Zé Jovino – Forró em Mata Grande

Frente

Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB

Selo ASelo B

Direção artística de Pedro Sertanejo.

Verso

Um belo disco, todo instrumental.

Zé Jovino – Forró em Mata Grande
1973 – Tropicana

01 – Forró em Mata Grande (Zé Jovino)
02 – Paulo Jacinto (Zé Jovino)
03 – Marimbonde (Zé Jovino)
04 – Forró na cacimbinha (Zé Jovino)
05 – Baixa grande (Zé Jovino)
06 – Anadias (Zé Jovino)
07 – Agenor da mata (Zé Jovino)
08 – Xote bom (Zé Jovino)
09 – Forró matuto (Zé Jovino)
10 – Arrasta – pé nas emburanas (Zé Jovino)
11 – Sanfoneiro da roça (Zé Jovino)
12 – Forró verde amarelo (Zé Jovino)

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Zé Gonzaga – Vamos lá em casa

capa

Colaboração do Francisco Alves, de Várzea Alegre – CE

seloaselob

Mais um belo disco do Zé Gonzaga, com algumas músicas cantadas do lado A e as demais todas instrumentais.

verso

Destaque para “Eu Sou Assim” de Carlos Diniz.

Zé Gonzaga – Vamos lá em casa
1973 – Tropicana

01. Lá Vem Sabino (Zé Gonzaga)
02. De Papo Pro Á (Joubert de Carvalho / Olegário Mariano)
03. Eu Sou Assim (Carlos Diniz)
04. Casa da Sogra (Zé Gonzaga)
05. Forró Dançante (Zé Gonzaga)
06. Saudade do Século XVII (Zé Gonzaga)
07. Januário É o Maior (Zé Gonzaga)
08. Lamento de Cigano (Oswaldo Silva)
09. Vamos Lá Em Casa (Augusto Mesquita / Zé Gonzaga)
10. Recordando Hildelito (Zé Gonzaga)
11. Festival Em Moscou (Oswaldo Silva)
12. Quadrilha Brasileira (Zé Gonzaga)

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Rafael e Cheiroso – Emboladas, côcos e desafios

Colaboração do Samuel Rodrigues, de São Paulo – SP

A embolada “S.O.S. Ao INPS”, de Chico Xavier e Nem, foi re-gravada no ano seguinte pelo Ary Lobo.

Destaque para “Vitalina Bota Pó” de Rafael de Carvalho.

Rafael e Cheiroso – Emboladas, côcos e desafios
1973 – Musicolor

01. Meu Barai Dois Ouro (Chico Xavier / Rafael de Carvalho)
02. É só Socó (Rafael de Carvalho)
03. Piaba é Piaba A (Rafael de Carvalho)
04. Baia da Guanabara (Rafael de Carvalho / Wilson Aguiar)
05. Quenga de Coco (Rafael de Carvalho)
06. Vitalina Bota Pó (Rafael de Carvalho)
07. Marimbondo Amarelo (Rafael de Carvalho / Chico Xavier)
08. Olêlêô Cauã (Rafael de Carvalho / Cheiroso)
09. S.O.S. Ao INPS (Chico Xavier / Nem)
10. O Sapo Boi (Rafael de Carvalho / Geraldo Medeiros)
11. Solta Que a Perna É Minha (Rafael de Carvalho)

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Castanheiro – Caruaru

Colaboração do sergipano Everaldo Santana

O LP faz parte do acervo do Castanheiro.

Destaque para “Caruarú” de B. Lobo e J. Martins.

Castanheiro – Caruaru
1973 – Tropicana

01 – Caruarú (B. Lobo – J. Martins)
02 – Reinado da Cachoeira (José Bezerra)
03 – Eu não sei me repetir (Horondino – Silva – Jota Santos)
04 – Não vá embora (Durval Vieira)
05 – Flor do Limoeiro (Venâncio – Zé da Serra)
06 – Desta vez (Osvaldo Silva – Carlos Diniz)
07 – Eu não sou analfabeto (Antonio Firmino – Castanheiro)
08 – Onde anda meu Amor (Zito de Souza)
09 – Se é meu Destino (Severino – Avelino Silva)
10 – Não confie mais (Antonio Firmino – Ozório Lima)
11 – Minha História (Adolfinho)
12 – Boêmio e sua Vida (João Silva – J.B. Aquino)

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Gerson Filho – Isso é que bom

Colaboração do Zé Lima, de Niteroi – RJ e do José de Sousa, de Guarabira – PB

Mais um raro disco do Gerson Filho.

