Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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Texto – Forrozeiro

*Texto enviado pela Natasha Fernandes

“No dicionário nem existe a palavra FORROZEIRO. Inventou-se pra descrever aquele que gosta de forró, que freqüenta, que dança, seja bem ou seja mal, mas está presente pelo menos uma vez por semana…

Só quem é forrozeiro sabe o real significado desta palavra…
São como se fossem uma raça… os outros dizem: olhem lá, são forrozeiros… falando daquele grupo de pessoas despreocupadas com a aparência, que só pensam em se vestir de maneira que fiquem à vontade pra dançar. Nos pés, somente calçados que dêem conforto, e se não der…haaaaa, é só tirar e dançar descalço mesmo. As bolhas que virão depois nem incomodam!

Os amigos dos forrozeiros não entendem! Mas como assim você vai pro forró de novo???? Você só vai pro forró!!!! Não acredito, mas você já foi semana passada e na anterior também!!!! E você diz : então, faz muito tempo que não vou, fui na semana passada, olha que tempão esperei pra ir de novo!!

Seus pais e irmãos nem acreditam que você já vai pro forró outra vez e você começa a dizer que não vai pro forró, que vai pra outra festa… mas sua roupa não engana… eles sabem!!
Seus amigos te chamam pra ir ao teatro, cinema… e você vai, mas depois vai pro forró! Tem um aniversário, uma formatura, e você diz: ai, hoje tenho outro compromisso, mas me espera que chego no forró mais tarde… você leva outra roupa, troca no banheiro, mas não deixa de ir! Não se sabe dizer se é vício, mas se sabe que é bom demais.

Se você está cansado, pensando em não ir, mas alguém te liga, você logo se anima… se arruma e vai! Vai até sozinho quando seus amigos não querem ir porque sabe que sempre vai encontrar alguém conhecido lá, pode até não saber o nome da pessoa, mas a considera sua amiga. Lá você esquece dos problemas, do trabalho, enfim, do mundo… e a única coisa que você quer é ouvir e dançar forró. Lá as pessoas te entendem e todos já têm uma simpatia mútua antes mesmo de se conhecerem simplesmente pelo fato de saber que o outro também é forrozeiro!

E quando você encontra outro forrozeiro em algum lugar que não seja forró… qual é o assunto predominante?? FORRÓ…
Não tem jeito, no forró você se apaixona, desapaixona, apaixona de novo… você nem consegue pensar na possibilidade de namorar porque senão vai ter de parar de ir ao forró… Como já ouvi dizer antes: ‘E ela me disse: ou eu ou o forró… então toque xote sanfoneiro…’

Não dá pra competir com o forró… é uma coisa que pega em você e não te larga mais!
Você não troca o forró por nada, pode no máximo adiar um pouco, mas trocar, jamais! Você pode passar um tempo sem ir, mas depois volta.
Dá uma saudade, uma coisa impressionante!
As pessoas de lá são simples, tranqüilas…
Forrozear é uma terapia, sendo que ao invés de você pagar cinqüenta reais por uma hora de agonia, você paga dez vezes menos por 6, 7 horas de alegria…
então, vamos pro forró galera!”

“Por mais que doa querer, sofre muito mais aquele que não sabe o que quer!”

Natasha Fernandes

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Trio Nordestino – Acuda patrão acuda

Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB

Um disco muito bom, bem balançado, embora não seja citado, devida a preseça de duas músicas de sua autoria, imagino que o disco tenha contado com a participação de Sivuca, nos arranjos e acordeons.

Destaue para “Olhe o coco miudinho” de Chico Santos e Zuquinha do Acordeon; para o xote “Você me dando amor” de J. Santana; e para o samba “Diga pra ela” de Glorinha Gadelha e Luiz Ramalho.

Trio Nordestino – Acuda patrão acuda
1980 – Pierrot

01 Acuda patrão acuda (Sivuca – Glorinha Gadelha)
02 Olhe o coco miudinho (Chico Santos – Zuquinha do Acordeon)
03 Saudade de Paulo Afonso (Anastácia – Paraná Queiroz)
04 Capoeira, poeira (Sivuca – Glorinha Gadelha)
05 Você me dando amor (J. Santana)
06 Me leva saudade (Zacarias Bezerrinha)
07 Ai Rosinha (Heleno Luiz)
08 Não pega no meu pé (Anastácia)
09 Primeiro do ano (Guriatã de Coqueiro – Venâncio)
10 Meu lugar é o nordeste (Antonio Poderoso)
11 Diga pra ela (Glorinha Gadelha – Luiz Ramalho)
12 Volte meu bem (João Xavier – Heleno Luiz – Toninho do Acordeon)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

Benedito Nunes – O complicado

Mais um belo disco do Benedito Nunes, com bons arranjos, bem balançado e com letras bem humoradas e de duplo sentido, mas com bom gosto e leveza.

Os xotes são bem lentinhos, bom pra dançar agarradinho e dar boas risadas com os trocadilhos.

Supervisão de produção de Talmo Scaranari e Lindú, coordenação artística de Décio Fonsi, arranjos de Maestro Chiquinho, destaque para “Não digo pra ninguém” de Cecéu.

