post image

CD – Mestre Ambrósio – Mestre Ambrósio

“Em outubro de 1992, surgia em Recife uma banda denominada Mestre Ambrósio, composta por jovens que têm suas influências essencialmente na música nordestina, na música de Luiz Gonzaga, de Jackson do Pandeiro, tocando e dançando o maracatu, o coco de embolada, o baião, a ciranda.

Eles vieram com o propósito de fortalecer o que tem de melhor no Nordeste do Brasil, com uma cara jovem, sem no entanto se afastarem de suas raízes e tradições. O nome da banda, Mestre Ambrósio, é um personagem do cavalo marinho, um folguedo típico da zona-da-mata, norte de Pernambuco. É uma espécie de Bumba-Meu-Boi, que é encenado na rua.

A banda Mestre Ambrósio é formada por Siba (rabeca, viola, guitarra e voz), Hélder Vasconcelos (fole de 8 baixos – tipo de sanfona, percussão e vocal), Mazinho Lima (baixo, triângulo e vocal), Sérgio Cassiano (percussão e vocal), Maurício Alves e Eder ‘O’ Rocha, ambos percussionistas.” (Veja o texto na íntegra)

Eu tenho a gravação desse CD há um bom tempo, mas não tinha o original, outro dia achei um exemplar num sebo aqui em São Paulo, para minha surpresa, no encarte encontrei os autógrafos do Sérgio Cassiano e do Siba.

Em 1996 foi lançado o primeiro álbum, uma produção independente, pelo selo Rec Beat – caracterizada pelo forró e outros ritmos da cultura pernambucana, vendeu cerca 20 mil cópias e teve produção de Lenine e Marcos Suzano.

Esse é o trabalho deles que mais se aproxima do forró, quase todas as músicas poderiam tocar num forró que o povo ia dançar até se acabar. As músicas são todas boas, algumas cantadas e algumas instrumentais, sob o comando da rabeca e do 8 baixos.

Dancei muito ao som desse CD, destaco uma sequência de instrumentais que se encaixam uma na outra, parecendo, para os menos atentos que é uma música só, são elas “O circo de Seu Bidu”, “Baile catingoso” e “Mensagem pra Zé Calixto”, todas elas de autoria do Siba. E das cantadas, creio que a que mais marcou foi “Usina” de Paulírio e Chico Antônio.

Mestre Ambrósio – Mestre Ambrósio
1996 – Rec Beat Discos

01 José (Siba)
02 Se Zé Limeira sambasse maracatu (Siba)
03 Pé-de-calçada (Siba)
04 Forró de primeira (Heleno dos 8 baixos – Helder Vasconcelos)
05 Jatobá (Siba)
06 Estrela amazona (Cavalo marinho do mestre Batista) (Folclore)
07 Três vendas (Siba)
08 O circo de Seu Bidu (Siba)
09 Baile catingoso (Siba)
10 Mensagem pra Zé Calixto (Siba)
11 Usina (Tango no mango) (Paulírio – Chico Antônio)
12 Pipoca moderna (Sebastião Biano – Caetano Veloso)
13 A roseira (Onde a moça mijou) (Luiz Oliveira – Waldemar Oliveira)
14 Benjaab (Siba – Lenine)
15 Matuto do salame (Siba)
16 A feira de Caruaru (Onildo Almeida)

Para baixar esse disco, clique aqui

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

CD – Zé Paraíba – Zé Paraíba homenageia Luiz Gonzaga

“Aqui foi onde tudo começou… a vida e a história de um sanfoneiro, conhecido hoje em todo País. José Salete Leite, conhecido como Zé Paraíba. Nascido em São José de Piranhas, no sertão da Paraíba. Filho de José Leite de Oliveira e Gessina Leite de Oliveira.

Zé Paraíba, que no ano de 1952, aos treze anos de idade, entrou para a vida musical, em tudo incentivado por seu pai, Zé Leite, que toca seu ‘oito baixos’ há quarenta anos pelo sertão da Paraíba. … Portanto o menino Zé Paraíba acompanhava seu pai, tocando seu pandeiro e, nos intervalos, Zé Paraíba tocava o ‘oito baixos’ do seu pai.” (Trecho inicial do texto do encarte, escrito pelo próprio Zé Paraíba)

Em 1957 ganhou uma sanfona de 48 baixos do pai e rumou para São Paulo até que em 1961 conseguiu gravar seu primeiro LP, indicado por Luiz Gonzaga, após um encontro casual enquanto tocava na feira do Brás, em São Paulo – SP. E é ao seu pai Zé Leite e ao rei Luiz Gonzaga que Zé paraíba quis homenagear com esse disco.

