Savinho do acordeon – Forró da pesada

Mais uma colaboração do Maicon Fuzuê, do Trio Araçá. Esse é um LP gravado no começo da década de 1980, no Conservatório pernambucano de música, é o primeiro LP gravado pelo Savinho do acordeon, à frente da banda “Forró da Pesada”, com a qual se tornaria bastante popular em Pernambuco.

Cunhado de Dominguinhos, irmão da cantora Guadalupe, ficou conhecido por ser eclético e tocar vários estilos na sua sanfona, do forró tradicional aos ritmos gaúchos. Savinho do acordeon nasceu em Fazenda Nova – PE e aos oito anos já estava nos palcos improvisados das fazendas, ao lado de sua mãe, famosa cantora regional.

Produção, arranjos e sanfonas de Dominguinhos, violão de Neném, contra baixo de Magrito, 7 cordas de Dilson, cavaquinho de Eduardo, zabumba de Paulinho, triângulo de Lulito e agogô de Toinho Mariola.

Savinho do acordeon – Forró da pesada
1983 – Memória

01 Homenagem ao sítio Jucá (Savinho)
02 Presente de São João (Savinho)
03 Compromisso com a solidão (Savinho)
04 Menina ingrata (Savinho)
05 Dia claro (Dominguinhos – Clodô)
06 Volta (Savinho)
07 Não tem perdão (Savinho)
08 Meus velhos (Camarão)
09 Novo amor (Savinho)
10 Corpos suados (Guadalupe – Epaminondas Netto)

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CD – Forróçacana – Forróçacana

‘Depois de atingir projeção internacional com seu CD – Vamo que Vamo – que recebeu indicação para o Grammy Latino 2001 – o Forroçacana continua apresentando um trabalho autoral e inédito, assinando a direção, arranjos e produção musical de seu segundo CD.

Neste CD, o Forroçacana traz composições de todos os músicos da banda, além de ‘Forró do Malagueta’, composta especialmente para o grupo por Zeca Baleiro, e ‘Hágua’, de Seu Jorge, Gabriel Moura e Jovi. Apesar de manter-se no estilo que o consagrou – o forró e suas variações (xote, xaxado, galope e baião) – o Forróçacana arrisca a mistura de outros ritmos, como samba (em Praiana) – que lembra muito o estilo de Jackson do Pandeiro e reggae (Hágua).

Marcos Moleta, não contente com sua performance na rabeca, no bandolim e na guitarra, inventa de tocar a tal “guitarra-cítara” em ‘O Acaso’, o que aponta a inegável semelhança entre as músicas árabe e nordestina. Duani continua excentricamente virtuoso com a sua “zabumbatera” (zabumba + meia bateria), os baixos, o derbak, o pandeiro árabe, o violão, além de outros instrumentos percussivos e sua inconfundível voz.

As letras seguem o padrão do disco anterior: tratando de assuntos do dia-a-dia, são composições simples, como segue o próprio estilo musical do forrobodó, a música que surgiu nos bailes do povo. E é exatamente essa simplicidade poética, mesclada com a sofisticação musical que faz do Forróçacana uma banda extremamente popular, sem cair no empobrecimento cultural.’ (Trechos do texto de Elaine Teixeira, fonte)

Forróçacana – Forróçacana
2002 – Epic

01 Matilde (Duani – Cachaça – Chris Mourão)
02 Bola de meia (Duani)
03 Sorriso amigo (Cachaça – Mará)
04 Toda minha (Cachaça)
05 Esverdear (Chris Mourão)
06 A vida é como um forró (Cachaça – Aninha)
07 O acaso (Marcos Moletta)
08 Sua pele branca (Marcos Moletta)
09 Rodopiando (Duani)
10 Pitomba (Duani)
11 Praiana (Cachaça)
12 Hágua (Seu Jorge – Gabriel Moura – Jovi Joviniano)
13 Inspiração (Mará)
14 Forró no Malagueta (Zeca Baleiro)

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CD – Rastapé – 2009

Recebi esse CD do Rastapé, é o último trabalho deles, ainda sem uma capa oficial, sendo assim, essas imagens são do envelopinho provisório com o qual o CD está sendo distribuido, por enquanto apenas nos shows da banda.