Gerson Filho – Isso é que bom
1973 – RCA Camden

01. Isso é que é bom – Forró (Jayme Gaspar – João Silva)
02. Por mulher nunca chorei – Marcha (Gerson Filho – Otávio Filho) Canta Luzia de Castro
03. Galinha arrepiada – Baião (Gerson Filho)
04. Tem dó – Polca (João Barone-Gerson Filho)
05. Orgia lua branca – Baião (Jayme Gaspar – Aguiar Filho)
06. Agüenta o banzeiro – Marcha (Gerson Filho – Miguel Lima)
07. Na bodega do bodega – Forró (Gerson Filho – Doca)
08. Forró do patu (Zé Araújo-Gerson Filho – Albuquerque)
09. Maria bonita – Rancheira (Aguiar Filho – Jayme Gaspar)
10. Papai me disse – Rancheira (Sebastião Silva – Astrogildo Mendes) Canto: Luzia Vidal
11. Bom é esse – Forró (Doca – Gerson Filho)
12. Lá vai fumaça – Forró (Gerson Filho – Ary Rangel)

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Natalício Santos – Forró em Traipú

Colaboração do DJ Xiita, de Salvador – BA

Participação de Pedro Sanfoneiro nas faixas instrumentais “Forró na Quixadeira” de Braz Baccarin e Alberto Calçada; e na faixa “Começo de festa” de Pedro Sanfoneiro e Piraci.

Destaque para “Pra ver arara falar” de Natalício Santos.

Natalício Santos – Forró em Traipú
1973 – Rosicler

01 – Forró em Traipu (Natalício Santos)
02 – Terra dos meus pais (Natalício Santos)
03 – Sofrimento sem fim (Natalício Santos)
04 – Maré mansa (Julio Antonio)
05 – Forró na Quixadeira (Braz Baccarin – Alberto Calçada)
06 – Aurelina me deixou (Natalício Santos)
07 – Minha Palmeira (Natalício Santos)
08 – Pra ver arara falar (Natalício Santos)
09 – O que faço prá te ver (Natalício Santos)
10 – Mandei Helena embora (Natalício Santos)
11 – Começo de festa (Pedro Sanfoneiro – Piraci)
12 – Vou com você (Durval Vieira – Joci Batista)

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Baianinho da Sanfona – Forró sentido

Colaboração do sergipano Everaldo Santana

“Baianinho da Sanfona (Edivaldo Ferreira da Silva) nasceu na cidade de Irecê, no estado da Bahia. Veio para São Paulo na década de 60 e aprendeu a profissão de Ourives na qual trabalhou alguns anos. Em 1964 conheceu o Pedro Sertanejo que o convidou para tocar no famoso Forró do Pedro Sertanejo. Nessa época o Pedro Sertanejo mantinha efetivamente no famoso Forró da Catumbi uma equipe efetiva com os melhores Sanfoneiros de 8 Baixos da região.

Baianinho da Sanfona imitava muito bem o estilo de tocar do Pedro Sertanejo e nos vinis antigos gravados pelo Pedro Sertanejo algumas faixas foram executadas pelo Baianinho imitando o Pedro Sertanejo. No Vinil ‘Coração do Norte’ gravado no ano de 1970, a faixa 06 (Aracy) foi executada pelo Baianinho da Sanfona e não pelo Pedro Sertanejo.

Baianinho da sanfona era conhecido no Estado da Bahia como ‘Carquejo dos 8 Baixos’; ganhou este apelido porque gostava muito de uma ‘Cachaça’ de fabricação caseira feita com uma Erva chamada Carquejo.

