Jackson do Pandeiro e Almira Castilho

Outro dia estava conversando com o Tick, quando ele me mostrou esse video com o Jackson e a Almira. Comentamos sobre as conversas de bastidores, que citavam alguma inimizade entre Jackson e Luiz Gonzaga, pra balançar essa teoria, assistam, vale a pena:

José Nelson produziu um documentário em 16mm com este grande artista brasileiro, dois anos antes da sua morte. site: www.jose-nelson.com
Depoimento de fatos marcantes de sua vida e sua contribuição para a Música Popular Brasileira, onde criou um estilo próprio que veio influenciar vários artistas. Tendo participado em dez filmes nacionais apresentamos fragmentos de “Cala a boca Etelvina” rodado no Rio de Janeiro em 1958.(Texto extraído do you tube)

Livro – Hermeto Pascoal – Song Book

hermetopascoal

Recebemos do Jaílson, frequentador do Blog, esse Song Book do Hermeto. Ainda não tínhamos publicado nenhum Song Book, mas é uma boa idéia, se alguém tiver o Song Book do Gonzagão, podia mandar pra gente disponibilizar aqui.

hermeto

Hermeto Pascoal nasceu em Olho d´Água e criado em Lagoa da Canoa, na época município de Arapiraca, estado de Alagoas, em 22 de junho de 1936.

hermeto2

‘Os sons da natureza o fascinaram desde pequeno. Até o 8 baixos de seu pai, de sete para oito anos, ele resolveu experimentar e não parou mais. Dessa forma, passou a tocar com seu irmão mais velho José Neto, em forrós e festas de casamento, revezando-se com ele no 8 baixos e no pandeiro.’ (Foto e palavras extraídas do sítio oficial do Hermeto)

Importante: Só para músicos!!!

Para baixar esse Song Book, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

CD – Banda de Pifanos de Caruaru – Tudo isso é São João

img_0079

Após 19 anos sem gravar, a Banda de Pífanos de Caruaru lança seu primeiro CD “Tudo Isso É São João”, no mesmo ano em que perde Benedito Clarindo Biano, um de seus fundadores. Hoje com 84 anos ou mais de história, a banda continua familiar, nesse disco era composta por Sebastião Biano (pífano), Amaro Biano (surdo/voz), José Biano (prato/voz), Gilberto Biano (caixa/voz) e João Biano (zabumba/voz), além da participação de Oswaldinho do acordeon.

‘A palavra pífano deriva do verbo germânico “pfeiffen” (assoprar). A origem do pífano, remonta aos beduínos orientais e berberes norte-africanos, povos árabes que dominaram por quase um milênio as terras da Espanha e Portugal. Embora a flauta já existisse na Europa, tocada da boca pra fora, longitudinalmente, a forma transversa caracteriza um modo tipicamente árabe de tocar o instrumento.

Em Portugal no século XVI, o Renascimento e a influência cristã promoveram a instauração de uma cultura, “puramente” européia, chegando o clero a condenar o uso de escalas musicais árabes nas músicas. Tal proibição não vingou entre as classes mais baixas que continuaram utilizando o pífano , a rabeca e a viola.

Foram estes, os degradados, aventureiros, gente do povo, os que não se despiram do que haviam aprendido com a presença árabe e judia na Ibéria dominada, que embarcaram nas primeiras naus a aportarem no Brasil.

Uma vez por aqui, não houve patrulha quanto a modos, ou sonoridades. Aconteceu o inevitável: da miscigenação com sonoridades negras e indígenas. Marcados pelo ritmo, pulsante e colorido estes toques rústicos são ainda hoje executadas por pífanos, tarol, prato, caixa, surdo e prato e , dependendo do lugar, com triângulo e ganzá.

Seja Cabaçal, Zabumba, Banda de Pífanos na Bahia ou Esquenta Mulhé, as bandinhas ainda hoje tocam em festejos religiosos, comícios, enterros, batizados e em demostrações públicas em todos os estados nordestinos.’ (Trexos extraídos do sítio Música nordestina)

Banda de Pifanos de Caruaru – Tudo isso é São João
1999 – Trama

* 01. Assum preto (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
* 02. Sanfoneiro contratado (Francisco Azulão – Genésio Guedes)
* 03. Balão azul (Sebastião Biano)
* 04. Capital do agreste (Onildo Almeida – Nelson Barbalho)
* 05. Cana caiana (Alceu Valença)
* 06. Isso aqui tá bom demais (Nando Cordel – Dominguinhos)
* 07. Petrolina, Juazeiro (Jorge de Altinho)
* 08. Asa Branca (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
* 09. Zoar (Zé da Flauta – Carlos Fernando)
* 10. Carapéba (Julinho – Luiz Bandeira)
* 11. Tudo isso é São João (Onildo Almeida)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

post image

Marinês – Vamos xaxar

O áudio é uma colaboração do Thiago Silva, de Recife – PE, a capa foi enviada pelo Zé Lima, de Niteroi – RJ. A contra capa que nos enviou foi o DJ Rick, de São Paulo.

