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Messias Hollanda – Bumbo do Bié

Colaboração do Parafuso

Algumas letras de duplo sentido, com letras picantes em cima de um instrumental magnífico.

Direção de produção de Abdias, assistência de produção de Marquinhos, que fez os arranjos e também gravou as sanfonas, ao lado de Genário.

Messias Hollanda – Bumbo do Bié
1984 – Copacabana

01. A Tapioca (Bráulio de Castro / Messias Holanda)
02. De bem com o vizinho (João Silva / R. Evangelista / P. Maraguape)
03. A mulher que vira lobisomem (João Caetano / Messias Holanda)
04. Chamegando no forró (Sirano)
05. Chinelo véio (Bráulio de Castro / Moskemberg)
06. O menino e a seca (João Silva / Pedro Maranguape)
07. A bandinha do Bié (J. B. de Aquino / Manoel Euzébio / João Silva)
08. Pintinho preguiçoso (Luis Moreno / Altamiro Baptista)
09. Forró em quatro cores (Antônio Moreira Lima / Messias Holanda)
10. Amor frustrado (José Clementino)
11. Morrendo de amor (João Caetano / Antônio Carlos Rodrigues)
12. Vaqueiros e boiada (Paulo C. Clementino)

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Bacural, Genival Lacerda, Zé Pacheco e Zé Palito

Alguém sabe quem são esses?

É o Genival Lacerda e o Trio Luar do sertão, composto por Bacural (zabumba), Zé Pacheco (sanfona) e Zé Palito (triângulo).

Segundo a Katrina, filha do sanfoneiro Bacural, a foto é de 1968, e foi do início de sua carreira, quando ainda tocava zabumba.

Achei a foto no blog do DJ Rick, mas posteriormente descobri que ele a tinha pego com a própria Katrina.

CD – Fernando Melo – Forró de violão

“Para quem ‘aprececia’ pé-de-bode está diante de virtuoses e de uma música fantástica, onde o violão se integra de tal modo, que há um diálogo constante entre ele e os oito baixos, cada um mantendo sua identidade.”(Trecho do texto de Luiz Sávio de Almeida, extraído do encarte)

“Fernando Melo nasceu no agreste alagoano, em Arapiraca, cresceu ao som dos ternos – zabumba, triângulo e sanfona – presentes nas festas do interior e das bandas de pífanos…”
“Forró de violão é o primeiro trabalho que Fernando Melo grava sem a presença do parceiro e amigo Luís Bueno, a outra metade do aclamado Duofel” (Trechos do texto de Ubirajara Almeida, extraídos do encarte)

Produzido por Fernando Melo e Félix Baigon, violões 06 e 12 cordas aço de Fernando Melo, sanfonas de Tião Marcolino e Xameguinho, pé-de-bode de Edgar dos 8 Baixos. É ouvir para dançar, destaque para “Mundaú a Manguaba”.

Fernando Melo – Forró de violão
2000 – Eldorado

01. Forró no Caranguejo (Fernando Melo)
02. Rua do sol (Fernando Melo)
03. Chorando no Aroeira (Fernando Melo)
04. Xoteando em Caititus (Fernando Melo)
05. Mundaú a Manguaba (Fernando Melo)
06. Festa de Santo Amaro (Fernando Melo)
07. Marchando para Marechal (Fernando Melo)
08. Feira do passarinho (Fernando Melo)
09. Penedo é bonita de se ver (Fernando Melo)
10. Papo Furado No 7 coqueiros (Fernando Melo)
11. É no gogó da ema (Fernando Melo)
12. Maxixe em Piaçabuçu (Fernando Melo)

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Dominguinhos e Genival Lacerda lançam polêmica no Dia do Forró

“Celebração foi instituída na data que seria o aniversário de Luiz Gonzaga.
Cantores afirmam ser defensores da música de boa qualidade.”

dominguinhos

“Neste sábado (13) é comemorado o Dia Nacional do Forró. A celebração foi instituída na data que seria o aniversário de Luiz Gonzaga. Dominguinhos e Genival Lacerda contaram ao G1 que defendem a qualidade do forró e questionam alguns grupos que apresentam músicas de mau gosto.

O cantor Genival Lacerda afirmou que é preciso existir a valorização do forró com as raízes nacionais. ‘Tem muito penetra no mercado. Tem gente que canta, mas nem é cantor de verdade. Basta conseguir um padrinho e vai parar na TV’, disse.

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‘Para ser forró legítimo, triângulo e zabumba são os instrumentos fundamentais’, afirmou Dominguinhos, que gravará seu novo DVD neste sábado e contará com a presença de nomes como Elba Ramalho e Renato Teixeira.

