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Passaporte Pé de Serra – Diego Oliveira – Forró de Lampião (Dublin, Irlanda)

“O Projecto Forró de Lampião in Dublin teve ínicio em Março de 2011, organizado por duas Polonesas Paulina Kozyra e Alicja Misiak. Alicja já morou por alguns meses no Brasil e foi quem apresentou o Forró para Paulina. A paixão foi imediata ao ir em uma noite de Forró em Lisboa e disse:
“Eu quero fazer um Forró na Irlanda”. O primeiro artista que tocou em Dublin foi Rogerinho do Acordeon, e as aulas de Forró com o Professor Enrique Matos.

Ao longo desses 2 anos estão trabalhando muito para divulgar mais o Forró na Irlanda, com aulas de danças semanais e shows com artistas que residem na Europa. As noites são animadas com a Dj residente Paulina Kozyra.
Uma cidade com muitos Brasileiros fica um pedaço do Brasil dentro da Irlanda.

O show no Projecto Forró de Lampião in Dublin aconteceu no Grand Social e teve em média 100 pessoas e ainda fizemos a despedida na Grafton Street, uma rua famosa por ser o espaço aonde os artistas de rua se apresentão. No centro de Dublin aonde a movimentação de pessoas é muito grande por ser o ponto forte do comércio em Dublin.”

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CD – Zé Ramalho – Canta Luiz Gonzaga

Colaboração do Arlindo.

Esse CD é um dos quatro discos que Zé Ramalho gravou em homenagem a sues ídolos. Com algumas músicas inéditas e outras antigas gravações.

Zé Ramalho – Canta Luiz Gonzaga
2009

01 • Amanhã Eu Vou
02 • Baião / Imbalança / Asa Branca
03 • Asa Branca
04 • No Meu Pé de Serra / O Xote das Meninas / Qui Nem Jiló
05 • Assum Preto
06 • Não Vendo, Nem Troco com Dominguinhos
07 • Abc do Sertão (Participação Especial: Xuxa)
08 • Boiadeiro / Paraíba
09 • Paraíba
10 • Pau de Arara com Dominguinhos
11 • Olha Pro Céu / São João da Roça
12 • Fica Mal com Deus com Luiz Gonzaga

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Passaporte Pé de Serra – Diego Oliveira – Festival I am forrozeiro (Amsterdan, Holanda)

“Esse foi o primeiro Festival de Forró em Amsterdam, organizado por Júlio Brechó e Juliana Braga,de 14 a 16 de Setembro. Com Workshops de Dança e Percussão com Carlos André (Londres), Jidu Pasqualini (Alemanha), Rudolfo (Alemanha), Marion Lima (França), Carlos Frevo (Alemanha), Juliana Braga (Holanda) e mais o Dj Thiago Lima e Léo (França).

Quem animou as noites com shows maravilhosos foram Diego Oliveira; Zeu Azevedo (Brasileiro que esta a 10 anos na Inglaterra), já tocou em muitos Países da Europa e também participou do Fenfit em 2010; Banda Zabumba (Banda composta por Miniká Dermidjam nos vocais, nascida em São Paulo foi para a Holanda com 4 anos de idade, Guitarra e cavaquinho Henk Janssen, Contra Baixo Tessa Cooke, na Sanfona Ivan Greg Santos e Percussão de Matthias Haffner e Marcus Ferreira); e a Banda Forroza.

No ‘I’am Forrozeiros’ foi mais uma oportunidade de encontro para os Forrozeiros da Europa… E com certeza com muito orgulho de dizer `EU SOU FORROZEIRO´!”

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Baianinho da Sanfona – Forró sentido

Colaboração do sergipano Everaldo Santana

“Baianinho da Sanfona (Edivaldo Ferreira da Silva) nasceu na cidade de Irecê, no estado da Bahia. Veio para São Paulo na década de 60 e aprendeu a profissão de Ourives na qual trabalhou alguns anos. Em 1964 conheceu o Pedro Sertanejo que o convidou para tocar no famoso Forró do Pedro Sertanejo. Nessa época o Pedro Sertanejo mantinha efetivamente no famoso Forró da Catumbi uma equipe efetiva com os melhores Sanfoneiros de 8 Baixos da região.

Baianinho da Sanfona imitava muito bem o estilo de tocar do Pedro Sertanejo e nos vinis antigos gravados pelo Pedro Sertanejo algumas faixas foram executadas pelo Baianinho imitando o Pedro Sertanejo. No Vinil ‘Coração do Norte’ gravado no ano de 1970, a faixa 06 (Aracy) foi executada pelo Baianinho da Sanfona e não pelo Pedro Sertanejo.

Baianinho da sanfona era conhecido no Estado da Bahia como ‘Carquejo dos 8 Baixos’; ganhou este apelido porque gostava muito de uma ‘Cachaça’ de fabricação caseira feita com uma Erva chamada Carquejo.

