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Edson Duarte – Um tantinho de amor

Um LP lançado já na decada de 1990, no final da era dos discos de vinil. Desse momento pra frente o que começou a dominar o mercado fonográfico foram os CDs.

Nesse ano, Edson Duarte participará de um dos maiores festivais de forró pé-de-serra do Brasil, o Festival Rootstock 2008. E para esse show, ele está preparando um repertório especial, unindo seus grandes sucessos com as músicas do ínício de sua carreira, além de lançar seu mais novo CD.

Ele cantará uma música que já é sucesso e está na boca de todo forrozeiro, “O ciumento” de Severino Ramos e gravada originalmente pelo Trio Nordestino. Porém o que poucas pessoas sabem é que Edson não começou a cantar essa música por agora, por ela ser sucesso, já nesse disco “Um tantinho de amor”, em 1994, Edson Duarte a regravou.

Edson Duarte – Um tantinho de amor
1994 – Gogó da Ema

#01. Solidão já vem (João Pires – Edson Duarte)
#02. A paz do meu coração (Chico Xavier – Edson Duarte)
#03. Um tantinho de amor (Florival Ferreira – Edilson Cavalcante)
#04. Sala molhada (Florival Ferreira – Geneci Moraes)
#05. O ciumento (Severino Ramos)
#06. Meu lindo buquet (Florival Ferreira – Hamilton de Oliveira)
#07. Águas da ilusão (Messias Lima)
#08. Beleza de gatona (Durval Vieira)
#09. Tudo está perdoado (Chico Xavier – Edson Duarte)
#10. Entre meios guerreiros (Florival Ferreira – Cesar Fontes)
#11. Me leva com você (Messias Lima – Irineu Nicácio)
#12. Botuporan (Severino Ramos – Irineu Nicácio)

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Zénilton – Mulata Danada

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Colaboração do DJ Rick, de São Paulo -SP.

Lançado pela Tropicana e re-lançado com o título de “Rostinho queimado” pelo selo Japoti, observem as capas e selos diferentes.

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Gravado em 1975 pela Tropicana, o álbum apresentado hoje se destaca por ser completamente distinto de todos os outros LPs de sua carreira.

Zénilton mostra suas habilidades no samba-choro e dá para se entender as influências na confecção desse álbum, pois tanto a direção artística como todas as composições são de Roberto Stanganelli, um dos grandes compositores de choro da música brasileira, que, atualmente, devido a falta de incentivo a música nacional de qualidade, caiu no esquecimento.

Uma curiosidade é que foi ele mesmo, Stanganelli, que produziu o primeiro disco de Zénilton, um 78 RPM, pela gravadora Inspiração, e daí em diante trilhou sua carreira de sucesso passando por gravadoras como Chantecler, Continental e CBS.

Nesse disco, destaque para as músicas “Deixa Chorar” e “Voa Andorinha”.

Zénilton – Mulata Danada
1975 – Tropicana

01 – Deixa Chorar (Roberto Stanganelli – Francisco Barreto)
02 – Rostinho Queimado (Roberto Stanganelli – Francisco Barreto)
03 – Sou Eu (Roberto Stanganelli – Francisco Barreto)
04 – Advertência (Roberto Stanganelli – Francisco Barreto)
05 – Conseqüência da Bebida (Roberto Stanganelli – Francisco Barreto)
06 – Mulata Danada (Roberto Stanganelli – Francisco Barreto)
07 – Voa Andorinha (Roberto Stanganelli – Francisco Barreto)
08 – Não Deixou Flores (Roberto Stanganelli – Francisco Barreto)
09 – Não é Assim Que Se Procede (Roberto Stanganelli – Francisco Barreto)
10 – Meu Conselheiro (Roberto Stanganelli – Francisco Barreto)
11 – Sagrado Amor (Roberto Stanganelli – Francisco Barreto)
12 – Bis Para o Amor (Roberto Stanganelli – José Bettio)

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Marinês – Coisas do norte

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Colaboração de Thiago Silva de Recife – PE.

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As capas, mais uma vez, são uma colaboração do DJ Rick, de São Paulo – SP. Notei na capa a seguinte frase, logo após o logotipo da RCA Victor, que nos dias de hoje, com os processos totalmente computadorizados de gravação, tornou-se totalmente sem sentido: “New ortophonic high quality recording”.