Benedito Nunes – O complicado
1982 – Copacabana

01 Os transviados (Oneil de Oliveira – Benedito Nunes)
02 Não digo pra ninguém (Cecéu)
03 O japonezinho (J. P. Cruz – Benedito Nunes)
04 Cachaceiro és tu (Elias Soares – Benedito Nunes)
05 Coisas da vida (Chico Xavier – Benedito Nunes)
06 Salário mínimo (Cecéu)
07 Mulher pura (Severino Ramos – Sidbar)
08 Piradinho por você (Benedito Nunes – Geraldinho)
09 Casal de namorados (Amadeu Macedo – Benedito Nunes)
10 Vou beber gasolina (Daniel Santos – Roberto Freitas)
11 Vote em mim (Xote da abertura) (Luiz Vieira)

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Luiz Gonzaga a caminho do Guiness Book, o livro dos Recordes


José Nobre e Nilson Araújo, dentro do Museu Fonográfico Luiz Gonzaga

*Texto enviado pelo Nilson Araújo, da Sala Nordestina de Música.

“Há alguns anos venho pesquisando sobre músicas que citem ou homenageiem o Rei do baião, Seu Lua, Luiz Gonzaga.

Em parceria com o José Nobre, dono do museu Luiz Gonzaga, de Campina Grande, PB, comecei a busca e qual não foi a minha surpresa com a quantidade de homenagens feitas a esse monstro sagrado da MPB.

Hoje, com um 27 CDs por mim editados, totalizando 540 músicas entre Citações, Agradecimentos e Homenagens, chegando ao número de 600 até o meio deste ano de 2010, estou reiniciando a batalha para levar o nome de Luiz Gonzaga para o Guiness Book, O Livro dos recordes, como “O cantor mais homenageado do mundo”, categoria aínda inexistente no referido Livro, mas que pode (e vai) ser analisada, conforme resposta já recebida.

São homenagens diversas.
Rock? tem
Reggae? tem
Samba? Tem
Brega? Tem
No Forró? nem se fala!

Enfim são homenagens em quase todos os ritmos e de quase todas as regiões do Brasil.
Junto com o amigo Zé Nobre, a meta é até o ano de 2012, quando faria 100 anos, solidificar o nome de Luiz Gonzaga com a sua inclusão numa publicação editada mundialmente.”

“Viva Luiz Gonzaga
A caminho do livro dos Recordes como
O cantor mais homenageado do mundo!”

Se alguém lembrar de uma ou mais músicas que homenageiem o rei e que, talvez, não estejam, ainda, no acervo que o Nilson vai mandar pra análise, por favor, mandem as informações para que, cada vez mais, esse projeto torne-se real, afinal o Gonzagão merece.

Rouxinol Paraibano

*Foto enviada pela Saróba

Os 3 do nordeste – Forró pra juventude

Colaboração do PC do Acordeon. Esse é um dos melhores discos dos 3 do Nordeste, com Zé Cacau à frente do trio.

Direção artística de Abdias, destaque para “Escorregou caiu” de Cecéu; “Amor sem fim” de Parafuso; “Puxão na orelha dela” de Paulo, Ângela e Santana; e para “Forró na ribeira” de Assisão e José Pacheco.

Os 3 do nordeste – Forró pra juventude
1976 – CBS

01. A vendinha da feira (Assisão – Zé Cacau)
02. Não compro sem poder (Jacinto Limeira)
03. Forró pra juventude (Assisão)
04. Escorregou caiu (Cecéu)
05. Amor sem fim (Parafuso)
06. Procurando Lica (Assisão)
07. Puxão na orelha dela (Paulo – Ângela – Santana)
08. Maria medrosa (Assisão)
09. Forró na ribeira (Assisão – José Pacheco)
10. Você caiu do banco (João Gonçalves)
11. Eu estou acreditando (Severino Ramos – Zé Matias)
12. Panelada de siri (Buco do Pandeiro – Reivan)

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Dante D’Alonzo – Espinha de bacalhau

Colaboração do músico acordeonista Reinaldo Salvitti.

Não é um disco de forró, mas para os apreciadores do instrumento, é uma verdadeira aula de bom gosto, precisão e técnica.

O italiano e professor de acordeon Dante D’Alonzo deu aulas para diversos acordeonistas aqui no Brasil, por onde ele passou um bom tempo de sua vida. Seu aluno mais conhecido de nós forrozeiros é o Oswaldinho do Acordeon.

Participação especial de Oswaldinho do Acordeon na faixa “Scherzo” de J. Cart, destaque para “Espinha de bacalhau” de Severino Araújo.

Dante D’Alonzo – Espinha de bacalhau
1986 – Beverly

01 Dakota polca (M. Floren)
02 Rosa de Espanha (L. E. Pestana)
03 Anna (Baião de Ana) (F. Giordano – R. Vatro)
04 Dominó (Jaques Plante – L. Ferrari)
05 Espinha de bacalhau (Severino Araújo)
06 Scherzo (J. Cart)
07 Scivolando (L. Lanaro)
08 Última polca (T. Coccione)
09 Mamma (C. A. Bixio – B. Cherubini)
10 Brasil acima (Dante D’Alonzo)
11 Scapricciatello (A. Vento – F. Albano)
12 Primeiro amor (Pattapio Silva)

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