Antonio Barros e Cecéu em entrevista

Depois de um tempo aqui enrolando finalmente começaremos a postar a série de 10 entrevistas realizadas por Osvaldo Travassos, produtor e locutor do programa “Paraíba é sucesso”, da Radio Tabajara FM de João Pessoa, na Paraíba.

Nessa super entrevista vamos ouvir um pouco da história desse que é sem duvida nenhuma o maior compositor da história do forró.

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Jackson do pandeiro – 78RPM

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Esse domingo contaremos mais um pouco da história de Jackson do Pandeiro apresentando esse que, até então, é o primeiro 78 rpm dele aqui do blog. Um ano após sua primeira gravação cuja venda ultrapassaria as 50 mil cópias vendidas, em 1954 grava diversos discos pela Copacabana e o álbum de hoje é um deles.

Gravado na “Rádio Jornal do Comércio” (Recife) com direção musical de Clóvis Pereira, Jackson do Pandeiro com Orquestra e Côro lança “Micróbio no Frevo” de Genival Maceto, que teve composições gravadas, entre outros, por Carmélia Alves, Expedito Baracho, Os Cancioneiros e Gilberto Fernandes e “Vou Gargalhar” de Edgar Ferreira.

Os críticos até hoje ficam abismados com a facilidade de Jackson em cantar os mais diversos gêneros musicais. Nesse álbum temos suas performances em samba e frevo. (Texto e disco enviados por DJ RICK)

Jackson do pandeiro – 78RPM
1954 – Copacabana

Lado A – Micróbio no frevo (Genival Maceto)
Lado B – Vou gargalhar (Edgar Ferreira)

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Zé Duarte – Eu amo a Bahia

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José Duarte Filho, ou apenas Zé Duarte, nasceu no dia 15 de dezembro de 1954 na cidade de Garanhuns em Pernambuco.

O artista, que atualmente está com 50 anos de idade, disse, quando veio fazer um show aqui em São Paulo em 2005, ‘Sinto muito orgulho de poder tocar para essa juventude, pois venho de uma época que nós tirávamos a sanfona do estojo e carregavamos ela em um saco para ninguém saber o que era. Até o próprio nordestino tinha vergonha de dizer que ia a um salão de forró’, ele afirma.

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Uma frase marcante do Zé Duarte: ‘Na minha concepção o forró é como o sangue que corre nas veias. E digo mais, o forró é tão bom que se fosse comida ninguem morreria de fome.’ (Trechos extraídos do sítio do Forró de respeito)

Zé Duarte – Eu amo a Bahia
Eldorado

01 Ribimboca da parafuseta (Durval Vieira – Zé Duarte)
02 Melô do funga – funga (Durval Vieira – Zé Duarte)
03 Mulher de qualidade (Durval Vieira – Zé Duarte)
04 Meu anjo, meu mel (Durval Vieira – Zé Duarte)
05 Previsão – outro mundo (Durval Vieira – Zé Duarte)
06 Você é minha gatinha (Durval Vieira – Zé Duarte)
07 Menino cagoêta (Durval Vieira – Zé Duarte)
08 Dance compadre (Durval Vieira – Zé Duarte)
09 Vaca holandesa (Zé Vieira – Zé Duarte)
10 Eu amo a Bahia (Isaac Lucas – Zé Duarte)
11 Gingado gostoso (Durval Vieira – Zé Duarte)
12 Flor do sertão (Zé Vieira – Zé Duarte)

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Trio Estrela do Norte – Forró na Paulicéia

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O disco de hoje é um álbum que tenho muito carinho, alias eu o comprei com o próprio José dos Santos Silva (O Rouxinol Paraibano).

Uma peculiaridade que vale a pena salientar nesse LP é que não colocaram o nome do trio no álbum, Trio Estrela do Norte (informação dada pelo RouxinolParaibano). Outra curiosidade no disco é que as músicas são interpretadas por diversos vocalistas, no lado “A” por Rouxinol Paraibano e o lado “B” por Toninho, Eloi Alegria do Norte e Maria do Xaxado.

