Zé Calixto – Zé Calixto e sua sanfona de 8 baixos

Essa é mais uma colaboração de Lourenço Molla, de João Pessoa – PB, esse é o primeiro disco do Zé Calixto, lançado em 1960 pela Philips. Pedi a ele pra falar algo sobre o Zé, e ele disse:

“Bom. Eu diria que Zé Calixto é a memória viva do nosso cancioneiro nordestino. É aquele restinho que sobrou dos nossos antepassados, dos artistas de rua, dos que tocavam tantas noites pelos arredores, povoados e vilas desse sertãozão brasileiro.

É puro folclore. As nossas músicas mais entranhadas do seio de um povo sofrido, é o que resta de tradição de um povo antigo que nos é perpetuada até hoje com sua vasta colcha de retalhos onde inclui sambas, côcos, maxixes, brincadeira de roda, xotes, baiões, valsas e muito mais da nossa história musical regional brasileira”

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“Zé Calixto com sua sanfona de oito baixos, é bem um artista autenticamente do interior. É legítimo representante do gênero que cultiva com tanta propriedade. Recolhendo algumas das mais belas e sugestivas peças do seu repertório, apresenta neste álbum em boa hora lançado pela Companhia brasileira de discos, um punhado de músicas nossas, de músicas da terra, ainda puras, livre das influências estranhas que, as das capitais, infalívelmente sofrem. É o Brasil de chapéu de couro, o Brasil dos sertões, o Brasil brasileiro que ele representa com seu instrumento característico, o preferido entre os sertanejos que fazem dele o veículo para o extravasamento de suas emoções.” (Trecho extráido da contra-capa)

Zé Calixto – Zé Calixto e sua sanfona de 8 baixos
1960 – Philips

#01. Brasileirinho (Waldir Azevedo)
#02. Bossa nova em 8 baixos (Zé Calixto)
#03. Oito baixos no frêvo (Zé Calixto)
#04. Espinha de bacalhau (Severino Araújo)
#05. Forró em Campina Grande (Zé Calixto)
#06. Polquinha brejeira (Zé Calixto)
#07. Xote em fá (Zé Calixto)
#08. Vai por mim (Francisco Sá-Risadinha do pandeiro)
#09. Bodocongó (Zé Calixto)
#10. Pisa mansinho (Jorge Santos)
#11. Forró em Serra Branca (Zé Calixto)
#12. Forró do Seu Dideu (Zé Calixto)

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Abdias – Forró ao vivo

Essa é uma colaboração do Kalino Vaz, que coleciona discos lançados até 1971. A maioria dos seus discos foram conseguidos através de amigos que compartilham o mesmo gosto musical. Ele disse:

“‘Clássico do forró presente na Universidade Da Vida no embalo da música brasileira!’
O disco é de 1969 e retrata um forró bem animado. ”

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O disco alterna belas músicas com falas do Coroné Catuaba, que entretem e anima uma grande festa onde o protagonista é o mestre Abdias e seu fole de oito baixos. Segundo o Thiago Silva, lá de Recife – PE, o ‘Coroné Catuaba”, mestre de cerimônias da festa, é o Luiz Queiroga.

Uma coisa interessante de se observar, é a foto da capa, que aparentemente está invertida. Repare bem, parece que são as damas que estão conduzindo os cavalheiros.

Abdias – Forró ao vivo
1969 – CBS

#01. Forró ao vivo (Genival Lacerda – Zé Pacheco)
#02. Forró embuletado (Antonio Bezerra – Florival Ferreira)
#03. Anita vem dançar (Severino Ramos)
#04. Zé Calango no forró (Jacinto Silva – Sebastião Rodrigues)
#05. Forró em carfarnaum (J. Cavalcanti – Hernane Galvão)
#06. Vamos merengá (Osvaldo Oliveira)
#07. Vou doar meu coração (Antonio Barros)
#08. Brincando (Ratinho)
#09. Mordedura (Abdias Filho)
#10. Quadrilha avançada (Othon Russo – Niquinho)
#11. Minha ex-mulher (Severino Ramos – José Pereira)

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Egidio Cardoso – Rei do xote

Tenho esse LP há um bom tempo e resolvi publicá-lo aqui por ser um artista do qual eu conheço apenas esse disco, não sei se ele gravou outros álbuns e também não consegui levantar nenhuma informação sobre sua vida e obra.

