post image

CD – Camarão e Salatiel D´Camarão – Seguindo meus passos

Colaboração do Salatiel D´Camarão

“Este disco é uma coletânea que foi lançado no auditório do Jornal Diário de Pernambuco em Junho de 2011, chama-se Seguindo meus passos que é nome de uma turnê que fizemos na Paraíba, Piaui e em Pernambuco.”

“Mestre Camarão
Nasceu em Brejo da Madre de Deus (no distrito chamado fazenda velha) Reginaldo Alves Ferreira, em 23 junho de 1940, conhecido por Camarão. Começou a tocar com 6 anos de idade e hoje 63 anos carreira com uma discografia que contabiliza em 30 discos, sendo 18 – long plays “vinil”, 4 – compactos, 3 – 78 rotações e 5 CD ‘s.
Intitulado Patrimônio Vivo de Pernambuco, chegou a trabalhar com Luiz Gonzaga (que depois de seu pai foi o seu maior ídolo), Marinês, Dominguinhos, Genival Lacerda, Trio Nordestino, Ary Lobo e outros.

Salatiel D’ Camarão
Nasceu em Caruaru; Através da convivência do pai cresceu próximo aos seus ídolos como: Luiz Gonzaga, Lindú (Trio Nordestino), Sivuca, Oswaldinho, Marinês e tantos outros. Cercado deste mundo fascinante não poderia ser outra coisa se não músico.

Ainda criança foi para o Conservatório Pernambucano de música em 1984. Em 1987 começou sua profissional, desde então trabalhou com os seus ídolos e também trabalhou com artistas de outros gêneros como: Cauby Peixoto, Marinês, Moacir Franco, Trio Nordestino, Patrick Dumon, Genival Lacerda, Camarão, Dominguinhos, Hermeto Pascoal, Sivuca. Robertinho do recife entre outros.

Começou como cantor no ano de 2007 sendo líder da banda Afarinhada, foi ai então que decidiu assumir uma carreira solo através do apoio de seu pai, do Gennaro e o Genival Lacerda. Utilizando então o nome que durante esses anos como músico usou “Salatiel Dias” gravou seu primeiro Cd, mas por ser filho de quem é a referencia era: Salatiel Camarão ou Salatiel de Camarão e por uma questão natural seu nome artístico ficou: Salatiel D’ Camarão.”

Camarão e Salatiel D´ Camarão – Seguindo meus passos
2011

01-Forró do Camarão (Camarão)
02-Sei Lá (Camarão)
03-Meus Velhos (Camarão)
04-Brás, Pedacinho do Norte (Camarão) Dominguinhos
05-Lá e Lô (Camarão)
06-Sem Chão (Assis Guerra)
07-Estrada da Vida (Camarão – Thadeu Siqueira)
08-Crise de Um Apaixonado (Assis Guerra)
09-Eu e Mariquita (Patricio) Gennaro
10-Forró pra Frente (Walmir Silva) Genival Lacerda
11-Oração de São Francisco (São Francisco de Assis)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

post image

CD – Luizinho Calixto – Em Solo Brasileiro

Colaboração do Francisco Alves, de Várzea Alegre – CE

“veja que belo repertório tem este CD do Luizinho Calixto, realmente são solos com os mais diversos ritmos da nossa música nordestina, não tem como destacar uma ou outra faixa são todas maravilhosas. Ganhei este CD do próprio Luizinho, numa homenagem que o mesmo, juntamente com o Zé Calixto e vários outros artistas, vieram fazer ao nosso Pedro Sousa…”