“Você deve ter gostado do outro cantor” são palavras que o Rouxinol humildemente me disse quando ouvi e elogiei seu disco. Mas na minha opinião, também um pouco como fã, as melhores músicas estão no lado que ele canta.

Gravado em 1978 vemos o Rouxinol apenas com 23 anos confesso que não o reconheci em primeiro instante, tente vocês também…O disco ” FORRÓ NA PAULICEIA”, vendeu 40 mil copias…

Destaque para as músicas “Morena por você eu faço tudo” e “Não sou marinheiro”.

Trio Estrela do Norte – Forró na Paulicéia
1978 – DEX

01- Festa de São João – Rouxinol Paraibano (Silvestre dos santos – Braga neto)
02 – Vou mostrar para Marieta – Rouxinol Paraibano (Eunésimo Pererira – Zé do Rojão)
03 – Filho obediente – Rouxinol Paraibano (Braga Neto)
04 – Morena por você eu faço tudo – Rouxinol Paraibano (Cravo Roxo – G. dos Santos)
05 – Não sou marinheiro – Rouxinol Paraibano (D. de Oliveira)
06 – Meu benzinho – Rouxinol Paraibano (S. dos Santos)
07 – Boa de tudo – Toninho (Antonio dos Santos-Niel Santos)
08 – Rosa vermelha – Toninho (Braga Neto – A. Duarte – S. Sampaio)
09 – De Paulo Afonso a Penedo – Toninho (A. dos Santos)
10 – Balançando o maracá – Toninho (A. dos Santos – Recreio do Rojão)
11 – Serra da maravilha – Eloi Alegria do Norte (Eloi Cicero da Costa)
12 – Coroa de Oxum – Maria do Xaxado (Braga Neto)

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Zé Paraíba – Flor do forró

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Tenho observado em alguns outros blogs, alguns dos discos que postamos aqui. Como se não bastasse o cara pegar o disco e disponibilizar como se fosse ele que o passou do vinil para o computador, essas pessoas ainda por cima não se dignam a escrever, opinar ou pesquisar mínimamente sobre o disco ou o artista que estão publicando ou re-publicando.

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Como no caso do forró essa pesquisa é árdua e as informações escassas, deparei-me com esse problema hoje, além dos vários “Zé Paraíbas” que existem, as informações, além de imprecisas, são totalmente desencontradas e incompletas.

Com a maioria das faixas de própria autoria, além de uma em parceria com Roberto Stanganelli, uma com Mario Zan e outra em parceria com Sebastião do Rojão. Para quem gosta de um bom forró instrumental, esse disco tem vários.

Zé Paraíba – Flor do forró
1983 – Itamaraty

01 A flor do forró (Roberto Stanganelli – Zé Paraíba)
02 O barraco caiu (Zé Paraíba)
03 Florada no sertão (Zé Paraíba)
04 Pegando fogo (Mário Zan – Zé Paraíba)
05 Reboliço (Zé Paraíba)
06 Forró em Palmeira do índios (Zé Paraíba – Mané Baião)
07 Sanfoneiro bom (Pedro Bubola – Zé Paraíba)
08 Dançando de mansinho (Zé Paraíba)
09 Forró agarradinho (Zé Paraíba)
10 Festa de São João (Sebastião do Rojão – Zé Paraíba)
11 Lá no meu sertão (Zé Paraíba)
12 Forró quentão (Zé Paraíba)

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Edson Duarte – Chamego e balanço

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Hoje o disco escolhido é de um artista que passou uma boa temporada aqui pelo sudeste mas depois acabou nunca mais retornando e deixando saudades.

Edson Duarte tem uma empolgação, uma presença de palco, um carisma que pouco se vê por ai. Não tem quem não se encante com seu show.

