Jackson do Pandeiro – O dono do forró

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Falar sobre Jackson do Pandeiro, realmente, é sempre uma coisa muito dificil. Jackson simplesmente foi um artista maravilhoso, deixando um imenso legado para a música brasileira.

Um fato interessante sobre Jackson é o fato de ele nunca ter ficado muito tempo em uma gravadora. Jackson ao contrário de muitos artistas, como por exemplo Luiz Gonzaga que sempre foi da RCA, sempre gravou um disco aqui, outro ali… Nessas suas andanças passou pela Philips, Columbia, CBS, Copacabana, CantaGalo, Chantecler… praticamente por todas as grandes gravadoras de sua época.

Nesse LP lançado em 1971 pela CBS Jackson canta diversoas sucessos como “Forró em Campina” e “Morena bela”. Eu destaco nesse LP a faixa “Aquele pé de pitomba”, de Barbosa da Silva.

Jackson do Pandeiro – O dono do forró
CBS – 1971

01. Morena bela (Onildo Almeida – Juarez Santiago)
02. Forró em Campina (Jackson do Pandeiro)
03. Meu fracasso (Severino Ramos – Elias Soares)
04. Cachimbo chato (Zé Catraca)
05. Sereno cai (Delmiro Ramos – Severino Ramos)
06. O bom torcedor (Bras Marques – Jackson do Pandeiro)
07. Eu não vou chorar (Durval Vieira – Jackson do Pandeiro)
08. Chô piau (J. S. Horta – Hernando do Santo)
09. Aquele pé de pitomba (Barbosa da Silva)
10. Madalena (Juarez Santiago – José Sales)
11. Você e eu (Jackson do Pandeiro – Durval Vieira)
12. Balanço de Maria (Buco do Pandeiro – Geraldo Gomes)

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Trio Sabiá – Maria Grande

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Um dos melhores trios que já vi tocar, atualmente na sua terceira formação e tendo lançado no ano passado um disco em comemoração aos seus 20 anos. Hoje a formação é Tio Joca, Aluízio e Zito, mas esse disco é da época do início do trio, ainda na sua primeira formação. Sanfonas de Oswaldinho do acordeon.

‘O Trio Sabiá nasceu em São Paulo, no final de 1985, mais precisamente no lendário Forró do Pedro Sertanejo, na Rua Catumbi, 183, bairro do Brás. A iniciativa foi do baiano João Davi Cruz, que cantava na casa e resolveu convidar João Oliveira de Almeida, o Tio Joca, irmão de Pedro, para formar um trio. Tio Joca relutou, mas acabou aceitando o convite e convidaram também outro baiano, José Miranda de Lima, o Roxinho, para tocar zabumba. Esse trio, que ainda não tinha nome começou se apresentando no Forró do Pedro.

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Em seguida gravaram um tape, que o cantor e compositor Geraldo Nunes encaminhou para a gravadora Arca, editar um LP e lançar o Trio no mercado. Voltaram para a Bahia e começaram a se apresentar em várias regiões do nordeste. Neste período foram gravados quatro LPs, dois deles pela gravadora Arca e dois pela Pipoco, com a ditribuição feita pela gravadora Continental.’ (Trecho extraído do site do Trio Sabiá)

Trio Sabiá – Maria Grande
1986 – Arca

* 01. Maria grande (Antônio José – Pilão – Geraldo Nunes)
* 02. Conjunto de mulher (Durval Vieira – Pilão)
* 03. Vamos nos amar (Tio Joca – Xandú do Samba)
* 04. Eu vou amar você (Di Lourdes – Adilson Santos)
* 05. Forró colado (Miraldo Aragão – Pilão)
* 06. Vou me desquitar (Miraldo Aragão – Rochinho)
* 07. Vovô e vovó (Zezé Martins – Geraldo Nunes)
* 08. Não pode cochilar (Di Lourdes – Adilson Santos)
* 09. Quanto mais velho melhor (Anastácia – Julinho do Acordeon)
* 10. Visite a Bahia (Antônio José – Di Lourdes)
* 11. Amizade (Roque Sena – Amancio da Bahia)
* 12. Ingratidão (Di Lourdes – Pilão)

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Gerson Filho – 8 baixos brasileiros Vol.11

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Aproveitando a deixa do fim de semana, com um aperitivo de Gerson Filho, pedi também ao Cacai Nunes, pesquisador e músico de Brasília – DF, um disco completo deste grande sanfoneiro de 8 baixos. Cacai estará esse ano no Festival Rootstock 2007 apresentando sua pesquisa. Para ver outros discos do seu acervo ou interagir com ele, acessem o blog Acervo Origens.

