CD – Trio Araripe – Canta Luiz Gonzaga – Ao vivo

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Colaboração do Tiziu, do Trio Araripe, radicado em São Paulo – SP.

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Embora o título diga que é um repertório composto exclusivamente de músicas do Gonzagão, tem algumas faixas que são releituras do repertório do Trio Nordestino, de Dominguinhos, dos 3 do Nordeste e de Petrúcio Amorim.

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Composto atualmente por Tiziu, Zé Neto e Cleiton Gama, o Trio Araripe é sem dúvida um dos maiores trios de forró pé de serra em atividade.

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O disco passa pelos vários estilos do forró, culminando numa sequência instrumental de quadrilha.

Trio Araripe – Canta Luiz Gonzaga – Ao vivo
2002

01 Apresentação
02 Pot pourri:
Vozes da seca (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
Hora do adeus (Luiz Queiroga – Onildo Almeida)
Sanfona sentida (Dominguinhos – Anastácia)
Asa branca (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
03 Pot pourri:
Nos cafundó de Bodocó (Jurandy da Feira)
Viola de Penedo (Luiz Bandeira)
Forró de Zé Buchudo (Severino Ramos – Helena Gonzaga)
04 Pot pourri:
Sanfona do povo (Luiz Gonzaga – Helena Gonzaga)
Já era tempo (Luiz Gonzaga – João Silva)
Faça isso não (João Silva – Geraldo Nunes)
Nessa estrada da vida (Valdir Geraldo – Aparecido José)
05 Pot pourri:
Maracatú eta (João Silva – J.B. de Aquino)
Forró do bole-bole (João Silva – Raimundo Evangelista)
Resto de amor (Cecéu)
Forró no claro (Antonio Barros)
06 Pot pourri:
Xote das meninas (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
Pisa na fulô (João do Vale – Ernesto Pires – Silveira Jr.)
Cintura fina (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
07 Pot pourri:
Cocotá (Luiz Guimarães – Helena Gonzaga)
Buraco de tatu (Jardyr Ambrósio – Jair Silva)
Tamborete de forró (Artulho Reis)
Balance eu (Nestor de Holanda – Luiz Gonzaga)
08 Pot pourri:
Onde está você (Zezum)
É só você querer (Nando Cordel)
Meu cenário (Petrúcio Amorim)
Você fica muito mais bonita (Chico Xavier – Nem)
O nosso amor morreu (Parafuso – Zé Pacheco)
09 Pot pourri:
Baião da garoa (Hervé Cordovil – Luiz Gonzaga)
Baião (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
Viva o Arigó (Geraldo Nunes)
Calango da lacraia (Luiz Gonzaga – J. Portela)
Derramaro o gai (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
10 Pot pourri instrumental:
Fim de festa (Zito Borborema – Luiz Gonzaga)
Polca fogueteira (Luiz Gonzaga)
Lascando o cano (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
Pagode russo (Luiz Gonzaga)
Fogueira de São João (Luiz Gonzaga – C. Albuquerque)
Olha pro céu (José Fernandes – Luiz Gonzaga)

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D. Mathias – Boa safra

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Colaboração do Zé Geraldo, natural de Taperoá – PB.

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Esse, até onde pude levantar, é o único disco do D. Mathias, que tem várias composições gravadas por artistas como o Trio Nordestino, além de participação em diversas músicas gravadas nos álbuns do Abdias.

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Direção artística de Jairo Pires, direção de produção de Abdias, arranjos, regência e acordeon de Marcos Farias, o Marquinhos, e zabumba de Sussuanil. Destaque para “Torrado de moça nova” de D. Mathias e Lindolfo Barbosa e para “Só era eu” de D. Mathias e Jacinto Silva.

D. Mathias – Boa safra
1983 – Araponga

01 Torrado de moça nova (D. Mathias – Lindolfo Barbosa)
02 Pirão de peixe rêba (D. Mathias – Artur Villarino)
03 Caruarú do passado (Zé Pereira – D. Mathias)
04 Amei amei (D. Mathias – Jacinto Silva)
05 Só era eu (D. Mathias – Jacinto Silva)
06 Praça Mauá (Severino Ramos – D. Mathias)
07 Boa safra (D. Mathias – Moraes)
08 Causador de um drama (Chico Xavier – D. Mathias)
09 O tropeiro (D. Mathias – Jacinto Silva)
10 Puxe o fole tocador (Jair Guimarães – Manoel Bezerra)

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Compacto duplo – Trio Nordestino – No terreiro da fazenda

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Colaboração do DJ Rogérinho, de São Paulo – SP. Que além de uma preciosa coleção de LPs, agora me contou que pretende se dedicar a colecionar compactos raros.

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Todas as composições desse compacto estão presentes no LP “Aqui mora o xaxado” de 1965, portanto atribuí a ele essa data, já que a mesma nao é citada nos selos e nem na contra capa. Notem que os selos são prensados na bolacha, deixando uma textura nas bordas do selo.

