Tenente Jesus e sua gente – Forró bom que doi

Esse é um disco que se dependesse da capa, muito provavelmente ele teria ficado lá na prateleira do sebo. Eu estava passando pelo centro e Sampa, junto com meu camarada DJ Vinícius de BH, e encontrei esse disco.

De cara parece um disco de músicas juninas, quando olhei as músicas e a participação especial, resolvi tentar ouvir o disco antes de trazê-lo pra casa. Felizmente nesse sebo específicamente o dono é gente boa e deixou um toca discos lá pra galera conferir antes de comprar.

Ouvi a primeira faixa e resolvi pegar o disco, afinal de contas, só havia ouvido a voz do José do Patrocínio em algumas coletâneas. As duas faixas iniciais são cantadas pelo José do Patrocínio, um xote e um samba.

De forró temos o “Forró em Copacabana” e “Brasa no teclado”, mas vale a pena ouvir o disco todo pelos choros e sambas que aqui estão, além dos boleros, valsas e xotes, é claro.

Tenente Jesus e sua gente – Forró bom que doi
1973 – Itamaraty

* 01. Chamego da mulata (José H. Patrocinio – Raimundo alves)
* 02. Gosto do que não presta (Raimundo alves – M. J. Pereira)
* 03. Tenente no choro (Raimundo Alves – tenente do acordeon)
* 04. Forró em Copacabana (Coronel Narcizinho – Raimundo Alves)
* 05. Valsa do amor (Ataide Pereira – M. J. Pereira)
* 06. Sensação (Laesso Miranda – Raimundo alves)
* 07. Tenho lembrança (Raimundo alves – M. J. Pereira)
* 08. Apesar de não merecer (Otavio Crim – Raimundo Alves)
* 09. Quantas noites (Raimundo Alves – Chandico)
* 10. estou apaixonado (Raimundo Alves – Antonio Passo)
* 11. Vou deitar (Raimundo alves – M. J. Pereira)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

Zé Calixto – Vamos ter arrasta-pé

Mais uma colaboração de Lourenço Molla, de João Pessoa – PB, sanfoneiro e apreciador da boa música brasileira, se for instrumental, melhor, e mais ainda quando se fala em Zé Calixto.

Zé Calixto e Abdias são os primeiros nomes que vem à mente quando se fala em fole oito baixos, temos o privilégio de publicar a maior parte da sua discografia, assim como outros tantos discos de forró que recebemos, graças as belas colaborações que temos recebido, colaborações que a cada dia nos surpreendem e nos alegram muito.

Produção de Pedro Sertanejo, destaque para “Brasileirinho”, música de Waldir Azevedo, que eternizou-se e hoje é um dos símbolos da música brasileira, tanto aqui no Brasil quanto lá fora, onde normalmente sabem dar mais valor para nossa música do que nós mesmos.

Zé Calixto – Vamos ter arrasta-pé
1975 – Tropicana

01. Só no Remelexo (Zé Calixto – Zé Pretinho)
02. Forró do Seu Ulisses (Manoel Serafim)
03. Vamos Ter Arrasta-pé (Zé Calixto)
04. No Serrotão (Zé Calixto – José Araújo)
05. Tempo de Vintém (Zé Calixto)
06. Brasileirinho (Waldir Azevedo)
07. Vou Tocar Por Aí (Manoel Serafim – Zé Calixto)
08. Se Dançar Paga (Manoel Serafim – Nito Canhete)
09. Badeco no Frevo (Buco do pandeiro – José Araújo)
10. O Sanfoneiro Dormiu (Zé Calixto)
11. Quitandinha (Waldir Azevedo)
12. Até Bem Cedo (Zé Calixto)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

Coronel Narcizinho – Hora sertaneja

Recebemos o áudio desse disco do Thiago Silva, de Recife – PE, as capas são cortesia do amigo, músico e pesquisador de Brasília – DF, Cacai Nunes, que assim como o ‘Forró em vinil’, batalha pela música brasileira de boa qualidade.

