CD – Elba Ramalho – Leão do Norte

Esse é o CD da Elba que mais me agrada, repleto de forrós e todos com arranjos muito dançantes. Outro dia conversei com um dos nossos frequentadores virtuais e ele descobriu junto à gravadora que esse CD está fora de catálogo, então aqui está, como se fosse um vinil.

Produzido por Robertinho do Recife, que foi responsável por alguns dos arranjos, ao lado de Lenine, Luiz Antonio, Zé Ramalho, Zé Américo e Dominguinhos, esse dois últimos foram também responsáveis pelas sanfonas do álbum.

Várias músicas me agradam muito, destaque para as regravações “Onde tu tá nenem” de Luiz Bandeira, gravada originalmente pelo rei Lua, para “Na base da chinela” de Rosil Cavalcanti e Jackson do Pandeiro, gravada originalmente pelo próprio Jackson e para “Eu vou até de manhã” de Lauro Maia, gravado originalmente pelo Trio Nordestino. Outras faixas que merecem um destaque são “Canoeiro” de Dorival Caymmi e “Treze de dezembro”, música de Luiz Gonzaga e Zé Dantas, só que nessa versão, com letra de Gilberto Gil.

Elba Ramalho – Leão do Norte
1996 – BMG

#01. Onde tu tá nenem (Luiz Bandeira)
#02. Xodó beleza (Cecéu)
#03. Leão do norte (Paulo Cézar Pinheiro – Lenine)
#04. Chão de giz (Zé Ramalho)
#05. Béradêro (Chico Cézar)
#06. Treze de dezembro (Gilberto Gil – Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
#07. Na base da chinela (Rosil Cavalcanti – Jackson do Pandeiro)
#08. Canoeiro (Dorival Caymmi)
#09. Parceiros das delícias (Capinam – Geraldo Azevedo)
#10. Eu vou até de manhã (Lauro Maia)
#11. Estrada do Canindé (Luiz Gonzaga – Humberto teixeira)
#12. A paisagem (Manduka – Dominguinhos)
#13. Estrela miúda (João do Vale)
#14. Sim, foi você (Caetano Veloso)
#15. Evocação no 1 (Nelson Ferreira)
#16. Frevo no 1 do Recife (Antônio Maria)
#17. Oh! bela (Capiba)
#18. Sou eu teu amor (Alceu valença – Carlos Fernando)

Como esse disco está fora de catálogo, para baixá-lo, clique aqui.

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Zé Calixto – Tá feito o forró

Essa é mais uma colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB, que aos poucos nos ajuda a registrar e a publicar a trajetória e a obra do Zé Calixto. Esse é o quinto álbum, de 1965. O quarto disco já está publicado aqui no Blog, é o “Sanfoneiro pai d´egua”, de 1964.

“A concertina – sanfona, harmônica ou simplesmente fole de 8 baixos – é dos instrumentos musicais o mais complexo, possívelmente um dos mais difíceis de ser executado.”

“Homem simples, não se abate quando o chamam de ‘pau-de-arara’. Pelo contrário, faz questão de salientar sua origem e propala a todo vapor: ‘Sou filho do povoado de Araticum, município de Campina Grande, no Estado da Paraíba do Norte'”

“Possui tal domínio sobre a harmônica que parece tocá-la displicentemente. Conhece-lhe os truques e sabe utilizar os ‘macetes’ na hora precisa. Descobriu-lhe todos os segredos e, com melhor som imaginável, toca um simples baião e também executa choros de difícil manejo, como “André e sapato novo”, que faz parte deste disco.” (Trechos assinados pelo produtor João Mello, extraídos da contra capa)

Zé Calixto – Tá feito o forró!
1965 – Philips

#01. Forró lá na serra (Luiz Guimarães)
#02. Arapuá (Alventino Cavalcanti – Zé Calixto)
#03. Vou te contar (J. Santos)
#04. Camalifu (Luiz Guimarães – Zé Calixto)
#05. Forró em Soledade (Luiz Guimarães – J. Lima)
#06. Saudade do pai (arr. e adap. de Zé Calixto)
#07. Tem rapapé (Luiz Guimarães – Zé Calixto)
#08. Faiscando (Avelino Santos – Zé Calixto)
#09. Parnamirim (paulo Viana – Dilson Dória)
#10. Saudade do Maranhão (Luiz Guimarães)
#11. André de sapato novo (André V. Corrêa)
#12. Calumbi (Rosil Cavalcanti -Zé Calixto)

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Benicio Guimarães – O herói da estrada vol 6

Colaboração do Zé Neto, filho do próprio Benício e que aos poucos nos ajuda a publicar e a trazer a público alguns vinis e informações que vem no fundo do baú, e do baú de pouquíssimas pessoas, afinal dos diversos LPs, a maioria teve tiragens limitadíssimas.