“A curiosidade é que são 04 discos de 78RPM que foram juntados e relançados em 10 polegadas, ou seja, essas músicas que estão aí já tinham sido lançadas em 78RPM. Então eis a lógica: quem não tinha vitrola de 78RPM poderia ter aquelas músicas em LPs normais o long play.”

contra-capa1

Um áudio extraído do vinil com altíssima qualidade. Destaque para “Que côco é esse” de Maruim, além, é claro, das clássicas, os xotes “Peba na pimenta” e “Pisa na fulô”.

Marinês – Vamos xaxar
1957 – Sinter

* 01. Quando a terra tá moiada (Zé Dantas)
* 02. Que côco é esse (Maruim)
* 03. Peba na pimenta (José Batista – João do Vale – Adelino Ribera)
* 04. Quero ver xaxar (Antônio Correia – Silveira Jr. – João do Vale)
* 05. Quadrilha é bom (Zé Dantas)
* 06. Segredo do sertanejo (José Candido – João do Vale)
* 07. Pisa na fulô (Silveira Jr. – Ernesto Pires – João do Vale)
* 08. É sempre assim (Tito Mendes – Caubi Melo)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

Zenilton – Eu vou botar o saco pra dentro

zenilton-saco-frente

Zenilton passou a maior parte da carreira gravado pela Copacabana, onde gravou um disco por ano e permaneceu nela por 22 anos, até o fechamento da empresa, segundo ele mesmo, por causa da pirataria.

Esse é um dos exemplos do final da década de 1980, com letras engraçadas mas bastante óbvias, o que não pode deixar de ser citado é o balanço. É muito balanço, muito bom pra se dançar e a qualidade da gravação e da mixagem é exepcionalmente boa.

zenilton-saco-verso

Arranjos de Chiquinho do acordeon, destaque para “O telefone” de Genésio Guedes e Zenilton, que poderia muito bem ser uma vinheta da sua operadora nas propagandas de telefonia atuais.

Zenilton – Eu vou botar o saco pra dentro
1987 – Copacabana

* 01. O saco de cimento (Antonio Sima – Zenilton)
* 02. Vampiro brasileiro (Zenilton – Juarez Santiago)
* 03. O ciumento (João Lourenço – Zenilton)
* 04. No mesmo clima (Zé Duarte – Zenilton)
* 05. Coisa preta (Juarez Santiago – Zenilton)
* 06. A coceira (Juarez Santiago – Zenilton)
* 07. Toca sanfoneiro (Zenilton – Edson Alves)
* 08. Tabaco, o gostoso da novela (Juarez Santiago – Zenilton)
* 09. O telefone (Genésio Guedes – Zenilton)
* 10. Santo de casa não faz milagre (Zenilton – João Lourenço)
* 11. Eu te laço (Zé Duarte – Zenilton)
* 12. Vou gozar a vida (João Caetano – Zenilton)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

Sebastião do Rojão – Show

capa

Olá amigos do Blog Forró em Vinil, eu DJ Rick estou novamente fazendo uma colaboração a esse excelente trabalho de popularização da música regional nordestina. Quem sabe, em médio prazo, não poderemos ouvir um bom forró pé-de-serra em outros meios de comunicação de massa. Hoje o disco postado é o “Show” de Sebastião do Rojão, se eu não estou enganado seu primeiro LP.

Sebastião do Rojão, cujo nome verdadeiro é Sebastião Ferreira Costa, é natural da cidade de Garanhus – PE, nascido em 06/03/1935. Sua primeira apresentação em público foi num circo que se exibia em sua cidade natal, quando foi convidado para integrar a trupe. Tinha doze anos e além de cantar, desempenhava as mais difíceis tarefas do circo, como: malabarista, acróbata, saltador, humorista, enfim tudo que lhe era possível fazer.

contra-capa

Sebastião do Rojão viajou pelo Brasil, até que chegou ao Rio de Janeiro, participou dos mais famosos programas de radiofonia carioca. Foi para São Paulo e descobriu que a Rádio Nacional de São Paulo estava à procura de novos valores, inscreveu-se para um teste, do qual participaram 1200 candidatos e foi o único a ganhar a nota máxima.