Maiores Informações: www.rastape.com.br

“O som da sanfona e da zabumba tomou mesmo conta do cenário musical brasileiro. E o Rastapé, um dos expoentes do forró universitário, tem toda responsabilidade sobre a transformação em que passa o gênero, oriundo do Nordeste. Formado em São Paulo em 1999 por Seu Jorge (acordeon), seus filhos Tico (guitarra, violão) e Jorge Filho (percussão e voz), todos três naturais da Paraíba, e dois paulistas, Jair (triângulo e percussão) e Marquinhos (zabumba ), o grupo arrasta multidões por onde passa e vem se firmando cada vez mais nesse mercado concorrido e em crise devido à queda das vendas de Cds.” (Trecho inicial de uma entrevista com a banda, Fonte)

Rastapé – 2009
2009

01 Não sou daqui (Jorge Filho – Tico – João Mar)
02 Tarde quente (Jorge Filho – Tico)
03 Seu sorriso (Jorge Filho – Tico)
04 Nos camos do abandono (Jorge Filho)
05 Tem que ser assim (Jorge Filho – Tico)
06 Mais uma noite (Jorge Filho – Tico)
07 Olha o coco (Jorge Filho – Tico)
08 In my life (Jorge Filho)
09 A vida passa (Jorge Filho)
10 No balanço da morena (Jorginho do acordeon)
11 Da cor do verão (Jorge Filho)

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Zé do X – Um paraibano em oito baixos

Mais uma colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB. Dessa vez ele garimpou e nos mandou um LP de um sanfoneiro de oito baixos que ainda não tínhamos publicado nada.

“Aqui está um artista na verdadeira ascepção da palavra: Zé do X. Iniciando sua carreira na Paraíba do norte, sua terra natal, o nosso Zé do X logo despontava nos primeiros forrós tocando sua sanfoninha de oito baixos.

Como detalhe curioso, Zé do X nos conta que para adiquirir seu primeiro instrumento, teve que trocar uma cabra com dois cabritos com uma sanfoninha de oito baixos completamente furada. Teve ele, então, que fazer vários remendos no instrumento para conseguir executar os primeiros números musicais.” (Trecho do texto do Coronel Narcizinho, extraído da contra capa)

Zé do X – Um paraibano em oito baixos
SOM

01. Descendo o Rio Capibaribe (Zé do X – Coronel Narcizinho)
02. Na Fazenda Farinha (Wilson Vieira – Zé do X)
03. Um Chorinho no Cariri (José Benvenute – Manoel de Oliveira)
04. Arrasta-pé no tanguinho (Coronel Narcizinho – Zé do X)
05. Forró Em Guarabira (Wilson Vieira – Zé do X)
06. Folha Seca (José Benvenute – Manoel de Oliveira)
07. Tico tico na ladeira (Zé do X – Coronel Narcizinho)
08. Saudade de Pocinho (Zé do X – Wilson Vieira)
09. Chorou o Bacurau (Wilson Vieira – Zé do X)
10. Este Eu Fiz Para Conceição (Coronel Narcizinho – Zé do X)
11. Balanceio Em Rio Tinto (Zé do X – Wilson Vieira)
12. Chegando à Feira de Santana (Zé do X – Coronel Narcizinho)

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Zinho – De documento na mão

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Há umas duas ou três semanas, encontrei com o Maicon Fuzuê, sanfoneiro do Trio Araçá, que está residindo atualmente aqui em São Paulo – SP. Ele estava indo para Maceió – AL pra fazer uns shows e ficou de me trazer uns LPs de lá. Ele trouxe cerca de 20 LPs que eu ainda não tinha, muitos que eu ainda não conhecia.