Todas as músicas desse LP são muito boas, além das conhecidas “Balanceiro da usina” e a faixa título “Coisas do norte” tem outras menos conhecidas e muito boas também, como “Deixei minha terra” de Sebastião Rodrigues e João do Vale.

Marinês – Coisas do norte
1963 – RCA Victor

* 01. Balanceiro da usina (João do Vale – Abdias Filho)
* 02. Coisas do Norte (Rosil Cavalcanti – João do Vale)
* 03. Sanharó (Luiz Guimarães – João do Vale)
* 04. Sá Dona (Luiz Guimarães – João do Vale)
* 05. Macaco véio (J. B. de Aquino – João do Vale)
* 06. É pra xaxar (Ary Monteiro – Domingos José)
* 07. Pisei no liro (Juvenal Lopes)
* 08. Xote melubico (J. B. de Aquino – João do Vale)
* 09. Deixei minha terra (Sebastião Rodrigues – João do Vale)
* 10. Nasci no interior (Antonio Barros)
* 11. Quatro fia fêmea (Ary Monteiro – João do Vale)
* 12. Ô racha, ou fachêa (Sebastião Rodrigues – Eraldo Monteiro)

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Trio Nordestino – Forró de categoria

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Outro dia o Tick me falou pra ouvir esse LP do Trio Nordestino. “Tem um xote que eu achei diferente, engraçado…” Como estava querendo postar um disco do Trio com essa formação, com Coroné, Genário e Cobrinha, aproveitei a sugestão.

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De fato, a música que o Tick se referia é um xote bem balançado e com uma ótima letra, “Um casal de advogados”. Tem outras coisas muito boas, como o clássico “Forró de categoria” e um outro forró, menos conhecido e é muito bom também, “É proibido ficar só”. Todas no lado B.

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Direção artística de Juvenal de Oliveira, direção de produção de Talmo Scaranari e belos arranjos de Genário. Dedico essa postagem aos amigos do Trio Cristalino, Val, Damião e Coquinho, em especial a faixa “Raimunda” de João Gonçalves.

Trio Nordestino – Forró de categoria
1987 – Copacabana

* 01. São João a dois (João Silva – Genário)
* 02. Seu Manoelito (João Silva – Cobrinha)
* 03. Raimunda (João Gonçalves)
* 04. Brincar de laçar (Cecéu)
* 05. Tem tempero no forró (Edson oliveira – Iranilson)
* 06. Forró fifó (Kim de Oly – Mariazinha)
* 07. Forró de categoria (Newton Marinho – Evaldo Lima)
* 08. Coisa com coisa (Pinto do Acordeon)
* 09. Um casal de advogados (Chico Xavier)
* 10. É proibido ficar só (Cecéu)
* 11. Fruto do amor (Macã do amor) (Genário – Quininho)
* 12. Feitiço no forró (Cecéu)

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CD – Trio Sabiá – Trio Sabiá

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Eu gostaria de poder dizer que esse é um dos melhores trabalhos do Trio Sabiá, de quem sou grande fã, mas isso seria uma incoerência, afinal a maioria dos discos lançados pelo trio é muito boa. Esse CD, em particular, me foi presenteado pelo próprio Tio Joca, em 1997.

Quase 10 anos depois, conseguimos ter acesso ao estoque do Magno, que participou da produção desse CD, entre outros títulos que publicaremos oportunamente aos finais de semana.

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Direção musical do Trio Sabiá, arranjos do Tio Joca e do Trio Sabiá, gravado em São Paulo em 36 canais, participações especiais de Oswaldinho do acordeon e Cézar do acordeon, Lau tocando baixo e guitarra e Zézinho Pitoco na bateria. Gosto muito de todas as faixas, de tão bom, creio que esse disco merecia ter sido lançado em LP também.

