post image

Dominguinhos – Veredas nordestinas

dominguinhos_veredas_frente

O áudio e as capas são uma colaboração do Lourenço Molla, de Joaõ Pessoa – PB. Coincidentemente, recebemos do Eldo Novaes o mesmo disco, do qual juntamos a imagem do encarte, para enriquecer a publicação.

dominguinhos_veredas_selo-adominguinhos_veredas_selo-b

“Luiz Gonzaga deu o tom e Dominguinhos seguiu a melodia da sanfona. Mais do que aprender, o discípulo inovou a arte do mestre! Dominguinhos deu a sanfona sotaques novos e diferentes. Não abandonou o baião do seu padrinho, mas também não deixou de passear em outras praias da música brasileira. O trabalho de Dominguinhos é mais uma prova de que pouco importa o sotaque ou origens quando trata de fazer música. No Universo dos sons e dos ritmos o que conta mesmo é a sensibilidade, responsável pela emoção, e o talento, capazes de transformar idéias e conceitos em obras de arte.

dominguinhos-veredas-nordestinas-encarte

José Domingos de Moraes, o Dominguinhos, nasceu em Garanhuns, Pernambuco, em 1941 e começou a tocar e compor aos oito anos de idade, passando pela sanfoninha de 08, 48, 80 e 120 baixos.
Em 1950 conheceu Luiz Gonzaga, indo para o Rio de Janeiro em 1954 e ganhou do Rei do Baião uma sanfona de presente, passando, em seguida, enfim, passou a fazer parte da vida de Luiz Gonzaga, tendo gravado, inclusive, no ano de 1956, o seu primeiro CD com o Rei do Baião. Em 1964 gravou o primeiro LP na Cantagalo de Pedro Sertanejo, pioneiro do forró em São Paulo. Passou pelas gravadoras: Polygram, RCA (hoje BMG), Continental, RGE e atualmente Velas, tendo mais de quarenta discos entre LPs e CDs.” (Fonte)

dominguinhos_veredas_verso

Participações especiais de Luiz Gonzaga na faixa “O juazeiro e a sombra” de Dominguinhos e Fausto Nilo, e de Genival Lacerda na faixa “Puxa e encolhe” de autoria do Dominguinhos, que é uma homenagem ao sanfoneiro de oito baixos, Manoel Maurício.

Destaque para “Forró amadurou” de João Silva e Zé Mocó.

Dominguinhos – Veredas nordestinas
1989 – Continental

01. Mais que um amigo (Zezum)
02. Feito fogo (Dominguinhos / Guadalupe)
03. Canta Luiz (Dominguinhos / Oliveira)
04. O juazeiro e a sombra (Dominguinhos / Fausto Nilo)
05. Por essa paixão (Cecéu)
06. Minha pequena (Fubá / Lereu do Pandeiro)
07. Vá com Deus (Zezum)
08. Garimpeiro real (Hélio Matheus)
09. Forró amadurou (João Silva / Zé Mocó)
10. Pra desabafar (Dominguinhos / Nando Cordel)
11. De volta pro aconchego (Dominguinhos / Nando Cordel)
12. Puxa e encolhe (Dominguinhos)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

Jackson do Pandeiro – Alegria minha gente

jackson-do-pandeiro-1978-alegria-minha-gente-capa

Esse é um dos LPs mais marcantes do Jackson, não só pela temática das letras, mas também pelo balanço que o rei do ritmo conseguiu registrar nesse álbum. Lançado em 1978 pelo selo Alvorada, que era uma dos selos da Chantecler.

jackson-do-pandeiro-1978-alegria-minha-gente-selo-ajackson-do-pandeiro-1978-alegria-minha-gente-selo-b

Assim como vários artistas da nossa música popular brasileira, Jackson também passou pela fase racional, isso é notório ao se observar as letras de algumas músicas, como “Alegria minha gente” e “A luz do saber”, ambas de autoria de João Lemos.

jackson-do-pandeiro-1978-alegria-minha-gente-verso

Produção do próprio Jackson do Pandeiro, destaque para “Mulher malvada” de Wilson Moux e Durval Vieira, e para “Mundo novo” de Jackson do Pandeiro e Valdemar Lima.

