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Coletânea – As maiorais do sertão

Colaboração do Jorge Paulo, o Bandeirante do Norte

Essa não é uma coletânea de forró.

Participaram dessa edição: Tibagi e Miltinho, Cascatinha e Inhana, Teixeirinha, Leoncio e Leonel, Nizio e Nestor, Geraldo Meireles, Tonico e Tinoco, Tião Carreiro e Pardinho, Zico e Zeca, Ely Camargo, Nho Belarmino e Nha Gabriela, Jorge Paulo e Vieira e Vieirinha.

Coletânea – As maiorais do sertão
Chantecler

01 Tibagi e Miltinho – Juramento de amor (José Lopes – Teixeira Filho)
02 Cascatinha e Inhana – Divórcio (Pepe Ávila – Vrs: Benil Santos)
03 Teixeirinha – Motorista brasileiro (Teixeirinha)
04 Leoncio e Leonel – Estou atrás (m. dos Santos – L. dos Santos – Rubens Gonçalves)
05 Nizio e Nestor – Deixe pra mim a culpa (Espinosa – vrs: Nilza Miranda)
06 Geraldo Meireles – Oração do sertanejo (Padre Vasconcelos)
07 Tonico e Tinoco – Olaí morena (Tonico – Piraci)
08 Tião Carreiro e Pardinho – Tem não tem (Tião Carreiro – Moacyr dos Santos)
09 Zico e Zeca – Ai meu bem (Tuta – José Russo)
10 Ely Camargo – Santo rei (Tercio Palmerston Guimarães – Celina Ferreira)
11 Nho Belarmino e Nha Gabriela – Roda gigante (Nho Belarmino – Raul de Quadros)
12 Jorge Paulo – Mensagem da fraternidade (Jorge Paulo)
13 Vieira e Vieirinha – Isto é sertão (Tertuliano Amarilia – Teddy Vieira)

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CD – Xico Bizerra – Forroboxote 06 – Baião: do Reino Encantado do Novo Exu às Veredas do Resto do Mundo e Adjacências

Colaboração do Xico Bizerra

APRESENTAÇÃO:

“Em dia claro, dos sertões do Ceará, dos sertões de Pernambuco, de muitas léguas avista-se a Serra do Araripe. Percebe-se, inicialmente, apenas uma linhazinha azulada, de um azul mais carregado, estendida aos pés do céu. A partir desse vislumbre, e em se navegando rumo a ela, a linhazinha anilada vai engrossando, engrossando, até assumir o perfil decorativo do planalto que, silhuetado contra a linha do horizonte, interrompe o vazio da paisagem”. José Peixoto Júnior (BOM DE VERAS E SEUS IRMÃOS)

… DE TABOCA A RANCHARIA, DE SALGUEIRO A BODOCÓ …

Em 1946 foi gravado o primeiro baião, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, por 4 Ases e um Curinga, pelo selo Odeon, cuja letra dizia, “Eu vou mostrar pra vocês / Como se dança o baião …” .Desde então, sessenta anos se passaram.

Consta na Certidão de Nascimento do Baião o Araripe como sua terra natal. Não por acaso. Foi lá também que surgiu o seu Rei e inventor, Luiz Gonzaga do Nascimento. Daí, seguiu para o resto do mundo, entronchando e desequilibrando o eixo da MPB e encantando quem o ouve e quem o dança, esse que é o som mais genuinamente brasileiro que existe.

Esse trabalho é uma homenagem, singela diante da dimensão do seu inventor, que prestamos ao Baião. Mais que isso, fomos buscar no Araripe os seus intérpretes, porque eles, mais do que ninguém, são irmãos do baião.

Se perceberá, nesse disco, ao lado do instrumental básico e típico – triângulo, zabumba, agogô e sanfona, a utilização de violas, o que se justifica ante a história do Baião, que se originou da forma especial de os violeiros tocarem lundus na zona rural nordestina.

E quem quiser aprender, basta só prestar atenção …
XICO BIZERRA, outubro de 2006

Esse Baião é pra gente sorver em pequenos goles, passando a língua nos beiços e estalando, como quando se bebe uma boa cachaça, envelhecida, forte, daquelas que o sabor da cana de açúcar reflete desde o suor do canavieiro a lhe molhar a face, até o pingar pachorrento do precioso líquido nos alambiques de cobre azinhavrado.

De resto, deixe a poesia invadir sua alma na beleza dos versos que só um iluminado como o poeta Xico Bizerra é capaz de nos proporcionar.

