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Luiz Paulo – Rosinha pegou na minha

Colaboração do Professor Markão.

Esse é o segundo LP do Luiz Paulo, que era chamado na época de ‘O reizinho do baião’.

“‘Rosinha pegou na minha’ foi o segundo disco solo, com arranjos de Luiz Paulo e Oswaldinho do Acordeon, destaque para música: ‘Minha vitória no amor’ (‘Rosinha pegou na minha’) que foi música de grande sucesso na época do duplo sentido, o disco ainda conta com Castanheiro no zabumba. (1989)” (Palavras do Markão)

Luiz Paulo – Rosinha pegou na minha
1989 – Proarte

01 Teste de inteligência (Luiz Paulo)
02 Mãe, o maior tesouro (Luiz Paulo)
03 Ditado popular (Luiz Paulo)
04 Xote da roçagem (Luiz Paulo)
05 Amigo gago (Luiz Paulo)
06 A Morte de Calá (Luiz Paulo)
07 Minha vitória no amor (Luiz Paulo)
08 O desespero da Madalena (Luiz Paulo)
09 Momento de expectativa (Luiz Paulo)
10 Projeto Chapéu de Couro (Luiz Paulo)
11 Não volto pra São Paulo (Antonio Carlos Du Aracajú
12 A contusão da atleta (Luiz Paulo)

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CD – Jocilmar Batista – Jocilmar Batista

Colaboração do Joci Batista.

Produção de Antonio Poderoso, Joci Batista e Ziel Master, arranjos de Dominguinhos e seu regional, participações especiais de Joci Batista e de sua esposa Dilmar Batista, pais da Jocilmar Batista que lança esse seu primeiro trabalho.

Jocilmar Batista – Jocilmar Batista
2009

01 – Forró sem fronteira (Aracildo)
02 – Eu não quero nada (Bilaves)
03 – Meu nome é real (Antonio Trajano)
04 – Não chore não, meu bem (Duda Santos – Broto do Rojão)
05 – São Paulo e Rio (Durval Vieira – Joci Batista)
06 – Minha Bahia (Venâncio – Corumba)
07 – Dinheiro é o Deus da terra (Antonio Trajano – Joci Batista)
08 – Mundo liberal (João do Rosário – Antonio Poderoso)
09 – Você não vem (Everaldo Ferraz – Martins Neto)
10 – Tortura de amor (Valdik Soriano)
11 – Natal pela paz no mundo (Dilmar Batista)
12 – Parabens, parabens (Dilmar Batista)

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Jaiminho de Exú ensaiando com a banda Fim de Feira

Jaiminho de Exú ensaiando com a banda Fim de Feira.

*Fotos enviadas pelo Jairo Melo – de Vicência – PE.

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Gerson Filho – Xodó de sanfoneiro

Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB, as capas são do DJ Vini, de BH.

“Aqui está ele novamente, Gerson Filho, o mestre da sanfona de oito baixos, num punhado de novas e reluzentes interpretações, dentro de interessante variedade de gêneros, inclusive o samba.”

“Gerson Filho, pode-se dizer com segurança, foi o homem que deu personalidade ao fole de oito baixos, fazendo com que ele hoje receba a consideração só dispensada aos grandes e tradicionais instrumentos solistas; Já que não é apenas uma harmonica para o deleite particular de um ou uma adolecente no recesso do lar; tampouco uma das atrações de uma feira livre do interior. Essa popularização da sanfona de oito baixos se deve, principalmente, aos discos fonográficos, e a Gerson Filho.” (Trechos extraídos da contra capa)

Gerson Filho – Xodó de sanfoneiro
1960 – RCA Victor

01. Xodó de sanfoneiro (Gerson Filho)
02. Segura a saia (Tonico / Tinoco / Gerson Filho)
03. Respingadinho (Gerson Filho / Otávio Filho)
04. Madrugada (Irmãos Orlando / Gerson Filho)
05. Tengo-tengo (Enedino Silva)
06. Sai da frente (Otávio Filho)
07. Vem cá (João Barone)
08. De Penedo a Propriá (Gerson Filho / Aguiar Filho)
09. Figura de mulher (J. Varriol / Gerson Filho)
10. Irmãos gêmeos (Miguel Lima / Aguiar Filho)
11. Teimoso (Otávio Filho)
12. Forró de Jaguaripe (Gerson Filho / Aguiar Filho)

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Texto – O cearense Catulo de Paula e as trilhas dos filmes de Cangaço

O cearense Catulo de Paula e as trilhas dos filmes de Cangaço

Pesquisa: Arievaldo Viana

Nem no Ceará, sua terra natal, o genial ‘Catulo de Paula’ é lembrado. Autor de grandes sucessos da música nordestina (Cowboy do Ceará, Como tem Zé na Paraíba, O pau de arara, Bebop do Ceará, Nóis num have, Na cabana do rei, etc) ele foi o nome mais requisitado nas décadas de 1960/70 para compor a trilha sonora dos filmes de cangaço.

