Trio Nordestino – Forró de categoria

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Outro dia o Tick me falou pra ouvir esse LP do Trio Nordestino. “Tem um xote que eu achei diferente, engraçado…” Como estava querendo postar um disco do Trio com essa formação, com Coroné, Genário e Cobrinha, aproveitei a sugestão.

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De fato, a música que o Tick se referia é um xote bem balançado e com uma ótima letra, “Um casal de advogados”. Tem outras coisas muito boas, como o clássico “Forró de categoria” e um outro forró, menos conhecido e é muito bom também, “É proibido ficar só”. Todas no lado B.

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Direção artística de Juvenal de Oliveira, direção de produção de Talmo Scaranari e belos arranjos de Genário. Dedico essa postagem aos amigos do Trio Cristalino, Val, Damião e Coquinho, em especial a faixa “Raimunda” de João Gonçalves.

Trio Nordestino – Forró de categoria
1987 – Copacabana

* 01. São João a dois (João Silva – Genário)
* 02. Seu Manoelito (João Silva – Cobrinha)
* 03. Raimunda (João Gonçalves)
* 04. Brincar de laçar (Cecéu)
* 05. Tem tempero no forró (Edson oliveira – Iranilson)
* 06. Forró fifó (Kim de Oly – Mariazinha)
* 07. Forró de categoria (Newton Marinho – Evaldo Lima)
* 08. Coisa com coisa (Pinto do Acordeon)
* 09. Um casal de advogados (Chico Xavier)
* 10. É proibido ficar só (Cecéu)
* 11. Fruto do amor (Macã do amor) (Genário – Quininho)
* 12. Feitiço no forró (Cecéu)

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Genival Lacerda – As riquezas do Brasil

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Um disco do Genival que comprei, há um bom tempo, num sebo lá do centro de Sampa, numa das primeiras incursões que lá fiz acompanhado do meu camarada DJ Tick, lembro-me que naquele dia, compramos tantos discos que deu um trabalho cão para trazê-los pra casa.

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Genival Lacerda é natural de Campina Grande – PB e começou sua carreira ao mudar-se para a cidade de Recife – PE, na década de 50. Gravou o seu primeiro disco em 1955, e, desde então, gravou em média um álbum por ano, hoje tem bem mais de 100 discos, entre LPs, 78 rotações, compactos e CDs. Em 1964, através de Jackson do Pandeiro, mudou-se para o Rio de Janeiro – RJ.

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Artista de enorme popularidade no nordeste, especializou-se nas letras de duplo sentido, certamente, um dia, terá sua obra estudada, sem preconceito. Quem sabe, quando isso acontecer, ele não seja visto tão superficialmente como acontece hoje. É preciso entendê-lo, não apenas como um oportunista malicioso, mas também como um trovador sertanejo atingido pela sociedade de consumo. (Releitura de um trecho extraído do Tablóide digital)

Produção executiva de Lindolfo Barbosa e Talmo Scaranari, direção artística de Luiz Mocarzel e arranjos de Sivuca. Destaque para “Acabou o gás”, para a faixa título “As riquezas do Brasil” e para “A topada da menina”.

Genival Lacerda – As riquezas do Brasil
1980 – Copacabana

* 01. O disco (Bráulio de Castro – Graça Góis)
* 02. Ô menina, chega cá (Dominguinhos – Guadalupe)
* 03. Acabou o gás (Jota Lima – Graça Góis)
* 04. Nordeste capital São Paulo (Bráulio de Castro – Graça Góis)
* 05. O dedo (Gaúcho da Fronteira)
* 06. Saudade de Mariana (João Caetano – Graça Góis)
* 07. As riquezas do Brasil (Durval Vieira – Tony Dim)
* 08. A topada da menina (Genival Lacerda – Antonio Clemente)
* 09. A diferença do rico e do pobre (Luiz Boquinha – Graça Góis)
* 10. O vendedor de purgante (Luiz Vieira)
* 11. Apelo de caboclo (José Orlando – Graça Góis)
* 12. Quer vender eu compro (Durval Vieira – Zé da Silva – Graça Góis)

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Zenilton – Eu vou botar o saco pra dentro

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Zenilton passou a maior parte da carreira gravado pela Copacabana, onde gravou um disco por ano e permaneceu nela por 22 anos, até o fechamento da empresa, segundo ele mesmo, por causa da pirataria.