Paulo Carvalho, Médico e Fotógrafo, em Setembro/2006

Cada época, cada tempo, cada geração e cada recanto desse mundo peculiar é rico, riquíssimo, no surgimento de novas vocações para as artes, para a exaltação do belo e para a celebração, através da transformação da realidade, da luxuriosa fartura que Natureza botou graciosamente à disposição das vistas privilegiadas de nós outros, os cidadãos do Nordeste Brasileiro.

Xico Bizerra é uma cabra malassombrado da bixiga lixa, um doido, um retratista, um cangaceiro romântico, um poeta da gota serena que entope os ares do mundo com a magnificência de suas composições, ricamente emolduradas pelas vozes que as interpretam.

É com uma felicidade inominável, com o peito cheio de alegria, que saúdo essa trajetória luminosa e mágica que vai desde o reino encantado de Novo Exu até as fronteiras do resto do mundo e adjacências!

Eita titulação da bobônica. Um manifesto de luz e de beleza, escritinho.

Vai cumprir tua sina, Xico, de botar mais beleza nesse mundo e colorir, com tuas músicas, as telas povoadas pelos homens, os cantos, os recantos, os bichos, os matos, as caatingas, as beiradas de praia e os ares dessa Nação Nordestina.

Que a Besta Fubana te bafeje sempre com Sua bem-querença.

Luiz Berto, Escritor, em Setembro/2006

Não sou capaz de identificar nenhuma nota musical (nem no papel, nem no ouvido), não toco nenhum instrumento, tentei sino quando era coroinha e mesmo assim não consegui entrar no compasso. Também não sei dançar. Mas pediu-me Xico Bizerra pra ouvir as músicas do novo disco que está finalizando e, por escrito, lhe dar uma resposta.
Como sou bem mandado, ouvi tudo na condição de velho ouvinte de rádio e ali, Xico e o rádio me transportaram para além daquela serra de onde veio este caririzeiro elegante, porte de guerreiro gaulês, com esperança e sinceridade no olhar, a generosidade transbordando num jovem coração de poeta.
O “REINO ENCANTADO DO NOVO EXU” é o clarear do relâmpago, o ribombar do trovão e a sonora das cachoeiras descendo ladeira abaixo naquele colosso do Araripe, onde tudo deságua no Crato, a nave-mãe de Xico, esse caboclo chamado baião. É nesse “REINO ENCANTADO” que a gente vai acompanhando os passos do poeta nas trilhas dos “FORROBOXOTES” da vida, onde as suas canções nos dão asas de passarinho, para contemplarmos lá de cima a “linhazinha azulada” do seu Araripe.
Generosidade, poesia, melodia, tudo sertanejamente planejado, tudo generosamente dividido com os muitos amigos artistas, e cada um vai pintando, à sua maneira, mais um quadro desse mestre, onde todos nós somos retratados com tudo que temos de mais belo.
É assim que vejo (sempre) Xico Bizerra que não imita e não se parece com ninguém, só com ele mesmo. Deus certamente não se arrependeu, por tudo que lhe deu. A nós outros, resta-nos desejar-lhe vida longa, fazendo o bem e bem fazendo o que tem feito. Valeu poeta!

Zelito Nunes, Escritor e Poeta, em Setembro/2006

Textos retirados do sítio oficial de Xico Bizerra, para mais informações, acesse: http://www.forroboxote.com.br

Xico Bizerra – Forroboxote 06 – Baião: do Reino Encantado do Novo Exu às Veredas do Resto do Mundo e Adjacências
2006

01. Sobrança de amor (Xico Bizerra) Greg Marinho
02. Jarrim de fulô (Xico Bizerra – Cicinho) Santanna
03. Cortejo de estrelas (Xico Bizerra) Sanfonéia
04. Cavalo do tempo (Xico Bizerra – Beto Hortiz) Tácyo Carvalho
05. Baião vagamundo (Xico Bizerra) Di Jesus
06. Santo São Paulo (Xico Bizerra – Maria Dapaz) Xico Bizerra
07. Matuto (Xico Bizerra) Fuá da Maravilha
08. Baião do sol escondido (Xico Bizerra – Ozi dos Palmares) Miguel Filho
09. Solnacença (Xico Bizerra – Biguá) Flávio Leandro
10. Tangendo a dor (Xico Bizerra) Joãozinho do Exú
11. Jorge da Lua (Xico Bizerra – Maria Dapaz) Joquinha Gonzaga
12. Sementeira da vida (Xico Bizerra) Maria Lafaete
13. Calendário desbotado (Xico Bizerra – Roberto Cruz) Sérgio Gonzaga
14. Senhora do Crato (Xico Bizerra – Bruno Cesar) Reinivaldo Pinheiro
15. Oração do sanfoneiro (Xico Bizerra) Epitácio Pessoa
16. Cria do Araripe (Xico Bizerra) Chiquinha Gonzaga

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Arcênio dos 8 Baixos

*Video enviado pelo Everaldo Santana

Arcênio dos 8 Baixos é irmão do Negrão dos 8 Baixos. Esse vídeo foi gravado por Tico dos 8 Baixos na Casa do Arcênio, na Zona Rural de Ipirá Estado da Bahia.

