CD – Zé Duarte – Tô nem ai

Há alguns dias, conheci o Zé Duarte e ele me mandou esse CD através do meu amigo Madruga. Mesmo com a queda de popularidade que o forró sofreu aqui no sudeste, na década de 1990, sua carreira continuou normalmente e ainda é bastante produtiva no nordeste, principalmente na Bahia.

Gravado em Caruaru – PE, esse CD é o vigésimo oitavo álbum lançado pelo Zé Duarte, que continuou lançando um trabalho por ano desde quando seu nome se tornou conhecido e sua composições estouraram nas paradas, durante a década de 1980.

Arranjos de Duda da Passira e Luciano Magno, acordeons de Duda da Passira e Zabumba de Quartinha. Destaque para “Meu forró é assim” de autoria do próprio Zé.

Zé Duarte – Tô nem ai
2008

01 Feliz da vida (Flávio Leandro)
02 Na boca do povo (Zé Duarte – Claudio Neves)
03 Ponte final (Flávio Leandro)
04 Fim de festa (Flávio Leandro)
05 Eu tê te querendo (Zé Duarte)
06 Paixão tirana (Flávio Leandro)
07 Doidinho por você (Geraldo Siqueira – Zé Duarte)
08 Meu forró é assim (Zé Duarte)
09 Medo de te perder (Geraldo Siqueira – Zé Duarte)
10 Não nego fogo (Geraldo Siqueira – Zé Duarte)
11 Nem tudo brilha (Zé Duarte – Durval Vieira)
12 Na casa do rei (Flávio Leandro)
13 Nada sou sem você (Geraldo Siqueira – Zé Duarte)
14 Não sei quem foi (Zé Duarte – Durval Vieira)

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Luiz Gonzaga – O homem da terra

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Dedico essa postagem ao amigo Danilo Ramalho, do Trio Dona Zefa, de Campinas – SP, sem dúvida a maior revelação do forró pé-de-serra aqui do sudeste.

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“… Quando Luiz Gonzaga canta, ele mostra que somos um só povo, sua voz falada mesma esperança, traz a mesma alegria. Num forró, numa praça do interior, num teatro de universidade, nossa gente se revela igual: moço, velho, menino, rico ou pobre, letrado ou não, todos se encontram nesse homem.

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Luiz Gonzaga é o rei, o santo, o profeta, o herói, o moleque debochado, o poeta sanfoneiro que canta e conta nossas histórias. …”(Trecho do poema de Tereza Souza, extraído da contra capa)

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Participação de Gonzaguinha na faixa “A triste partida” de Patativa do Assaré. Produção de Luis Bandeira, arranjos e regência de Orlando Silveira, acordeons de Chiquinho, Genário, Orlando Silveira e Luiz Gonzaga, violão de 7 cordas de Dino, ritmo de Azulão e Toinho, entre outros. Destaque para “Siri jogando bola” de Luiz gonzaga e Zé Dantas.

Luiz Gonzaga – O homem da terra
1980 – RCA

* 01. Mamulengo (Luiz Bandeira)
* 02. O homem da terra (Walter Santos – Tereza Souza)
* 03. A triste partida (Patativa do Assaré)
* 04. Siri jogando bola (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
* 05. Estrada de Caninndé (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
* 06. Lá vai pitomba (Luiz Gonzaga – Onildo Almeida)
* 07. O mote (maquinista e sacristão) (Luiz Bandeira)
* 08. Cananã (Venâncio – Aparício Nascimento)
* 09. O adeus da asa branca (tributo a Humberto Teixeira) (Dalton Vogeler)
* 10. Cego aderaldo (João Silva – Maranguape)
* 11. Tropeiros da Borborema (Rosil Cavalcanti)

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Os 3 do Nordeste – 20 anos de forró

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“Vinte anos de luta titânica e de retumbantes sucessos, Os 3 do nordeste estão lançando no mercado mais essa obra prima do cancioneiro popular nordestino, o seu 200 LP de forró; forró do melhor quilate, da melhor qualidade, que é sua marca registrada.” (trecho inicial do texto de José Moysés, extraído da contra capa)

Uma das últimas formações dos 3 do nordeste, com Zé Pacheco, Marrom e Parafuso. Com várias músicas autorais e uma levada bem pra frente.

Participação especial dos Magníficos de Monteiro na música “Sou feliz” de Maciel e Marrom.