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Destaque para “Aqui mora o xaxado” de João Silva e K-Boclinho.

Compacto duplo – Trio Nordestino – No terreiro da fazenda
1965 – Copacabana

01 No terreiro da fazenda (João Silva / K-Boclinho)
02 A papuda (Riachão)
03 Casinha velha (Geraldo Nunes / Oscar Barbosa)
04 Aqui mora o xaxado (João Silva / K-Boclinho)

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Coletânea – Forró do cabra zoró

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Colaboração do José de Sousa, natural de Guarabira – PB. Ele nos mandou essa raríssima coletânea e o comentário a seguir.

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“‘Cabra Zoró’, é uma coletânea que, dentre os discos, é considerado raro, foi gravado em 1973. E digo raro porque desta vez vamos ouvir alguns dos famosos compositores atacarem também de cantores.

Primeiro é o caso de Elias Soares, grande compositor, criador de sucessos na voz de muitos artistas, nos anos de 1960 e 1970. Quem pesquisar, poderá constatar que é raro ver um disco dessas duas décadas que não tenha uma música de Elias Soares, Luiz Wanderley que o diga.

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Luiz Moreno é outro conhecido compositor, de muitos sucessos, imortalizados na voz de vários cantores, Jackson do Pandeiro é um deles. Aqui ele se deu ao luxo, além de produzir o disco, de interpretar 4 músicas, em um total de 10 de sua autoria.

Alventino Cavalcante, muito amigo de Jackson do Pandeiro, esse já tem alguns LPs gravados, quem não conhece os sucessos como ‘Não bata no meu louro’ e ‘Bode cheiroso’?

E tem mais José do Patrocínio e Aurealane, que não tem tanta notoriedade, mas cantam direitinho, é um disco com muitas curiosidades. Confiram!!!”

Coletânea – Forró do cabra zoró
1973 – Tapecar

01 Na beira da lagoa (Elias Soares – Gilberto Lima) Elias Soares
02 Tá na hora da quadrilha (Luiz Moreno – Maria do Carmo – Onae) Luiz Moreno
03 Forrózinho macho (Luiz Moreno – Xavier de Souza) Aurealane
04 Vou bater de berimbau (Luiz Moreno – Geraldo Gomes) José do Patrocínio
05 Cartomante (Alventino Cavalcanti – J. Diniz – J. Ferreira) Alventino Cavalcanti
06 Garota boazuda (Luiz Moreno) Luiz Moreno
07 O embalo da Carolina (Luiz Moreno) José do Patrocínio
08 Meu pedido (Luiz Moreno – Maria do Carmo) Alventino Cavalcanti
09 Meu Brasil moderno (Luiz Moreno) Luiz Moreno
10 O baião da solidão (Luiz Moreno – Maria do Carmo – Mondir) Aurealane
11 Eu, apelidio Coroné Zoró (Luiz Moreno – João Ferreira) Elias Soares
12 Vai ser besta assim no inferno (Luiz Moreno) Luiz Moreno

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CD – Rastapé – Até o dia clarear

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Colaboração do Arlindo. Esse é o segundo disco da Banda Rastapé.

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Das bandas de ‘forró universitário’ que surgiram na virada do século, creio que o Rastapé é a que mais se apegava as raízes do pé de serra, sempre com regravações muito bem escolhidas.

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Formação: Jorge Filho (Voz, Percussão), Marquinhos (Zabumba, Vocal), Tico (Guitarra, Cavaquinho, Violão, Vocal), Jair (Triângulo, Pandeiro, Percussão, Vocal) e Jorginho do Acordeon (Acordeon, Vocal)

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Participação especial de Zé Ramalho na faixa “Segredo” de André Saísse, destaque para “Ataiô” de Ronaldo Silva.

Rastapé – Até o dia clarear
2002 – Deckdisc

01. Ataiô (Ronaldo Silva)
02. Versos sinceros (Fábio Albernaz)
03. Bicho do mato (Jorge Filho / Tico)
04. Novo dia (Marrara / Jorge Filho)
05. Balanço do mar (Jorge Filho)
06. Aquele verão (Jorge Filho / Tico)
07. Forró drenado (Jair)
08. Segredo (André Saisse)
09. Cala a boca (Teté)
10. Olhos de mel (Jorge Filho / Túlio Reis)
11.
Pedra Rachada (Jorginho do Acordeon)
Forró Brasileiro (Jorginho do Acordeon)
12. Na Saudade (Jorge Filho / Tico)
13.
Riso Cristalino (Dominguinhos / Climério)
Eu Me Lembro (Xote) (Dominguinhos / Anastácia)
Pode Morrer Nessa Janela (João Silva / Manoel Euzébio)
14.
Fazendo Amor (Onildo Almeida)
Forró Metaleiro (Luis Wanderley / Ruy Correia / Aloísio J. Silva)

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Dominguinhos

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*Foto extraída do dicionário gonzagueano de A a Z.