Jackson do Pandeiro – Alegria minha gente
1978 – Alvorada

01. Xodó no forró (Durval Vieira / Mascotte)
02. Mulher malvada (Wilson Moux / Durval Vieira)
03. Tambor da crioula (Assunção Correia / Nelson Macedo)
04. Alegria minha gente (João Lemos)
05. A luz do saber (João Lemos)
06. Alô Palmeira dos Índios (Durval Vieira / Joci Batista)
07. Dá licença (Jackson do Pandeiro / Mascotte)
08. Mundo novo (Jackson do Pandeiro / Valdemar Lima)
09. A vida dos outros (Antônio Valentim)
10. Não me falta nada (Durval Vieira)
11. 13 de maio (Nivaldo Lima / Jackson do Pandeiro)
12. A estória do anel (Severino Ramos / Antônio Rodrigues)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

Governo do Estado tomba Parque Aza Branca e antiga casa de Januário

museu-do-gonzagao

*Link enviado pelo Jairo Melo, o texto é de Débora Duque.

Ambientes de origem e memória do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, tornam-se patrimônio cultural de Pernambuco. Poder público passa a ser responsável pela sua preservação

Os locais que abrigam grande parte da história de Luiz Gonzaga do Nascimento, o pernambucano que fez o Brasil conhecer o cotidiano do povo nordestino, estão agora sob os cuidados do poder público. Isso porque o Parque Aza Branca e a casa do seu pai, Januário, em Exu – cidade natal do Rei do Baião – foram tombados, na última sexta-feira, por meio de aprovação unânime do Conselho Estadual de Cultura e posterior homologação do Governo do Estado.

A ação de tombamento, iniciada em julho de 2007, contempla os 3,7 hectares do parque, que abriga o Museu do Gonzagão e da Casa de Luiz Gonzaga, e a antiga casa onde viveu seu pai, localizada na Vila da Fazenda Araripe. Com o tombamento definitivo, ambos os locais começam a receber intervenções da Fundarpe.

luiz-gonzaga

Até a concretização do processo de tombamento, a equipe da Fundarpe realizou, durante dois anos, pesquisas históricas e exames técnicos nos espaços, com o objetivo de identificar e atestar a relevância cultural destes locais para Pernambuco e para o país. Além disso, profissionais da Fundação estiveram em Exu realizando um levantamento do acervo de Luiz Gonzaga bem como um diagnóstico da situação dos imóveis que compõem o Parque Aza Branca.

Além do Museu do Gonzagão e da Casa de Luiz Gonzaga, o parque abriga também outras instalações, como o Ponto de Cultura Alegria Pé-de-Serra, o mausoléu de Gonzagão (onde se encontram os restos mortais do Rei do Baião), dois palcos para eventos e ainda duas pousadas, denominadas Santana e Januário – em homenagem a sua mãe e a seu pai. Abrigando um cenário típico do Sertão pernambucano, o parque conta ainda com um viveiro de pássaros da espécie asa branca, além de juazeiros e cactáceos distribuídos por todo o local.

Já a antiga Casa de Januário é o mais antigo testemunho da vida do Rei do Baião. Situada na vila da Fazenda Araripe, a casa, feita de taipa, guarda as lembranças do tempo em que Luiz Gonzaga partiu da cidade, retornando apenas em 1946. Foi justamente o reencontro com o seu pai que originou a música Respeita Januário.

Segundo a presidente da Fundarpe, Luciana Azevedo, o tombamento desses dois locais marca apenas o início de um longo processo de ações do poder público para resguardar a memória e a história de Gonzagão. “Após essas etapas de investigação e estudos, foram abertos caminhos por onde poderemos intervir na preservação e recuperação destes patrimônios. Esse conjunto de ações do Governo do Estado culminará com a chegada do Festival Pernambuco Nação Cultural a Exu, no mês de dezembro, comemorando o aniversário do mestre”, afirmou.

ESPECIAL – De 3 a 7 de julho de 2009, o portal Pernambuco Nação Cultural presta homenagem ao mestre Luiz Gonzaga, na passagem dos seus 20 anos de morte, e apresenta trabalhos de artistas pernambucanos inspirados no Rei do Baião. (Maiores informações)

Zé Paraíba – O rei da sanfona

o-rei-da-sanfona-frente

Colaboração do sergipano Everaldo Santana.

o-rei-da-sanfona-selo-ao-rei-da-sanfona-selo-b

A primeira vez que ouvi esse disco, achei que estava com o andamento um pouco acelerado, se fosse num toca discos normal, eu teria mexido no pitch com toda certeza do mundo. Mas é só a primeira impressão, o danado do sanfoneiro que é rápido nos dedos.

o-rei-da-sanfona-verso

Todas as músicas desse disco são instrumentais, a maioria de autoria do próprio Zé Paraíba.