Zé Paraíba – Zé Paraíba homenageia Luiz Gonzaga
1989 – Brasidisc

01 Asa branca (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
02 A volta da asa branca (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
03 Paulo Afonso (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
04 Ovo de codorna (Severino Ramos)
05 Juazeiro (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
06 Assum preto (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
07 Baião de dois (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
08 Xanduzinha (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
09 Cintura fina (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
10 São João na roça (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
11 Mandacarú (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
12 Boiadeiro (Klécius Caldas – Armando Cavalcanti)
13 Propriá (Humberto Teixeira – Luiz Gonzaga)
14 Feira de Caruarú (Onildo Almeida)
15 Qui nem jiló (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
16 Buraco de tatu (J. Ambrozo – J. Silva)
17 Forró no escuro (Luiz Gonzaga)
18 Paraíba (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
19 ABC do sertão (Zé Dantas – Luiz Gonzaga)
20 Carolina (Luiz Gonzaga – Amorinho Rocha)

Esse disco está fora de catálogo, para baixá-lo, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

post image

Os 3 do Brasil – Agora sim

Essa é mais uma colaboração do Zé Neto, filho do Benício Guimarães e atual integrante do Trio Araripe, radicado aqui em São Paulo – SP. É um disco muito bom, com belos arranjos e uma mixagem cuidadosa, que deu bastante espaço para as cordas, mas sem tirar o brilho da sanfona. Mixagem também responsável pelo belo jogo com as vozes dos vocalistas.

Esse álbum foi o segundo trabalho do Benício Guimarães após chegar em São paulo – SP. O primeiro foi um compacto duplo, em homenagem a São Paulo, lançado pela gravadora Cantagalo. Ele ganhou a oportunidade de gravar tal compacto ao vencer uma espécie de programa de calouros do Pedro Sertanejo, pelo qual passaram diversos artistas que posteriormente fizeram e ainda fazem muito sucesso.

O trio “Os 3 do Brasil” foi composto pelo Benício Guimarães, Édson e Durval Vieira, gravou somente esse LP e depois teve sua formação desfeita. Gravado em São Paulo – SP e teve uma tiragem de apenas 1000 cópias. A curiosidade fica no fato de que só a música “O sapo bidú” é de autoria do Durval Vieira, logo, as demais são de autoria do Benício Guimarães, mas o rótulo do disco cita o nome dos dois em todas as composições, fato que, entre outras coisas, fez com que o grupo se desfizesse.

Ainda segundo Zé Neto, as músicas “Macaco me lamba” e “Côco do C” foram os maiores sucessos do LP e impressionantemente, “Homenagem aos pescadores” ainda toca nas rádio de Alagoas.

Os 3 do Brasil – Agora sim
1977 – Nortson

01 Macaco me lamba (Benicio Guimarães)
02 O sapo bidú (Durval Vieira)
03 Côco do C (Benicio Guimarães)
04 O Zé falou (Benicio Guimarães)
05 Homenagem aos pescadores (Benicio Guimarães)
06 Vamos aproveitar (Benicio Guimarães)
07 Me chamam de cão condenado (Benicio Guimarães)
08 Côco do convite (Benicio Guimarães)
09 A mistura (Benicio Guimarães)
10 Foi sim (Benicio Guimarães)
11 Os quitutes da Maria (Benicio Guimarães)
12 Terra dos marechais (Benicio Guimarães)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

post image

Zé da Onça – Demorei mais cheguei

Essa é mais uma colaboração do Vinícius de BH, é mais um dos discos que eu abduzi quando fui lá na casa dele, mas esse eu não devolvo não!!! É um disco que me lembra os tempos que eu frequentava os forrós do Rio de Janeiro, discotecando e curtindo a cidade maravilhosa, afinal foi o DJ Xeleléu que na época me apresentou esse som.

.

É um álbum diferenciado do Zé da Onça, na minha opinião, dos que eu conheço, esse é sem sombra de dúvida, o melhor deles. Há quem confunda a voz dele, nesse disco específicamente, com a voz do rei, Luiz Gonzaga, mas é só a impressão inicial, depois que se escuta com um pouco mais de atenção pode-se notar que a voz, os trejeitos e o jeito de cantar e falar é ligeiramente diferente.