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Não tenho como expressar minha gratidão ao Maicon e aos outros colaboradores que fielmente tem nos ajudado a manter a constância aqui nas publicações. Sendo assim, aos poucos, vou passá-los para o computador e publicarei essa nova e maravilhosa colaboração. A primeira publicação será essa, do Mestre Zinho, um dos prediletos do Maicon, em um dos seus primeiros discos solo.

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Produção do próprio Mestre Zinho, que na época era conhecido apenas como Zinho, ainda sem o pré-nome de mestre. Destaques para a faixa título “De documento na mão” de Antonio Barros e para “Cintura de viola” de Pinto do acordeon.

Zinho – De documento na mão
1990 – Polydisc

01 Mulher e babado (Cecéu)
02 Pano de cuscuz (Zinho)
03 Forró pra dois (Zinho)
04 Teu tempero (Antonio Barros)
05 Queijinho do amor (Antonio Barros – Cecéu)
06 Aqui tá muito bom (Zinho)
07 De documento na mão (Antonio Barros)
08 Cintura de viola (Pinto do acordeon)
09 Amor reprodução (Cecéu)
10 Cho-ro-ro (Zinho)
11 Desencanto (Pinto do acordeon)
12 Amor e desprezo (Rossini Pinto)

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Dominguinhos – Aqui tá ficando bom

“José Domingos de Morais, o Dominguinhos, filho de Francisco Domingos e Dona Maria de Farias, nasceu no dia 12 de fevereiro de 1941, lá pras bandas das terras de Garanhuns, cidade serrana, no estado de Pernambuco… …Seu pai, conhecido também como mestre Chicão, foi um famoso tocador e afinador de fole de oito baixos, nascendo daí uma infância ligada a um mundo musical, com certeza, um mundo de simplicidade, reflexo da região rústica e da ingenuidade das pessoas que compunham aquela realidade social.”

“Um artista que hoje encanta as mais variadas platéias, indo dos exigentes e aficcionados dos festivais de jazz aos dançadores de forrós pé-de-serra, foi uma criança nordestina que trabalhou o solo agreste, ‘puxando cobra pros pés’, num dizer bem nosso, e cedo, junto com os irmãos, tocou nas portas dos hoteis, nas praças ou em festinhas populares, ao som da sanfona, do pandeiro e do melê” (Trechos do texto de José Lira, extraídos da contra capa)

Acima temos duas peças fundamentais quando pensamos nas gravações de forró feitas em São Paulo – SP, o guitarrista Heraldo do Monte e o sanfoneiro Chiquinho do acordeon, reparem que lá está Dominguinhos ao fundo, junto com o Chiquinho.

Produção do próprio Dominguinhos, participação especial de Guadalupe na faixa “Vários caminhos”, destaque para o xote “Retrato redondinho” de João Silva e Gebardo Moreira e para o instrumental “Chorinho pra ele” de Hermeto Pacoal.

Dominguinhos – Aqui tá ficando bom
1990 – Continental

* 01. Todo ano (Nando Cordel – Dominguinhos)
* 02. Ilusão (Alcymar Monteiro – Francisco Carin)
* 03. Gonzaga coração (Otanildo Medeiros – Juarez – Zé Sanfoneiro)
* 04. Chorinho pra ele (Hermeto Pascoal)
* 05. Ingratidão (Zé do Baião)
* 06. Não faz assim (Nando Cordel – Dominguinhos)
* 07. Prá lá de bom (João Silva – Luiz Guimarães)
* 08. Retrato redondinho (João Silva – Gebardo Moreira)
* 09. Vários caminhos (Dominguinhos – Liv)
* 10. Fuga pro nordeste (Dominguinhos)
* 11. Um aperto de mão (Dominguinhos – Oliveira)
* 12. A verdade doi (João Gonçalves)

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Anastácia – Tem que mexer pra adoçar

Lucinete Ferreira, compositora e cantora nasceu em Recife PE em 30/05/1941. Começou a se interessar por música aos sete anos, quando costumava acompanhar um cantor de coco do bairro de Macaxeira, onde morava. Já como profissional, de 1954 a 1960, cantou na Rádio Jornal do Comércio de Pernambuco, indo depois para São Paulo – SP.