‘Sou defensor da boa música. Muitas que tocam por aí não são de boa qualidade, são de mau gosto, apelativas. Há uma avalanche dessas bandas. Torna-se um inferno de ouvir’, disse.” (Fonte)

Vida do Viajante – A Saga de Luiz Gonzaga

Peguei emprestado esse livro com o PC para publicar algumas imagens do rei Lua entre outras personalidades.

Para quem gosta de forró e também gosta de ler, essa é a biografia do ‘Rei do baião’, Luiz Gonzaga, um dos grandes inventores da música brasileira. Abaixo, os sete Gonzagas: Aloísio, Socorro, Luiz Gonzaga, Januario, Severino,Zé Gonzaga e Chiquinha.

Este livro foi escrito por Dominique Dreyfus, francesa, pesquisadora, jornalista, radialista e produtora artística que especializou-se na cultura nordestina e brasileira. Abaixo, Luiz Gonzaga, Carmélia Alves e Humberto Teixeira.

Para quem tiver a oportunidade, não deixe de ler esse livro, vale a pena.

“Vida do Viajante: A Saga de Luiz Gonzaga”
Dominique Dreyfus

Acima, o Rei em uma de suas participações em campanhas publicitárias.

CD – Trio Pajeú – De forró em forró

Ganhei esse CD do DJ Xeleléu, do Rio de Janeiro – RJ, aquele cujo o lugar está garantido, não sei ao certo em que ano ele foi lançado, creio que no fim da década de 1990.

Nessa oportunidade, o Trio pajeú era composto por Zé Ramos, Zezito e Maçarico, não sei se o Trio continua tocando, mas espero que sim. Creio que esse Zezito é o mesmo zabumbeiro que hoje atua no Trio Manuê, radicado em São Paulo – SP.

Arranjos feitos pela banda show Os nordestinos do ritmo, banda a qual publicaremos vários LPs em breve. Só feras participaram dessa gravação, vejam na ficha técnica.

Trio Pajeú – De forró em forró

1. De forró em forró (Zé Ramos / Aloísio Silva)
2. Sacode a saia (Zé Ramos / Aloísio Silva)
3. Mulherengo (Zé Ramos / Aloísio Silva)
4. Borra de café (Zé Ramos / Aloísio Silva)
5. Sua imagem (Zé Ramos)
6. Faz lembrar meu velho pai (Zé Ramos / Bacural)
7. De tanto querer (Thais Santos)
8. Apaixonado (Enok Lima / Zé Ramos)
9. Menina ingênua (Zé Ramos)
10. Recordação (Zefinha / Zé Ramos)
11. Na beira do mar (Zé Ramos / Aloísio Silva)
12. Chororô (Zé Ramos / Aloísio Silva)

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Velho Faceta – Pastoril do Faceta vol.2

Essa é uma colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB. Pedi a ele que me falasse sobre o pastoril profano, que está diretamente associado ao forró, pois usa seus ritmos nas suas canções com letras irônicas e/ou de duplo sentido. Ele disse:

“certo; Vou fazer melhor, vou te mandar um LP de Pastoril e um outro de Lapinha. O problema é que aqui no NE tem regiões que se fala Pastoril e Lapinha é a mesma coisa.”

“Em Pernambuco eles têm o Pastoril normal e o pastoril profano. Aqui na Paraíba tem um folguedo chamado Lapinha que é dançado por moças de família, adolescentes e pré-adolescentes, mas também há um outro folguedo que se denomina Pastoril, que é dançado por mulheres da ‘vida fácil’. Este Pastoril é composto por um palhaço e todo elenco das lapinhas só que as músicas são profanas, picantes e são apresentadas em lugares fechados.
Em João Pessoa – PB, tem um grupo de teatro que faz um pastoril diferente, com homens vestidos de mulheres nas mesmas condições.”

“Todas as músicas são de Domínio público.”

“Nasce em Carpina – PE, no dia 8 de janeiro de 1925, Constantino Leite Moisakis. Com esse nome foi registrada uma das figuras mais representativas do pastoril profano de Pernambuco. “Velho Faceta” , como ficou conhecido, morreu em agosto de 1986, depois de ter vivido a glória do pastoril.” (Fonte)

O Velho Faceta gravou 3 LPs em 1978, 79 e 80, lançou uma coletânea em 1981 e fez algumas participações em coletâneas.

Nesse disco, participaram as pastoras: Terezinha (Mestra), Biuzinha (Adriana), Genilda (Contra-mestra) e Cleides (Segunda do Encarnado) e os músicos: Cosme (Triangulo), Ivo (Zabumba), Damião (Pandeiro) e Ednaldo Castanha (Acordeon).