Direção de Adilson Lima Santos, produção de Adalison e regências de Amauri Franco. Todas as composições são de autoria do Benício Guimarães, assim como os arranjos e as sanfonas. A zabumba ficou a cargo do nosso colaborador Zé Neto, atual integrante do Trio Araripe.

Destaque para os forrós “Gostinho de sal” e “A filha e Babá” e para o xote “Eu fui bom amigo”.

Benicio Guimarães – O herói da estrada vol 6
1992 – Musa Bird´s

01 Muito axé (Benicio Guimarães)
02 Gostinho de sal (Benicio Guimarães)
03 Eu quero amar (Benicio Guimarães)
04 A filha e Babá (Benicio Guimarães)
05 Eu fui bom amigo (Benicio Guimarães)
06 O herói da estrada (Benicio Guimarães)
07 Forró blues (Benicio Guimarães)
08 Quero fugir com você (Benicio Guimarães)
09 Sangue suga (Benicio Guimarães)
10 O casamenteiro (Benicio Guimarães)

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Julinho – Forró do Julinho

Essa é uma interessante colaboração do Rogérinho de São Paulo – SP. O sanfoneiro Julinho, teve seu verdadeiro nome escrito e re-escrito diversas vezes em função das composições que fez em parceria com João do Vale.

Embora tenhamos localizado um outro forrozeiro homônimo, creio que esse seja o único a tocar essa sanfona de botões nas duas mãos, o que torna o seu manuseio um pouco mais difícil, não é mesmo?

Julinho é na verdade João Aguiar Sampaio, nascido em Itapagé, norte do estado do Ceará, filho de Ciso Bernardes, tocador de oito baixos. Produção Luiz Bandeira, entre músicas soladas e cantadas, belos corais, belíssimos arranjos e uma cadência muito boa para se dançar.

Destaque para a música mais conhecida e que abre o disco “Mutirão de Pedreira” de Julinho e João do Vale.

Julinho – forró do Julinho
1980 – Top Tape

01 Mutirão de Pedreira (Julinho – João do Vale)
02 Forró do furtuoso (Luiz Vieira – João do Vale)
03 Forró na casa do Pedro (Pedrinho Vieira – Naldinho)
04 Forró em Brejo grande (Pedrinho Vieira – Naldinho)
05 Sabidin (Luiz Bandeira)
06 Venturoso (Julinho)
07 Dor de amor (Julinho – João do Vale)
08 Sou cirandeiro (Luiz Bandeira – Julinho)
09 Muçambê (Julinho – João do Vale)
10 Baiãzinho bom (Julinho – Evaldo Gouveia)
11 Baião macumba (Julinho – Evaldo Gouveia)
12 Por conta do sanfoneiro (Julinho – Raimundo Evangelista)

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Os Filhos do nordeste – Forró agora é moda

Neste último final de semana, Os Filhos do nordeste vieram do Rio de Janeiro pra fazer um show aqui em São Paulo e o Bacural trouxe esse vinil para colaborar com o Blog. É claro que ele só emprestou o disco, vou devolvê-lo na semana que vem, fique tranquilo Bacural, foi gravado e tratado com todo cuidado!

Os Filhos do nordeste, em 1993, próximo já do início da extinção dos vinis, nessa oportunidade com Bacural, Toinho e Tiziu. As músicas são muito interessantes e algumas certamente são conhecidas dos forrozeiros de plantão, em algumas faixas, suas letras tem pequenas diferenças do que eles cantam atualmente.