Arlindo dos 8 baixos – Mestre do Beberibe

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Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB. Esse é o primeiro disco que publicamos do Arlindo dos 8 baixos.

Nasceu em 19/04/1941, natural de Sirinhaém, cidade localizada na mata sul do estado de Pernambuco, Arlindo dos 8 Baixos se aproximou do pé de bode com apenas 10 anos de idade.

Completamente auto-didata, Arlindo é cego, toca o oito baixos e canta. Tocou sanfona, de 80 e 120 baixos, durante muitos anos, até que, no final da década de 1960, Luiz Gonzaga o aconselhou a voltar para o oito baixos, um instrumento tocado por uma minoria de sanfoneiros.

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Com Luiz Gonzaga, Arlindo tocou durante 18 anos, enquanto construia sua própria carreira. No final da década de 1980, o quintal de sua casa, no bairro de Dois Unidos, zona norte do Recife – PE, tornou-se um ponto de encontro dos forrozeiros famosos da época.

De lá pra cá, este ‘quintal’ evoluiu para uma casa de forró, o ‘Forró de Arlindo’, com direito a bilheteria, bar, mesas e salão, considerado um dos mais importantes pontos de difusão da cultura pernambucana.

Arlindo dos 8 baixos – Mestre do Beberibe
1981 – RCA

01 Forró no Junco (José Floreo)
02 Quadrilha pernambucana (Ramos Silva – Arlindo dos 8 baixos)
03 Em cima da linha (Arlindo dos 8 baixos)
04 Pinto ciscando (Dominguinhos)
05 Homenagem a Dideu (Zé Calixto)
06 Forró em Passira (Duda da Passira)
07 Ciscadinho (Arlindo dos 8 baixos)
08 Ricaon (Moacir Santos)
09 Piadinho da Dona Zefa (Tony Martins)
10 Forró no Riachão (Arlindo dos 8 baixos – Luizinho Calixto)
11 Nó cego (Arlindo dos 8 baixos)
12 Sapo de galocha (Dominguinhos)

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Trio Pajeú

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O Trio em sua primeira foto, em 1973.

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O Trio com Zé Gonzaga e Jackson (acima) e com Zé Gonzaga, João do Vale e Ary Lobo (abaixo).

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*Acervo Tick

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Jackson do Pandeiro – Cantando de Norte a Sul

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O áudio é uma colaboração do Arlindo e as capas são do DJ Viny, de Belo Horizonte – MG.

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“Em ‘Cantando de Norte a Sul’, Jackson do Pandeiro mostra que está em sua melhor forma, exibindo todo o seu talento. Com seu conjunto típico em que se notam instrumentistas da qualidade de Raimundo (acordeon), Arlindo e Artur (violões) e ainda excelentes valores no cavaquinho ou nos instrumentos de ritmo (bateria, zabumba, pandeiro, reco-reco) que alterna de acordo com o gênero executado, Jackson interpreta um número, entre outros, destinado ao maior sucesso: o xote de sua autoria feito de parceria com Elias Soares ‘Filomena e Fedegoso’, principal número musical de um filme brasileiro a ser estrelado ainda este ano.” (Trecho extraído da contra capa)

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O destaque fica para o côco “Meu veneno” de Jackson do Pandeiro, J. Bezerra e Mergulhão, música que seria regravada cerca de uma década mais tarde por outro de seus compositores, o Bezerra da Silva, essa é uma de suas primeiras composições.

Jackson do Pandeiro – Cantando de Norte a Sul
1961 – Philips

01. Filomena e Fedegoso (Jackson do Pandeiro / Elias Soares) xóte
02. Sem cabeça (Jackson do Pandeiro / Monsueto) baião
03. Meu veneno (Jackson do Pandeiro / J. Bezerra / Mergulhão) côco
04. Cacungaruquê (Jackson do Pandeiro / Pedro Melodia) samba
05. O trabalho que deu (Jackson do Pandeiro / Rosil Cavalcanti) rojão
06. Sabidinha (Jackson do Pandeiro / Nivaldo Lima) arrastapé
07. Cantiga da Perua (Jackson do Pandeiro / Elias Soares) rojão
08. Direitos iguais (Geraldo Figueiredo) samba
09. Zabumba (Rui de Morais e Silva / Joaquim Lima) baião
10. Semente do bem (Buco do Pandeiro / Geraldo Maia) rojão
11. Praia do Janga (Heleno Clemente / Almira Castilho) baião
12. Sanfona braba (José Benício Lima / Almira Castilho) rancheira

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Gravação do São João do Nordeste

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Jaiminho de Exu na sanfona, Léo no triângulo e Corró no zabumba

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Passando as músicas no camarim com João Cláudio Moreno, Targino Gondim entre outros.

“As 2 fotos são da gravação do São João do Nordeste da Rede Globo”

*Acervo Corró

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