Luizinho Calixto – Em Solo Brasileiro
2001

01 Baião Menino (Luizinho Calixto)
02 A Dança do Lourinho (Luizinho Calixto)
03 Um Toque a Mais (Luizinho Calixto)
04 Passeando em Sª Cruz (Luizinho Calixto)
05 Bicho Papão (Luizinho Calixto)
06 Chorinho pros Taumaturgo (Luizinho Calixto)
07 O Chamego do Meu Bem (Luizinho Calixto)
08 Saudades de Mãe Maria (Luizinho Calixto)
09 Brasiliano (Luizinho Calixto)
10 O Tempero Nordestino (Luizinho Calixto)
11 É a Cara Dele (Luizinho Calixto)
12 Meio Quilo de Forró (Luizinho Calixto)
13 Harmonicamente (Luizinho Calixto)
14 Forró no Pé do Muro (Luizinho Calixto)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

post image

Anastácia – Saudade matadeira

Esse é um disco de 1992, quando as gravadoras estavam completamente perdidas, tentando acompanhar as tendências vindas de fora.

O disco conta com arranjos modernos e e até um rock sanfonado.

Destaque para “Saudade Matadeira” de Dominguinhos e Anastácia

Anastácia – Saudade matadeira
1992 – Disco Kid

01. Vem Que Tem Forró (Anastácia / Edmilson Silva)
02. Pra Onde Tu Vais (Anastácia / Edmilson Silva)
03. Cada Vez Te Quero Mais (Anastácia)
04. Mande Um Bilhete (Anastácia)
05. Vou Ver Minha Mãe (Anastácia / Oscar Barbosa)
06. Forró do Zé Lagoa (Anastácia / Dominguinhos)
07. Saudade Matadeira (Dominguinhos / Anastácia)
08. Petrolina Cidade Menina (Anastácia / Domingos Nogueira)
09. Vamos Plantar Algodão (Anastácia / Edmilson Silva)
10. Bravo Caminhoneiro (Anastácia / Liane)
11. Louvação ao Vaqueiro (Anastácia / Julinho do Acordeon)
12. Assim Não Dá Pra Casar (Anastácia)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

post image

CD – Tchesco Oliveira & Forró pra valer – vol.1

Colaboração do Tchesco Oliveira

“À 5 de dezembro de 1974, nascia em Sobral-CE o menino Francisco de Assis Oliveira, filho do sanfoneiro Zezé Bastos e Maria das Virgens. Desde muito cedo o menino convive com a música, tendo em vista que a sede do conjunto de seu pai ficava em sua própria casa. A mãe relata que no primeiro ensaio após o nascimento de Francisco, coisa de uns 20 dias, ao lembrar que o menino dormia em um quarto muito próximo da fonte sonora, a mãe correu para observá-lo, e reparou que embora o som estivesse muito alto, o menino apenas estava de olhos arregalados, porém, sem nenhum choro. Então ela chamou Zezé e disse que aquele seria mais um músico na família.

Ocorridos então 12 anos, Francisco começa demonstrar interesse pelo instrumento executado a vida toda por seu pai, a velha sanfona. A mãe, embora achando tardio o tal interesse, não concordava que o menino deixasse de fazer suas tarefas escolares para passar tardes inteiras “apontando” músicas no velho acordeon. Então participou sua preocupação à Zezé e foi logo à escola de Francisco para pedir apoio à professora. Não adiantou. A avidez de Francisco para aprender o ofício de seu pai era maior. Então, concordaram que Francisco ensaiaria seus “toques”, desde que isto não interferisse em sua vida escolar.

Em 1989, o adolescente Francisco conhece a Renovação Carismática Católica, onde envereda pelos acordes do teclado eletrônico, passando então a tocar nas missas e apresentações do ministério de música. Querendo aperfeiçoar-se no tal instrumento tecnológico, Francisco, agora apelidado por Tchesco, pede ao pai que fale com o seu amigo Crisanto Rodrigues, que tinha uma banda de baile e poderia ensiná-lo a tocar melhor. Crisanto pede para trazer o garoto à sede da banda, onde começa a ter aulas de teclado e também acompanha o grupo por festas e bailes em toda a região.