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Arranjos, Zé Pacheco e Parafuso, sanfonas de Zé Pacheco e Jotinha, zabumba de Parafuso e triângulo de Marrom, coisa rara os próprios músicos terem gravado os instrumentos nesse disco. Destaque para “Igual beija na fulô” de Gavião e Zé Pacheco e para “Café com leite” de Gilvan Neves e Marrom.

Os 3 do Nordeste – 20 anos de forró
1993 – Art Show

* 01. Igual beija na fulô (Gavião – Zé Pacheco)
* 02. Aqui não fico só (Anastácio de Oliveira – Zé Pacheco)
* 03. Café com leite (GIlvan Neves – Marrom)
* 04. Toque sanfoninha (Parafuso – Zé Cardoso)
* 05. Sou feliz (Maciel – Marrom)
* 06. 20 anos de forró (Parafuso – Zé Pacheco – Aristeu Melo)
* 07. Eu faço amor (Parafuso – Ajalmar Maia)
* 08. No fungadinho (Zenilton – 1º Sgt Pereira)
* 09. Forró xen em em (Parafuso – Zé Pacheco)
* 10. Se eu te pegar (J. Santos – Lisete – Lisivete)

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Zenilton

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Hoje eu tive o privilégio de conhecer o Zenilton pessoalmente, fui encontrá-lo no estúdio Art Brasil para assistir a um ensaio, afinal ele ficou de preparar um repertório diferenciado pra fazer um show especial no Festival Rootstock 2008.

Como são quase 50 anos de carreira, ele está relembrando as músicas mais antigas, das décadas de 1960 e 1970 para juntar com os grandes sucessos e até com algumas composições ainda inéditas, preparando assim o repertório de uma apresentação única e épica.

Zenilton – Parece mas não é

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Dando sequência as postagens semanais sobre Zenilton, separamos para hoje um disco não muito conhecido dele, o “Parece mas não é”, lançado em 1976, um dos últimos álbuns ainda pela gravadora Continental, com o selo Musicolor, antes de assinar com a Copacabana.

Durante sua carreira, que começou a ser registrada fonográficamente em 1959, gravou 06 discos de 78RPM, 04 compactos duplos, 42 LPs e 08 CDs.

Nesse LP Zenilton abusa na quantidade de xotes, que são a maioria do disco. Uma boa parte das faixas são regravações como por exemplo “Pescaria em Boqueirão” de João Gonçalves e Messias Holanda e “Tira a roupa do arame” gravada por Pirril no mesmo ano, hoje em dia Pirril é conhecido como Edson Duarte.

Zenilton – Parece mas não é
MusiColor – 1976

#01. Áz de copas (João Gonçalves – Genival Lacerda)
#02. Pescaria em Boqueirão (João Gonçalves – Messias Holanda)
#03. Tira a roupa do arame (Severino Candido – Pirril)
#04. Caiu na ponte (Cecéu)
#05. A dona da padaria (Inhozinho – Teddy Jones)
#06. Vendedoora de rapé (Antonio A. Ribeiro – Edmilson Rodrigues)
#07. A velha debaixo da cama (Jonas de Andrade)
#08. Mariá (Messias Holanda – João Gonçalves)
#09. A Marilu é minha (José Carlos – Zenilton)
#10. Moças brasileiras (Zenilton – Durval Vieira)
#11. Arropiado (Jota Lima)
#12. Como demorou (Assis Barros – Raymundo evangelista)

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Geraldo Correia – Este é meu

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Geraldo Correia foi um dos grandes sanfoneiros de oito baixos que o Brasil conheceu. Esse disco tem uma bela seleção de ritmos, onde o mestre demonstra toda sua versatilidade e habilidade com o fole de oito baixos, em arranjos maravilhosos, muito bem mixados.

A maioria das músicas é instrumental, soladas de 8 baixos, e entre elas duas faixas cantadas, “Humilhação”, um samba de Júlio Ricardo e Graça Góis, e “Sogra cuviteira” de João Gonçalves em parceria com Geraldo Correia.

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Curiosamente o título do álbum não está impresso na capa, apenas no rótulo do LP. Produção do genial Lindolfo Barbosa, o Lindú, destaque para as instrumentais “Este é meu”, “Forró do seu Vavá” e para “Choradeira”.