Sanfonas de Bacural e Genário. Destaque para “A nega da brilhantina” regravada pelos 4 Mensageiros no CD “Festival Rootstock 2008”, que tem a participação dos Filhos do nordeste, é claro, e será lançado em outubro próximo.

Os Filhos do Nordeste – Forró agora é moda
1993 – Maic som

#01. Forró Agora é Moda (Bacurau e Zé Biriba)
#02. Vamos Cá Pra Forrozar (Nininha e Tiziu)
#03. A Nega da Brilhantina (Aroudo F. Jaboatão)
#04. Raimunda (Admar e Paulo Bob)
#05. Forrozando (Gavião – Francisco Gomes – Zé Ramos)
#06. Bem Agarradinho (Chimbica – Zaete)
#07. Senta Aqui Morena (Bacurau – Manoel Vidal)
#08. Também Sei Amar (Bacurau e Ademar Pinheiro)
#09. Com Você é Bem Melhor (Inácio Virgulino – Manoel Vidal)
#10. Maria Aparecida (Epdio Feitosa)
#11. No Puxar do Fole (Gavião – Espide Luis)
#12. Noite de Festa (Nininha – Toinho)

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Renato Leite – Asa branca

Essa é mais uma colaboração do Arlindo. Aproveitando a oportunidade, tentei levantar um pouco da história e obra do artista. Renato Leite iniciou sua carreira artísitica aos 13 anos. Com 15 anos gravou seu primeiro disco pela CBS. Como radialista atuou nas rádios Marconi, Rádio Clube, Rádio Boa Nova, Rádio Tupy, Rádio Novo Mundo, Rádio São Paulo e Rádio Bandeirante. Foi um dos introdutores de costumes nordestinos em São Paulo como programas de rádio e bailes de forró.

Tem cerca de 360 músicas de sua autoria, gravadas, entre outros, por Severino Januário, Zé Paraíba, Pedro Sertanejo, Zito Borborema, Zé Onório, Adelmo do Acordeon, Chico Ceará, Henauro do Acordeon e Tranqüilo dos 8 baixos, entre outros.

Gravou 34 discos pelas gravadoras Norte Som, Tap Car, Copacabana, RGE, Fermata, EMI, Movieplay e CBS, na qual foi considerado campeão de vendas de discos. Foi coroado Rei do Nordeste por Luiz Gonzaga, recebendo a coroa de ouro na feira de São Cristovão no Rio de Janeiro.

Renato Leite – Asa branca
Copacabana

01 Asa branca (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
02 Fortaleza (Renato Leite)
03 Arrasta-pé no Paraná (Renato Leite)
04 São Salvador (Zé Paraíba)
05 Forró doido (Zé Paraíba)
06 Sem destino (Zé Paraíba)
07 Forró em Pernambuco (Renato Leite)
08 Ventania (Renato Leite)
09 Vale do Piancó (Renato Leite)
10 Cheiro de sertão (Renato Leite)
11 Forró no Crato (Renato Leite)
12 Sanfoneiro quente (Renato Leite)

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CD – Trio Sabiá – Forró pra lá de bom

Esse CD tem uma história curiosa, quando conheci o Trio Sabiá, creio que em 1997, esse disco tinha sido prensado no ano anterior e nem o próprio Trio tinha uma cópia sequer. Falei com o Tio Joca e ele me disse pra eu procurar a gravadora Unacam, em Campinas – SP, lá conheci o Seu Antonio Ramos, que gentilmente me cedeu as duas últimas cópias que estavam em arquivo lá.

Entreguei uma cópia pro Tio Joca e a outra, guardada com muito carinho, está aqui. Creio que esse disco é mais raro do que muitos vinis. Produzido por Ligeirinho e Trio Sabiá, arranjos de Tio Joca e Trio Sabiá, sanfonas de Oswaldinho do acordeon e Cézar do acordeon.

Belas composições e um balanço espetacular. Destaque para os xotes “Pra te dar amor” de Gilvan Neves, “Saudade delas” de Manoel Fernandes e Tio Joca e “Quero ser seu dono” de Catarino Cardoso e Tio Joca, e para o forró “Desabafo” de Edson Pereira Azevedo e Somasso Italiano.