Cacai já havia postado esse disco no seu Blog, o Acervo Orígens, pra quem ainda não conhece, vale a pena passar por lá.

O álbum reúne como intérpretes, além do Coronel Narcizinho, Herval Lessa, Rancheiro e Rancheirinho, Geraldo Nunes, Zé Pitanga e Nhá Bastiana, Raymundinho da Sanfona, Dupla Zoológica e Ethmar Vieira e seu violão.

Algumas músicas são dançantes e outras mais pra se escutar, destaque para “Forró em Carapiá” de Monito Silva e O. Barbosa, na voz de Geraldo Nunes.

Coronel Narcizinho e sua gente – Hora sertaneja
1970 – Uirapurú

1. Marina (Coronel Narcizinho – José Cenilia) Coronel Narcizinho
2. Os cabelos de Maria (Coronel Narcizinho – José Reis) Coronel Narcizinho
3. Jangadeiro do Ceará (Armando Madureira – M. dos Santos) Herval Lessa
4. Mulher fingida (Pereirinha – Rancheiro) Rancheiro e Rancheirinho
5. Eu quero a morte da ema (M. dos Santos – Armando Madureira) Herval Lessa
6. Forró em Carapiá (Monito Silva – O. Barbosa) Geraldo Nunes
7. Plantei canaviá (Pereirinha – Zé Pitanga – G. Barbosa) Zé Pitanga e Nhá Bastiana
8. Maricota (Coronel Narcizinho – J. Reis – H. Soares / Machadinho) Raymundinho da Sanfona
9. O papagaio de Izabé (Coronel Narcizinho) Geraldo Nunes
10. Ela é (Pereirinha / Coronel Narcizinho – José Reis) Coronel Narcizinho
11. Coração selvagem (Pereirinha – Rancheiro) Rancheiro e Rancheirinho
12. Caçada em Xerém (Paulo França Vieira / Jofre Madeira) Dupla Zoológica
13. Barreiro branco (Raimundo Alves – O. Barbosa) Raymundinho da Sanfona
14. Desconhecida (Ethmar Vieira) Ethmar Vieira
15. Juras de caboclo (Coronel Narcizinho – Pereirinha) Coronel Narcizinho

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

Pinto do acordeon – O rei do forró sou eu

Recebemos essa colaboração de um forrozeiro anônimo. Para poder publicar o disco recebido, faltavam algumas informações além da contra capa, sendo assim, pedi ajuda ao amigo Marcos Antônio, de Patos – PB, sanfoneiro e amigo pessoal do Pinto do acordeon.

pinto-do-acordeon-1994-o-rei-do-forra-sou-eu-contracapa

Ele disse:

“Sobre o disco “O rei do forró Sou Eu”, ele é de 1994 e todas as composições são de Pinto do Acordeon. Veja a ficha técnica conforme a contracapa:

Arranjos: Pinto do Acordeon/Genário
Acordeon: Genário
Contra-Baixo: Toninho
Guitarra: Lalá
Percussão: Ivo, Ivinho e Quartinha
Teclados: Ramalho
Flauta: Egídio
Vocal: Dôra, Lilian Raquel e Robson

OBS: Observe a música “Forró Erótico” – Pinto do Acordeon – 1994. Compare com a música “Gente Sofrida” – Flávio José – 1996 (com participação de Dominguinhos). Pinto me disse em 1997 que o grande Antonio Barros plagiou sua melodia, escrevendo a letra que deu a Flávio José.”

Pinto do acordeon – O rei do forró sou eu
1994

01 – Vou matar você na unha (Pinto do Acordeon)
02 – Só saio no lixo (Pinto do Acordeon)
03 – Forró erótico (Pinto do Acordeon)
04 – Galiléia nordestina (Pinto do Acordeon)
05 – Tempero de forró (Pinto do Acordeon)
06 – Saudade dos mitos (Pinto do Acordeon)
07 – Brasil CPI (Pinto do Acordeon)
08 – Poeta apaixonado (Pinto do Acordeon)
09 – Forró dengoso (Pinto do Acordeon)
10 – Rainha do vale (Pinto do Acordeon)
11 – Noite de forró (Pinto do Acordeon)
12 – Amor infinito (Pinto do Acordeon)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

CD – Josildo Sá e Paulo Moura – Samba de latada

Esse disco foi lançado originalmente, de modo independente, em 2006. Posteriormente, foi re-lançado pela Rob Digital em 2007. Baixei esse CD no Blog Som Barato, que recentemente foi vítima do sistema e teve seu espaço tolhido. Espero que eles possam voltar ao ar o mais breve possível, pois eram cabras de bom gosto.