Gosto de várias faixas, todas elas tem um balanço único, pena que os demais discos não acompanharam esse conceito. Destaque para a faixa “Velho barqueiro” de Buco do Pandeiro e Zé Araujo, no início um clima bem leve e quando entra a percussão, torna-se a música mais balançada do álbum.

Zé da Onça – Demorei mais cheguei
Itamaraty

#01. Meu canto de amor e paz (Haroldo Francisco – Luiz Moreno)
#02. Velho barqueiro (Buco do Pandeiro – Zé Araujo)
#03. Capim novo (Luiz Gonzaga – José Clementino)
#04. Saudade dela (Gilberto Lima)
#05. É moda meu bem (Buco do Pandeiro – Wilson Marins)
#06. Mariazinha (Amadeu Macedo)
#07. Calango da lacraia (Luiz Gonzaga – J. Portela)
#08. Fazenda do José (Jacobina – Alventino Cavalcante)
#09. Viva o Arigó (Geraldo Nunes)
#10. Sanfona é meu roçado (Buco do Pandeiro – Ayrão Reis)
#11. Não me chamo Raimundo (Buco do Pandeiro – Reivan)
#12. Hoje quem zomba sou eu (Antonio Ramos – Zé da Onça)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

post image

Sandro Becker vol. 9 – Para presidente

Colaboração do Aldo, do Rio de Janeiro – RJ. Ele mesmo que passou o audio para o computador e tratou-o, já as capas quem mandou, para complementar a publicação foi o amigo Jalon, que também é fã incondicional do Sandro Becker. Perguntei ao Aldo se ele queria fazer alguma consideração sobre esse disco, ele disse:

” Esse disco praticamente me iniciou na obra do Sandro Becker.
As melhores desse disco para mim são: ‘O Kiko’, ‘Os amores que tive’ e ‘Monsieur Buzzet’.
Vale lembrar que o nome desse disco faz referência ao momento que o Brasil estava vivendo, eleições presidenciais”

Sandro Becker, é um cantor brasileiro nascido em Alagoas. Estourou no Centro-Sul do país com a música Julieta, em 1986. Gravou 25 discos e ganhou dois discos de ouro e troféus variados. Faz shows pelo nordeste. A composição de seus trabalhos caracteriza-se principalmente pelo sentido duplo das letras (maliciosas). Apresenta o programa Forró Total, na TV Independente/RedeTV! canal 17, na tv aberta, e 21, na tv a cabo, em Natal, no Rio Grande do Norte. (Trecho extraído do Wikipédia)

Direção artística de Juvenal Oliveira e arranjos de Chiquinho do acordeon.

Sandro Becker vol. 9 – Para presidente
1989 – Copacabana

01 O véio quer Maitê (José Felipe – Paulo Elias)
02 O forró do palhaço (Sandro Becker – João Caetano)
03 A grande estrela (Sandro Becker – João Caetano)
04 Coisinha maluca (Sandro Becker – Almir)
05 Os amorers que tive (João Caetano – Sandro Becker)
06 Maçã do amor (Sandro Becker – Tião da Vila P)
07 O Kiko (João Caetano – Sandro Becker)
08 Monsieur buzzet (Sandro Becker – Talmo)
09 Festival de pipa (João Caetano – Sandro Becker)
10 Amore mio (Sandro Becker – Talmo)
11 Pout-Pourri de São João:

  • No Lume da fogueira (Missinho)
  • São João na roça (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
  • Brincadeira na fogueira (Antonio Barros)
  • Olha pr’o céu (Luiz Gonzaga – José Fernandes)
  • Grito de amor (Zé Paulo)
  • Estrela guia (Celso Bahia)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

post image

Trio Sabiá – Mistura nordestina

Esse é o segundo LP do Trio Sabiá, dos quatro LPs gravados com a primeira formação, Rochinho, Tio Joca e Pilão.

“Os três componentes já haviam decidido que o trio se chamaria, Os Filhos da Bahia, considerando a mesma origem dos três. Só que quando o Tio Joca foi buscar o disco na gravadora foi surpreendido com a deliberada alteração do nome escolhido. Os produtores da Arca mudaram para, Trio Sabiá, sem consultar ninguém e alegaram que queriam evitar o regionalismo que o primeiro nome sugeria, guiados pelas orientações do marketing. Só que, tanto Tio Joca quanto Davi e Roxinho acabaram gostando do novo nome. E foi como Trio Sabiá que os três rapazes desandaram a tocar o puro forró pé-de-serra.” (Trecho extraído do sítio do Trio Sabiá)

Em 1987, mesmo tendo passado quatro anos do falecimento de Lindú, do Trio Nordestino, esse disco tem duas homenagens ao gogó e ouro, o “Tributo á Lindú” e o Pot pourrie “Homem de saia – Montanha russa – Procurando tu”. Destaque para o xote “Na casa do velho Antero”.

