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Tranquilo dos 8 Baixos – Cherinho de Mulher

Colaboração do sergipano Everaldo Santana

“Segundo o Tico dos 8 Baixos que é seu primo o Tranquilo dos 8 Baixos nasceu na Cidade de Ipirá Estado da Bahia, cidade onde nasceram o Lene dos 8 Baixos, Sival dos 8 Baixos, Zé Henrique dos 8 Baixos, Quinka dos 8 Baixos, Tico dos 8 Baixos e o Mestre Isaac Reis afinador de Sanfonas de 8 Baixos. O Isaac Reis afinava as Sanfonas do Abdias.

Tranquilo dos 8 Baixos reside atualmente na Zona Leste da Grande São Paulo, no bairro do Itaim Paulista.”

Um disco todo instrumental. Produção de Antonio Poderoso, destaque para a faixa título “Cherinho de mulher” de Tranquilo dos 8 Baixos e Fernandes Dória.

Tranquilo dos 8 Baixos – Cherinho de Mulher
1984 – Famasom

01 – Frevo do quebra dedo (Jeová do Acordeon – Tranquilo dos 8 Baixos)
02 – O tocador chegou (Tranquilo dos 8 Baixos – J. Batista)
03 – Homenagem a Antonio Poderoso (Tranquilo dos 8 Baixos – Broto do Rojão)
04 – Relando a pança (Tranquilo dos 8 Baixos – Erivaldo de Carira)
05 – Chegada no brejo (Feliciano da Paixão – Tranquilo dos 8 Baixos)
06 – Oito Baixos no forró (Tranquilo dos 8 Baixos – Joca Macedo)
07 – Frevo mínimo no melado (Tranquilo dos 8 Baixos – Pé Duro)
08 – Cherinho de mulher (Tranquilo dos 8 Baixos – Fernandes Dória)
09 – Puxada de fole (Tranquilo dos 8 Baixos – Jonato Macedo)
10 – Amanhecendo o dia (Tranquilo dos 8 Baixos – Antonio Poderoso)
11 – Só no passeado (Tranquilo dos 8 Baixos – Taiobinha)
12 – Forró em Rui Barbosa (Tranquilo dos 8 Baixos – Antonio Poderoso)

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Gerson Filho – O rei dos 8 baixos

Colaboração do José de Sousa, de Guarabira – PB

Mais um raro disco do Gerson Filho.

Gerson Filho – O rei dos 8 baixos
1961 – RCA Victor

01. Tradição de Penedo (Penedo)
02. Rasqueado morena (Aloísio Florentino / João Barone (2))
03. Não é mole não (Aguiar Filho / Oldemar Magalhães)
04. Dibuiando (Gerson Filho / Ari Monteiro)
05. Forró no claro (João Silva / Aguiar Filho)
06. Dança do arara (Penedo / Ataide Pereira)
07. Sanfona do Barbino (João Silva / Abelardo Barbosa “Chacrinha”)
08. Roedeira (Ari Monteiro / Gerson Filho)
09. Noite paduana (Paulo Miranda / Luis Viana)
10. Forró do capitão (Orlando Villa)
11. Maria Bonita (Aguiar Filho / Jaime Gaspar)
12. Ô Lia (João Silva / Penedo)

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Vanja Orico – Vanja Orico

Colaboração do Jorge Paulo, o Bandeirante do Norte

Vanja Orico, nome artístico de Evangelina Orico, nascida no Rio de Janeiro, em 15 de novembro de 1929, cantora, atriz e diretora brasileira.

Surgiu no cenário artístico cantando ‘Mulher rendeira’, tema do filme “O Cangaceiro” (1953), de Lima Barreto, mas começou sua carreira cantando no filme “Mulheres e Luzes”, em 1950, de Federico Fellini. De volta ao Brasil, fez sua estréia no cinema brasileiro no clássico ‘O cangaceiro’, premiado no Festival de Cannes e sucesso no mundo inteiro, o que rendeu a ela o reconhecimento internacional, gravou discos na França e foi recordista de vendas no Brasil. Foi capa das principais revistas da época.

