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CD – Anastácia – Sangue Bom

Colaboração da Anastácia.

A faixa 18, com a música “Clarissa e Carolina”, é instrumental, e infelizmente veio sem a informação de autoria.

Sanfonas de Nivaldo do Acordeon, Juscelino Queiroz e Marinho.

Anastácia – Sangue Bom
2001

01 Barrigudo é que tá com tudo (Anastácia – Meirelles)
02 Chamego é bom demais (Anastácia – Edmilson Silva)
03 Sangue bom (Anastácia – Liane)
04 Banjo amigo (Anastácia)
05 Canta, canta sabiá (Anastácia – Edmilson Silva)
06 Sou de Serra Talhada (Anastácia)
07 Gato e rato (Anastácia – Liane)
08 Sanfoneiro dos baixos (Anastácia – Nivaldo)
09 Paixão na praia (Anastácia – Oscar Barbosa)
10 Amor enganador (Anastácia)
11 Padroeira do Brasil (Luiz Gonzaga – Raimundo Granjeiro)
12 Fole velho (Anastácia – Dominguinhos)
13 Será que ele vai voltar (Anastácia)
14 Sorriso lindo (Anastácia – Edmilson Silva)
15 O amor e o tempo (Anastácia)
16 Vida de vaqueiro (Anastácia – Domingos Nogueira)
17 Casa caiada (Anastácia)
18 Clarissa e Carolina
19 Canto da reforma agrária (Anastácia – Edmilson Silva)

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Alcymar Monteiro – Música Popular Nordestina

Colaboração do Claudio Queiroz

No re-lançamento em CD, esse álbum recebeu mais duas músicas pra complementar, são elas “Bugigangas” e “Som de verão”.

Alcymar Monteiro – Música Popular Nordestina
1995 – Ingazeira Discos

01 – Pancada de amor não dói (Alcymar Monteiro)
02 – Música Popular Nordestina (Alcymar Monteiro)
03 – São João nordestino (Alcymar Monteiro)
04 – Pauleira do forró (Alcymar Monteiro)
05 – Pote cheio (Alcymar Monteiro – João Paulo Jr.)
06 – Mãe da lua (Alcymar Monteiro – Chico Cariri)
07 – Forrorêta (Alcymar Monteiro – João Paulo Jr.)
08 – Alforria (Zé Ramalho)
09 – Menestrel (Alcymar Monteiro)
10 – Meu recado (com Dôra) (Alcymar Monteiro)
11 – Petrolina ‘100 anos de amor’ (Alcymar Monteiro)
12 – Olho d’Água (Alcymar Monteiro – Eddy Franco)

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Saudades de Jackson do Pandeiro

Hoje chegamos aos 30 anos de saudades de Jackson do Pandeiro. E nada melhor para relembra-lo do que passar o dia escutando suas músicas.

Para isso separamos aqui todos os álbuns de Jackson do Pandeiro que publicamos, até então, aqui em nosso blog, esperamos que gostem e aproveitem essa nossa homenagem para esse grande mestre da música brasileira, o Rei do Ritmo.

Basta clicar sobre as capas que você será direcionado a postagem original aqui no Blog.

Não se esqueça de compartilhar e espalhar um pouco da obra de Jackson do Pandeiro para todos os seus amigos.

1955 - Jackson do Pandeiro

1956 - Forró do Jackson

1959 - Jackson do Pandeiro

1960 - Sua majestade - O rei do ritmo

1961 - Mais ritmo

1961 - Ritmo, melodia e a personalidade de Jackson do Pandeiro

1961 - Cantando de norte a sul

1962 - A alegria da casa

1962 - É batucada!