Esse é um dos exemplos do final da década de 1980, com letras engraçadas mas bastante óbvias, o que não pode deixar de ser citado é o balanço. É muito balanço, muito bom pra se dançar e a qualidade da gravação e da mixagem é exepcionalmente boa.

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Arranjos de Chiquinho do acordeon, destaque para “O telefone” de Genésio Guedes e Zenilton, que poderia muito bem ser uma vinheta da sua operadora nas propagandas de telefonia atuais.

Zenilton – Eu vou botar o saco pra dentro
1987 – Copacabana

* 01. O saco de cimento (Antonio Sima – Zenilton)
* 02. Vampiro brasileiro (Zenilton – Juarez Santiago)
* 03. O ciumento (João Lourenço – Zenilton)
* 04. No mesmo clima (Zé Duarte – Zenilton)
* 05. Coisa preta (Juarez Santiago – Zenilton)
* 06. A coceira (Juarez Santiago – Zenilton)
* 07. Toca sanfoneiro (Zenilton – Edson Alves)
* 08. Tabaco, o gostoso da novela (Juarez Santiago – Zenilton)
* 09. O telefone (Genésio Guedes – Zenilton)
* 10. Santo de casa não faz milagre (Zenilton – João Lourenço)
* 11. Eu te laço (Zé Duarte – Zenilton)
* 12. Vou gozar a vida (João Caetano – Zenilton)

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Geraldo Correia – Este é meu

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Geraldo Correia foi um dos grandes sanfoneiros de oito baixos que o Brasil conheceu. Esse disco tem uma bela seleção de ritmos, onde o mestre demonstra toda sua versatilidade e habilidade com o fole de oito baixos, em arranjos maravilhosos, muito bem mixados.

A maioria das músicas é instrumental, soladas de 8 baixos, e entre elas duas faixas cantadas, “Humilhação”, um samba de Júlio Ricardo e Graça Góis, e “Sogra cuviteira” de João Gonçalves em parceria com Geraldo Correia.

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Curiosamente o título do álbum não está impresso na capa, apenas no rótulo do LP. Produção do genial Lindolfo Barbosa, o Lindú, destaque para as instrumentais “Este é meu”, “Forró do seu Vavá” e para “Choradeira”.

Geraldo Correia – Este é meu
1976 – Copacabana

* 01. Este é meu (Geraldo Correia)
* 02. Morando no baixo (Geraldo Correia – Zé Mamede)
* 03. Forró do seu Vavá (Geraldo Correia – Graça Gois)
* 04. Humilhação (Julio Ricardo – Graça Gois)
* 05. Forró em Natuba (Geraldo Correia)
* 06. Chorinho quadrado (Geraldo Correia)
* 07. Sacodindo a poeira (Manoel Serafim – Damião Bispo)
* 08. Lembrança de Severino Correia (Geraldo Correia)
* 09. Sogra cuviteira (João Gonçalves – Geraldo Correia)
* 10. Quebrando as pernas (Geraldo Correia – Célio C. M.)
* 11. Merengue quente (Geraldo Correia)
* 12. Choradeira (Geraldo Correia)

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Sivuca – Cabelo de milho

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Para começar a semana com o pé direito, homenageio com essa postagem, o maior acordeonista brasileiro, Severino Dias de Oliveira, o Sivuca.

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Ficou mundialmente conhecido por seus arranjos e por seu dom ao tocar a sanfona, foi cultuado por fãs e instrumentistas, entretanto, nesse disco, felizmente, Sivuca deixou também sua voz gravada em algumas faixas.

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Participação de Fagner na faixa “No tempo dos quintais”, de Glorinha Gadelha na faixa “Macho e fêmea”, ambas composições de autoria do Sivuca em parceria com Paulinho Tapajós e participação especial de Clara Nunes na faixa “Estrela guia”, de Sivuca e Paulo César Pinheiro.

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Arranjos e regência de Sivuca, produção de Sivuca, Glórinha Gadelha e Talmo Scaranari, entre sambas e músicas intrumentais, uma obra prima, destaque para “Te pego na mentira” de Sivuca e Glorinha Gadelha.