Participou de shows no interior de São Paulo, primeiro com a Caravana do Peru que Fala, de Sílvio Santos, e em seguida com Venâncio e Corumba. Contratada pela Chantecler, em 1960, gravou seu primeiro compacto duplo com as músicas Noivado longo (Max Nunes), Chuleado, A Dica do Deca e Forró fiá (Venâncio e Corumba). Sua primeira composição gravada foi Conselho de amigo (com Italúcia), interpretada por Noite Ilustrada, em 1963.

Nos anos seguintes gravou quatro LPs pela Continental, com boa aceitação no Nordeste. Em 1968, ao participar do programa Noite Impecável, de Luís Gonzaga, na TV Continental, do Rio de Janeiro RJ, conheceu o acordeonista Dominguinhos, que se tornou nesse mesmo ano seu parceiro, inicialmente em Um Mundo de amor, que concorreu ao Festival de Música Regional Nordestina, promovido em 1969 pela TV Bandeirantes, de São Paulo, e ainda De amor eu morrerei (que tirou o segundo lugar), ambas defendidas por Marinês.

Levada por Luís Gonzaga para a RCA, gravou em selo Calb o LP Caminho da roça, em 1969, disco do qual participou cantando em duas faixas: Minha gente, eu vou-me embora (Antônio Barros) e Feira de pobre (Oneldo Almeida). Em 1970 lançou um LP só com músicas suas, Canto do sabiá, e gravou, no LP Festival nordestino, duas faixas de sua autoria em parceria com Dominguinhos: De amor eu morrerei e Um Mundo de amor.

Em 1971 lançou outro LP, com músicas suas, Torrão de ouro. Suas composições de maior sucesso são Eu só quero um xodó (com Dominguinhos), que alcançou enorme sucesso na interpretação de Gilberto Gil, e teve mais de 20 gravações; De amor eu morrerei, gravada por Gal Costa em 1974, e Amor que não presta não serve pra mim, gravada por Angela Maria também em 1974. Em 1994 Gilberto Gil regravou Tenho sede (parceria com Dominguinhos) no CD Unplugged, pela Warner. Com mais de 30 LPs gravados, Anastácia é uma instituição viva do forró e continua se apresentando em shows.

Fonte: Enciclopédia da música brasileira: erudita, folclórica e popular. São Paulo, Art Editora, 2000.

Produção da própria Anastácia, que divide os arranjos com Oswaldinho, que gravou as sanfonas do disco. Zabumba de Dió de Araújo, pandeiro de Zezum e triângulo de Zequinha.

Anastácia – Tem que mexer pra adoçar
1988 – CID

* 01. Tenho muito gás (Anastácia – Zezum)
* 02. Olha eu outra vez (Anastácia – Cyro)
* 03. Pra machucar (Anastácia – Liane)
* 04. Passa lá em casa (Anastácia – Renato Moreno)
* 05. Quero te dar vida (Anastácia – Zezum)
* 06. Beijo de mel (Anastácia – Domingos Nogueira)
* 07. Jogo de cintura (Anastácia – Jorge Mello)
* 08. Tem que mexer pra adoçar (Anastácia – Zezum)
* 09. Fricoteiro do amor (Anastácia – Domingos Nogueira)
* 10. Saudade roedeira (Anastácia – Renato Moreno)
* 11. Gosto de verdura (Anastácia – Liane)
* 12. Reforma agrária (Renato Moreno – Manoel Vicente)

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CD – Silvério Pessoa – Bate o mancá (O povo dos canaviais)

CAPA DO ENCARTE p

Esse é um disco que muito me agrada. Na época eu peguei um cópia do áudio com o DJ Xeleléu, lá do Rio de Janeiro – RJ. Tive a oportunidade de ir ao show de lançamento desse álbum, e vi um dos melhores shows de forró, até hoje.