Velho Faceta – Pastoril do Faceta vol.2
1979 – Bandeirantes

1. Jornada da Mestra (Tradicional)
2. Chamada do Velho Faceta (Tradicional)
3.
Boa Noite do Velho Faceta (Tradicional)
Amor de Criança (Tradicional)
4. Dona Maçu (Tradicional)
5. Galinha Preta (Tradicional)
6. O Colchão (Tradicional)
7. Perdoa Sá Dona (Tradicional)
8. Nabo Seco (A Mulher do Cego) (Tradicional)
9. Vacaria (Tradicional)
10. O Maxixe (Tradicional)
11. O Piriquito (Tradicional)
12. Trazai (Tradicional)
13. Catolé (Tradicional)
14. Despedida da Mestra (Tradicional)

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Seu Zequinha, somos seus fãs

Hoje o mundo forrozeiro acordou um pouco mais triste. Zequinha de Andrade, trianglista do Trio Xamego, deixou nosso mundo para se juntar aos grandes mestres Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Marinês…

José Pereira de Andrade, Zequinha de Andrade, ou apenas, Seu Zequinha, era irmão de Jonas de Andrade, figura que comandava o Trio Nortista.

Seu Zequinha por onde passava fazia amizade, era o carisma em pessoa. Nós aqui do Forró em Vinil somos muito suspeitos para falar dele, pois somos grandes fãs desse artista e amigo.

zequinha-e-boca-mole

Acima Ivan, Seu Zequinha, PC e eu, Tick.

Eu, Ivan e PC somos do Boca Mole e estamos finalizando nosso primeiro CD. E para participar desse trabalho convidamos seu Zequinha para cantar “A velha debaixo da cama”, música essa de seu irmão Jonas.

O CD está programado para sair apenas na semana que vem, mas hoje, em primeira mão, vamos disponibilizar para vocês ouvirem a faixa bônus desse trabalho.

Seu Zequinha, somos todos seus fãs

Jacinto Silva – Só era eu

O áudio é uma colaboração do Thiago Silva, de Recife – PE. As capas são do meu camarada DJ Vinícius de Belo Horizonte – MG. Agradeço também ao DJ Tick, que tratou as imagens das capas e, literalmete, salvou essa publicação, pois uma das músicas do disco veio com defeito, então prontamente ele me passou, para completar a postagem, simplesmente, a mais conhecida das músicas, “Pisa maneiro” de Juvenal Lopes e Dilson Dória.

“Mas rapaz, será possível que no meio de tanta gente não tem um sujeito pra cantar um forrózinho pra gente? Perai que eu vou dar um jeito, eu vou lá fora vê se eu vejo… Pronto!!! Não chora ninguém!!! Chegou Jacinto Silva…”(Abertura da faixa “Oito baixos no pagode”)

Esse é um dos primeiros discos em Long Play do Jacinto, uma raridade. Direção de Abdias, o que é praticamente um atestado de qualidade. Vários clássicos do Jacinto, muito bom o disco.

Jacinto Silva – Só era eu
1967 – CBS

01. Só era eu (D. Matias / Jacinto Silva)
02. Rosa branca (Jacinto Silva / R. Sandoval de Melo)
03. Oito baixos no pagode (Jacinto Silva / Zezé da Lojinha)
04. Nega da mulestia (Onildo Almeida)
05. Forró do Zé (Rosil Cavalcanti / Jacinto Silva)
06. Coco de Pernambuco (Antônio Clemente / Jacinto Silva)
07. Amei amei (D. Matias / Jacinto Silva)
08. O negócio é andar só (Luis Moreno / Jacinto Silva)
09. Forró do Tapanã (Pires Cavalcanti / Sebastião Rodrigues)
10. Com Lianda (Jacinto Silva / Antônio Clemente)
11. Casa de aranha (Jacinto Silva / Fernando Borges)
12. Pisa maneiro (Juvenal Lopes / Dilson Dória)

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Trio Nordestino – Na Intimidade

O áudio é uma colaboração do Francisco Edvaldo, de Morrinhos – CE, as capas foram enviadas pelo Lourenço Molla, de João Pessoa – PB.

Esse é o disco em que o Trio Nordestino abusa das músicas de duplo sentido, uma seleção de pérolas, para quem aprecia o estilo, é um prato cheio, destaque para “Meus quatro filhos” de Antônio Sima.

Trio Nordestino – Na Intimidade
1988 – Copacabana

01. No bum bum da zabumba (João Gonçalves / Genário)
02. Paixão pela Bahia (Pinto do Acordeon)
03. Arrocha o passo (João Gonçalves / Coroné)
04. Foi Dida (João Gonçalves / Cobrinha)
05. Deu uma deu duas deu três (Pinto do Acordeom / Mariazinha)
06. Ditado popular (Cecéu)
07. Meus quatro filhos (Antônio Sima)
08. Você merece (Cecéu)
09. Dá dá dá nega (Jony Peter)
10. Rejeição (Pinto do Acordeon)
11. Ela que errou (João Gonçalves / Oseinha)
12. Menina moça (Genário / Pinto do Acordeon)

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