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CD – Trio Nordestino – Baú do Trio Nordestino – Vol. 01

O áudio é uma colaboração do Francisco Edvaldo, de Morinhos – CE, as capas são do Arlindo.

Produzido pelo Duani, com várias participações especiais, como Alceu Valença, Lenine, Elba Ramalho, Forróçacana e Fagner.

Trio Nordestino – Baú do Trio Nordestino – Vol. 01
2003 – Som Livre

01. Forró pesado (Assisão / Lindolfo Barbosa)
02.
Forró do bole-bole (João Silva / Raimundo Evangelista)
O trem pega (Jacinto José)
03.
Procurando tu (Antônio Barros / J. Luna)
Petrolina – Juazeiro (Jorge de Altinho)
Paixão de beata (Neném mulher) (Pinto do Acordeon)
04.
Tá chegando o rouxinho (Anastácia / Dominguinhos) Participação: Alceu Valença
Chililiqui (João Silva / J. B. de Aquino)
05. O chineleiro (João Silva / J. B. de Aquino) Participação: Lenine
06. Bichinho danadinho (Pinto do Acordeon / Cobrinha) Participação: Elba Ramalho
07. Maracatu êta (João Silva / J. B. de Aquino) Participação: Forróçacana
08.
Amor não faz mal a ninguém (Onildo Almeida)
Só me causa dor (Gilson Carlos / Lindolfo Barbosa)
09.
Menina da noite (Assisão / Lindolfo Barbosa)
Cadeira de balanço (Assisão / Lindolfo Barbosa)
10.
Amor de doido (Pedro Bandeira / Lindolfo Barbosa)
João e Maria (Severino Ramos)
Menina apimentada (Lindolfo Barbosa / Assisão)
11. Resto de amor (Cecéu) Participação: Fagner
12. Bebê chorão (Cecéu)
13.
Forró no claro (Antônio Barros)
Forró desarmado (Cecéu / Lindolfo Barbosa)
14.
Cair na brincadeira (Genaro / Evaldo Lima)
Você tá mais bonita (Antônio Ceará / Elias Soares)
Esquenta moreninha (Assisão)

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Jota Lima e Trio Alvorada

O Trio Alvorada, que está em estúdio gravando seu segundo disco, recebeu a ilustre visita de Jota Lima, compositor de uma das faixas do álbum.

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Macário – Os originais do nordeste – Fazendo som

Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB

Um disco muito bom, bem balançado.

Arranjos e teclados de Joca do Acordeon, sanfona base de Damião, gravado em 16 canais, destaque para “Gostoso sabor” de Miudinho.

Macário – Os originais do nordeste – Fazendo som
1994 – Art Show

01. Fazendo som (Carlos Mendes)
02. Ana Maria (Arimatéia)
03. Gostoso sabor (Miudinho)
04. Sanfoneiro viciado (Eudes José – Jó)
05. Minha verdade (Carlos Mendes – Alran Eldner)
06. Homenagem ao rei (Carlos Mendes)
07. A tocha (João Gonçalves)
08. Minha terra querida (Carlos Mendes)
09. Balão no céu (Macário – Rosendo Filho)
10. Minha história (Rosendo Filho)

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CD – João Gonçalves – Ontem e hoje vol.1

O áudio é uma colaboração do João Gonçalves, e as capas foram enviadas pelo Linaldo Cursino da Silva, de Campina Grande – PB.

Esse é o volume um de dois álbuns entitulados de “Ontem e hoje”, lançado pelo João Gonçalves em 2001. Recebemos do próprio João Gonçalves, as cópias de todos os CDs que ele gravou, os quais publicaremos semanalmente.