Um contrato de exclusividade foi firmado com a Organização Victor Costa, para atuar em rádio e televisão, simultaneamente, aparecendo com destaque nos maiores programas daquela organização. Estreou no disco levado pelas mãos do consagrado acordeonista Mário Zan. Seu primeiro grande sucesso foi “Carestia”, que se classificou, durante várias semanas nas paradas musicais nordestinas. (Texto e disco enviados pelo DJ Rick – SP)

Sebastião do Rojão – Show
1964 – Chantecler

01. Amor e ciume (Italúcia – Sebastião do Rojão)
02. Salário não é carangueijo (Julio Antonio – Sebastião do Rojão)
03. Três pedidos (Jackson do Pandeiro – Ricardo Lima Tavares Maruim)
04. Glorioso São João (João Gualberto do Carmo – José Russo)
05. Bola de baiano não é côco (Julio Antonio)
06. O sofrimento das muié (Sebastião do Rojão)
07. Tenha dó de mim (Sebastião do Rojão – Praxedes Silva)
08. Helena (Julio Antonio – Italúcia)
09. Vê se aguenta (Venâncio – Corumba)
10. Carestia (Sebastião do Rojão – Wanderley Zan)
11. Você sabia (João Gualberto do Carmo – João Borges)
12. Dia 40 (Manezinho Araújo)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

Zé Marcolino – Sala de reboco

dsc05240

Na semana passada, recebemos do amigo “Nordestino” alguns discos, um pernambucano que prefere ficar no anonimato, e que, numa atitude nobre, tirou do anonimato um disco bastante raro, além de ser belíssimo. O nosso colaborador virtual “Nordestino” escreveu as seguintes palavras:

“Zé Marcolino foi um grande compositor, principalmente com músicas cedidas à Luiz Gonzaga. Ele nasceu em Sumé, na Paraíba. Depois foi morar em Serra Talhada – PE. Faleceu em acidente automobilístico, acho que nos anos 80… Esse é o único disco gravado por ele (com acompanhamento do Quinteto Violado) é uma raridade. Parece que só foram feitas 1000 cópias”

Zé Marcolino ficou conhecido como o poeta de Sumé – PB, nascido José Marcolino Alves, em 28/6/1930. Cantava nas festas de sua cidade natal, trabalhou como carpinteiro, barbeiro e vaqueiro, entre outras atividades. Fazia músicas e sonhava em poder mostrá-las para Gonzagão.

dsc05241

Em 1961, conheceu- o em Sumé, mostrou-lhe algumas e foi convidado para ir ao Rio de Janeiro. Lá produziu, pela RCA, junto com o Rei, o LP “Ô véio macho” que contém seis composições suas, além de tocar gonguê no disco.

Seu maior sucesso, o xote “Sala de reboco”, tem mais de 30 regravações. Além de Luiz Gonzaga, teve suas músicas gravadas por artistas como Trio Nordestino, Dominguinhos, Assisão, Genival Lacerda e Ivan Ferraz, entre outros.

Produção artística do Quinteto violado, direção musical de Toinho Alves, gravado nos estúdios Rozemblit em Recife – PE e sanfonas de Pinto do acordeon e Arlindo. Destaque para “Santo fingido” e “Morena feiticeira”.

Zé Marcolino – Sala de reboco
1983 – Chantecler

01 Numa sala de reboco (José Marcolino – Luiz Gonzaga)
02 Santo fingido (José Marcolino)
03 Flor de camarú (José Marcolino)
04 Rainha do Moxotó (José Marcolino)
05 Morena feitiçeira (José Marcolino – Maria Rita)
06 Baiana cheirosa a côco (José Marcolino)
07 Eu e ela na fogueira (José Marcolino)
08 Pássaro fura barreira (José Marcolino – Dero)
09 Louvação ao inverno (José Marcolino)
10 Côco paraibano (José Marcolino)
11 Pássaro carão (José Marcolino – Luiz Gonzaga)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

post image

Sabino José – Nordestino saudoso

Ontem encontrei o Rogerinho, que para minha surpresa, me presenteou com esse LP do Sabino José. Fiquei feliz pelo presente, é claro, mas fiquei mais feliz por ter acesso a um artista que, até então, não conhecia. Muito bom por sinal. Valeu Rogerinho!