Tchesco trabalhou com Crisanto Show Banda de 1990 à 1997, quando já estava casado com Adriana e já havia nascido Francielly, sua primogênita. Nesta época, Tchesco já era conhecido como músico arranjador e produtor musical, pois no estúdio de um amigo em Sobral, Tchesco compunha e gravava jingles de lojas e músicas de campanhas políticas. Em 1994, tinha conhecido Marcílio Mendonça do Proaudio Stúdio em Fortaleza, quando na época estava gravando o primeiro projeto de Crisanto, despertando assim o interesse pelo universo das produções musicais.

Em 1998, Tchesco decide voltar ao ministério de música da RCC de sua cidade, incentivado por seu amigo Jonny Santana, com quem começa uma sociedade em 1999 no Digiaudio Studio. Tchesco então passa a produzir em seu estúdio muitos grupos, bandas, artistas locais e entusiastas da música. Devido à demanda muito grande de músicas regionais, surge novamente o encanto pela velha sanfona, desta vez, de maneira arrebatadora.

Tchesco Oliveira forma dois grupos musicais, uma banda de baile com nove componentes e um grupo de forró pé de serra, onde toca e canta músicas de todos os ícones da música nordestina.

Hoje, Tchesco Oliveira reveza-se entre seu estúdio e o grupo Tchesco Oliveira & Forró Prá Valer. Tem como principal referência musical, o grande artista Dominguinhos, assim como Luiz Gonzaga, Trio Nordestino, Os 3 do Nordeste, Jackson do Pandeiro, Marinês, Osvaldo Oliveira, Ari Lobo e a nova safra: Waldonys, Ítalo e Renno, Dorgival Dantas e tantos outros que mantêm suas raízes fincadas em nossa cultura. Tchesco Oliveira é católico, casado desde 1996 com Adriana Oliveira, com quem tem dois filhos, Francielly e Marcos Vinícius.”(release enviado pelo artista)

Tchesco Oliveira & Forró pra valer – vol 1
2011

01 – Forró pra valer (Zezé Bastos)
02 – Tempero (Willian Rodrigues)
03 – Ser tão ardente (Willian Rodrigues)
04 – Quem ama perdoa (Tchesco Oliveira)
05 – Trem bom (Vicente Barreto – Paulinho Pedra Azul)
06 – Pot Pourri
Pedras que cantam (Dominguinhos – Fausto Nilo)
Isso aqui ta bom demais (Dominguinhos – Nando Cordel)
Rede na varanda (Eliane)
07 – Pedacinho (Ribamar Loreto)
08 – Felicidade (Rennê – Django)
09 – Aviso pra Maria (Willian Rodrigues)
10 – Anjo querubim (Petrúcio Amorim)
11 – Coração sarado (Willian Rodrigues)
12 – Forró da pagodeira (Zezé Bastos)
13 – Mestre Alonso (Willian Rodrigues)
14 – Festa do algodão e Forró do Doca (Zezé Bastos)
15 – Filho de gato (Tchesco Oliveira)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

post image

Negrão dos 8 Baixos e Luiz Moreira

*Foto enviada pelo Luiz Moreira

Negrão dos 8 Baixos e Luiz Moreira, em Senhor do Bonfim – BA, em junho de 1985

post image

CD – Eliane do Forró – Eliane do Forró

Esse é o décimo quinto álbum de carreira.

“Eliane, cantora e compositora cearense, comemora seus 28 anos de carreira, a artista passeia por muitos estilos musicais criando ritmos e interpretando o melhor da música brasileira.

O gosto e o talento pela música vêm desde os 15 anos quando Eliane contou com a ajuda de seu pai Jose lima para conseguir seu espaço no meio musical, o mesmo a levou para fazer um teste em uma banda e descobriu então o seu dom de cantar.