‘Forró Instrumental é sempre porreta. E vindo de uma sanfoninha de 8 baixos, ainda é melhor. Temos aqui um dos grandes representantes dos 8 baixos, ô instrumento difícil de se executar.

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O alagoano Gerson Filho começou a gravar em 1953 e este disco, de 1978, traz músicas de sua autoria e de outros compositores. Destaque para “Forrozando” de Anastácia, “Balanço da Negra” de Silvano e Gerson Filho e ainda “Maria Pé de Bumbo” do próprio Gerson Filho.’ (Palavras do Cacai Nunes)

Gerson Filho – 8 baixos brasileiros Vol.11
1979 – Musicolor

01 Forró no rancho novo (José Vieira de Melo – Gerson Filho)
02 Chotes na ribeira (Gerson Filho)
03 Quadrilha sertaneja (Gerson Filho)
04 Forrozando (Anastácia)
05 Baile de gafieira (José Vieira de Melo – Gerson Filho)
06 Forró no pilá (Silvano – Gerson Filho)
07 Vai que é mole (José Vieira de Melo – Gerson Filho)
08 Balanço da negra (Silvano – Gerson Filho)
09 Forró no cabaré (Gerson Filho)
10 Forró no tabuleiro (Silvano – Gerson Filho)
11 Maria pé de bumbo (Gerson Filho)
12 Até o conde D’eu (Silvano – Gerson Filho)

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Gilvan Chaves – Encantos do Nordeste

Essa é uma colaboração de um dos frequentadores do blog, Gilvan Chaves, Jr. filho do glorioso Gilvan Chaves que gravou esse disco entre muitos outros, atuando fortemente dentro da música brasileira na década de 1950.

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As capas coloridas, foram enviadas posteriormente pelo Goes.

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O LP “Encantos do Nordeste” foi gravado em 1958 na Columbia e também foi premiado, a exemplo do anterior “Caiçara” gravado em 1957. Gilvan deixou Olinda pelo Rio de Janeiro em 1956 para assinar contrato com a Columbia do Brasil.

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O seu primeiro contrato com gravadora (Mocambo-Rozemblit) vigorou de 1953 até 1956 e lá gravou diversos 78rpm e um LP 5 polegadas com 8 músicas que obteve grande sucesso entre a crítica e audiência.

Já viajava pelo nordeste em “temporadas” pelos clubes sociais e em programas de rádio, na época com auditório ao vivo.

“Encantos do Nordeste” contém a primeira gravação pelo Gilvan de seu maior sucesso, “Prece ao Vento”, que já havia sido gravada por outros intérpretes como o Trio Nagô. Gilvan deu a parceria desta música ao filho do folclorista Luiz da Câmara Cascudo e este, sem sua autorização, incluiu mais tarde o Alcyr Pires Vermelho.

“Encantos do Nordeste” faz uma viagem desde o interior até o litoral e inclui piadas e pequenos “causos” e “matutadas” como Gilvan costumava chamar suas poesias. Na contra capa, um emocionado depoimento do Mestre Câmara Cascudo sobre o Gilvan, a quem nomeou membro titular da Sociedade Brasileira de Folclore. Divirtam-se com Encantos do Nordeste!

Gilvan Chaves – Encantos do Nordeste
1958 – Columbia

01 – Benvindo nortista (Gilvan Chaves)
02 – Aboio do carreiro (J. Alex)
03 – Derna de piquinininho (Gilvan Chaves)
04 – As 4 coisas do mundo (D. P. adap. Fernando Luis da Câmara Cascudo – Gilvan Chaves)
05 – Moleque de cancela (Gilvan Chaves)
06 – Sete folegos (Gilvan Chaves)
07 – Serenata (Fernando Luis Camara Cascudo)
08 – Topada (Gilvan Chaves)
09 – Sina danada (Nazareno de Brito – Gilvan Chaves)
10 – Cabôca da peste (Gilvan Chaves)
11 – Ida e volta (Gilvan Chaves)
12 – Prece ao vento (Gilvan Chaves – F. L. Câmara Cascudo – Alcyr P Vermelho)
13 – Matuto (J. Cavalcante)
14 – Pregões diversos (D. P.)
15 – Vovó Sabina (J. Cavalcante)