Catulo de Paula (Ermenegildo Evangelista de Souza ) Cantor. Compositor.

São Benedito, Ceará, Brasil – 13/08/1923 – 10/12/1984

Seu pai era cego desde os seis meses de idade e sustentava a família, composta de mulher e oito filhos, tocando violino, saxofone e clarineta em festas de sua cidade no interior cearense. Com oito anos, começou a tocar violão, ganhando os primeiros trocados para ajudar no sustento da família. Por volta dos 10 anos de idade, passou a fazer parte do grupo Vocalistas Tropicais, com os quais foi fazer uma excursão a Fortaleza, capital do Ceará. Acabou saindo do grupo por causa de um dos integrantes e teve que se virar por conta própria para sobreviver, passando a fazer biscates de diversos tipos. Passou a viajar pelo interior do Nordeste.

Em 1944, foi convidado para fazer parte do grupo “Os Boêmios da Noite”. Na mesma época, mudou-se para o Recife, em Pernambuco, onde adotou o nome artístico de Catulo de Paula. Em 1948, resolveu mudar-se para o Rio de Janeiro, a fim de dar continuidade ao seu trabalho artístico. Em 1949, tornou-se acompanhante do cantor Vicente Celestino, com quem trabalhou durante longo tempo tocando violão. No início dos anos de 1950, ao apresentar-se no clube “Brasil danças”, foi assistido por Fernado Lobo que apadrinhou sua primeira gravação. Em 1953, lançou pela Continental, disco onde interpretava dois baiões, “Vai comendo Raimundo”, de sua autoria e Amado Régis, e “O pau comeu”, de Marçal Araújo.

No mesmo ano, Aldair Sopares gravou na Columbia de sua autoria e Jorge de Castro a toada baião “Saudade de Maceió”. Destacou-se pelas composições satíricas, sendo uma das mais conhecidas, o baião “Bep-bop do Ceará”, gravada pela Continental, em 1955. No mesmo ano, gravou de sua autoria o coco “Zabumbô, zabumbá”. Em 1956, gravou o baião “Rosamélia”, de Humberto Teixeira. Além de baiões, gravou sambas e canções, sem nunca ter se fixado num determinado ritmo. Em 1957, gravou de Zé Dantas o baião “Nós num “have”. Em 1961, gravou de Luiz Gonzaga o baião “Na cabana do rei”, parceria com Jaime Florence.

Em 1962, gravou aquele que foi seu maior sucesso, o baião “Como tem Zé na Paraíba”, parceria com Manezinho Araújo, gravado também naquele ano e com grande sucesso, por Jackson do Pandeiro. O tom nordestino de sua música lhe valeu convites de diversos diretores de cinema que nos anos de 1950, exploraram a temática do “Cangaceiro”.

Participou das trilhas sonoras dos filmes “Lampião, o rei do Cangaço”, “Entre o amor e o cangaço”, “Os três cabras de Lampião”, “Nordeste sangrento” e “O filho do cangaceiro”. Participou, ainda, de alguns trabalhos para o teatro, tendo participado da trilha sonora das peças “A invasão dos beatos”, de Dias Gomes e “A torre em concurso”, de Joaquim Manuel de Macedo. Ainda em 1962, participou como cantor da trilha sonora do filme “Sol sobre lama”, de Alex Viany, quando interpretou canções da parceria Vinícius de Moraes -Pixinguinha, inclusive as letras que Vinícius criou para os choros “Mundo melhor” e “Lamentos”, dos quais, portanto, ele seria o primeiro intérprete.

Em 1963 lançou pela Odeon o LP “A simplicidade de Catulo de Paula”, no qual interpretou, entre outras, “Lua-lua”, “Zé Piedade”, “Minha fulô” e “Vida ruim”, todas de sua autoria. Em 1964, participou da peça “Pobre Menina Rica”, de Vinícius de Moraes e Carlos Lyra. Em 1970 lançou LP que leva seu nome, interpretando “Canção da tristeza”, “Forró do Barnabé”, “De Maria só o nome” e “Razão pra não chorar”, todas de sua autoria.