Zé Paraíba – O rei da sanfona
1982 – Beverly

01 Forró pesado (Renato Leite)
02 Terezinha (Renato Leite)
03 Jaboatão (Zé Paraíba)
04 Choro em Patos (Zé Paraíba)
05 Arrasta pé em Maringá (Zé Paraíba)
06 No meu roçado (Zé Paraíba)
07 Campo Grande (Zé Paraíba)
08 São José de Lagoa Tapada (Zé Paraíba)
09 Paulo Afonso (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
10 O xote das meninas (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
11 Imperatriz (Zé Paraíba)
12 Caruarú (Zé Paraíba)
13 Forró em Belo Jardim (Zé Paraíba)
14 Forró em Salgueiro (Zé Paraíba)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

Erivaldo de Carira

erivaldo-de-carira

*Foto enviada pelo Thiago Ribeiro.

post image

Novinho da Paraíba – Novinho da Paraíba

novinho-da-paraaba-1992-novinho-da-paraaba-capa

Colaboração do Maicon Fuzuê, do Trio Araçá.

novinho-da-paraaba-1992-novinho-da-paraaba-selo-anovinho-da-paraaba-1992-novinho-da-paraaba-selo-b

Um time de compositores renomados ajudou a construir o repertório desse álbum, entre eles João Silva, Maciel Melo, Jorge de Altinho e Nando Cordel.

novinho-da-paraaba-1992-novinho-da-paraaba-verso

Produzido pelo Novinho da Paraíba e por Sérgio Kyrillos, arranjos do Maestro Duda, gravado em 24 canais, destaque para “Sanfoninha gemedeira” de João Silva e Novinho da Paraíba.

Novinho da Paraíba – Novinho da Paraíba
1992 – Nova produções

01 É como a onda do mar (João Caetano – Novinho da Paraíba)
02 Sanfoninha gemedeira (João Silva – Novinho da Paraíba)
03 Quando você quiser amor (Luiz Wanderley)
04 Desilusão (Jorge de Altinho)
05 Isso vale um abraço (Maciel Melo)
06 Forró do tico tico (Pinto do Acordeon)
07 Ai meu dengo (Nando Cordel)
08 Dois amores (Jorge de Altinho)
09 Chovendo ou fazendo sol (Novinho da Paraíba – João Silva)
10 Camaragibe (Novinho da Paraíba – André Guerra – J. Silva)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

Trupe Jorge Paulo

trupe-jorge-paulo

*Acervo Jorge Paulo.

Luiz Wanderley – O forró do Wanderley

1961-luiz-wanderley-o-forra-do-wanderley-capa

Colaboração do Jorge Paulo, o ‘Bandeirante do Norte’. Um raríssimo LP do Luiz Wanderley.

1961-luiz-wanderley-o-forra-do-wanderley-selo-a1961-luiz-wanderley-o-forra-do-wanderley-selo-b

As músicas desse disco foram lançadas em 78 RPM também. Foi nesse ano de 1961 que Luiz Wanderley se transferiu da Chantecler para a RCA, tendo registros seus em ambas as gravadoras no mesmo ano.

1961-luiz-wanderley-o-forra-do-wanderley-verso

Direção artística de Diogo Muleiro (Palmeira), regional e coro sob a regência do Maestro Guerra Peixe, destaque para o baião “Mané baiano” de J. Cavalcanti e Luiz Wanderley.

Luiz Wanderley – O forró do Wanderley
1961 – Chantecler

01. Coco do gogó da ema (Luiz Wanderley / Miguel Lima) Côco
02. Pápa goiaba (Luiz Wanderley / Elias Soares) Baião
03. Forró de Guarabira (Luiz Wanderley / Elias Soares) Forró
04. Trabalha paulista (Luiz Wanderley / Elias Soares) Baião
05. Pirão das crianças (Luiz Wanderley / Elias Soares)
06. Recordação de Caruarú (Luiz Wanderley / Ari Monteiro) Baião
07. Turista baiano (Luiz Wanderley / Elias Soares) Baião
08. Amoroso (Roberto Martins / Miguel Lima) Baião
09. O Homem do bilhetinho (Luiz Wanderley / Wilson Batista / Jorge Castro) Baião
10. Terra dos marechais (Luiz Wanderley / José Batista) Baião-Calipso
11. Mané baiano (J. Cavalcanti / Luiz Wanderley) Baião
12. Pernambucano você é meu (Luiz Wanderley / Elias Soares) Baião

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

1 415 416 417 418 419 536