Uma marca forte da sua trajetória no cinema é sua presença em vários filmes do Ciclo do Cangaço, do qual é uma das musas. Além do citado O cangaceiro, também participou de Lampião, o rei do cangaço (1964), Cangaceiros de Lampião (1967) e Jesuíno Brilhante, o cangaceiro (1972).

Em 1981, lançou mais um LP pelo selo Seta, no qual incluiu “Lamento de um homem só” (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes), “Varandas antigas” (Kleidir Ramil e Fogaça), “Quem dá mais” (Noel Rosa) e “Acorda, Maria Bonita”, adaptação do folclore brasileiro por Marcus Vinícius.

Vanja Orico – Vanja Orico
1981 – Seta

01. Bandeira da vida (Herberto Filho)
02. Pra quê (Vicente Matos / Carlito Cavalcanti)
03. Lamento de um homem só (Carlos Lyra / Vinicius de Moraes)
04. Roda morena (Jurandir)
05. Viaduto do chá (Afonso Gentil / Vladimir Capella)
06. Canto xavante (Adpt. Tereeuá / Adpt. Ary Sperling / Adpt. João Rebouças / Adpt. Josias Cordeiro)
07. ”Seleção de temas de Mulher Rendeira”
Mulher rendeira (Tradicional)
Acorda Maria Bonita (Volta Seca)
08. Encontro das águas (Herberto Filho)
09. Joana Calunga de Louça (Reinaldo Jardim / Paulo Magalhães)
10. Um pequeno nada (Catulo de Paula / Antônio Carlos de Souza e Silva)
11. Varandas antigas (Kledir Ramil / Fogaça)
12. Quem dá mais (Noel Rosa)

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Luiz Wanderley, no filme “Só naquela base”

Participação de Luiz Wanderley, no filme “Só naquela base”, com o rock “Carolina”, de 1960.

*Video enviado pelo Azaury Gomes

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CD – Elino Julião Jr – E o forrozão relampiou

Colaboração do Elino Julião Jr

Esse é o primeiro álbum da carreira solo do Elino Julião Jr.

“Filho de um dos grandes nomes do forró, o cantor e compositor norte-riograndense Elino Julião e da cantora Lucymar , Elino Julião Júnior traz na veia o autêntico forró pé-de-serra. Natural de Recife , Elino Julião Júnior morou no Rio de Janeiro, na companhia dos pais, e depois fixou residência em Campina Grande na Paraíba no ano de 1995. Em 1998 ao lado de sua mãe , Lucymar e de seus irmãos André Julião, e Priscila Julião , criou a Banda Brisa, que tocava forró pé de serra nos estados da Paraíba e Pernambuco. No ano de 2000, ao lado da família criou o projeto “ A família do forró” e no ano de 2002 formou a banda “Os manos”, com Elino Julião Júnior , André Julião e Priscila Julião nos vocais .

Sempre conciliando a música com os estudos, que era pré – requisito exigido pelos pais, Elino Julião Júnior formou-se em Educação Física pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), no ano de 2002, e também é pós-graduado em psicomotricidade, também pela UEPB. Em 2004, Elino Julião assumiu a carreira solo, com o irmão André Julião na sanfona, e a irmã Priscila Julião cantando ao seu lado. Hoje Elino Julião Júnior realiza shows por todo o Nordeste, principalmente nos estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

Elino Julião Júnior continua a história herdada do pai Elino Julião e da sua Mãe a cantora lucymar, e canta o autêntico forró pé-de-serra, dando uma ênfase maior aos sucessos do seu pai, que tem um repertório compromissado com verdadeiro forró, em músicas que foram imortalizadas através das letras de Elino Julião que são verdadeiras crônicas da cultura popular nordestina. O jovem artista também canta em seus show músicas de sua autoria com o irmão André Julião.

‘Para mim é uma satisfação e também uma grande responsabilidade cantar o forró de Elino Julião . Ser filho e herdeiro musical me faz ter a certeza de que tenho o compromisso de continuar divulgando a sua obra que é uma das mais importantes da nossa música nordestina, que tem no forró o seu principal estilo musical. Meu Pai retratava como ninguém, a nossa realidade, origem, poesia, beleza, e imortalizou tudo isso em suas obras.