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Direção artística de Ari Santos, produção e arranjos de Manoel Cordeiro, gravado em Belém – PA. Por incrível que pareça, a música que mais me agradou é a última faixa “Xote solto” do Egidio Cardoso em parceria com Pedro Oliveira.

Egidio Cardoso – Rei do xote
1987 – Gravasom

#01. Se você quiser (Paulo Marcio)
#02. Forró familiar (Paulo Marcio)
#03. Mais depressa do que ligeiro (Paulo Marcio)
#04. Tô doidinho, tô querendo (Paulo Marcio)
#05. Na praia do lençol (Egidio Cardoso – Carlos da luz)
#06. Eu volto pra te buscar (Egidio Cardoso – Carlos da luz)
#07. Chão fértil (Paulo Marcio)
#08. Por não ter o teu amor (Egidio Cardoso – Manoel alexandre)
#09. O que devo fazer (Banedita Pereira – Gláucia Mara)
#10. Cheguei pra ficar (Egidio Cardoso – Manoel alexandre)
#11. A saudade doi (Anacleto – Egidio Cardoso)
#12. Xote solto (Egidio Cardoso – Pedro Oliveira)

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Alcymar Monteiro – Forroteria

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Esse é um daqueles LPs que os donos de sebo deixam jogados naquelas gôndolas de super promoções, as vezes por não conhecer o artista, ou nesse caso porque a capa está meio avariada. Olhei dentro da embalagem e o vinil estava novinho, sendo assim, bom pra todos, peguei uns quatro LPs do Alcymar pra ir publicando aos poucos.

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Direção musical de Alcymar Monteiro, produção executiva de Oséas Lopes, arranjos e regência do Maestro Chiquinho do acordeon, a maior parte das composições são do Alcymar Monteiro em parceria com João Fabio Jr. As sanfonas foram gravadas por Chiquinho do acordeon e Severo, zabumba por Durval e triângulo por Hermelinda.

Participações especiais de Luiz Gonzaga no pot purri “Cantiga de vem vem – Roendo unha” e de Marinês na faixa “Diz, amor”. no meio de vários forrós, uma música é mais puxada para o sertanejo “Mistura perfeita”.

Alcymar Monteiro – Forroteria
1986 – RGE

#01. Verdes canaviais (Alcymar Monteiro – João Paulo Jr.)
#02.

  • Cantiga de vem vem (José Marcolino – Panta)
  • Roendo unha (Luiz Ramalho – Luiz Gonzaga)

#03. Terra que ninguém anda (Alcymar Monteiro – João Paulo Jr.)
#04. Acorda povo (Alcymar Monteiro – João Paulo Jr.)
#05. Mistura perfeita (Alcymar Monteiro – João Paulo Jr.)
#06. Todo dia (Alcymar Monteiro – João Paulo Jr.)
#07. Phonobregando (Alcymar Monteiro – João Paulo Jr.)
#08. Forróteria (Alcymar Monteiro – João Paulo Jr.)
#09. Diz, paixão (Alcymar Monteiro – Zenilton)
#10. Pra valer (Alcymar Monteiro – João Paulo Jr.)
#11. Salgado e doce (Alcymar Monteiro – Carlos André)
#12. Corrente de flores (Alcymar Monteiro – Eddy Franco)

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Zenilton – A gemedeira do povo

Esse disco é um dos últimos lançados em vinil pelo Zenilton. Nota-se no canto esquerdo da capa, a inscrição “Vol. 40”, o que nos indica que esse é o quadragésimo trabalho do José Nilton, mas será que contam os compactos e 78rpm ou refere-se apenas a contagem dos LPs?

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Todas as composições tem autoria do Zenilton, a maior parte em parceria com João Lourenço, apenas a faixa “Mulher não se aluga” que foi composta em parceria com Juarez Santiago. Participação especial de Branca na faixa “Ele e ela” de Zenilton e João Lourenço.

Os arranjos são de Oswaldinho, o que garante a qualidade das gravações desse álbum, quanto as letras, são de duplo sentido, é claro, mas creio que ele até pegou leve nesse disco, comparando ao seu amplo e conhecido histórico.