Geraldo Correia – Este é meu
1976 – Copacabana

* 01. Este é meu (Geraldo Correia)
* 02. Morando no baixo (Geraldo Correia – Zé Mamede)
* 03. Forró do seu Vavá (Geraldo Correia – Graça Gois)
* 04. Humilhação (Julio Ricardo – Graça Gois)
* 05. Forró em Natuba (Geraldo Correia)
* 06. Chorinho quadrado (Geraldo Correia)
* 07. Sacodindo a poeira (Manoel Serafim – Damião Bispo)
* 08. Lembrança de Severino Correia (Geraldo Correia)
* 09. Sogra cuviteira (João Gonçalves – Geraldo Correia)
* 10. Quebrando as pernas (Geraldo Correia – Célio C. M.)
* 11. Merengue quente (Geraldo Correia)
* 12. Choradeira (Geraldo Correia)

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Sivuca – Cabelo de milho

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Para começar a semana com o pé direito, homenageio com essa postagem, o maior acordeonista brasileiro, Severino Dias de Oliveira, o Sivuca.

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Ficou mundialmente conhecido por seus arranjos e por seu dom ao tocar a sanfona, foi cultuado por fãs e instrumentistas, entretanto, nesse disco, felizmente, Sivuca deixou também sua voz gravada em algumas faixas.

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Participação de Fagner na faixa “No tempo dos quintais”, de Glorinha Gadelha na faixa “Macho e fêmea”, ambas composições de autoria do Sivuca em parceria com Paulinho Tapajós e participação especial de Clara Nunes na faixa “Estrela guia”, de Sivuca e Paulo César Pinheiro.

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Arranjos e regência de Sivuca, produção de Sivuca, Glórinha Gadelha e Talmo Scaranari, entre sambas e músicas intrumentais, uma obra prima, destaque para “Te pego na mentira” de Sivuca e Glorinha Gadelha.

Sivuca – Cabelo de milho
1980 – Copacabana

* 01. Energia (Sivuca – Glorinha Gadelha)
* 02. No tempo dos quintais (Sivuca – Paulinho Tapajós)
* 03. Te pego na mentira (Sivuca – Glorinha Gadelha)
* 04. Músicos e poetas (Sivuca)
* 05. Macho e fêmea (Sivuca – Paulinho Tapajós)
* 06. Cabelo de milho (Sivuca – Paulinho Tapajós)
* 07. Estrela guia (Sivuca – Paulo Cesar Pinheiro)
* 08. Cantador latino (Sivuca – Paulo Cesar Pinheiro)
* 09. Cada um torce como pode (Sivuca)
* 10. Feira de mangaio (Sivuca – Glorinha Gadelha)

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CD – Trio Candieiro – Alumiando o salão

O Trio Candieiro nasceu numa das maiores escolas de forró do Rio de Janeiro, o “Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas”, popularmente conhecido como “Feira de São Cristóvão”.

Certo dia, Rodrigo Rodrigues, o Rodrigo Cutia, mineiro, (zabumba) conheceu Vanderlei Junior, conhecido como Lelei, carioca, (voz e triângulo), tocando na “feira” e logo depois conheceram e convidaram Fabiano Santana, o Lango Lango, também mineiro, (voz e sanfona), formando assim o Trio Candieiro.

Sua principal característica é a animação em seus shows, não há quem não se contagie com a alegria e a animação desses meninos, que por amor e dedicação ao forró, enaltecem a cultura nordestina. O Trio Candieiro veio pra mostrar que nem só de genealogia vive o forró e para também levantar a bandeira do Forró Pé-de-Serra. (Resumo do release do trio)

Trio Candieiro – Alumiando o salão
2008

01 Sertão Potiguá (Lelei Jr. – Fabiano Santana)
02 Vou cantar (Fabiano Santana)
03 Caminhos da paixão (Fabiano Santana)
04 Mistérios da manhã (Lelei Jr. – Fabiano Santana)
05 Como eu pedi (Fabiano Santana)
06 A chuva (Lelei Jr. – Fabiano Santana)
07 “Cariodestino” (Lelei Jr. – Fabiano Santana)
08 Chego no fuá (Fabiano Santana)
09 Flor de Juazeiro (Lelei Jr. – Fabiano Santana)
10 Balanço maneiro (Fabiano Santana)
11 Pra você (Fabiano Santana)
12 Casa amarela (Fabiano Santana)
13 Homenagem à Ratinho do acordeon (Fabiano Santana)

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CD – Forró de Itaúnas – Primeiro Festival

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Hoje preparamos um CD que deixa um pouco de lado o pé-de-serra e tende um pouco mais para o lado do “Forró Universitário”. Porém esse é um trabalho importantíssimo para entender o movimento do forró aqui pelo sudeste.