Segue abaixo um texto do José Teles, do JC online do Recife, que fala sobre esse álbum, parece meio grande o texto, mas vale a pena ler!

“O forró é a mais injustiçada e discriminada das músicas que se fazem no Brasil. Por exemplo, a caudalosa discografia do forró, que teve seu auge nos anos 60 e parte dos 70, continua quase inteiramente fora de catálogo. Esta falta de cultura musical, levou as mais recentes gerações de forrozeiros a fazer e gravar basicamente xote, com letras que pouco diferem do que cantam as duplas sertanejas.

O forró é um manto sob o qual se abriga uma grande variedade de ritmos, estilos, gêneros, inclusive o samba. Aliás, antigamente, no Nordeste, forró e samba tinham o mesmo significado. O forró e o samba eram a festa, onde se tocava do baião ao chorinho. Depois que o samba carioca foi alçado à música da nacionalidade, foi que o samba passou a designar um gênero musical.

No Nordeste ele foi adaptado para a sanfona, o triângulo, a zabumba, mais violões, banjo, instrumentos de sopro. Era chamado “samba de matuto”, ou “samba de latada”. A latada, no caso, era uma extensão da casa, ou “puxada”, coberta por folhas de flandres, onde aconteciam os forrós, ou sambas. O samba de latada teve como um dos maiores intérpretes o sanfoneiro Abdias, seguido pelo paraense Osvaldo Oliveira.

40 anos depois, Josildo Sá traz de volta ao disco esta nuance esquecida do samba. E vem na companhia de um dos maiores músicos do mundo, Paulo Moura. Não poderia tal contubérnio dar noutra. Um disco que nos leva àqueles sambas de latada dos anos 60. Daqueles que rescendiam a suor, perfume barato, com os casais grudados que nem carrapato.

“Quixabinha” (Josildo Sá / Anchieta Dali) é um desses sambas com sotaque nordestino, irresistível. O “Forró de Mané Vito” (Zé Dantas / Luiz Gonzaga), virou um samba de latada ao qual Paulo Moura deu um delicioso tempero de gafieira. Josildo Sá nunca cantou tão bem, com uma voz sertaneja, o fraseado certeiro. Ele dá um banho em “Eu gosto de você”, composição de Caçote do Rojão, um samba do jeito que Abdias gostava.

Paulo Moura, por sua vez, incorporou o espírito da coisa, e caiu no samba de matuto. Está endiabrado em “Pro Paulo”. Dá para os das antigas lembrarem Jair Pimentel, um músico que gravava pela Rozenblit e pintava os canecos com um clarinete. Este disco inclusive resgata (com perdão do termo tão desgastado) o bom-humor no forró, que hoje anda muito formal, parecendo um requerimento com firma reconhecida. Paulo Moura toca neste disco como se estivesse animando um samba numa latada, numa noite enluarada num sítio no meio do mato.

A seleção do repertório não poderia ser melhor. Tem desde “Fraguei” (Osvaldo Oliveira / Dilson Dória) lançada por Abdias. Conterrâneo de Josildo Sá, nascido em Tacaratu, Anchieta Dali fez sambas que se encaixam como uma luva no projeto do amigo Josildo, que descolou uns compositores pouco conhecidos, mas talentosos, Apolônio da Quixabinha (Quixabinha, é um sítio na terra de Josildo), ou citado Caçote do Rojão. E músicos como Gennaro, cuja sanfona vai costurando as melodias, enquanto Paulo Moura vai acrescentando-lhes cores variadas. Não cheguei a perguntar aos dois como foi engendrada esta parceria, mas seja lá como for, com certeza jogaram a fórmula fora. Pense, num disco da porra!!” (José Teles – Jornalista do Jornal do Commércio Recife – PE, escritor, pesquisador e crítico musical)