Zenilton – A gemedeira do povo
1991 – Copacabana

01. Todo castigo é pouco (Zenilton – João Lourenço)
02. Ele e ela (Zenilton – João Lourenço)
03. O resto passa (Zenilton – João Lourenço)
04. Feira do troca troca (João Lourenço – Zenilton)
05. Mulher não se aluga (Zenilton – Juarez Santiago)
06. A natureza está Morrendo (Zenilton – João Lourenço)
07. A gemedeira do povo (João Lourenço – Zenilton)
08. Mentira (João Lourenço – Zenilton)
09. O coco de Jesus (Zenilton – João Lourenço)
10. Mulher não ama Ninguém (João Lourenço – Zenilton)
11. Vitamina D (Genésio Guedes – Zenilton)
12. São João da gente (João Lourenço – Zenilton)

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CD – Trio Sabiá – Tome safadeza

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Outro excelente trabalho do Trio Sabiá, dessa vez produzido por Paulinho e Magno, lançado pela Candeeiro discos, com sanfonas de Oswaldinho do acordeon, Baixo de Magrão, guitarra de Lau, percussões de Zito e a participação de Tiziu, no côro, juntamente com João Eudes, baixista que acompanhava o Trio, na época.

Várias composições do próprio Aluízio Cruz, vocalista do Trio, ao lado de outras belas composições de figuras carimbadas do nosso forró, como João Silva, Enok Virgulino e Mestre Zinho. É de João Silva a composição cujo refrão empresta nome ao álbum, é o xote “Foi bom lhe conhecer”.

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Destaque para “Forró de Campinas” e “Sem teu amor não dá” de Aluizio Cruz e para o forró “Pitada de amor” de Mestre Zinho é Aluizio Cruz, participação especial do Mestre nessa faixa. Destaque também para a instrumental solado em fole de oito baixos pelo próprio Tio Joca.

Trio Sabiá – Tome safadeza
2002 – Candeeiro

#01. Forró de Campinas (Aluizio Cruz)
#02. Sem teu amor não dá (Aluizio Cruz)
#03. Foi bom lhe conhecer (João Silva)
#04. Pitada de amor (Zinho – Aluizio Cruz)
#05. Cheiro de fulô (Enok Virgulino)
#06. Amor gostoso (Anuncio no jornal) (Antonio José)
#07. Autêntico Pé-de-bode (Tio Joca)
#08. Vou te conquistar (Henauro do Acordeon)
#09. É saudade demais (João Silva)
#10. Vamos ralar (Miraldo Aragão)
#11. Cuida de mim (Jeffinho – Tio Joca)
#12. Forró elegante (Tonia Santos – Luiz Nunes)
#13. Porque? (Antonio José)
#14. Forró pra João Felipe (Tio Joca)

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CD – Vanildo de Pombos – Forró rindo sozinho

Colaboração do DJ Felipe Campos de Belo Horizonte, ele disse:
“Nesse disco eu destaco quatro faixas. A música O Gonzagão que tem a participação do mestre Dominguinhos e as faixas, Verde Nativo, Doidinho e sou vaqueiro. Como no CD não tem os autores das músicas eu desconfio que sejam todas de autoria do próprio Vanildo.”

No currículo do músico, há mais de 300 composições e pelo menos seis discos gravados. Nos últimos anos, viajou várias vezes ao exterior divulgando o autêntico forró pé-de-serra. Isso era o grande Vanildo de Pombos – “Cantor. Compositor. Instrumentista (Sanfoneiro). Discípulo de Luiz Gonzaga, ganhou destaque interpretando tradicionalmente o forró. Aprendeu a tocar sanfona sozinho ainda adolescente”

Direção musical, violão, baixo e percussões de Lulinha, sanfonas de Galeguinho do Gravatá, Duda da Passira, Sandro Lima e Walter Cavalcanti.

Vanildo de Pombos – Forró rindo sozinho
2004

01 Ranchinho de sapê (Vanildo de Pombos)
02 Sanfoneiro ruim (Vanildo de Pombos)
03 Lua bonita (Vanildo de Pombos)
04 Coração de saudade (Vanildo de Pombos)
05 Luz de pirilampo (Vanildo de Pombos)
06 não dá pra ser feliz (Vanildo de Pombos)
07 O Gonzagão (Vanildo de Pombos)
08 Neném chorão (Vanildo de Pombos)
09 Fagulhas de amor (Vanildo de Pombos)
10 Doidinho (Vanildo de Pombos)
11 Verde nativo (Vanildo de Pombos)
12 Sou vaqueiro (Vanildo de Pombos)
13 Caruaru meu xodó (Vanildo de Pombos)
14 Vem pra cá (Vanildo de Pombos)
15 Cochilou perdeu o trem (Vanildo de Pombos)

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De quem é esse som?