O nome artístico (Baianinho da Sanfona) que o tornou conhecido foi criado pelo Pedro Sertanejo. No Vinil de 1987 o Pedro Sertanejo lhe fez uma homenagem com a faixa 06 (Carquejo).

Baianinho da Sanfona deixou apenas 1 disco gravado que foi o “Forró sentido”, lançado no ano de 1973, pelo selo “Topicana/Cantagalo” que pertenceu ao Pedro Sertanejo.

Estas informações foram fornecidas pelo “Castanheiro” e o “Tico dos 8 Baixos” que tocaram junto com ele.”

Baianinho da Sanfona – Forró sentido
1973 – Tropicana

01 – Fogo na Geringonça (Odivaldo Ferreira – Elias Alves)
02 – Toco preto (Odivaldo Ferreira – J. Luna)
03 – Beijú de Massa (Zenilton – Odivaldo Ferreira)
04 – Assando Milho (Odivaldo Ferreira – Pedro Sertanejo)
05 – Bangue virado (Odivaldo Ferreira)
06 – Xote do Fulô (Oswaldinho – Odivaldo Ferreira)
07 – Forró sentido (Odivaldo Ferreira)
08 – Baianinho no 8 Baixos (Odivaldo Ferreira)
09 – Forró em Arapuá (Castanheiro – Odivaldo Ferreira)
10 – Esteira de Palha (Pedro Sertanejo – Odivaldo Ferreira)
11 – Xote Rua nova (Odivaldo Ferreira – Pedro Sertanejo)
12 – Puxando Caruá (Juracy Silva – Odivaldo Ferreira)

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Banda de Pífanos de Caruaru – Zabumba Caruaru Vol. II

Colaboração do Cacai Nunes, do Blog Acervo Orígens

“selecionei o segundo disco lançado pela Banda de Pífanos de Caruaru. Aqui no blog já tem um disco dessa banda (gravado em 1979, depois que a Banda já tinha alcançado grande sucesso), e lá tem um pequeno texto sobre a banda e sua história.
Esse disco que disponibilizo agora é mais antigo, gravado em 1973. Vejam que o grupo ainda não utilizava o nome ‘Banda de Pífanos de Caruarú’, e sim ‘Zabumba Caruaru’. Esse disco traz a essência das bandinhas de pífano nordestinas, com a instrumentação convencional (zabumba, caixa, surdo e pífanos), tocados do modo típico.

A maioria das músicas é de autoria de Sebastião Biano, um dos tocadores de pífano. O repertório passeia por vários ritmos, desde o baião, é claro, passando por frevo (que é linda, por sinal, a música Frevo no Mato), marcha e até valsa. Há músicas cantadas, mas boa parte é instrumental. A percussão é genial, fazendo levadas criativas e com pressão; as flautas, virtuosísticas e extremamente precisas. Não é à toa que artistas consagrados da MPB piravam quando ouviam essa bandinha.

O valor desse disco que posto aqui é ainda maior quando consideramos um fato, triste, porém verdadeiro, que diz respeito à carreira dessa admirável bandinha. Depois do sucesso, até por necessidades financeiras, a Banda de Pífanos de Caruaru perdeu algumas de suas características originais. O pesquisador Carlos Eduardo Pedrasse, da UNICAMP, afirma que um dos discos mais recentes, ‘Tudo isso é São João’ , de 1999, tem apenas uma música de autoria da banda. A morte, por infarto, de Benedito Clarindo, um dos integrantes mais antigos da banda, em 1999, contribuiu também para que o conjunto perdesse muito de suas características melódicas e harmônicas. Segundo ele, a série de transformações incluiu instrumentos eletrônicos nas gravações, mas não procurando uma simbiose com o estilo dos pífanos, e sim para dar a impressão de salão de forró.

