeiro, gaita de boca e guitarra acústica – Lula Menezes
Vocal- Marciane Rocha
Violão de seis cordas- Maurício Cavalcanti
Baixo elétrico- Gustavo Bigode
Trompete- José Roque
Sax alto- Fábio César
Bateria- Diogo Salcedo
Flügelhorn- José Roque

Há, ainda, as participações especiais, dentre outros, de: Nena Queiroga, Antúlio Madureira, Bubuska, Bozó, Spok, Sinvaldo.

Véio Mangaba e suas pastoras endiabradas
1997 – Warner

01- Na Fulô do Liro (Coco Maracatu) (Domínio Público – Adaptação: Walmir Chagas)
02- Cavalo Marinho de Mariano (Cavalo Marinho Pop) (Domínio Público – Adaptação: Walmir Chagas)
03- Amor de Criança (Bolerão) (Domínio Público – Adaptação: Walmir Chagas)
04- Devagar, Conceição (Coco Rock) (Bráulio de Costa e José Márcio)
05- Adivinhando Chuva/Tê (Baião Carimbó) (Maurício Cavalcanti)
06- Ô Helena/Mulé Rendera (Baião – Pout porri) (Domínio público – Adaptação Walmir Chagas)
07- Mercado de São José (Samba) (Walmir Chagas e Sílvio Roberto de Oliveira)
08- Sonho de Pastoril (Pout porri Blues, Coco e Salsa) (Domínio Público – Adaptação: Walmir Chagas)
09- Amor Paregórico (Samba de Circo) (Maurício Cavalcanti e Marcelo Varella)
10- Cahaça do Pau (Marcha Polca) (Rogério Andrade e Romero Andrade)
11- Periquita da Vizinha (Funk Samba) (Maurício Cavalcanti e Marcelo Vaella)
12- Tesouro (Maracatu Rural) (Maurício Cavalcanti e Marcelo Varella)

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Foto – Cobrinha e Corone

Cobrinha e Corone

*foto originalmente publicada no livro “O Fole Roncou”, de Carlos Marcelo e Rosualdo Rodrigues.

CD – Jó Miranda – No São João da Bahia

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Colaboração do Paulinho Rosa, de São Paulo – SP

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“Jó Miranda representa a essência da cultura musical nordestina. Desde a adolescência o meio musical lhe proporcionou vivências e importantes encontros. Sua carreira solo começou em 2007, e durante evento em Exu – PE, Jó Miranda foi batizado como Sanfoneiro da Nova Geração.
Em 2008 Jó Miranda lançou seu primeiro CD, “Lembro”, e participou de um dos maiores festivais de forró do Brasil – o Festival de Forró de Itaúnas – FENFIT. A música autoral “O Povo Quer Forró” foi uma das finalistas, fazendo parte da coletânea de CD e DVD FENFIT 2008.
Em 2009 Jó Miranda participou do maior festival de sanfoneiros da America do Sul. O Festival Internacional de Sanfona aconteceu em Juazeiro-BA e Petrolina-PE, e nele Jó Miranda obteve visibilidade nacional e internacional como novo talento do forró, em programas de TV como Fantástico, Jornal Hoje e Jornal Nacional, ambos da Rede Globo.
Em 2010 concluiu a gravação do seu CD autoral “O povo quer forró”. No mesmo ano, foi convidado a participar do CD do Trio Nordestino cantando e assinando a composição de duas músicas, cravando definitivamente seu nome na história do forró. Ainda em 2010, Jó Miranda tocou novamente na segunda edição do Festival Internacional de Sanfona.
Em 2011 aconteceu o lançamento do seu primeiro DVD, gravado em Salvador com a participação especial de Léo Macedo (Estakazero).

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Em 2012 Jó Miranda deu início ao um projeto semanal que se tornou parte da agenda de eventos de Salvador – o Forró do Talco. No mesmo ano, participou do show “Fina Flor do Forró na Bahia” ao lado de Adelmário Coelho, Zelito Miranda, Léo Macedo, Carlos Pitta, Gereba, Val Macambira, Del Feliz e outros.
No ano de 2013, Jó Miranda foi o anfitrião do Trio do Forró no Carnaval de Salvador, levando forrozeiros pelas ruas do Centro da cidade na segunda-feira de carnaval.
Simplicidade, carisma e a garantia de um bom bate coxa são as marcas registradas do sanfoneiro que tem no forró o seu modo de vida. Jó Miranda é a prova que contemporaneidade e tradição andam de mãos dadas.
2014 não poderia ter começado melhor. Jó Miranda está com seu mais novo CD (Jó Miranda no São João da Bahia) que conta com a participação de Adelmário Coelho que o convidou para participar do Forró no Parque.”

Jó Miranda – No São João da Bahia
2014

01 Forró Merengue (Bastinho Calixto)
02 Chililique (João Silva – J.B. Aquino)
03 Forró no escuro (Luiz Gonzaga)
04 A cinturinha dela (Jacinto Limeira)
05 Pra virar lobisomem (Cecéu)
06 Coração véio (Jó Miranda)
07 Minha Maria (Jó Miranda)
08 A separação (Jorge de Altinho)
09 Ai que saudade de ocê (Vital Farias)
10 Girassol (Alceu Valença)
11 Sanfona Sentida (Dominguinhos – Anastácia)
12 O dia navegar (Jó Miranda)
13 Cajueiro velho (Cecéu)
14 Oferendar (Xico Bizerra – Flávio Leandro)
15 Me abraça e me beija (Lazzo Matumbi)
16 Xamego (Luiz Gonzaga – Miguel Lima)
17 Penero Xerem (Luiz Gonzaga – Miguel Lima)
18 Imbalança (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
19 Em plena lua de mel (Cleide – Cleyton)
20 Mal acostumado (Ray Araújo – Meg Evans)
21 Frevo mulher (Zé Ramalho)
22 Fogo sem fuzil (Luiz Gonzaga – José Marcolino)
23 Cometa mambembe (Carlos Pitta)
24 São João na roça (Zé Dantas – Luiz Gonzaga)

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Foto – Chiquinho Queiroz, Negrão dos Oito Baixos e Luiz Gonzaga

Chiquinho Queiroz, Jonas de Andrade e Luiz Gonzaga

*foto originalmente publicada no livro “O Fole Roncou”, de Carlos Marcelo e Rosualdo Rodrigues.

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