Samba de latada – Josildo Sá e Paulo Moura
2006

01. Quixabinha (Josildo Sá – Anchieta Dali)
02. Forró de Mané Vito (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
03. Eu Gosto de Você (Caçote do Rojão)
04. Pra Virar Lobisomem (Chico Chagas)
05. Pro Paulo (Chico Chagas)
06. Nega Buliçosa (Tiago Duarte)
07. Fulosinha (Anchieta Dali)
08. Fraguei (Osvaldo Oliveira – Dilson Dória)
09. Carimbó do Moura (Paulo Moura)
10. Beijú (Anchieta Dali)
11. Cumpade Zé de Bina (Apolônio da Quixabinha)
12. Baile no Sertão (Paulo Moura – Gennaro)
13. Na Água do Bebedouro (Josildo Sá)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

CD – Trio Forrózão – Agitando a rapaziada

Ainda que cantasse desde criança, Bastos iniciou sua carreira profissional tocando na Feira de São Cristóvão – RJ em 1984. Foram doze anos na feira, tocando com diversas pessoas até chegar a conhecer no ano de 1990 Nicodemus zabumbeiro e Zezinho Sanfoneiro. Nascia aí o TRIO FORRÓZÃO que inicialmente eram um trio, com o agravamento do esforço repetitivo do triangulo Bastos não podendo mais tocar convidou Edson no ano de 1996 para integrar ao trio como triangulista, transformando em um quarteto e batizando Edson artisticamente como Chupa Cabra.

Em 1997, trocaram a feira pela apresentações em faculdades no Rio de Janeiro e aí surgia o Forró universitário. Bastos e o trio com sua interpretação marcante renderam lhe seu primeiro contrato com a gravadora NATASHA RECORDS de Caetano Veloso que acreditou e apadrinhou a banda. Posteriormente gravaram mais quatro obras. (Trecho extraído do sítio do Trio)

A banda de Forró Clássico é composta pelo quarteto Bastos (voz), Miudinho (zabumba), Chupa Cabra (triângulo) e Zezinho Bony (acordeom). Ela foi formada em 1997, na Feira de São Cristovão, conhecido reduto nordestino, na cidade do Rio de Janeiro.

Nos finais de semana, a feira costumava reunir milhares de pessoas, em sua maioria, nordestinos que buscavam relembrar seus costumes. O sucesso veio com a conquista da simpatia do público da feira, onde tocaram por mais de 10 anos.

No final dos anos 90, aproveitaram a explosão do forró no circuito universitário e diversificaram os locais de suas apresentações. Depois do primeiro disco, gravado ao vivo em 1998, lançaram o CD “Agitando a Rapaziada” no ano seguinte, atingindo a marca das 80 mil cópias. (Trecho extraído do sítio do Trio)

Trio Forrózão – Agitando a rapaziada
1999 – Natasha Records

#01. Agitando a rapaziada (Gavião – Marrom)
#02. Até mais ver (Pedrinho – Primo)
#03. Sou o estopim (Antonio Barros)
#04. Amor, amor é amar (Assisão)
#05. Xote capixaba (Juninho – Julio Moura)

#06.
A vida de viajante (Luiz Gonzaga – Hervé Cordovil)
Capim novo (Luiz Gonzaga – José Clementino)
No meu pé de serra (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)

#07.
Estrada de Canindé (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
Forró de Mané Vito (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)

#08. Numa sala de reboco (Luiz Gonzaga – José Marcolino)
#09. Zé esteves (Caetano Veloso)
#10. Ela nem olhou pra mim (Alcimar Monteiro)
#11. Quando bate o coração (Accioly Neto)
#12. Mata papai (Paulinho Malacacheta)
#13. Quando os dois se quer (Antonio Barros)
#14. Em plena lua de mel (Clayton – Cleide)

Para baixar esse disco, clique aqui

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

post image

Trio Nordestino – Estamos ai pra balançar

Mais uma colaboração do Francisco Edvaldo Silveira, de Morrinhos – CE, as capas são minhas.