Trio Sabiá – Forró pra lá de bom
1996 – Unacam

#01. Êh… Ôh… (João Silva – Geraldão – Iranilson)
#02. Viemos pra alegrar (Trajano Menezes – Zito)
#03. Pra te dar amor (Gilvan Neves)
#04. Forró fim de semana (Miraldo Aragão – José Salvador)
#05. Saudade delas (Manoel Fernandes – Tio Joca)
#06. Desabafo (Edson Pereira Azevedo – Somasso Italiano)
#07. Forró safadim (João Silva – Zé Mocó – J. Marques)
#08. A festa é nossa (Antonio José)
#09. Quero ser seu dono (Catarino Cardoso – Tio Joca)
#10. Onde tem forró tem amor (Aluízio Cruz)
#11. Pé de esperanção (Tonia Santos – Aluízio Cruz)
#12. Vem meu amor (Osvaldo Aragão – Tio Joca)

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CD – Camarão – Camarão plays forró

“Um dos maiores sanfoneiros do Nordeste brasileiro, Reginaldo Alves Ferreira, mais conhecido como Camarão ou Maestro Camarão, nasceu em Fazenda Velha, Brejo da Madre de Deus, Pernambuco, no dia 23 de junho de 1940.

Aprendeu a tocar sanfona observando os movimentos do seu pai, o sanfoneiro Antônio Neto, que o levava para as festas onde tocava. Depois, segundo ele, se aperfeiçoou “ao ouvir Luiz Gonzaga e ao estudar os métodos de Mário Mascarenhas”.

Aos 18 anos, conheceu Luiz Gonzaga, que considera seu grande mestre, embora não esqueça os ensinamentos paternos. Foi um grande amigo e parceiro do rei do baião, com quem participou de 28 gravações, entre discos long plays, 78 rotações e CDs.

Formou com os músicos Jacinto Silva e Ivanildo Leite seu primeiro conjunto musical, o Trio Nortista e, em 1968, criou a primeira banda de forró do Brasil, a Banda do Camarão, e ainda a Orquestra Sanfônica de Caruaru.

Contemplado como Patrimônio Vivo de Pernambuco, através da Lei estadual nº 12.196, de 2 de maio de 2002, Mestre Camarão segue ensinando a sua arte, que, no Brasil, tem um sotaque bem nordestino.” (Trechos extraídos de um texto de Lúcia Gaspar, no sítio da Fundação Joaquim Nabuco)

Essa é uma colaboração do Arlindo, que mora há um tempão na França, é fã do nosso Blog e não consegue deixar de ouvir o nosso querido forró.

Esse CD foi gravado no Teatro Apolo, em Recife – PE, em 11 de Setembro de 1995. Os músicos foram: Reginaldo Alves Ferreira “Camarão” (acordeon); Joana Angélica, Léo (vocais); Paulo Guimarães (Violas de 6 & 10 cordas); Arlindo dos oito baixos (Fole de oito baixos); Quartinha (zabumba); Zeca Preto (triângulo); e Menininho (agogô).A curiosidade fica pelo fato de que só foi lançado no exterior, por esse selo inglês, Nimbus.

Camarão – Camarão plays forró
1998 – Nimbus Records

01. Forró pro Quartinha (Camarão)
02. De mala e cuia (Anastácia – Dominguinhos)
03. Dedilhando (Camarão)
04. Tenha dó (Kim de Oly – Lucimar)
05. Arredor da macambira (Januário)
06. Quadrilha pernambucana (Arlindo dos oito baixos)
07. Que nem jiló (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
08. Canhoto (Camarão)
09. Sabiá (Zé Dantas – Luiz Gonzaga)
10. Forró da pesada (Camarão)
11. Meu Cariri (Rosil Cavalcanti)
12. Em cima da linha (Arlindo dos oito baixos)
13. Forro beberibe (Arlindo dos oito baixos)
14. Tareco e mariola (Petrúcio Amorim)
15. Forro chorão (Camarão)
16. Medley

  • Paraíba(Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
  • Algodão (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)

17. Lamento sertanejo (Dominguinhos)
18. Neném mulher (Pinto do acordeon)
19. Baiao (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
20. O fole roncou (Nelson Valença – Luiz Gonzaga)

Esse trabalho não está disponível aqui no Brasil, para baixá-lo, clique aqui.