Arrependo-me amargamente de não ter comprado uma cópia original, imaginando que iria conseguir compra-la posteriormente, mas quem disse que se acha esse disco por ai? Sendo assim, para completarmos essa postagem recebemos as capas do Nilton Maia, do Rio de Janeiro – RJ.

ENCARTE 1 p

Nesse CD, Silvério Pessoa, logo após sair da banda Cascabulho, realizou um trabalho de resgate da obra de Jacinto Silva e regravou alguns de seus grandes sucessos. Regravou de forma espetacular, com muito bom gosto e altíssima qualidade.

ESTOJO PARTE INTERNA p

No início de cada faixa, há uma fala do próprio Jacinto Silva, falando sobre as frugalidades do forró, e com isso passando um pouco do romantismo da história e origem desse ritmo nosso, tão querido e que, aos poucos, vai se perdendo, assim como todo o conhecimento que não é transcrito e fica somente na memória dos mais antigos.

ESTOJO PARTE DE TRÁS p

“Silvério Pessoa é cantor e compositor, nascido na zona da mata no norte de Pernambuco, na cidade de Carpina. Cresceu ouvindo músicos de forró no Rádio e passou a admirar o estilo de Jacinto Silva de quem tornou-se fã. Sua mãe, professora de acordeon e sua vó, freqüentadora assídua dos programas de auditório de Recife nas décadas de 1940 e 1950, tiveram grande influência em sua formação musical, na qual também muito contribuiram as programação das rádios do interior.” (Fonte)

Silvério Pessoa – Bate o Mancá (O Povo dos Canaviais)
2000 – Natasha

01 Carreiro novo (Jacinto Silva)
02 Sabiá da mata (Jacinto Silva – Ivan Bulhões)
03 Casa de aranha (Fernando Borges – Jacinto Silva)
04 Puxe o fole Zé (Jacinto Silva)
05 Amor de capinheiro (Jacinto Silva – Antonio Clemente)
06 O cantador (D. Matias – Jacinto Silva)
07 Chora bananeira (Onildo Almeida – Jacinto Silva)
08 Gírias do norte (Onildo Almeida – Jacinto Silva)
09 Côco do m (Jacinto Silva – Zé do Brejo)
10 Rabo de saia (Pereira – Elino Julião)
11 Côco da Paraíba (João Silva – Miguel Lima)
12 Corrope de Jaboatão (Jacinto Silva – Antonio Clemente)
13 Pra rapaziada (João Silva – Pedro Cruz)
14 Aquela rosa (Jacinto Silva)

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CD – Trio Nordestino – Xodó do Brasil

O áudio é uma colaboração do Francisco Edvaldo Silveira, de Morrinhos – CE, que nos enviou a discografia completa do Trio Nordestino. Com o tempo publicaremos toda a discografia do Trio, por enquanto vamos publicando os discos que temos as capas.

‘Em maio de 1958 três jovens baianos. Evaldo dos Santos (Coroné), Lindolfo Mendes Barbosa (Lindú) e José Pedro Cerqueira (Cobrinha), se juntaram no Pelourinho com um único sonho: ” Fazer Sucesso na Música “. Logo conheceram Gordurinha, grande radialista da época os viu tocar e ficou encantado com aqueles três meninos colocando platéias ao delírio e lhe fez um convite: ” O de ir para o Rio de Janeiro “, ele lhes prometeu uma gravadora e assim foi feito, vieram para o Rio e em 1962 gravaram o seu primeiro sucesso: ” Chupando Gelo “, daí foi quase um disco por ano e um sucesso atrás do outro: ” Pau de Arara é a Vovozinha, Vamos Xamegar, No Meio das Meninas”, dentre outros.