Trio Sabiá – Trio Sabiá
1997

01 De coração virado (Miltinho Edilberto)
02 Bolinha de mim (Jorge de Altinho)
03 Você não soube me amar (Antônio José – João Silva)
04 Paixão louca (Gilvan Neves)
05 Saudade dói (Aluízio Cruz)
06 Amor querendo paz (Nequinha – Assis Lima)
07 No escuro é bem melhor (Trajano Menezes – Zito)
08 Amar – amar (Jorge de Altinho)
09 Garota (Raiumndinho do acordeon)
10 Sonho de vaqueiro (Manoel laurindo – José de Almeida)
11 Saudade (Manoel Fernandes – Tio Joca)
12 Não se solta mais balão (Osvaldo Aragão – Aluízio Cruz)
13 Salvação (Tônia Santos)
14 Forró de banda (Téo Azevedo)
15 Forró pra Jéfferson (instrumental) (Tio Joca)

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Luiz Gonzaga

As fotos foram tiradas por Lia Costa Carvalho e extraídas sem autorização do seu Blog.

Aliás um belo blog, com lindas fotografias, pra quem gosta, vale a pena também. Extraí também as seguintes palavras, da própria Lia, que acompanhavam as fotografias:

“Figura incontornável da música brasileira, dispensa apresentação.
Quando fiz o ensaio fotográfico com ele em 1987, embora já praticamente cego, aceitou ir comigo para a rua em São Paulo. Jamais esquecerei este gesto 🙂

Pra ti também “aquele abraço”…
Obrigado, sanfoneiro,
obrigado, Gonzagão.

Um abraço alargado a todos que um dia voaram ao som da sua Asa Branca.”

Bastinho Calixto – Bastinho Calixto

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Amigos cultuadores do forró pé-de-serra, para fechar a semana com chave de ouro, trago-lhes hoje uma preciosidade quando se trata de música nordestina.

Bastinho Calixto capricha nesse álbum, que veio junto a ascensão de sua carreira nos anos 70, o recheia com belíssimas composições nos seus 8 baixos e ainda o reforça com participações de grandes intérpretes da música regional nordestina: João Silva, Zé Bezerra, João Mossoró (Trio Mossoró) e Edson Duarte.

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Impossível destacar apenas algumas faixas, o disco inteiro é excelente. Com composições de Elias Alves, Adolfinho dos 8 Baixos, Zé Calixto, João Silva e Lindolfo Barbosa, o Lindú do Trio Nordestino. Assim não tem como não gostar não é?

Produção artística de Oséas Lopes e Lindolfo Barbosa, um disco para todos os gostos. Não deixem de escutar. (Texto e disco enviados pelo DJ Rick de São Paulo)

Bastinho Calixto – Bastinho Calixto
1974 – SOM

01 – Fogueirinha do Amor (Britivaldo – Elias Alves)
02 – Chegou o Tocador (Adolfinho – Bastinho Calixto)
03 – No Cantinho da Parede (Zé Calixto – Bastinho Calixto)
04 – 8 Baixos no Baião (Zé Calixto – Bastinho Calixto)
05 – Laura (João Silva – Anatalício)
06 – Pedido de Casamento (Lindolfo Barbosa)
07 – Vou Ver Luzia (Lindolfo Barbosa – Antônio Barros)
08 – Triste Solidão (J. R. de Castro – Leny de Castro)
09 – Na Casa do Seu Mané (Zé Bezerra – Bastinho Calixto)
10 – Pife nos 8 Baixos (Wilson Nascimento – Bastinho Calixto)
11 – Sanfoneiro Mole (João Mossoró – Abdon Santos)
12 – Quadradinho (Assis Barros – Sebastião Rodrigues)

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Joci Batista – Choveu mulher no forró

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Esse disco do Joci Batista é uma colaboração de Celso Neves, de Montes Claros – MG, apreciador e colecionador de discos de música regional desde 1992. Ele disse as seguintes frases:

“Ai vai mais uma contribuição, para engrandecer esta grande preciosidade que é este trabalho de divulgação de nossas raízes.”

‘… o forró é um ritmo muito bom e com letras que “mexem”, com o emocional das pessoas, pois retratam o cotidiano da vida com simplicidade.’

Para nosso colaborador, os destaques desse LP são as faixas “Os Cabeludos” e “Festão”, ambas de autoria do próprio Joci Batista.