Mais um disco maravilhoso do Trio, essa capa é do re-lançamento pelo selo Bervely, para os mais puristas isso seria ruim, mas pra mim o que importa é ter o vinil em bom estado. Como a discografia do Trio é muito grande, foi feita uma triagem dos maiores sucessos e escolheram as músicas que foram para as coletâneas e se tornaram mais conhecidas. Fatalmente muitas músicas também muito boas ficaram de fora das referidas coletâneas.

Produção de Lindofo Barbosa, o genial Lindú, e uma seleção impecável do repertório, todas as músicas são boas, é um disco para se ouvir de cabo a rabo.

Eu teria que fazer uma lista dos destaques desse LP, pois gosto de quase todas elas. As que ficaram mais conhecidas são “Menina apimentada”, “Forró do bole bole” e “O trem pega”. Já as que ficaram em segundo plano, não devem nada às mais famosas, são elas: Menina da noite”, “Que diabo tem você” e “Um beijinho só”.

Trio Nordestino – Estamos ai pra balançar
1977 – Copacabana

#01. Menina apimentada (Lindolfo Barbosa – Assissão)
#02. Forró do bole bole (João Silva – Raymundo Evangelista)
#03. Maracatu êta (João Silva – J. B. de Aquino)
#04. Menina da noite (Assisão – Lindolfo Barbosa)
#05. João e Maria (Severino Ramos)
#06. Vou ficar doidão (anastácia – Dominguinhos)
#07. O trem pega (Jacinto José)
#08. Que diabo tem você (anastácia – Dominguinhos)
#09. Um beijinho só (Italúcia – Couzo)
#10. Carimbó do uróia (Toninha – Adão Ferreira)
#11. Já bebi não bebo mais (Severino Ramos)
#12. Vamos farrear (Luiz Moreira – Lindolfo Barbosa)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

post image

Irene Portela – Rumo norte

Essa é uma colaboração da Gabriela, de São Paulo – SP, que foi amiga e vizinha da Irene Portela durante o final da década de 1970, época na qual esse disco foi lançado.

Não é um disco tradicional de forró como estamos acostumados, ele tem arranjos mais leves, porém completamente compromissados com as origens nordestinas, um som mais pra se ouvir do que pra se dançar, mas também possibilita da dança, sem problema nenhum.

Irene Portela, natural de Codó – MA, Cantora, compositora e violonista. Depois de mais de dez anos de carreira, sem conseguir gravar, foi descoberta pelo produtor Marcus Vinícius, como compositora, intérprete e diretora musical do espetáculo “A missa do vaqueiro”. Em 1979, lançou pelo selo Marcus Pereira seu primeiro disco, “Rumo norte”, interpretando diversas composições de sua autoria, entre as quais “Lua peixe”, “Dia de festa”, “Guerreiro”, além de diversas composições de João do Vale, como “De Teresina a São Luís (trem do Maranhão), em parceria com Luís Gonzaga, “Sabiá” e “Fogo no Paraná”. (Fonte)

Irene Portela – rumo norte
1979 – Marcus Pereira

01. De Teresina a São Luis (Trem do Maranhão) (João do Vale / Helena Gonzaga)
02. Sanharo (João do Vale / Luis Guimarães)
03. Sabiá (João do Vale)
04. Nécio Costa (João do Vale)
05. Passarinho (João do Vale)
06. Fogo no Paraná (João do Vale / Helena Gonzaga)
07. Lua Peixe (Irene Portela)
08. Até Quando (Irene Portela / E. de Freitas)
09. Dia de Festa (Irene Portela)
10. Alcântara (Irene Portela)
11. Folha Verde (Irene Portela / R. Gouveia)
12. Na Hera dos Muros (Irene Portela / R. Parreira)
13. Guerreiro (Irene Portela)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

Zé Calixto – O sanfoneiro do Brasil

Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB. Voltaremos a publicar os discos do Zé Calixto, além desse ainda tenho recebidos mais quatro LPs do Zé Calixto a serem publicados nas próximas semanas.