Pedrasse escreveu uma dissertação de mestrado sobre a Banda de Pífanos de Caruaru. Ele traz informações interessantes, como a origem do nome pífano, que é alemã: ‘pfeiffe’, ‘silffler’ ou ‘pfefer’, que significa assovio ou sopro. Uma pena que não consegui um link para acessar a dissertação dele. Mas tem outra dissertação de mestrado sobre a Banda de Pífanos de Caruaru, denominada ‘Significações Sociais, Culturais e Simbólicas na Trajetória da Banda de Pífanos de Caruaru e a Problemática Histórica do Estudo da Cultura de tradição Oral no Brasil’, de Cristina Eira Velha. Esses textos acadêmicos são legais porque passam por um rigoroso controle de fontes, além de serem fruto de muitos anos de pesquisa. Então, a informação que eles trazem é de grande valor.

Aproveitem!”

Banda de Pífanos de Caruaru – Zabumba Caruaru Vol. II
1973 – CBS

01. Cavalinho Cavalão (Onildo Almeida)
02. Zefinha das Camoranas (Onildo Almeida)
03. Bem-te-vi (Onildo Almeida)
04. Alvorada (Sebastião Biano / Benedito Biano)
05. Balança Meu Bem (Sebastião Biano)
06. Frevo no Mato (Sebastião Biano)
07. Mulher Dengosa (Sebastião Biano)
08. Bendito Padre Cícero (Sebastião Biano)
09. Repicar no Pífano (Sebastião Biano)
10. Vaidade (Sebastião Biano)
11. A Furtada (Sebastião Biano)
12. Despedida De Novena (Sebastião Biano / João Biano)

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Dominguinhos – Tudo azul

Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB


Esse é um dos mais raros discos do Dominguinhos. Nessa fase ele ainda não era conhecido como cantor, apenas como instrumentista.

É interessante notar que algumas músicas que hoje conhecemos com letra, foram inicialmente gravadas apenas de forma instrumental. Como é o bom exemplo da clássica “Lamento Sertanejo” que posteriormente ganhou uma letra de Gilberto Gil, que se encaixou perfeitamente com a música, como se tivessem sido feitas ao mesmo tempo.

O outro exemplo é o hino “Sanfona Sentida”, na época, já foi registrada com a parceria de Anastácia na composição, mas ainda sem as letras. E a mais famosa, é o arrastapé de autoria de Luiz Gonzaga, ainda sem a célebre letra que João Silva colocou depois: “Pagode Russo”.

Dominguinhos – Tudo azul
1973 – Tropicana

01 A gente vê depois (Dominguinhos)
02 Frevo baiano (Dominguinhos – Anastácia)
03 Garoto do pife (Raymundo Calazans da Silva)
04 Sem mistério (Dominguinhos)
05 Evocação (Nelson Ferreira)
06 Tudo azul (Esmeraldino Sales – Orlando Silveira)
07 É isto mesmo (Dominguinhos – Anastácia)
08 Lamento sertanejo (Dominguinhos)
09 Recife a João Pessoa (Dominguinhos)
10 Sanfona sentida (Dominguinhos – Anastácia)
11 Arrastando as alpargatas (Dominguinhos – Anastácia)
12 Pagode Russo (Luiz Gonzaga)

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Chiquinha Gonzaga – Filha do Januário

Colaboração do Zé Lima, de Niteroi – RJ e do José de Sousa, de Guarabira – PB

Não deixem de ler o pequeno texto da contra capa, onde Chiquinha contou que quando era criança, quase apanhava quando era pega com a sanfona na mão.

Chiquinha Gonzaga – Filha do Januário
1973 – Tropicana

01 Sanfoninha roncadeira (Severino Januário)
02 Xotes do Januário (Chiquinha Gonzaga)
03 Piado de gavião (Chiquinha Gonzaga)
04 Januário no forró (Chiquinha Gonzaga)
05 Xotes velho (Chiquinha Gonzaga)
06 A volta no Araripe (Chiquinha Gonzaga)
07 Me case logo (Chiquinha Gonzaga – Miguel Lima)
08 Balanço no mar (Chiquinha Gonzaga)
09 Raul meu bem (Chiquinha Gonzaga)
10 O que passou, passou (Chiquinha Gonzaga – J.B. Aquino)
11 Filha do Januário (Chiquinha Gonzaga – João Silva)
12 Chiquinha no arrasta-pé (Chiquinha Gonzaga)

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