Sivuca – Cabelo de milho
1980 – Copacabana

* 01. Energia (Sivuca – Glorinha Gadelha)
* 02. No tempo dos quintais (Sivuca – Paulinho Tapajós)
* 03. Te pego na mentira (Sivuca – Glorinha Gadelha)
* 04. Músicos e poetas (Sivuca)
* 05. Macho e fêmea (Sivuca – Paulinho Tapajós)
* 06. Cabelo de milho (Sivuca – Paulinho Tapajós)
* 07. Estrela guia (Sivuca – Paulo Cesar Pinheiro)
* 08. Cantador latino (Sivuca – Paulo Cesar Pinheiro)
* 09. Cada um torce como pode (Sivuca)
* 10. Feira de mangaio (Sivuca – Glorinha Gadelha)

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Zenilton – Educa o branco, educa o preto

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Hoje, pela primeira vez, tive o privilégio de conversar com o Zenilton, que será uma das atrações do Festival Rootstock 2008, liguei pra ele pra pegar algumas informações e compor um release sobre sua tragetória.

José Nilton Veras, mais conhecido por Zenilton, nasceu em Salgueiro – PE no dia 14/ 02/39. Começou a tocar sanfona aos 14 anos, e a contra-gosto do pai, que era dentista, trabalhava no exército e achava que a carreira como músico não levaria a nada.

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Mais um disco do Zenilton, que em alguns trabalhos, assim como esse, usava o refrão de uma das músicas pra dar título ao álbum, músicas que tinham nome diferentes de seus refrões. No caso desse disco, o título é Educa o branco, educa o preto e a música chama-se “Sem preconceito”, de Juarez Santiago e Zenilton.

Arranjos de Maestro Chiquinho, destaque para “Eu sou budista” Juarez Santiago e Zenilton e “O gato da minha prima” Zezé Martins e Zé Duarte.

Zenilton – Educa o branco, educa o preto
1988 – Copacabana

* 01. Não me deixe (Zé Duarte – Zenilton)
* 02. Eu sou budista (Juarez Santiago – Zenilton)
* 03. Ela foi, vem já (Zenilton)
* 04. O gato da minha prima (Zezé Martins – Zé Duarte)
* 05. O pobre e o rico (Zenilton – João Lourenço)
* 06. Moça teimosa (João Caetano – Zenilton)
* 07. Sem preconceito (Juarez Santiago – Zenilton)
* 08. O cambalacho (Zenilton)
* 09. O gato pega (Zenilton – Genésio Guedes)
* 10. Assim não dá (João Lourenço – Zenilton)
* 11. Aquilo (Onildo Almeida – Zenilton)
* 12. A ingratidão (Zenilton)

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Zenilton – Forró meio a meio

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Já que pediram o Lp de 1984 do Zenilton e eu ainda não o tenho, ai vai o do ano seguinte, “Forró meio a meio”, na semana que vem, se tudo correr bem vou lá na casa dele e se ele me emprestar o disco, eu postarei na outra semana.

Embora as músicas mais conhecidas do Zenilton, o mestre do duplo sentido, sejam xotes, esse álbum é repleto de forrós, com um balanço ótimo pra se dançar. Letras picantes mas ainda bem comportadas, algumas garantem boas risadas.

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Arranjos do Maestro Chiquinho, destaque para “Forró meio pesado” e “Diz, paixão”, composições do Zenilton em parceria com Genésio Guedes e com Alcymar Monteiro, respectivamente, e para “Toca sanfoneiro” de Zezé Martins e Zé Duarte.

Zenilton – Forró meio a meio
1985 – Copacabana

* 01. Se cutuca dói (Luiz Reinaldo)
* 02. Forró meio pesado (Zenilton – Genésio Guedes)
* 03. Toca sanfoneiro (Zezé Martins – Zé Duarte)
* 04. Loja de roupa (Cesário Silva – Antonio Sima)
* 05. Diz, paixão (Alcymar Monteiro – Zenilton)
* 06. Igual pimenta (Zenilton – Alcymar Monteiro)
* 07. Ela é rica e orgulhosa (Zenilton – Cesário Silva)
* 08. Eu não vendo mais bebida (Luiz Augusto – Antonio Sima – Fonsi)
* 09. Confusão na feira (Antonio Sima – Zenilton)
* 10. O delegado do amor (Zenilton – Durval Vieira)
* 11. A calça que eu preciso (Antonio Sima – Zenilton)
* 12. Dia do aniversário (Zenilton)

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Marquinhos – Filho de peixe, peixinho é

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Mais um excelente disco de Marcos Farias, o Marquinhos, nesse álbum conseguiu a proeza de reunir ótimas composições, de grandes autores da época, como Dominguinhos, Lindolfo Barbosa, Camarão, Cecéu e Chiquinho.