Mais um álbum de primeiríssima linha, a maioria de suas faixas é instrumental, contando com toda a destreza e bom gosto do Zé Calixto, que passeia pelos diversos ritmos que compõem o forró, com maestria.

Participação de Messias Hollanda cantando nas faixas “Com amor coragem dobra” de Luiz Guimarães e Assis Barros, “Custe o que custar” de Assis Barros e “Baile dos casados” de Elias Soares e Marcellino do Vale.

Zé Calixto – O sanfoneiro do Brasil
1970 – Fontana

01 Quebrando a barra (Zé Calixto – Manoel Serafim)
02 Revendo Cabaceiras (Diomedes Bezerra)
03 Nordeste meu torrão (Severino Medeiros)
04 Baile junino (Bastinho Calixto – Zé Calixto)
05 Com amor coragem dobra (Luiz Guimarães – Assis Barros)
06 Chega cochilar (Manoel Serafim – Sebastião Rodrigues)
07 Fala violão (Zé Calixto)
08 Sanfona manhosa (Manoel Serafim – J. Luna)
09 Custe o que custar (Assis Barros)
10 Na capela do Fonsêca (João de Deus Calixto – Marques Irmão)
11 Baile dos casados (Elias Soares – Marcellino do Vale)
12 Dinheiro em caixa (Geraldo Gomes – Índio)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

Sandro Becker vol.7

Colaboração do Jalon Neto, ele disse:

“Este é o LP de 1987, um ano depois do sucesso “Julieta”. O que eu posso destacar desse disco, são as composições do grande Accioly Netto, só aqui foram 5 músicas. Sandro foi o primeiro, depois de Accioly, é claro, a regravar o sucesso “Minha gata”. Conheci o Accioly Netto na casa do Sandro em 1986, no Recife, ele estava lá com o seu violão, tocando e cantando sucessos, até então, desconhecidos do público.”

“Sandro acaba de lançar seu 28º CD e apresenta aos sábados das 12h às 14h. O Programa ‘FORRÓ TOTAL’ na SIM TV -Canal 17 de Natal – RN, afiliada a REDETV. De março de 2007 até agora o seu programa vem liderando a audiência naquêle estado,as Bandas e Cantôres que se apresentam no programa, tem que tocar ao VIVO, exigência do apresentador e também cantor, que com seu humor diz…Sou o contrário dos outros, adoro brincar em serviço!!! Recentemente no CARNATAL, além de Ivete Sangallo, Chiclete com Banana e do Asa de Águia, Sandro Becker e a Turma do Pânico (Sabrina Satto, Robaldo Esperman e Cristian Pior), foram os artistas mais ovacionados pelo público POTIGUAR!!! Obs. Sandro Becker é ator, comediante, músico, cantor, compositor, produtor musical, radialista e apresentador de TV… e se disser que é mais do que isso…É MENTIROSO!!!rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs” (Trecho final do release)

Sandro Becker vol. 7
1987 – Copacabana

01. Algodão Doce (Accioly Neto) Participação: Selma
02. Severina Cooper (It’s Not Mole Não) (Accioly Neto)
03. Salada no Capricho (Durval Vieira / Zé da Silva)
04. O Começo Tá no Fim (Belinho / Antônio Sima)
05. O Grilo (Maurílio Costa)
06. Minha Gata (Accioly Neto)
07. A Folia do João Careca (Antônio Sima / Sandro Becker)
08. O Grego e a Brasileira (Gilson Carlos / Nelson Blanc)
09. Xodó de Mulher (Edelson Moura / Geraldo Nunes)
10. A Picada da Cobra (Gonzaguinha do Baião / Marino)
11. Nhem Nhem (Accioly Neto)
12. Banho de Açude (Chico Amaro)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

1 469 470 471 472 473 536