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Há mais de uma década, estudantes da USP começaram a organizar festas com o forró, quem tocava nessas festas era o Trio Virgulino. Com o tempo as festas foram crescendo e várias casas do gênero foram abrindo.

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Quando o movimento já estava estabelecido nas capitais do sudeste, sustentado por estudantes universitários foi “descoberto” Itaúnas, uma vilazinha no norte do Espírito Santo. Hoje em dia Itaúnas é considerada a capital do forró do sudeste.

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Em 2001 a cidade preparou o primeiro Festival de Forró de Itaúnas, para aquecer um pouco mais o forró no meio do ano. E esse CD que postamos aqui hoje é o resultado desse primeiro festival, com as 13 bandas melhores classificadas.

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Encontramos nesse CD grandes clássicos, que são cantados pelas bandas até hoje, como “Pássaro Preto” do Trio Lubião a música vencedora do festival. Temos também “Saudades de Itaúnas” da banda Forró MandaChuva e “Terrinha” da Banda Pé no Chão, hoje o Bando de Maria.

Forró de Itaúnas – Primeiro Festival
Candeeiro – 2001

#01. Passáro Preto – Trio Lubião (Leonardo Junqueira)
#02. Osmarim salgado doce – Corindó (Leandro Ambrósio – Ítalo Haver)
#03. Vem cá – Forró de Saia (Carlinhos Axé – Antonio Carlos)
#04. Saudade de Itaúnas – Forró MandaChuva (Luciana Lima)
#05. Terrinha – Banda Pé no Chão (Thiago Mazzilli)
#06. Lembrança da casinha – Xote de Colo (João Henrique)
#07. Jerimum em Itaúnas – Trio Jerimum (Zecimar, Miudinho – Ratinho)
#08. Vento dos sonhos – Banda Cataia (Rodrigo Fonseca)
#09. Recomeço – Banda Bagana (Robson Guedes)
#10. Xote de Itaúnas – Banda Karalarga (Jeffinho)
#11. Te encontrar – Cipó Cravo (Alysson – Leo)
#12. Da cor brasileira – Trio Girassol (Beto Pepe)
#13. Vida seca – Banda Pizindim (Tina Dias)

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Zenilton – Educa o branco, educa o preto

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Hoje, pela primeira vez, tive o privilégio de conversar com o Zenilton, que será uma das atrações do Festival Rootstock 2008, liguei pra ele pra pegar algumas informações e compor um release sobre sua tragetória.

José Nilton Veras, mais conhecido por Zenilton, nasceu em Salgueiro – PE no dia 14/ 02/39. Começou a tocar sanfona aos 14 anos, e a contra-gosto do pai, que era dentista, trabalhava no exército e achava que a carreira como músico não levaria a nada.

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Mais um disco do Zenilton, que em alguns trabalhos, assim como esse, usava o refrão de uma das músicas pra dar título ao álbum, músicas que tinham nome diferentes de seus refrões. No caso desse disco, o título é Educa o branco, educa o preto e a música chama-se “Sem preconceito”, de Juarez Santiago e Zenilton.

Arranjos de Maestro Chiquinho, destaque para “Eu sou budista” Juarez Santiago e Zenilton e “O gato da minha prima” Zezé Martins e Zé Duarte.

Zenilton – Educa o branco, educa o preto
1988 – Copacabana

* 01. Não me deixe (Zé Duarte – Zenilton)
* 02. Eu sou budista (Juarez Santiago – Zenilton)
* 03. Ela foi, vem já (Zenilton)
* 04. O gato da minha prima (Zezé Martins – Zé Duarte)
* 05. O pobre e o rico (Zenilton – João Lourenço)
* 06. Moça teimosa (João Caetano – Zenilton)
* 07. Sem preconceito (Juarez Santiago – Zenilton)
* 08. O cambalacho (Zenilton)
* 09. O gato pega (Zenilton – Genésio Guedes)
* 10. Assim não dá (João Lourenço – Zenilton)
* 11. Aquilo (Onildo Almeida – Zenilton)
* 12. A ingratidão (Zenilton)

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