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Gerson Filho com conjunto e coro – 78 rpm

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Em um dia desses conversando com o DJ Ivan ele me fez uma sugestão, postar mais material do Gerson Filho, que com certeza, por sua importância, é uma referência da musicalidade e da cultura nordestina. Então nesse domingo, nós da equipe Forró em Vinil, prestamos mais uma homenagem ao maravilhoso trabalho de Gerson Filho.

Antes de ouvirmos as músicas vamos conhecer um pouquinho mais sobre a história dessa gravação, em 1954 Gerson Filho venceu o concurso de calouros “Caminho da vitória” na Rádio Guanabara. Devido ao grande sucesso foi contratado pela emissora. No mesmo ano lançou o disco que apresentaremos hoje, esse que até então foi seu segundo álbum, com os baiões: “Baião do soldado” e “Baião em Caxias” ambos de sua autoria com parceria de Antonio Filho, Estanislau Silva e Agnaldo Assis. (Texto e disco enviados por DJ RICK, que se apresentará no Festival Rootstock 2007)

Gerson Filho com conjunto e coro – 78 rpm
1954 – Todamérica

Lado A – Baião do Soldado
(Gerson Filho – Antonio Filho)
Lado B – Baião em Caxias
(Estanislau Silva – Gerson Filho – Agnaldo Assis)

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CD – Gilberto Gil – Eu, tu, eles

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Gilberto Passos Gil Moreira, ou apenas, Gilberto Gil, nascido em Salvador – BA em 26 de junho de 1942, e é, sem sombra de dúvida, um dos maiores cantores, instrumentistas e compositores brasileiros. Desde sua aparição, como músico e compositor, na década de 1960, Gil participou intensamente dos movimentos musicais e políticos nacionais.

Do tropicalismo e das músicas de protesto, ao exílio, e do exílio de volta ao sucesso e à construção de uma carreira sólida. Carreira que o levou a ser ministro da cultura, cargo governamental dificilmente almejado por um músico.

Este CD é a trilha sonora do filme Eu, tu, eles, lançado em 2000 pela Warner, aproveitando o embalo de mídia em que o forró estava na virada do século, Gil re-grava vários sucessos do Gonzagão e execerba suas origens num álbum marcante.

Gil exímio violonista e multi-instrumentista, grava voz, violão e até acordeon em uma das faixas. Acompanhado por músicos de primeiríssima linha, como Marcos Suzano, Carlos Malta e Cicinho de Assis e Heraldo do Monte, entre outras feras. Participação de Dominguinhos, tocando sanfona em duas faixas.

Destaque para “Óia eu aqui de novo” um belo xaxado de Antônio Barros e para “Lamento sertanejo” letra do próprio Gil e música de Dominguinhos.

Gilberto Gil – Eu, tu, eles
2000 – Warner

* 01. Óia eu aqui de novo (Antonio Barros)
* 02. Baião da Penha (Guio de Morais)
* 03. Esperando na janela (Manuca – Raimundinho do Acordeon – Targino Gondim)
* 04. Juazeiro (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
* 05. Último pau-de-arara (Corumbá – Venâncio – José Guimarães)
* 06. Asa Branca (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
* 07. Qui nem jiló (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
* 08. Assum preto (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
* 09. Pau-de-arara (Guio de Morais)
* 10. A volta da asa branca (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
* 11. O amor daqui de casa (Gilberto Gil)
* 12. As pegadas do amor (Gilberto Gil)
* 13. Lamento sertanejo (Dominguinhos – Gilberto Gil)
* 14. Casinha feliz (Gilberto Gil)

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Os 3 do nordeste – Pra gente se amar

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“Isso sim, é forró” são as primeiras palavras escritas na contra capa. Já na década de 1990, Os 3 do nordeste experimentam sua quarta formação. Com a saída do Zinho, quem ocupou os vocais do trio foi Aécio, que gravou 2 LPs e saiu em 1990, deixando o lugar para Marrom, no triâgulo e voz.