1963 - Forró do Zé Lagoa

1964 - Tem Jabaculê

1965 - Coisas nossas

1966 - O cabra da peste

1967 - A braza do norte

1970 - Aqui tô eu

1971 - O dono do forró

1972 - Sina de cigarra

1973 - Tem mulher, tô lá

1974 - Nossas raizes

1976 - Mutirão

1976 - É sucesso

1977 - Um nordestino alegre

1978 - Alegria minha gente

1980 - São João autêntico

1981 - Isso é que é forró

Texto – 30 anos sem Jackson do Pandeiro

*Texto enviado pelo Jairo Melo, de Vicência – PE

José Gomes Filho (Alagoa Grande-PB, 31 de agosto de 1919 – Brasília, 10 de julho de 1982), foi um cantor e compositor de forró e samba, assim como de seus diversos subgêneros, a citar: baião, xote, xaxado, coco, arrastapé, quadrilha, marcha, frevo, dentre outros.

Paraibano de Alagoa Grande, Jackson nasceu em 31 de agosto de 1919, com o nome de José Gomes Filho. Ele era filho de uma catadora de coco, Flora Mourão, que lhe deu o seu primeiro instrumento: o pandeiro.

Seu nome artístico nasceu de um apelido que ele mesmo se dava: Jack, inspirado em um mocinho de filmes de faroeste, Jack Perry. A transformação para Jackson foi uma sugestão de um diretor de programa de rádio. Dizia que ficaria mais sonoro e causaria mais efeito quando fosse ser anunciado.

Somente em 1953, já com trinta e cinco anos, Jackson gravou o seu primeiro grande sucesso: “Sebastiana”, de Rosil Cavalcanti. Logo depois, emplacou outro grande hit: “Forró em Limoeiro”, rojão composto por Edgar Ferreira.
Foi na rádio pernambucana que ele conheceu Almira Castilho de Albuquerque, com quem se casou em 1956, vivendo com ela até 1967. Depois de doze anos de convivência, Jackson e Almira se separaram e ele se casou com a baiana Neuza Flores dos Anjos, de quem também se separou pouco antes de falecer.

No Rio de Janeiro, já trabalhando na Rádio, Jackson alcançou grande sucesso com “O Canto da Ema”, “Chiclete com Banana” e “Um a Um”. Os críticos ficavam abismados com a facilidade de Jackson em cantar os mais diversos gêneros musicais: baião, coco, samba-coco, rojão, além de marchinhas de carnaval.

O fato de ter tocado tanto tempo nos cabarés aprimorou sua capacidade jazzística. Também é famosa a sua maneira de dividir a músicas, e diz-se que o próprio João Gilberto aprendeu a dividir com ele. Muitos o consideram o maior ritmista da história da Música Popular Brasileira e, ao lado de Luiz Gonzaga, foi um dos principais responsáveis pela nacionalização de canções nascidas entre o povo nordestino.

Sua discografia compreende mais de 30 álbuns lançados no formato LP. Desde sua primeira gravação, “Forró em Limoeiro”, em 1953, até o último álbum, “Isso é Que é Forró”, de 1981, foram 29 anos de carreira artística, tendo passado por inúmeras gravadoras.

Durante excursão empreendida pelo país, Jackson do Pandeiro que era diabético desde os anos 60, morreu aos 62 anos, no dia 10 de julho de 1982, na cidade de Brasília, em decorrência de complicações de embolia pulmonar e cerebral. Ele tinha participado de um show na cidade uma semana antes e no dia seguinte passou mal no aeroporto antes de embarcar para o Rio de Janeiro. Ele ficou internado na Casa de Saúde Santa Lúcia. Foi enterrado em 11 de julho de 1982 no Cemitério do Caju na cidade do Rio de Janeiro com a presença de músicos e compositores populares, sem a presença de nenhum medalhão da MPB. Hoje seus restos mortais se encontram na sua terra natal (Alagoa Grande) localizado não no cemitéio local, mais sim em um memorial preparado em sua homenagem pelo povo alagoagrandense.

“Costumo sempre dizer que o Gonzagão é o Pelé da música e o Jackson, o Garrincha.” — Alceu Valença

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Adolfinho – Estou na praça

Colaboração do Zé Lima, de Niteroi – RJ e do José de Sousa, de Guarabira – PB

Mais um disco todo instrumental do Adolfinho, com direção musical de Pedro Sertanejo.