João Gonçalves – Ontem e hoje vol.1
2001

01 O cabo sumiu (João Gonçalves)
02 Hoje eu passo lá (João Gonçalves)
03 Não vá em cabeça rola (João Gonçalves)
04 Mudei pra melhor (João Gonçalves)
05 Deus existe (João Gonçalves)
06 Campina de outrora (João Gonçalves)
07 Pescaria em Boqueirão (João Gonçalves – Messias Holanda)
08 Banda de côco (João Gonçalves)
09 Linda maranhense (João Gonçalves)
10 Onde de vaqueiro (João Gonçalves)
11 Mané coió (João Gonçalves – Glorinha – Oséinha)
12 Resposta (João Gonçalves)
13 No meio das bandas (João Gonçalves)
14 Eu viro uma bola (João Gonçalves)

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Pedro Sanfoneiro – O quente do 8 Baixo

Colaboração do sergipano Everaldo Santana

“Pedro Sanfoneiro nasceu na cidade de Arcoverde, no estado de Pernambuco. Ficou conhecido na grande São Paulo tocando nos Salões “Asa Branca” junto com Zé Honório, Zé Henrique e o Tico dos 8 Baixos. Segundo o Tico dos 8 Baixos o Pedro Sanfoneiro reside atualmente no estado de Mato Grosso.”

Produção artística de Marumby, um disco todo instrumental, destaque para “Correndo o teclado” de Pedro Sanfoneiro e Zé Nilton.

Pedro Sanfoneiro – O quente do 8 Baixo
1973 – Premier

01 – Forró em Arco Verde (Pedro Sanfoneiro)
02 – Forró em Boa Vista (Pedro Sanfoneiro)
03 – Forró em Sumé (Pedro Sanfoneiro)
04 – Forró em Campo Grande (Pedro Sanfoneiro – Jorge Paulo)
05 – Homenagem a Campina Grande (Pedro Sanfoneiro)
06 – Correndo o teclado (Pedro Sanfoneiro – Zé Nilton)
07 – Frevo nordestão (Pedro Sanfoneiro – Chiquinho Queiroz)
08 – Vai nesta bicho (Marumby – Pedro Sanfoneiro)
09 – Chôro é pra dançar (Pedro Sanfoneiro – Marques de Brucutu)
10 – De norte a sul (Pedro Sanfoneiro – Marumby)
11 – No quebrar da barra (Pedro Sanfoneiro)
12 – Estou de volta (Pedro Sanfoneiro)

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Trio Mossoró – Transamazônica

O áudio é uma colaboração do José de Sousa, de Guarabira – PB

As capas foram enviadas pelo DJ Vini, de Belo Horizonte – MG

Esse é o sétimo disco da carreira do trio, e foi lançado após dois anos sem gravar.

Trio Mossoró – Transamazonica
1972 – Copacabana

01. Transamazônica (João Mossoró / Gebardo Moreira)
02. Recado do norte (Manoel Rufino / Eriberto Rufino)
03. Consolidação (Aramis de Lara)
04. O canto do nordeste (Enock Figueiredo / Hugo Lisboa)
05. Vendaval (João Mossoró / Gebardo Moreira)
06. Tributo a Mossoró (Oséas Lopes / J. Cavalcanti / A. Acarrasco)
07. Coração não vá embora (Antônio Valentim)
08. Rua do namoro (João do Vale / Ari Monteiro / Gerson Filho)
09. Princesa do Miarim (João do Vale / Oséas Lopes)
10. João Amém (Hélio Matheus / Jacobina)
11. Os óio de Anabela (João do Vale / Julinho)
12. Pequiniquê (João Mossoró / Abdon Santos)

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Marlene Vidal – Eu e o nordeste

Colaboração do Jorge Paulo, o Bandeirante do Norte

Esse é um dos poucos e raros discos gravados pela Marlene Vidal.

Direção de produção e estúdio de Abdias, Arranjos e regência do Maestro Chiquinho do Acordeon, gravado no Rio de Janeiro – RJ, destaque para a faixa título “Eu e o nordeste” de Jacinto Limeira e Timóteo Martins.

Marlene Vidal – Eu e o nordeste
1979 – Uirapuru

01. Brincadeira de burrinca (D. Matias / Lindolfo Barbosa)
02. Muito mais amor (Genário / João Vidal)
03. Cantar pra não chorar (Juvenal Pedro da Silva)
04. Abc do sertão (Zé Dantas / Luiz Gonzaga)
05. Rei da Santa Missão (Luis Moreno / Antônio Pires)
06. Baiana que não tem crença (Chico Xavier / Marlene Vidal)
07. Eu e o nordeste (Jacinto Limeira / Timóteo Martins)
08. O que o despreso tem (Chico Xavier)
09. Onde você está (Osvaldo Oliveira / Dorinha)
10. Tempo bom (Chico Xavier)
11. Fase de namoro (Juvenal da Rocha Lopes)
12. Ofertas de amor (Jair do Pandeiro / Amadeu Macedo)

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