O nome artístico (Baianinho da Sanfona) que o tornou conhecido foi criado pelo Pedro Sertanejo. No Vinil de 1987 o Pedro Sertanejo lhe fez uma homenagem com a faixa 06 (Carquejo).

Baianinho da Sanfona deixou apenas 1 disco gravado que foi o “Forró sentido”, lançado no ano de 1973, pelo selo “Topicana/Cantagalo” que pertenceu ao Pedro Sertanejo.

Estas informações foram fornecidas pelo “Castanheiro” e o “Tico dos 8 Baixos” que tocaram junto com ele.”

Baianinho da Sanfona – Forró sentido
1973 – Tropicana

01 – Fogo na Geringonça (Odivaldo Ferreira – Elias Alves)
02 – Toco preto (Odivaldo Ferreira – J. Luna)
03 – Beijú de Massa (Zenilton – Odivaldo Ferreira)
04 – Assando Milho (Odivaldo Ferreira – Pedro Sertanejo)
05 – Bangue virado (Odivaldo Ferreira)
06 – Xote do Fulô (Oswaldinho – Odivaldo Ferreira)
07 – Forró sentido (Odivaldo Ferreira)
08 – Baianinho no 8 Baixos (Odivaldo Ferreira)
09 – Forró em Arapuá (Castanheiro – Odivaldo Ferreira)
10 – Esteira de Palha (Pedro Sertanejo – Odivaldo Ferreira)
11 – Xote Rua nova (Odivaldo Ferreira – Pedro Sertanejo)
12 – Puxando Caruá (Juracy Silva – Odivaldo Ferreira)

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CD – Junior Cordeiro – O lago misterioso

Colaboração do Sandrinho Dupan, de Campina Grande – PB

“Imaginem um lugar onde uma Caipora dialoga livremente com um poeta saudosista, queixando-se do esquecimento dos homens em relação a sua “pessoa”. Um lugar onde existem iaras sedutoras, lagos encantados e grandes botijas enterradas, indicadas por almas penadas que saem carregando tochas assombrosas no meio da noite. Esse lugar se multiplica em vários lugares, onde um homem da cobra erra pelas feiras, anunciando seu trágico fim frente à loucura da pós-modernidade globalizante. Esta, por sua vez, aterroriza um indivíduo que se transforma num eremita, que prefere se enfurnar nos ermos a ter que conviver com a correria atual.

Esse enredo recheado por elementos marcantes do imaginário coletivo nordestino é o mote de “O Lago Misterioso”, segundo CD de Júnior Cordeiro—poeta, cantor e compositor paraibano.

‘O Lago Misterioso’ é um disco que remete diretamente ao Nordeste mítico e encantado, onde a tradição oral do nosso povo aparece de forma clara e explícita. Os mitos, as lendas, os contos populares e o realismo fantástico do universo da literatura de cordel e dos violeiros repentistas, são os ingredientes básicos da obra. Todo esse Nordeste mágico e lúdico está presente nas canções do álbum, que o apresenta como uma região dotada de costumes ibéricos e de influência da cultura moura, além de procurar questionar o lugar da identidade cultural nos dias de hoje. Nesse contexto, a obra tem a pretensão de alertar o homem atual para o perigo do esquecimento das tradições populares na atualidade, o que deixa a sociedade pós-moderna cada dia mais dispersa e coisificada, frente à voracidade dos tempos.

Mergulhem nesse lago mal-assombrado!”(Fonte)

Junior Cordeiro – O lago misterioso
2011

01 O lago misterioso (Junior Cordeiro)
02 Mundo encantado (Junior Cordeiro)
03 O jeito e a cara da dor (Junior Cordeiro)
04 A botija do Capitão Mor (Junior Cordeiro)
05 Indagação (Junior Cordeiro)
06 O beijo da Caipora (Junior Cordeiro)
07 Vento do meio dia (Junior Cordeiro)
08 A tocha (Junior Cordeiro)
09 O eremita (Junior Cordeiro)
10 O homem da cobra (Junior Cordeiro)
11 Sangue de mouro (Junior Cordeiro)
12 Do outro lado do arco iris (Junior Cordeiro)
13 Cotaluna (Junior Cordeiro)
14 Que seja (Junior Cordeiro)
15 Um novo luar (Junior Cordeiro)
16 Mater dei (Junior Cordeiro)

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Os Alegres do Nordeste

Os Alegres do Nordeste.

Palito, Zé Bódinho e Borrego.

Fotos tiradas no restaurante Canto Madalena

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Jackson do Pandeiro – Ralabucho – Compacto

Colaboração do Arlindo.

Compacto com músicas do LP “Braza do Norte”.