Certo dia postamos aqui uma foto de Luiz Gonzaga e Gonzaguinha acompanhado de duas mulheres, e perguntamos quem eram elas. Hoje faremos uma brincadeira mais ou menos parecida com essa. Mas dessa vez iremos postar uma música e perguntar quem é o artista que a está cantando, será que vocês irão acertar? Escutem a música abaixo e tentem descobrir quem é.

CD – Trio Sabiá – Água Barrenta

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Esse é um dos CDs do Trio Sabiá que eu mais gosto, foi a trilha sonora de uma fase maravilhosa do forró aqui em São Paulo. Suas composições são muito boas e certamente pode-se afirmar que é um dos melhores trabalhos do Trio.

Produção executiva do Trio Sabiá juntamente com Paulinho e Magno, direção musical de Oswaldinho do acordeon, que gravou as sanfonas ao lado de Tio Joca, zabumba de Zito e Lau gravou baixos e guitarras.

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Destaque para “Pra baixo eu não deixo” de João Silva, “Água barrenta” de Jorge Mello, “Feliz de novo” de Léu Marques, “O tempo vem” de Savilar, “Morena jambo” de Paulinho Mota, Edilson Dhiu e Sergio Luiz.

Trio Sabiá – Água Barrenta
1999

#01. Pra baixo eu não deixo (João Silva)
#02. Água barrenta (Jorge Mello)
#03. Animação (Antonio José)
#04. Chuva de seca (Tônia Santos)
#05. Pra você notar (Aluizio Cruz – Osvaldo Aragão)
#06. No balanço do forró (Jorge de Altinho)
#07. Desejo de amar (Manoel Fernandes – Tio Joca)
#08. Feliz de novo (Léu Marques)
#09. Alegria, alegria (Sidney Silva)
#10. Punhal de aço (Ivanilson Souza)
#11. O tempo vem (Savilar)
#12. Morena jambo (Paulinho Mota – Edilson Dhiu – Sergio Luiz)
#13. Dunas de Itaúnas (Tio Joca)
#14. Por que? (Ivanilson Souza)

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CD – Vanildo de Pombos – Homenageando o Brasil

Colaboração do DJ Felipe Campos de Belo Horizonte, que nos mandou dois CDs do Vanildo.

Vanildo Pombos – cujo nome verdadeiro é Vanildo Vítor Cavalcante – nasceu em 1960 no Estado de Paraná, no sul do Brasil, tendo ido morar para o nordeste ainda com dez anos, para a cidade de Pombos – e daí ter adotado este nome artístico. Antes desse álbum, Vanildo Pombos já havia gravado “Meu Horizonte” (1989), “Sou Carinhoso” (1996) e “Raio de Luz” (1998). As suas composições têm letras simples, retratando a linguagem do povo nordestino, resgatando os costumes e o quotidiano do sertão pernambucano.

Felipe disse: “ESSE CD É MUITO BOM – NO GERAL MUITO BOM PRA DANÇAR
FICA ENTÃO ESSES CDS PRA VOCÊS POSTAREM EM HOMENAGEM A MAIS UM GRANDE FORROZEIRO NORDESTINO QUE SE FOI. ULTIMAMENTE O FORRÓ ESTÁ PERDENDO SEUS GRANDE NOMES MAS É VIDA QUE SEGUE E COMO DIRIA TOINHO DO ROJÃO ‘ESSE BRASIL BRASILEIRO, GIGANTE, ALTANEIRO NÃO PODE PARAR’

Produção executiva, sanfonas, violão de 7 cordas e pandeiro de Genaro, zabumba e percussões de Quartinha e baixo de Toninho Tavares.

Vanildo de Pombos – Homenageando o Brasil
2000

01 Um galope galopado (Vanildo de Pombos)
02 Minha deusa (Vanildo de Pombos)
03 Olha nos meus olhos (Vanildo de Pombos)
04 O Rio de Janeiro continua lindo (Vanildo de Pombos)
05 Não esqueça (Vanildo de Pombos)
06 Meu dengo (Vanildo de Pombos)
07 Banho de sol (Vanildo de Pombos)
08 Gurupi em festa (Vanildo de Pombos)
09 Vaqueiro predestinado (Vanildo de Pombos)
10 Maraial bonita (Vanildo de Pombos)
11 Tá vendo amor (Vanildo de Pombos)
12 Foi tudo um sonho (Vanildo de Pombos)
13 Palmas capital do Tocantins (Vanildo de Pombos)
14 Deusa dos ventos (Vanildo de Pombos)
15 Gosto porque gosto (Vanildo de Pombos)

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