No início da inesquecível década de 70 o primeiro sucesso: ” Procurando Tú “, este foi a grande consagração do Trio Nordestino, pois ficou 90 dias nas paradas de sucesso vendendo mais de 1.000.000 de discos, ficando atrás apenas do Rei Roberto Carlos. Ainda na década de 70 o Trio teve a felicidade de gravar muitos sucesso como: ” Forró Pesado, Chililiqui, Chinelo da Rosinha, Petrolina Juazeiro, Chap Chap ” dentre outros.’ (Trecho extraído do sítio do Trio)

Esse foi o primeiro disco lançado pelo trio após a saída de Genário, que substituiu Lindú durante algum tempo, e o falecimento de Cobrinha. Coroné convidou Beto Souza e Luiz Mário para dar continuidade à maravilhosa carreira do Trio Nordestino.

A curiosidade fica pelo uso da gravação original da voz do saudoso Lindú interagindo com a voz de seu filho e atual vocalista do trio, Luiz Mário. Neste álbum eles homenageiam Luiz Gonzaga, Jackson do pandeiro e o próprio Trio, em pout pourris.

Trio Nordestino – Xodó do Brasil
1997 – Brasis

#01. Procurando tu (Antonio Barros Silva – J. Luna)
#02. Só quero um xodó (Dominguinhos – Anastácia)
#03. Homenagem a Luiz Gonzaga
Asa Branca (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
Paraíba (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
Assum Preto (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
#04. Súplica cearense (Gordurinha – Nelinho)
#05. Mambo da cantareira (Gordurinha – Nelinho)
#06. Bom demais (Dominguinhos)
#07. Homenagem a Jackson do pandeiro
Forró do Limoeiro (Edgar Ferreira)
Canto da Ema (Ayres Viana – Alventino Cavalcanti – João do Vale)
Um a um (Edgar Ferreira)
#08. Sempre assim (Beto do Acordeon – Robson Silva)
#09. Último pau de arara (Venâncio – Corumba – J. Guimarães)
#10. Homenagem a Luiz Gonzaga
Cintura fina (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
Ovo de codorna (Severino Ramos)
#11. Morena tropicana (Alceu Valença)
#12. Mulher rendeira (D. P.)
#13. Madalena (Isolino)
#14. Homenagem ao Trio
# Meu Pitiguari (Agripino Aroeira – Rosilda Santos)
# Na emenda (Manoel Euzébio – Juarez Santiago)

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Trio Nortista – Cipó Cheiroso

Esse é mais um ótimo disco do Trio Nortista, é o último que tenho aqui em casa, os demais estão publicados já. Provavelmente é um disco da década de 1980, pois os meninos já estão mais crescidos do que estavam nas capas de 1982 e 83.

Aproveito essa postagem para homenagear um grande amigo, de quem sou grande fã, Seu Zequinha de Andrade, irmão do Jonas de Andrade e atual músico do trio Xamego.

Destaque para o forró “Sanfoneiro Bom” de Jonas de Andrade e Guajará, para os xotes “A Velha Debaixo da Cama”, “Eu Quero o Seu Amor” e “Faço Tudo Pra te Amar” todas elas de autoria de Jonas de Andrade.

Trio Nortista – Cipó Cheiroso
Brasidisc

* 01. Pra Lá de Bom (Kim de Oli e gandula)
* 02. São João Alegre (Olimpio Filho – Oliveira e Eurides)
* 03. Sanfoneiro Bom (Jonas de Andrade – Guajará)
* 04. Galope do Jumento (Correirinha e Jonas de Andrade)
* 05. As Coisas Mudaram (Edson Junior – Tampinha- Antônio B. Lima)
* 06. A Velha Debaixo da Cama (Jonas de Andrade)
* 07. Eu Quero o Seu Amor (Jonas de Andrade)
* 08. Milagre do Meu Padrinho (Jonas de Andrade – Fran Pereira)
* 09. Julieta (Roendi Caetano – F. C. Santos – Enoque)
* 10. Cipó Cheiroso (José G. Caspar – Jonas de Andrade)
* 11. Faço Tudo Pra te Amar (Jonas de Andrade)
* 12. De Fortaleza à Belém (Jonas de Andrade – Luiz A. da Silva)

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