Exatamente dois anos depois de lançar seu primeiro trabalho, um compacto gravado em Fortaleza, Eliane recebia o primeiro disco de ouro das mãos do ‘Velho guerreiro’ Chacrinha, em pouco tempo ficou conhecida pelo público como a Rainha do Forró.”

Eliane do Forró – Eliane do Forró
1998 – RGE

01. Sou Tua (Chico Oliveira / Edinaura)
02. Teu Jeito (Arthur Neto)
03. Te Amo Perdidamente (Eridan / Eliane do Forró)
04. Flecha Da Paixão (Cláudio Padilha)
05. Cantando Pra Vida (Daniel)
06. Confissões (Rosinha Mariana / Eliane do Forró)
07. Me Dá O Seu Amor (Tivas)
08. Mar De Ilusões (Cleyton / Socorro Valentim)
09. Te Amar, Te Amar (Chico Oliveira / Eliane do Forró)
10. Preciso De Alguém (Édson Batera / Eliane do Forró)
11. Te Amo Pescador (Eridan / Eliane do Forró)
12. Quero A Vida Com Você (Chico Oliveira / Eliane do Forró)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

post image

Zé Paraíba – Forró do Zé Paraíba

Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB

Um raro disco do Zé Paraíba.

Direção artística de Roberto Stanganelli.

Zé Paraíba – Forró do Zé Paraíba
1971 – Tropicana

01. Se for por mim se machuca (Zé Paraíba – J. Luna)
02. Nordeste pra frente (Zé Paraíba – Luiz Rodrigues)
03. Tocador sem preguiça (Zé Calixto)
04. Procurando tu (Antonio Barros – J. Luna)
05. Quadrilha em Penedo (Zé Paraíba – J. Paulo – Chiquinho Queiroz)
06. Mil e uma namoradas (Zé Paraíba – Professor do Zabumba)
07. Aperta a nega (Zé Paraíba – Irmãos Nordestinos)
08. Forró em Cajazeiro (Zé Paraíba – Jalão Cabral)
09. Frevo da vitória (Buco do Pandeiro – Zé Araújo)
10. Dançando agarrado (Estenderlau – Zé Paraíba)
11. Rojão de viola (Garoto Nordestino – Rosil Cavalacanti)
12. Baião da Rosinha (Heleno Luiz)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

Manoel da Concertina – No Forró do Beto

* Video enviado pelo Everaldo Santana

“Mais um vídeo do Baú do Tico dos 8 Baixos. Manoel toca no Bar do Beto na Cidade de Osasco; hoje este bar não existe mais, mas na época da gravação deste vídeo (2007), tocavam neste bar nos finais de semanas, vários sanfoneiros de 8 Baixos como o Zé Henrique, Quinkas, Tico, Raimundo e outros.
Manoel da Concertina executa com perfeição os forrós gravados pelo Pedro Sertanejo, tanto é que o Oswaldinho do Acordeon fez os arranjos do CD ‘Forró autentico’ do Manoel.”

post image

Durval Vieira – No dia que eu me casei

Durval Vieira ficou bastante conhecido como compositor por suas músicas de duplo sentido.

Notem que nos selos a data impressa é 1985 e na contracapa é 1986.

Destaque para “No balanço da rede” de Durval Vieira e Chiquinho Queiroz.

Durval Vieira – No dia que eu me casei
1985 – Copacabana

01. No dia que eu me casei (Lua de Mel) (Durval Vieira / Dió Araújo / Marquinhos)
02. Lá em casa tem fartura (Durval Vieira / Ligeirinho / Dodé)
03. Bom mesmo é tomar banho (Durval Vieira / Rubenito)
04. O negócio foi o seguinte (Durval Vieira / Edmundo Rastelli)
05. Te xingo mas te amo (Durval Vieira / Zé da Silva)
06. No balanço da rede (Durval Vieira / Chiquinho Queiroz)
07. Porque gosto dela (Durval Vieira / Rubenito)
08. Tá ficando feia (Durval Vieira / Luiz de Souza / Dodé)
09. Tô com pressa pra casar (Durval Vieira / Zé do Rojão)
10. A preguiçosa (Durval Vieira / Jorge Paulo / Dodé)
11. Pode crer (Durval Vieira / Zé Lagoa)
12. Ela parece um anjo (Durval Vieira / Zé da Silva / Dodé)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