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Gravado em 16 canais em Recipe – PE e lançado pela Unacam, do saudoso Antônio Ramos, com arranjos, produção e sanfonas de Zé Pacheco. É um disco bem pra frente, com um forró atras do outro.

Destaque para “Eu piso e você pisa” de autoria do Anastácio e “Sanfonada” de Joca do acordeon.

Os 3 do nordeste – Pra gente se amar
1993 – Unacam

* 01. Vem moreninha (Parafuso – Zé Pacheco)
* 02. Eu piso e você pisa (Anastácio)
* 03. Sanfonada (Joca do Acordeon)
* 04. Vem cair no forró (Calumbi – J. Afonso)
* 05. Remelexo (Roberto Morais – Zé Gaudino)
* 06. Inveja de você (Parafuso – Zé Pacheco)
* 07. Paquerador (Marrom – Aluisio j. Silva)
* 08. Enquanto o mundo for mundo (Aristeu Nelo – Parafuso)
* 09. Ai eu quero ver (Marcos Antonio – Geraldo Tavares)
* 10. Pra gente se amar (Parafuso – Marrom – Aristeu Nelo)

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Jacinto Silva – Ritmo explosivo

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Tai mais uma grande preciosidade da nossa música nordestina. Esse é o primeiro LP de um cantor que trás como sua marca registrada os inumeros côcos que canta. Nesse disco Jacinto Silva é acompanhado pelo sanfoneiro de 8 baixos Abdias e seu conjunto.

Um detalhe interessante nesse disco é que metade das faixas são de autoria exclusiva de Jacinto Silva.

Nesse LP podemos encontrar a faixa “Côco na Paraíba”, que em 2000 foi regravada em um disco em homenagem a Jacinto Silva por Silvério Pessoa com a participação de Lira Paes, vocalista do Cordel do Fogo Encantado.

Jacinto Silva – Ritmo explosivo
CBS – 1965

01. Côco mastigadinho (Eraldo Monteiro – Pedro Cruz)
02. Puxa o fole Zé (Jacinto Silva)
03. Côco machucado (Jacinto Silva)
04. Ligava liga (Julio Ricardo – Ary Monteiro)
05. Saudade de Alagoas (Jacinto Silva)
06. Vida de carreiro (Jacinto Silva)
07. Dor da saudade (Luiz Moreno – M. Messias Victor)
08. Côco na Paraíba (Miguel Lima – João Lima)
09. Na roça é assim (Jacinto Silva)
10. Toré (Miguel Lima – Pedro Cruz)
11. Ela sabia (Julio Ricardo – Ary Monteiro)
12. Adeus Corina (Jacinto Silva)

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Genival Lacerda – Me dê o gravador

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Sou fã incondicional do Genival Lacerda, um artista que já era referência como cantor, desde antes de Dominguinhos começar a cantar. Após tantos anos, felizmente, continua sobrevivendo nesse mercado complicado do forró pé-de-serra, produzindo ativamente e fazendo shows.

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Arranjos de Sivuca, sanfonas de Dominguinhos, Maestro Chiquinho e do próprio Sivuca. Algumas composições de Durval Vieira em parceria com, por exemplo, Graça Goes, esposa do glorioso Genival. Destaque para “O burrinho do vizinho”, um xote bastante conhecido e para “O pão que o diabo amassou” um forró balançado, bons demais pra se dançar.

Genival Lacerda – Me dê o gravador
1981 – Copacabana

* 01. O gravador (Bráulio de Castro – Graça Gois)
* 02. Repente (Nicéas Drumont – Genival Lacerda – Nando Terra)
* 03. Peixe bom (Nicéas Drumont – Genival Lacerda – Nando Terra)
* 04. O burrinho do vizinho (Enildo Mendonça – Graça Gois)
* 05. Sonho de um alazão (Nicéas Drumont – Genival Lacerda – Nando Terra)
* 06. Tô querendo mais (Durval Vieira – Graça Gois)
* 07. Miss Brasil (Durval Vieira – Tony Dim)
* 08. Mariquinha quer casar (Agnaldo Batista – Genival Lacerda)
* 09. O circo (Cecéu – Graça Gois)
* 10. Voz ativa (Nicéas Drumont – Genival Lacerda – Nando Terra)
* 11. O pão que o diabo amassou (Durval Vieira – Graça Gois)
* 12. Promessas não enchem barriga (Cassiano Costa – Graça Gois)

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