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Zé Calixto – Segura o fole Calixto!

Zé Calixto, Sua Sanfona de 8 Baixos e Conjunto, Segura o fole, Calixto! Esse é o terceiro álbum do Zé Calixto. Essa é mais uma colaboração do camarada Lourenço Molla, sanfoneiro e garimpeiro de vinis, de João Pessoa – PB, ele que, além desse, nos mandou mais vários LPs do Zé Calixto, discos que serão publicados aqui em doses homeopáticas. Valeu sanfoneiro!

“Zé Calixto é o maior nome no Brasil em sanfona de oito baixos. Sua incrível técnica e sua imensa musicalidade causam momentos da mais pura música popular brasileira. Há vida, movimento, poesia, alegria e sobretudo, talento de sobra em suas execuções. é um artista consagrado.” (trecho extraído da contra capa)

Não me canso de ouvir esse disco, é muito bom. Considerando as limitações tecnógicas da época, fico impressionado com a mixagem final dos vários instrumentos que participam da gravação, cada um com seu espaço e, ao mesmo tempo, todos em função do pé-de-bode. Instrumentais em diversos ritmos que compõe o forró. Falar que seus choros e forrós são muito bons é ‘chover no molhado’, então, destaque para o xote “Moxotó” de Rosil Cavalcanti em uma bela versão solada.

Zé Calixto – Segura o fole Calixto!
1962 – Philips

01. Chorando no Samba (Julio Santana – Zé Calixto) Choro
02. Pelo Bem Que Eu Te Quero (Otavio Filho) Samba
03. Segura o Fole Calixto (João Mello) Baião
04. Forró do Camponês (Zé Calixto) Forró
05. Moxotó (Rosil Cavalcanti) Xote
06. Frevo do Bi (Braz Marques – D. Bezerra) Samba
07. Escurrêgo (Zé Calixto) Polca
08. Forró Em Garanhuns (Adão Ferreira – Zé Calixto) Forró
09. Rinsumindo (Otavio Filho) Xote
10. Na Casa do Biu do Rêgo (Zé Calixto) Forró
11. Limoeirinho (Zé Calixto – Adão Ferreira) Choro
12. Saudade de Tambaú (Zé Calixto) Forró

Para baixar esse disco, clique aqui.

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Genival Lacerda – O rei da munganga

Esse é um dos discos do Genival que eu mais gosto, da sua melhor fase. Infelizmente não consta a data, provavelmente é de 1970, mas não tenho certeza. Embora o Genival Lacerda seja mais conhecido pelos clássicos de duplo sentido, nesse disco fica fácil de perceber que ele é muito melhor do que apenas isso.

Há um bom tempo eu queria saber o significado de ‘Muganga’, que é uma palavra que vi em vários discos do Genival, mas nunca soube o que realmente significava. Perguntei então ao sanfoneiro Bacural, dos Filhos do Nordeste, e ele me disse que são os trejeitos performáticos e irreverentes que o Genival tem quando sobe no palco.

Como marca registrada, um show de ritmo e divisão, com composições de Antonio Barros, Rosil Cavalcanti, Elias Soares, Elino Julião e do próprio Genival, entre outros. Destaque para “Forró em Catolé do Rocha” de Elino Julião e Genival Lacerda.

Genival Lacerda – O rei da munganga
Continental

#01. Êsse côco é bom (Barbosa da Silva – Genival Lacerda)
#02. Palavras do vôvô (Rosil Cavalcanti)
#03. O dedo de deus (Julio Ricardo – Alvaro Castilho)
#04. O casamento deu e Maria (Antonio Barros – Alvaro Castilho)
#05. Não é da conta de ninguém (Dilson Dória)
#06. Forró de lascar (Elias Soares – Eraldo Monteiro)
#07. Racha chão (Geraldo Nunes – Alvaro Castilho)
#08. Bem juntinho (Geraldo Nunes – Oscar Barbosa)
#09. Forró em Catolé do Rocha (Elino Julião – Genival Lacerda)
#10. Cabo Boró (Antonio Lima)
#11. Cuidado constâncio (Fogo Cerrado – Genival Lacerda)
#12. Volta ao mundo em oitenta dias (José Cardoso – Ary Monteiro)

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