post image

CD – Climério Moura – As sanfonas de Climério Moura

Colaboração do Carlos Alberto, de Morada Nova – CE


“Nascido nas Contendas, a 12 léguas de Morada Nova, em outubro de 1919, Climério se mudou, em 1928, com o pai Luiz Moura, a mãe Maria Gomes, e onze irmãos, para Horizonte, então distrito de Pacajus.

O pai tivera umas terras, que foram do avô, onde plantava, mas os negócios desandaram. Morreu quando ele tinha 12 anos, e deixou a família sob a guarda do menino, que teve pouco tempo para estudar, já que a responsabilidade o levava para o trabalho, no caso para a música.

‘Em tudo quanto era cirquinho vagabundo eu tocava, e nos forrós. Deu nos ouvidos, dava nos dedos’, faz o balanço hoje.

Casou em 1940, com dona Nair, e tiveram quatro filhos, nenhum sanfoneiro.

É grato ao maestro Coutinho, de Morada Nova, que o “abraçou” e, anos depois, chegou à conclusão de que Climério “tinha os dedos ligados nos ouvidos”.

Uma curiosidade é que improvisava na sanfona, como o pessoal do ‘jazz’, ou como os emboladores do coco, ele compara, ‘que estão dizendo, na hora, o que estão vendo, e tudo dá certo’.

Cantou até comprometer as cordas vocais, mas gostava mesmo dos solos, e tudo o que tocava era composto por ele. Guardava tudo na memória e, juntava fragmentos que resultavam em outras músicas, variações de um mesmo tema.

Outro fato digno de registro é sua capacidade de fabricar e afinar instrumentos. Como a sanfona de oito baixos oferecia poucas possibilidades improvisou, com o carpinteiro Joaquim Anastácio, uma de quarenta baixos, com armação de madeira, e botões de peças de rádio, que ainda hoje toca.

Também tocou sanfona “a piano” ( de 80 e 120 baixos) . E faz questão de tocar as duas, o que ficou explícito no disco que gravou para um selo paulista, em 1982.

Admira Luiz Gonzaga, mas “só gostei de tocar música minha”, diz categórico.

Aos oitenta e quatro anos, sem ter conseguido se aposentar, mora em uma casa no centro de Pacajus, em cuja varanda pontificam as pinturas primitivas de Chico Rita: paisagens do sertão, cenas de mar, e uma Iemanjá que encima o painel. Na garagem, uma sanfona desmontada, e um fuscão preto velho de guerra.

Reclama da vida, diz que há dez anos vive doente, queixa-se de “trabalho feito”, mas se transforma quando abre o fole da sanfona e executa suas composições. Difícil não se emocionar com a força que emana, com seu talento, com o som que os nostálgicos chamam de ‘pé-de-serra’.

Às vezes, toca com uns amigos, que se reúnem em sua casa, nos finais de semana, mas não faz festas. Ficam o eco e a memória de sua sanfona, neste mundo mágico do sertão.” (Fonte)

Climério Moura – As sanfonas de Climério Moura
2007

01 Chegando a Pacajús (Climério Moura)
02 Quinto centenário (Climério Moura)
03 Eu te amo meu bem (Climério Moura)
04 São Paulo – Rio (Climério Moura)
05 Andando a pé (Climério Moura)
06 Teimoso (Climério Moura)
07 Pisa no salão (Climério Moura)
08 Xoteando (Climério Moura)
09 Cachorro enganchado (Climério Moura)
10 Forró em Fortaleza (Climério Moura)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

1 262 263 264 265 266 536