Adolfinho – Estou na praça
Tropicana

01 Marimbondo (Adolfinho – Bastinho Calixto)
02 Rodopiando (Manoel Serafim – Raimundo Nonato)
03 Corumbá (Adolfinho – Assis Barros)
04 Trovoada (Edinho do Acordeon)
05 Estou na praça (Zé da Onça)
06 Mimoso (Julinho – Adolfinho)
07 Chamegando (Manoel Serafim – New Carlos)
08 Umbuzeiro (Adolfinho)
09 Fofoqueiro (Manoel Serafim – Adolfinho)
10 Farrambamba (Adolfinho – Oscar Barbosa)
11 Zombeteiro (Julinho – Adolfinho)
12 Forró em Mocambo (Didi Paulino)

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Agostinho Ribeiro e seu Conjunto – Na Paraíba o forró é assim

Esse é um raro disco do Agostinho Ribeiro, em função da baixa tiragem de cópias.

A produção de todos os discos que conheço desse selo “Esquema” me agradam.

O disco alterna músicas cantadas com músicas soladas.

Agostinho Ribeiro e seu Conjunto – Na Paraíba o forró é assim
Esquema

01 Cuiteense (Agostinho Ribeiro)
02 O começo e o fim (Agostinho Ribeiro)
03 Forró no espinheiro (Agostinho Ribeiro)
04 Vou embora (Agostinho Ribeiro)
05 O chorinho da Monica (Agostinho Ribeiro)
06 curtição (Agostinho Ribeiro)
07 Na Paraíba o forró é assim (Agostinho Ribeiro)
08 A cidade princesa (Agostinho Ribeiro)
09 Forró em Itapecerica (Agostinho Ribeiro)
10 A minha solidão (Agostinho Ribeiro)
11 Lembrando Campina Grande (Agostinho Ribeiro)
12 Pelo seu amor (Agostinho Ribeiro)

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CD – Trio Sucupira – Até o dia clarear

Recebemos essa colaboração do Raphael Bernardes, triângulo e voz do trio. “Formado por Bruninho na zabumba, Daniel na sanfona e Raphael no triângulo e voz, os 3 mineiros e com uma grande paixão pela música e pela cultura nordestina, o Trio Sucupira foi criado no final do ano de 2007 com uma única proposta: fazer com que as pessoas dancem o ritmo mais bacana do mundo. Nosso querido Forró Pé-de-Serra.”

Formados em Uberlândia – MG esse é o primeiro trabalho lançado pelo trio.

Esse trabalho conta com participações de Edson Duarte e Danilo Ramalho, do Trio Dona Zefa.

Trio Sucupira – Até o dia clarear
2011

01 – Até o dia clarear (Raphael Bernardes – Trio Sucupira)
02 – Hoje tem forró do bom (Edson Duarte) – Participação Edson Duarte
03 – Nega Tereza (Raphael Bernardes – Trio Sucupira)
04 – Quero passar a mão (Léo Braga)
05 – Fechei os olhos (Raphael Bernardes – Trio Sucupira)
06 – Estou de volta (Raphael Bernardes – Trio Sucupira)
07 – Amorzão (Thiago dos Santos)
08 – Forró na veia (Raphael Bernardes – Trio Sucupira) – Participação Danilo Ramalho
09 – Pensando em você (Raphael Bernardes – Trio Sucupira)
10 – Eu tô assim (João Gonçalves)
11 – Quem rela bucho não entra (Cecéu)
12 – Feito que nem caldo de cana (Mestrinho)
13 – Você esta cabeluda (Raphael Bernardes – Trio Sucupira)

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Vanutério dos 8 Baixos

*links enviados pelo Everaldo Santana

“Vanutério dos 8 Baixos é o melhor afinador de sanfonas de 8 baixos que conheço. Conheci esse grande mestre quando ele morava na Zona Leste de São Paulo no Bairro de Cangaíba. O Vanutério me foi apresentado pelo Quinka dos 8 Baixos, pois eu tinha comprado uma sanfona nova e precisava fazer o transporte de afinação para Si Bemol. Atualmente o Vanutério reside na cidade de Rio Claro estado de Alagoas. “

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