Arranjos e regências de Chiquinho do acordeon, produção executiva do Pilão, que assina a autoria de algumas faixas como Pilão e outras como David Cruz. Acordeon dee Chiquinho do acordeon, guitarra de Zé Menezes, baixo de Pedro Carlos e percussão de Manoel Serafim.

Trio Sabiá – Mistura nordestina
1987 – Arca

#01. Festa a moda baiana (Miraldo aragão – Davis Cruz)
#02. Só danço agarradinho (João Gonçalves – Pilão)
#03. Gatinha bonita (Durval Vieira – Zé da Silva)
#04. Nunca vi coisa melhor (Durval Vieira – David Cruz)
#05. Tributo a Lindú (Di Lourdes – Roque Sena – Amâncio de Bahia)
#06. Estaca da solidão (João Gonçalves – Di Lourdes)
#07. Pot Pourrie

  • Homem de saia (Enéias de Castro – Gatinho)
  • Montanha russa (Antonio Barros)
  • Procurando tu (Antonio Barros – J. Luna)

#08. Tô morrendo de amor (João Gonçalves – Di Lourdes)
#09. Na casa do Viriato (Zeca de Rosa – Edson Marinho)
#10. Patuá da Bahia (Galego do Acordeon – Rochinho)
#11. Namoro moderno (Miraldo aragão – Pilão)
#12. Na casa do velho Antero (Aragão – Tio Joca)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

post image

Brito Lucena – Cantador do sertão / Forró

Mesmo depois e algum tempo tendo esse disco, ainda não sei nada sobre esse artista. Na época, comprei esse disco por causa do selo pelo qual foi lançado. Desse selo “Esquema”, todos os álbuns que tenho são muito interessantes.

Brito Lucena é autor de músicas que foram sucesso nas interpretações de diversos artistas, como Genival Lacerda, Azulão, Elino Julião, Marinês, Sebastião do Rojão e Jacinto Silva, entre outros.

Brito Lucena – Cantador do sertão / Forró
Esquema

#01. Tocador de dois riachos (Brito Lucena – Adolfo da Modinha)
#02. Coração enrolão (Ivan Ferraz – Américo Lima)
#03. Chegou se julgando (Brito Lucena – J. Nascimento)
#04. Lei do destino (Brito Lucena – Américo lima)
#05. Cantando pra não chorar (Brito Lucena – Vitória de Brito)
#06. Balaeiro aperriado (Everaldo do acordeon)
#07. Velho teimoso (Genesio Guedes)
#08. Beijo com suor e pó (Gilvan Neves – Américo Lima)
#09. Assim canta o vem vem (Brito Lucena – Graça Goes)
#10. Ainda gosto dela (Brito Lucena – Adolfo da Modinha – Américo Lima)
#11. Roseira de yá yá (Brito Lucena – Gildo Corrêa)
#12. Cantador do sertão (Brito Lucena – Camarão – Américo Lima)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

De quem era aquele som?

Na semana passada começamos uma brincadeira para ver se vocês adivinhavam de quem era um certo som. Hoje chegou a hora de revelarmos quem era.

Os primeiros a comentarem estavam certos, é o Seu Jorge do Rastapé.

.

.

Essa música nos foi passada em primeira mão pelo Marquinhos, zabumbeiro da banda e se trata da faixa número 10 do novo CD que a banda vem preparando. Depois de lançar diversos CDs por gravadoras, o Rastapé prepara dessa vez um CD independente. Talvez por isso tenham preparado um CD com uma pitada de pé-de-serra.

.

Recomendo a todos que ainda não ouviram essa faixa, que escutem, pois é um belo de um pé-de-serra, para agradar nossos ouvidos.

.

Para ver a postagem original e escutar a faixa, clique aqui.

CD – Edmilson do Pífano – Soprando no canudinho

edmilson-do-pafano-capa

Pra abrir essa postagem, ai vão duas frases do Zé da Flauta, produtor desse disco.