Convivendo sempre no âmbito da música viajando com meus pais, em palcos pelo Brasil, assimilar essa identidade foi natural, fluiu de forma simples, o meu principal compromisso é sim, continuar a história herdada do meu pai, e ao lado dos meus irmãos e dos seguidores de Elino Julião continuarei cantando seu repertório , repertório este que é obrigatório nas festas juninas pelo Brasil, e com certeza meu Pai está ao lado de papai do Céu feliz por me ver cantando suas músicas’” (Extraído do Blog de Elino Julião Júnior).

Elino Julião Jr – E o forrozão relampiou
2008

01 – O relabucho (Elino Julião)
02 – Na sombra do juazeiro (Elino Julião – Brito Lucena)
03 –
O baile do Tancredo (Elino Julião)
Puxando fogo (Elino Julião – João Machado)
O cajueiro de Piranji (Elino Julião)
04 – Filho de Goiamum (Elino Julião – Aurino Francisco)
05 – O rabo do jumento (Elino Julião – Dilson Dória)
06 – Menina das 6-40 (Elino Julião – José Candido)
07 – Vamos chamegar (Elino Julião – Dilson Dória)
08 – Xodó de motorista (Elino Julião – Dilson Dória)
09 – Mulher de verdade (Elino Julião)
10 – foi morar com o guarda (Messias Holanda – Luiz Correia)
11 – Pedaço de morena (Elino Julião)
12 – Eu quero dançar forró (Elino Julião Junior – André Julião)

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Tico dos 8 Baixos

*Link enviado pelo Everaldo Santana.

Participação do Tico dos 8 Baixos no 7º Encontro de Sanfoneiros.
Evento acontecido no dia 11/12/2010 no Jardim São Vicente – Embu das Artes SP.

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CD – Xico Bizerra – Forroboxote 02

Colaboração do Xico Bizerra.

“Não é Chico, é Xico.
Não é Bezerra, é Bizerra.

É o poeta Xico Bizerra, na voz de Cléo Dantas, pedindo prorrogação de xote com esse ‘FORROBOXOTE 2’, um prato preparado em fogão de quatro tijolos e grudado na goma-arábica da regionalidade.

E onde o forró é lei não existe apelação:

É RÉU CONFESSO
DOS CRIMES REBOLADORES
FESTEIROS E APAGADORES
DE PAVIO DE LAMPIÃO

CANTADO SEJA
O FORRÓ DESEMPENADO
CICERONE DE NORDESTE
ALUNO DE GONZAGÃO”
(Palavras de Jessier Quirino, dezembro de 2002)

Todas as faixas são cantadas pelo Cléo Dantas, participações especiais de Maciel Melo na faixa “Se tu quiser” de Xico Bizerra; e de Irah Caldeira na faixa “Pr´aquele que vem” de Xico Bizerra e Luciano Nunes.

Direção Musical e Arranjos – GENARO
Produção Executiva – XICO BIZERRA
Gravado e Mixado em Nov e Dez 2002 na GUSDEL

Músicos:
Sanfona – GENARO
Baixo – TONINHO TAVARES
Percussão – RAMINHO
Bateria – WELLINGTON
Guitarra – LUCIANO MAGNO
Violão de 7 Cordas e Cavaco – BOZÓ
Bandolim – ADALBERTO CAVALCANTI
Backvocal: – GENARO, WALKYRIA e DORA

Para conhecer mais sobre o poeta Xico Bizerra, acesse http://www.forroboxote.com.br

Xico Bizerra – Forroboxote 02
2003

01. Pr´aquele que vem (Xico Bizerra – Luciano Nunes)
02. Tangendo a dor (Xico Bizerra)
03. Se tu quiser (Xico Bizerra)
04. Pararlindo (Xico Bizerra)
05. Parabom entendedor (Xico Bizerra)
06. Água, amor (Xico Bizerra)
07. Forró chorado (Xico Bizerra)
08. Sem-vergonhar mais eu (Xico Bizerra)
09. Papel passado (Xico Bizerra)
10. Candeeiro apagado (Xico Bizerra)
11. Caboclo de fé (Xico Bizerra)
12. Poço de solidão (Xico Bizerra)
13. Canção de ninar (Xico Bizerra)
14. Carnavias e São Joões (Xico Bizerra)
15. Prosa no batente (Xico Bizerra)

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Coletânea – O fino do pau de sebo 7

Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB

Seguindo o mesmo conceito da série de coletâneas ‘Pau de Sebo’, apareceram algumas outras séries, como essa, com nomes semelhantes.