Jackson do Pandeiro – Ralabucho – Compacto
1967 – Cantagalo

01 Ralabucho (Florival Ferreira – José Cesar Fontes)
02 Amolador (Nivaldo Lima – Jackson do Pandeiro)

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Brito Lucena – Festival de Jericos

Colaboração do Cacai Nunes, do Blog Acervo Orígens

“Eis mais um notável compositor e intérprete do forró sobre quem há pouca ou quase nenhuma informação disponível. Brito Lucena foi um grande compositor, tendo músicas gravadas por Genival Lacerda, Luiz Gonzaga e outros artistas de renome. Mas é difícil encontrar, em livros ou na Internet, informações sobre sua vida.

Mas, felizmente, registros em áudio existem. Esse, da postagem de hoje, ocorreu não porque o Brasil valorizasse sua música e seus melhores artistas, mas por força da iniciativa pessoal de um homem apaixonado por música que, se não tivesse existido, muitos registros incríveis da música brasileira não teriam sido feitos. Mas, felizmente, ele existiu. José Rozenblit nasceu em 1927, no Recife. Na juventude, ele viajou aos Estados Unidos e conheceu um tal Mr. Siegel, dono de uma pequena gravadora, de nome Mercury.

Voltou ao Brasil, e começou a negociar a distribuição do catálogo da Mercury no Brasil. Primeiro, ele usava a loja do pai como vitrine para expor os discos. Depois, ele inaugurou a primeira loja, de nome Lojas Bom Gosto. Nela, havia cabines onde os clientes podiam ouvir os discos antes de comprá-los. Tinha também uma cabine de gravação, onde os clientes podiam – vejam que incrível – gravar sua voz no acetato. Até Getúlio Vargas gravou nas cabines das Lojas Bom Gosto. Em 1954, José Rozenblit e seus irmãos criaram, em Recife, uma das mais importantes fábricas de discos do Brasil: a fábrica de discos Rozenblit, que foi responsável por gravar esse disco do Brito Lucena.

Por estar em Recife, a Rozenblit acabava gravando gêneros e artistas que estavam fora do eixo Rio-São Paulo e foi por isso que fez importantíssimos registros de artistas do frevo, baião, côco, entre outros. Saindo do Recife, a Rozenblit abriu filiais, no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Porto Alegre. Ela chegou a possuir um estúdio em que cabia uma orquestra sinfônica. No seu auge, ela teve mais de 20% do mercado nacional. A Rozenblit fechou em 1983, porque não suportou a concorrência desleal das multinacionais do disco; além disso, seis enchentes destruíram suas instalações, inclusive um moderno parque gráfico. A Rozenblit foi responsável por deliciosos registros, como esse disco de Brito Lucena. Produzido por Genival Lacerda, só tem forró de primeiríssima qualidade. Destaco o baião Corrida de Jerico (faixa 2, Lado B), de autoria do próprio Brito Lucena.”

Brito Lucena – Festival de Jericos
Passarela

01-Ninguém quer lhe paquerar – Xote (José Silva-Giovane Rezendo)
02-Corrida de jerico – Baião (Brito Lucena)
03-Não vá chorar – Marcha de roda (Graças Góis)
04-Meu fraco é mulher – Côco (Brito Lucena)
05-Onde descanço – Baião (Brito Lucena)
06-Briguei de brincadeira – Arrasta-pé (Vitória de Brito)
07-Juventude no forró (Brito Lucena)
08- Onde o tatú tá – Xote (Jacinto Silva-Prof. Silva)
09-Não vá só – Marcha de roda (Ivan Ferraz)
10-Jeitinho diferente – Côco (Brito Lucena)
11-Homem direito – Côco (Brito Lucena)
12-Perdi meu tempo – Baião (Brito Lucena)

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Anastácia – Forrolambando

Colaboração da Anastácia

Esse é o vigésimo nono disco de carreira da Anastácia.

O lado A tem algumas lambadas e os forrós ficam no lado B.

Anastácia – Forrolambando
1990 – Hermisom

01. Quero Sair Com Você (Anastácia / Renato Moreno)
02. A Barca do Amor (Anastácia / Zezum)
03. Sei Lá (Anastácia)
04. Eu Te Amo Tanto (Zezum / Anastácia)
05. Um Pedaço É Dela Outro Pedaço É Meu (Renato Moreno / Anastácia)
06. Deixe Eu Te Amar (Zezum)
07. Tributo a Luiz Gonzaga (Anastácia)
08. O Maior São João do Mundo (Anastácia / Oscar Barbosa)
09. Quero Te Dar Amor (Anastácia)
10. Tá Caindo Chuva (Anastácia / Domingos Nogueira)
11. Canção Pra Você Mamãe (Anastácia)
12. Chamego Chamegadô (Anastácia)

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