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Participações especiais de sua mãe Marinês na faixa “Gírias do norte”, de autoria de Jacinto Silva e Onildo Almeida, e de seu pai Abdias na faixa “Eu e meu pai”, composta por Genário.

Arranjos do próprio Marquinhos, sob supervisão de produção de Abdias, destaque para “Forró no sertão” de Assisão e para “Forró em Mandasaia” de Camarão.

Marquinhos – Filho de peixe, peixinho é
1982 – Copacabana

* 01. Forró black (Marquinhos – Genário)
* 02. Forró no sertão (Assisão)
* 03. Forrózinho desaforado (Dominguinhos – Guadalupe)
* 04. Como antigamente (Lindolfo Barbosa)
* 05. Na penumbra (Genário – Marqiunhos)
* 06. Forró em mandasaia (Camarão)
* 07. Girias do norte (Jacinto Silva – Onildo Almeida)
* 08. Começo de amor (Cecéu)
* 09. Estrela azul (Chiquinho)
* 10. Mais uma desilusão (Genário – Dorinha)
* 11. Eu e meu pai (Genário)
* 12. Cheio de armação (Marquinhos)

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Trio Nordestino – Forró de cima a baixo

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Esse é o segundo disco dessa formação do Trio Nordestino com Genário à frente dos vocais do trio, juntamente com Coroné e Cobrinha. Já com uma roupagem renovada e com um som mais pra frente.

Composições de Antônio Barros, Onildo Almeida , Kim de Oly e Assisão, entre outros.

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Direção de produção de Oséas Lopes, arranjos de Chiquinho do acordeon, Destaque para “Furrubiando” de Cecéu e para o xote “Bichinho danadinho” de Pinto do acordeon e Cobrinha.

Trio Nordestino – Forró de cima a baixo
1985 – Copacabana

* 01. Furrubiando (Cecéu)
* 02. Bichinho danadinho (Pinto do Acordeon – Cobrinha)
* 03. Vai meu bem (Cecéu)
* 04. Coisas da Bahia (Pinto do Acordeon)
* 05. Gamadinho gamadinho (Kim de Oly – Evaldo dos Santos)
* 06. Da cabeça até o pé (Antonio Barros)
* 07. Flor da madrugada (Agripino Aroeira – Rosilda Santos)
* 08. Forró de cima a baixo (Onildo Almeida)
* 09. Canto de pardal (Pinto do Acordeon – Genário)
* 10. És minha vida (Midian Alves – Mariazinha)
* 11. Modelo de amor (Pinto do Acordeon)
* 12. Raiz do forró (Assisão)

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Trio Nordestino – Aqui mora o Xaxado

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Atendendo a mais um pedido, dessa vez o do Genaro, postaremos hoje o disco do Trio Nordestino gravado em 1965, “Aqui mora o xaxado”.

Assim que começamos a ouvi-lo, podemos conferir a faixa que da nome ao disco, um belo xaxado de João Silva com parceria de K-Boclinho. Esse foi o penúltimo disco pelo trio gravado pela Copacabana na decada de 1960, após esse álbum eles começaram a gravar pela gravadora CBS, onde ficaram até 1972, quando então no disco “Primeiro e único” voltaram a Copabana.

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Nesse LP o Trio Nordestino mostra belas composições dos mais consagrados compositores como Gordurinha, Manézinho Araújo e do sambista bahiano Riachão.

Trio Nordestino – Aqui mora o xaxado
Copacabana – 1965

01. Aqui mora o xaxado (João Silva – K-Boclinho)
02. Que diabo é 9 que 10 não ganha? (Gordurinha)
03. Casinha velha (Geraldo Nunes – Oscar Barbosa)
04. Volta à Bahia (Vilobaldo Teles)
05. Homenagem a Zé do Baile (Buco do Pandeiro – Jayme A. Rosa)
06. Como tem Zé na Paraíba(Manezinho araújo – Catulo de Paula)
07. No terreiro da fazenda(João Silva – K-Boclinho)
08. Carta ao Rio(Julio Ricardo – Demetrio Silva)
09. Então vou casar(Lindolfo Barbosa – Antonio Ceará)
10. Bererê(Clodoaldo Brito)
11. Vamos simbora neném(Avarése)
12. A papuda Ouvir(Riachão)

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