Nesse disco lançado em 1982 pela Veleiros, o “titio” Edson Duarte como ele mesmo brinca em seus shows trás gravações de músicas de grandes forrozeiros como “Doida como ninguém” de Alcymar Monteiro e diversas composições próprias como o xote que marcou o artista “O menino e a boneca” feito em parceria com Chico Xavier.

Edson Duarte – Chamego e balanço
1982 – Veleiro

01. O menino e a boneca (Chico Xavier – Edson Duarte)
02. Forró pra namorar (Edson Duarte – Irineu Nicacio)
03. Doida como ninguem (Alcymar Monteiro)
04. Pra todo mundo dançar (Messias Lima – Bezerrão)
05. Chamego e balanço (Edson Duarte – Antonio de Padua)
06. A boa mulher (Severino Ramos – Geneci Moraes)
07. Chão colorido (Edson Duarte – Aloizio J. Silva)
08. Maria Paraíba (Severino Ramos – Guajará)
09. Eu plantei um mamoeiro (Messias Lima – Geneci Moraes)
10. As proesas do dinheiro (Severino Ramos – Joais)
11. Engenho velho (D. Martins – Clarinha Rodrigues)
12. Miss cururipe (Florival Ferreira – Oscar Barbosa)

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Trio Nordestino – Corte o bolo

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Comemoração dos 20 anos do Trio Nordestino. Um LP repleto de músicas que foram sucessos na época e hoje se tornaram clássicos do forró e da música regional brasileira.

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Detalhe para Luis Mário, filho de Lindú e atual vocalista do Trio, na capa, ainda jovem, comemorando junto com Marileide, os irmãos e toda a família dos integrantes na época: Lindolfo Barbosa, Cobrinha e Coroné.

Destaque para “Na emenda”, um arrasta-pé de primeira de Manoel Euzébio e Juarez Santiago e para “Resto de amor”, muito boa para se dançar, composição de Cecéu.

Trio Nordestino – Corte o bolo
1980 – Copacabana

* 01. Na emenda (Manoel Euzébio – Juarez Santiago)
* 02. Ela beliscando ele (Amadeu Macedo – Lindolfo Barbosa)
* 03. Dom Francisco, Dom Tomé (Assissão – Lindolfo Barbosa)
* 04. Bebê chorão (Cecéu)
* 05. Toque toque (Bartô Galeno – Lindolfo Barbosa)
* 06. Resto de amor (Cecéu)
* 07. Corte o bolo (Antonio Barros)
* 08. Amor não faz mal a ninguém (Onildo Almeida)
* 09. A capital do forró (Jorge de Altinho – Lindolfo Barbosa)
* 10. Só me causa dor (Gilson Carlos – Lindolfo Barbosa)
* 11. Casa caiada (Anastácia)
* 12. Forró xem (Onildo Almeida)

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Carmélia Alves e Sivuca – 78 RPM

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Em 1947 o baião é criado por Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira. Gonzaga era o Rei do Baião e o ritmo se popularizou na década de 50.

Carmélia Alves viaja, em 1951, para nordeste cantando o repertório do Gonzagão e em Recife descobre Sivuca que era de um regional local e o convidou para acompanhá-la em suas apresentações.

Na última apresentação da turnê, o público pedia que ela cantasse músicas de Gonzaga e Sivuca a propôs fazer um pot-pourri, ele um gênio precoce e com uma musicalidade fora do comum dava o tom e ela o seguia. O auditório gritava rainha, rainha do baião.

A fórmula deu certo e quando voltou para o Rio gravou com Sivuca o pot-pourri “No mundo do baião”, com baiões de diferentes autores. O 78 rpm que apresentaremos nesse domingo é a terceira e quarta parte desses sucessos. (Texto e disco enviados pelo DJ Rick)

Carmélia Alves e Sivuca
78RPM – Continental

Lado A – No Mundo do Baião IIIº (Eu vou…) – H. Teixeira-G. de Moraes – l. Menezes – L. Bittencourt – L. Gonzaga – Zé Dantas – Sivuca – M. Araujo – H. Cordovil

Lado B – No Mundo do Baião IVº (Adeus Pernambuco) – H. Teixeira- L. Rodrigues- H. Cordovil – M. Araujo – J. de Barro – A. Almeida – C. Nunes – M. Genari – L. Bandeira – H. Barbosa – L. Alves

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CD – Quenga de coco – Amor de sertão

Quenga de Coco foi uma banda de forró pé-de-serra pernambucana, no seu início nadou contra a corrente e sustentou ideológicamente o nosso querido forró, sem as variações tão comuns no nordeste.