Como nada é perfeito, não consegui achar nenhuma informação sobre a vida desse cabra, mas tudo bem, fazer o que? Se alguém souber e puder nos mandar informações sobre ele, nós gostaríamos de saber. Segundo o amigo e pesquisador pernambucano Thiago Silva, o Sabino é natural de Mata grande, que é uma cidade do sertão alagoano. Curiosamente, a capa e o rótulo vieram com um erro de impressão na ordem das músicas, nada que comprometa.

Surpreendentemente, o disco, pela qualidade que apresenta, foi gravado em 8 canais e recheado de medalhões, produção de Zé Paraíba e Renato Leite, acordeon de Cesar do acordeon e zabumba de Zito. Destaque para “Receita quente”, “Rela bucho diferente”, “Esse cara não me engana” e “Quem avisa amigo é”.

Sabino José – Nordestino saudoso
Jopa

01 Minha gatinha (Jota Lima)
02 Não me ponha na cozinha (Sabino José – José Caurino)
03 Mata grande (Sabino José – Luiz Rodrigues)
04 Daniela (Osmar Torres)
05 Vou voltar pro norte (Cesar do acordeon)
06 Rela bucho diferente (Edgard Ferreira)
07 Nordestino saudoso (Cesar do acordeon)
08 Receita quente (Jota Lima – Italúcia)
09 Bode do sapatão (Agustinho Juclê)
10 Esse cara não me engana (Sabino José – Luiz Rodrigues)
11 Quem avisa amigo é (Jota Lima)
12 Moxotó (Edgard Ferreira)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

Entrevista com Dominguinhos

Outro dia, eu estava conversando com o Cacai Nunes, músico, DJ e produtor musical, de Brasília – DF, e ele me mostrou este video que, até então, eu ainda não tinha visto. É um registro do genial Programa Ensaio, veiculado pela TV Cultura e gravado por ele. No video, o mestre Dominguinhos fala sobre o forró de Pedro Sertanejo, a infância de Oswaldinho, a gravadora Cantagalo, etc.

Além de um trecho de “Roseira do norte” de Pedro Sertanejo, Dominguinhos executa “Ingratidão” de Zé do Baião, música gravada em seu primeiro LP.

Felizmente pessoas assim se preocupam em dividir esse material. Cacai tem um blog onde também divulga a cultura brasileira, o Acervo Origens.

post image

CD – Coletânea – 1º Festival de Forró Pé de Serra Remelexo Brasil

2005-1festivaldeforropedeserra-capa

Em 2005, uma das casas mais tradicionais de São Paulo realizou um festival para mostrar os trabalhos que as novas bandas paulistanas estavam fazendo.

2005-1festivaldeforropedeserra-imagem

O resultado desse festival pode ser verificado nesse CD lançado em parceria com a Candeeiro discos.

2005-1festivaldeforropedeserra-verso

Esse CD é formado por 15 faixas, sendo as 11 primeiras faixas das 11 bandas classificadas no festival, e encerrando o CD, nas suas últimas 4 faixas, foram convidados os 4 trios de maior expressão aqui de São Paulo, Trio Virgulino, Trio Xamego, Trio Sabiá e Trio Araripe.

Coletânea – 1º Festival de Forró Pé de Serra Remelexo Brasil
2005 – Candeeiro

01. Margarida – Pé´d´Pexe (Biguá)
02. Fim do mundo – Forró Bolado (Roberto Pinheiro – Edvaldo Lopes – Wilson Lopes)
03. Ajoelhou tem que rezar – Espalha Brasa (José Adélio)
04. Batedor de valentão – Mussambê (Cristiano Oliveira)
05. Xote a beira mar – Beira d´água (Clodoaldo A. Ribas)
06. Sinais – Kayapó (Luiz Feijoli)
07. Que nem trem – 4ºteto Boca Mole (Ivan Dias – Tete Albuquerque)
08. Ilusão – Canelaseca (Rubens Cardoso da Silva – Rubinho)
09. Jeito de menina – Sandaia (Jonathan Glauber Vieira)
10. Lembranças – Forró Nativo (Almir Cruz – André Rodrigues)
11. Dia de sol – Hamerê (Gilberto)
12. Mulher dengosa – Trio Sabiá (Aluísio Cruz – Tio Joca)
13. Lágrimas de uma sanfona – Trio Xamego (Dió Araujo)
14. Xote pra Lia – Trio Virgulino (Bosco de Carvalho – Enok Virgulino)
15. Forró na fazenda – Trio Araripe (Benício Guimarães)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

1 492 493 494 495 496 536