Catulo de Paula fez a trilha sonora da primeira versão de ‘Roque Santeiro’, censurada pela ditadura militar.

Nos anos de 1970, foi convidado para interpretar um cego cantador de feira na novela “Roque Santeiro”, na Tv Globo, tendo ele preparado um ABC, no qual narrava a novela em versos começando cada estrofe com uma letra do albabeto. A novela entretanto acabou não indo ao ar pois foi vetada pela censura na época da ditadura militar. Anos depois a novela foi ao ar, desta vez com Arnoud Rodrigues no papel do cego. Em 1976 a Tapecar lançou o LP “Geremias do Roque Santeiro”, que trazia entre outras, “Roque Santeiro”, “ABC do Roque Santeiro” e “Alegria dolorida”, de sua autoria, além de “Prefiro ficar com Maria”, de Paulo Gesta e Luiz de França.

Em 1995, sua composição “Caubói do Ceará” foi gravada pelo cantor brega Falcão no disco “A besteira é a base da sabedoria”.

Fotos do Museu do Gonzagão

Fotos do Museu do Gonzagão em Exú – PE, e em Juazeiro do Norte – CE.

Fotos enviadas pelo Maicon Fuzuê, do trio Araçá.

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Messias Holanda – Olha o tamanho da bichona

Colaboração do Zé Geraldo, de Taperoá – PB.

Um disco muito bom do Messias Hollanda, muito balanço, gravado em 8 canais, e olha o resultado que os caras conseguiam naquela época e o que se consegue hoje com toda tecnologia possível…

Produção de Osvaldo Oliveira, arranjos e regência de Chiquinho do Acordeon e Genário, destaque para “Roupa nova” de João Silva e Pedro Maranguape; para o samba “Vivo tristonho” de Osvaldo Oliveira e Messias Holanda; e para “Mulher de verdade” de Elino Julião e Severino Ramos.

Messias Holanda – Olha o tamanho da bichona
1981 – Veleiro

01 Roupa nova (João Silva – Pedro Maranguape)
02 Olha o tamanho da bichona (Guajará Fialdine – Messias Holanda)
03 Vivo tristonho (Osvaldo Oliveira – Messias Holanda)
04 Maria Antonieta (Messias Holanda)
05 Ô de casa (Messias Holanda – Ulisses Silva)
06 O vício dela (Edmilson Rodrigues – Guajará Fialdine)
07 Casal exemplar (Messias Holanda)
08 A turma da minha rua (Messias Holanda – Lilico)
09 Noite feliz (D. Mathias – Borel)
10 Mulher de verdade (Elino Julião – Severino Ramos)
11 Na medida (Toninha – Messias Holanda)
12 Fortaleza meu lugar (Messias Holanda – Manoel Vidal)

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Luiz Paulo no “Forró Cajú”

Luiz Paulo no “Forró Cajú”.

*Fotos enviadas pelo Professor Markão.

Adolfinho – Forrobodó

Colaboração do sergipano Everaldo Santana.

Nos selos constam duas datas, 1964 e 1982, o que significa que o exemplar em si, é o relançamento, de 1982; As capas abaixo foram enviadas pelo Rômulo Nóbrega, de Campina Grande – PB.

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Sendo assim, a gravação original é de 1964.

Mais um disco todo instrumental, comprovando todo o virtuosismo desse grande tocador de fole de oito baixos que é Adolfinho.

Adolfinho – Forrobodó
1964 – Chantecler

01. O papagaio da Izaré (Coronel Narcizinho)
02. De Campina a Cabedelo (Rosil Cavalcante – Oscar Barbosa)
03. Forró em Aroeiras (Adolfinho – Oscar Barbosa)
04. Velho Fagundes (Adolfinho – Oscar Barbosa)
05. De Sobral a Serra Grande (José Dando – Coronel Narcizinho)
06. Sertão na cidade (Rosil Cavalcante – Adolfinho)
07. Pretencioso (Gerôncio Cardoso)
08. Forró dos namorados (Diomedes Bezerra – João Nilo)
09. Forró na Borborema (Diomedes Bezerra – João Nilo)
10. Forró em Belém (Geraldo Nunes – Carlos Diniz)
11. Forró da siricóia (Diomedes Bezerra – Manoel Serafim)
12. Frevo decente (Diomedes Bezerra – Fogo Serrado)

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Zézinho Preá, do Trio Potiguá

Zézinho Preá, do Trio Potiguá.

*Foto enviada pela Saróba.

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