No final da década de 1990, a banda mostra o novo fôlego com a entrada de Geraldo Lins para o grupo. Músicos convidados, muito especiais, como Camarão e Quartinha.

Este é o segundo trabalho da banda, composições de autores renomados como Jorge de Altinho, Maciel Melo, Petrúcio Amorim, Dominguinhos, detaque para “Amor de Sertão” de Geraldinho Lins e Luciano Barros, carro-chefe do CD.

Quenga de coco – Amor de sertão

01 Amor de sertão (Geraldinho Lins – Luciano Barros)
02 Todo amor (Jorge Silva do Recife – Jorge de Altinho)
03 Retrato escondido (Diego Reis)
04 Olhar de passarinho (Petrúcio Amorim)
05 Danou-se um coração (Geraldo Lins – Luciano Barros – Adriano Barros)
06 Qui nem jiló (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
07 Quando chega o verão (Dominguinho – Abel Silva)
08 Forró chorão e festejo (Mestre Camarão)
09 O velho arvoredo (Maciel Melo)
10 Que nem pudim (Diego Reis – Carlinhos Neves)
11 Vida viola (Janduhy Finizola)

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Gordurinha…um espetáculo

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Waldeck Artur Macedo, conhecido artísticamente como Gordurinha, começou sua carreira aos 16 anos de idade aprendendo a tocar violão e como todo “bom universitário”, cursou até o segundo ano de medicina e abandonou os estudos para seguir a carreira artística. Uma curiosidade é que ele ganhou o apelido de Gordurinha dos amigos de rádio por sua magreza.

Um artista de grande importancia para a música brasileira, tanto como cantor, lançando dezenas de álbuns, como compositor, autor de diversas músicas renomadas, e ainda como produtor musical ajudando a fazer os melhores discos, na minha opinião, do Trio Nordestino.

Várias de suas composições fizeram muito sucesso em diversas vozes, mas gostaria de ressaltar o samba “Chiclete com banana”, um grande sucesso gravado por Jackson do Pandeiro com parceria de Almira Castilho. Este samba, além de peça de teatro, foi tema de uma tira de histórias em quadrinhos, do desenhista Angeli e foi nome de uma banda de música baiana.

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Citando mais alguns artistas de extrema relevância que gravaram seus trabalhos: Ary Lobo, a dupla Venâncio e Corumbá, Jorge Veiga, Trio Nordestino, o cantor Macalé, Gilberto Gil e por ai a lista se estende.

Mas hoje vamos nos dirigir ao disco de 1963 “Gordurinha…um espetáculo”, e como o próprio título nos diz, um espetáculo de disco muito bem produzido com arranjos orquestrados. Disco que vem a comemorar seus 25 anos de rádio. Destaque para as músicas “Fornalha” e “Baião bem”. (Texto e disco enviado por DJ RICK)

Gordurinha…um espetáculo
1963 – Copacabana

01. Fornalha (Gordurinha)
02. Nordeste sangrento (Elias Alves)
03. Se chovesse no Nordeste (Gordurinha)
04. Estou com raiva (Eloide Warthon)
05. Baião bem (Gordurinha)
06. Derrotoa (Eloide Warthon)
07. Baixo relevo (Eloide Warthon)
08. Viva o samba (Gordurinha)
09. Tudo e nada (Gordurinha)
10. A lágrima não deixa cicatriz (Eloide Warthon)
11. Fazer bem sem ver a quem (Eloide Warthon)
12. Cinquenta megations (Eloide Warthon)

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