Joci Batista – Choveu mulher no forró
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* 01. Os cabeludos (Joci Batista)
* 02. Briga de artista (Durval Vieira)
* 03. Garota boa (Joci Batista – José Batista)
* 04. O blusão da Terezinha (Joci Batista – Zezé Martins)
* 05. Minha morena me deixou (Joci Batista)
* 06. Voltei para o mesmo lugar (Joci Batista – Maria Dilmar)
* 07. O circo chegou (Joci Batista – Maria Dilmar)
* 08. O canto da ema (Ayres Viana – Alventino Cavalcante – João do Vale)
* 09. Festão (Joci Batista)
* 10. Choveu mulher no forró (Duda Santos)
* 11. A velha é minha sogra (Joci Batista)
* 12. Deu a louca e se mandou (Joci Batista)

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Zenilton – Forró pra frente

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Depois de alguns pedidos, eis aqui o disco “Forró pra frente” gravado em 1970 pela Chantecler. Zenilton, muito conhecido pelos seus xotes de duplo sentido comecou sua carreira com um estilo um pouco diferente. Seus primeiros LPs pela Chantecler, no final dos anos 1960 traziam uma versão do Zenilton mais comportada.

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Nesse disco Zenilton mostra por que será uma das grandes atrações do Festival Rootstock 2008 regrava “Xodó de motorista”, música de Elino Julião e Dilson Dória lançada originalmente no ano anterior na coletânea “O fino da roça” na voz do próprio Elino Julião e que teve sucesso na voz de Jackson do Pandeiro que a gravou também em 1970.

Zenilton – Forró pra frente
Chantecler – 1970

#01. Apolo 100 (René Bittencourt – Francisco Xavier)
#02. Quase nada (José Ramos – Poly)
#03. Chorando por você (Cícero Constâncio)
#04. Xodó de motorista (Elino Julião – Dilson Dória)
#05. Saudade de Caruaru (Guriatã de Coqueiro – Zé do Baião)
#06. Maria clara (Demetrius)
#07. Forró na casa de farinha (Zenilton – Rago)
#08. O burro (Elino Julião)
#09. Chega de esperar você (Zenilton)
#10. Saudade do meu lugar (Carlos Diniz)
#11. De que valeu (José Augusto)
#12. Severino Mac Cartney (Demetrius)

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Genival Lacerda – As riquezas do Brasil

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Um disco do Genival que comprei, há um bom tempo, num sebo lá do centro de Sampa, numa das primeiras incursões que lá fiz acompanhado do meu camarada DJ Tick, lembro-me que naquele dia, compramos tantos discos que deu um trabalho cão para trazê-los pra casa.

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Genival Lacerda é natural de Campina Grande – PB e começou sua carreira ao mudar-se para a cidade de Recife – PE, na década de 50. Gravou o seu primeiro disco em 1955, e, desde então, gravou em média um álbum por ano, hoje tem bem mais de 100 discos, entre LPs, 78 rotações, compactos e CDs. Em 1964, através de Jackson do Pandeiro, mudou-se para o Rio de Janeiro – RJ.

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Artista de enorme popularidade no nordeste, especializou-se nas letras de duplo sentido, certamente, um dia, terá sua obra estudada, sem preconceito. Quem sabe, quando isso acontecer, ele não seja visto tão superficialmente como acontece hoje. É preciso entendê-lo, não apenas como um oportunista malicioso, mas também como um trovador sertanejo atingido pela sociedade de consumo. (Releitura de um trecho extraído do Tablóide digital)

Produção executiva de Lindolfo Barbosa e Talmo Scaranari, direção artística de Luiz Mocarzel e arranjos de Sivuca. Destaque para “Acabou o gás”, para a faixa título “As riquezas do Brasil” e para “A topada da menina”.

Genival Lacerda – As riquezas do Brasil
1980 – Copacabana

* 01. O disco (Bráulio de Castro – Graça Góis)
* 02. Ô menina, chega cá (Dominguinhos – Guadalupe)
* 03. Acabou o gás (Jota Lima – Graça Góis)
* 04. Nordeste capital São Paulo (Bráulio de Castro – Graça Góis)
* 05. O dedo (Gaúcho da Fronteira)
* 06. Saudade de Mariana (João Caetano – Graça Góis)
* 07. As riquezas do Brasil (Durval Vieira – Tony Dim)
* 08. A topada da menina (Genival Lacerda – Antonio Clemente)
* 09. A diferença do rico e do pobre (Luiz Boquinha – Graça Góis)
* 10. O vendedor de purgante (Luiz Vieira)
* 11. Apelo de caboclo (José Orlando – Graça Góis)
* 12. Quer vender eu compro (Durval Vieira – Zé da Silva – Graça Góis)

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