Dessa edição participam: Gerson Filho, Clemilda, Pedro Sertanejo, Trio Nortista, Anastácia, Noca do Acordeon e o Trio Nordestino, radicado em Santo André – SP.

Coletânea – O fino do pau de sebo 7
1979 – Musicolor

01. Baile de gafiera (José Vieira de Melo / Gerson Filho) Gerson Filho
02. Forró no brejo (Durval Vieira / Clemilda) Clemilda
03. Forró de Mané Vito (Luiz Gonzaga / Zé Dantas) Pedro Sertanejo
04. Fogo na fogueira (Jonas de Andrade) Trio Nortista
05. Uai uai (Venâncio / Corumba) Anastácia
06. Balance o mangaio (Ulisses Silva) Gerson Filho
07. Forró da gafieira (Pedro Sertanejo) Pedro Sertanejo
08. Reizado a São José (Raimundo Monte Santo) Clemilda
09. Noca no choro (Coronel Narcizinho / Noca do Acordeon) Noca do Acordeon
10. O cobrador (Assisão / Carlos Franco) Assisão
11. Quadrilha sertaneja (Gerson Filho) Gerson Filho
12. Forró do Zé do Bode (Heleno Luis / Pedro Sertanejo / Clementino Silva) Trio Nordestino

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Mais um Matuto em São Paulo

*Texto enviado por Aércio Medina

Era sexta-feira (01/04/2011) , quando eu, com uma lasanha no forno, acabou o gaz. Liguei para a distribuidora, e em quinze minutos chegou um rapaz com o botijão.

Era um rapaz aparentando estar perto dos trinta anos, quando abri a porta da sala deixei a vista a minha sanfona em cima da poltrona.

Ele esticando os olhos para dentro de casa logo perguntou se era uma oito baixos. Respondi que não e ele de pronto me perguntou:

“ Você conhece Arlindo dos 8 baixos?”

Disse que já tinha ouvido falar algo, lembrava que ele havia gravado alguns discos. Ele logo respondeu:

“ Pois é, ELE É MEU TIO. Eu cresci em Pernambuco, acompanhando meu tio nos shows, aprendi a concertar e tocar sanfona, mas nunca gostei de estar muito em cima dos palcos, preferia em baixo dançando com as meninas.

“Hoje me arrependo, pois la, todos que tocavam, hoje vivem da musica, e ganham dinheiro viu!”

E logo ele encerrou a conversa me aconselhando a investir e continuar firme na musica pois era um “caminho muito bonito”.

Ai esta mais um exemplo de alguém abandonou suas raízes para tentar a vida em SP. Alguém que se emociona ao ver uma sanfona e ouvir se falar de forró. O nosso querido forró.

Aércio Medina

Santos, 03 de abril de 2011

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Elias Alves – Tenho que da meu recado

Colaboração do DJ Léo Viotti, de Brasília – DF.

Um raro disco do Elias Alves.

Destaque para “Pega a nega” de Elias Alves; “Mulher fingida” de Betinho e Elias Alves; e para “Tenho que dá o meu recado” de Inocêncio dos Santos e Elias Alves.

Elias Alves – Tenho que da meu recado
1974 – Tropicana

01. Pega a nega (Elias Alves)
02. São João em Ibiquera (Zezinho / Elias Alves)
03. Filho pagão (Zé Pequeno / Elias Alves)
04. Noite de São João (Raimundo Silva / Waldir Mendonça)
05. Mulher fingida (Betinho / Elias Alves)
06. Dois de fevereiro (Raimundo Silva / Alberto Lacerda)
07. Agarradinho (Elias Alves)
08. Canção do vaqueiro (Elias Alves / J. Luna)
09. Zeca forró (Rômulo Costa / Batalhinha)
10. Heroi do volante (Zé Pequeno / Elias Alves)
11. Segue teu caminho (Zé Pequeno / Elias Alves)
12. Tenho que dá o meu recado (Inocêncio dos Santos / Elias Alves)

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