“Pífano, pífaro e pife são a mesma coisa. Um instrumento de influência indígena feito de taboca, uma espécie de bambu, com sete orifícios, um para soprar e seis para dedilhar.”

“As maiores características do tocador de pife é ser humilde e não entender nada de música. Faz por pura intuição e inspiração. Edmílson do Pífano, um dos maiores tocadores que eu conheço, me disse que fazia música no ônibus, quando viajava e via as músicas passando pela janela.”
(Veja o texto na íntegra)

edmilson-do-pafano-encarte

“Filho de uma família onde todos tocam pífano, ele se destaca por suas composições lindas e ingênuas, de grande valor musical e as vezes dificílimas de se tocar em tal instrumento” (Trecho do encarte)

edmilson-do-pafano-verso

Esse é o terceiro trabalho de Edmilson do Pífano, nascido em Lajedo – PE, gravado, produzido e mixado por Zé da Flauta. Eu tinha essa gravação desde o século passado, mas não tinha o CD original. Quem me apresentou esse som foi o Xeleléu, do Rio de Janeiro – RJ, aquele cujo lugar está garantido.

Edmilson do Pífano – Soprando no Canudinho
1997

01 – Forró de dois amigos (Edmilson do Pífano – Ratinho dos oito baixos)
02 – Forró em menor (Edmilson do Pífano)
03 – Arrasta pé no Asa Branca (Edmilson do Pífano)
04 – Xote gaucho (Edmilson do Pífano)
05 – Soprando no canudinho (Edmilson do Pífano)
06 – Forró na casa grande (Edmilson do Pífano)
07 – Ema chorosa (Edmilson do Pífano)
08 – Xaxado com o pé (Edmilson do Pífano)
09 – Marchinha das coroas (Edmilson do Pífano)
10 – Menina dengosa (Edmilson do Pífano)

Esse disco está fora de catálogo, para baixá-lo, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

CD – Elba Ramalho – Flor da Paraíba

elba-ramalho-flor-da-paraaba-capa

Esse é um dos discos mais forrozeiros da Elba, composto quase todo por músicas muito boas pra se dançar, com duas excessões que tem arranjos mais leves e não tão voltados para o forró em si. Participação especial de Lenine na faixa “Lavadeira do rio” de sua autoria em parceria com Bráulio Tavares.

elba-ramalho-flor-da-paraaba-foto

Produzido por Robertinho do Recife, que além de gravar o cavaquinho e as guitarras, foi arranjador de algumas faixas, ao lado de Lenine, Luiz Antônio, Marcos Arcanjo e Dominguinhos. Cada música foi gravada por uma combinação diferente de músicos e instrumentos, sanfonas de Chiquinho Chagas, Severo, Valdeci Araújo e Dominguinhos, zabumba de Dió de Araújo, apenas na faixa “Aroma”, e violão de Geraldo Azevedo na música “Casa, comida e paixão”.

Gosto de todas as faixas desse CD. Destaque para o pout pourri “Tum, tum, tum – Mulata no côco” de Cristóvão Alencar e Ari Monteiro, e de Oscar Barbosa e Geraldo Nunes, respectivamente. Para “Pau-de-arara é a vovózinha” de Gordurinha, e para os xotes “Pra ninar meu coração” de Maciel Melo e Luiz Fidélis e “Paraíba meu amor” de Chico César”.

Elba Ramalho – Flor da Paraíba
1998 – BMG

01 Chameguinho (Cecéu)
02

  • Tum, tum, tum (Cristóvão Alencar – Ari Monteiro)
  • Mulata no coco (Oscar Barbosa-Geraldo Nunes)

03 Face (Itamar Assunção – Chico César – Zeca Baleiro)
04 Lavadeira do rio (Bráulio Tavares – Lenine)
05 Aroma (Dominguinhos – Nando Cordel)
06 A letra “i” (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
07 Pra ninar meu coração (Maciel Mello – Luis Fidelis)
08 Pau-de-arara é a vovozinha (Gordurinha)
09 Me pegue pra chamegar (Tadeu Mathias)
10 São Xangô menino (Carlinhos Brown)
11 Casa, comida e paixão (Fausto Nilo – Dominguinhos)
12 Zé Esteves (Caetano Veloso)
13

  • Meu sublime torrão (Genival Macedo)
  • Paraíba meu amor (Chico César)

Para baixar esse disco, clique aqui

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

1 475 476 477 478 479 536