Os 3 do nordeste – Tá do jeito que a gente quer

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Erivan Alves de Almeida, José Pacheco Marinho Filho e Carlos de Albuquerque Melo, essa foi a formação que assumiu os 3 do nordeste após a saída do baiano Zé Cacau.

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Esse disco mostra grande virtuosismo nos arranjos e nas sanfonas de Maestro Chiquinho, a presença da guitarra e da bateria ganhando cada vez mais espaço e Mestre Zinho em plena forma, presente em várias faixas também como compositor.

Destaques para “Forró metaleiro”, “Deixe o dia clarear” e “Forró veneno”, só pedradas!!

Os 3 do nordeste – Tá do jeito que a gente quer
1985 – Copacabana

01. Forró metaleiro (Luiz Wanderley – Aluizio J. Silva – Ruy de Souza)
02. De candeeiro aceso (Zinho – Cesar Fontes)
03. Deixe o dia clarear (Zinho – Zé Pacheco)
04. Tum tum coração (Zinho – Aluizio J. Silva)
05. Forró veneno (Luiz Wanderley – Aluizio J. Silva)
06. Forró de respeito (Parafuso – Elias Soares)
07. Tá do jeito que a gente quer (Zinho – Zé Pacheco)
08. Vamos brincar de roda (Zinho – Parafuso)
09. Joalina (Zinho – Arnóbio Santos)
10. Chamego da morena (Ciro José – José Orlando – Parafuso)
11. Amor doidinho (Juvenal Lopes – Nininha)
12. Eu e você (Zinho – Zé Pacheco – Célio C. M.)

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10 polegadas – Jackson do Pandeiro – Forró do Jackson

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Dando continuidade ao projeto de domingo, depois de um 78 RPM, um compacto e agora chegou a vez do Dj Rick nos encaminhar um 10 polegadas. Os discos de vinil com diametro de 10 polegadas foram produzidos para sucessos populares com 4 faixas de cada lado.

Como esse já é o segundo disco que postamos do Jackson do Pandeiro não postaremos informações sobre o artista, mas esse disco tem algumas coisas legais de serem comentadas.

Essa é a primeira prensagem que saiu desse disco, muitos conhecem apenas a versão de 12 polegadas que foi lançada em 1958. No LP de 12 polegadas que foi lançado posteriormente foram acrescentadas 4 faixas, porém uma faixa ficou de fora. Então nesse 10 polegadas é possivel ouvir a música “No quebradinho”, um baião de Marçal Araújo e José dos Prazeres só encontrada nesse 10 polegadas. Vamos agradecer mais uma vez ao Rick por essas preciosidades.

Jackson do Pandeiro – Forró do Jackson
Copacabana – 1956

01. Falso toureiro (José Gomes – Heleno Clemente)
02. Rosa (Rui de Moraes e Silva)
03. Ele disse (Edgar Ferreira)
04. No quebradinho (Marçal Araújo – José dos Prazeres)
05. Moxotó (Rosil Cavalcanti – José Gomes)
06. 17 na corrente (Edgar Ferreira – Manoel Firmino Alves)
07. Côco do norte (Rosil Cavalcanti)
08. Êta baião (Marçal Araújo)

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Zé da Ema – A cama

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Conseguimos descobrir pouquíssima coisa sobre o Zé da Ema.

Em 1979, participou como vocalista dos Filhos do Norte, já com o sanfoneiro Bacurau, e que posteriormente passaria a se chamar Os Filhos do nordeste com a entrada do Zé Cacau.

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Esse disco, de 1981, pela Copacabana, destaques para o forró “Muita mulher” e para o baião “Vou casar com ela”.

Zé da Ema – A cama
1981 – Copacabana

01. A cama (Antonio Vieira – José Pereira dos Santos – Nino Ja)
02. Arrasta-pé na casa grande (Adailton Amaral – Severino Candido)
03. Muita mulher (Adailton Amaral – Antonio Vieira)
04. Forró apertadinho (Adailton Amaral – Severino Candido)
05. Vou casar com ela (Adailton Amaral – Antonio Vieira)
06. Amor que não morreu (Biu Virginio – J. E. Valença)
07. O sol quer sair (Biu Virginio – Fernando Borges)
08. Amor de Mariana (Severino Candido – Adailton Amaral)
09. Côco de roda (Adailton Amaral – Antonio Vieira)
10. Sanfoneiro bole-bole (Inacio Virgolino – Edilson Valença)
11. Paixão danada (Manoel Vidal – Adailton Amaral)
12. Forró tamanduá (Antonio Vieira – José Antonio)

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Joci Batista – Modéstia parte

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“Eu fui ver um jogo lá no Morumbi
chegou a vez do gigante muita gente veio assistir
veio até do Piauí houve um show de bola um grande olé
olha eu fui ver onze são paulinos no gramado dando olé

Em frente ao estadio tinha gente a valer
todos queriam ver o São Paulo jogar
rapaz e velhos, mulheres e crianças
todos com esperança do time ganhar
foi um dia de festa, de muita alegria
tinha gente que ria, chorava com emoção
foi bola na rede, foguete subindo
garoa caindo mais um campeão

Gol do São Paulo, vou gritar com vibração
gol do São Paulo, o São Paulo é campeão”

Esse foi um dos primeiros discos de forró que eu peguei, me lembro que estava passeando pelo centro de São Paulo quando encontrei um amigo tocador, o Tony, filho do Pajeú do Sertão. Entrei com ele num sebo ali na Luz, e vendo os discos de forró ele pegou esse e me perguntou se eu conhecia Joci Batista. Isso devia ser lá pra 2000, e eu ainda não conhecia muita coisa de forró. Ai ele veio e falou: Pegue esse disco que esse cara é bom.

E não é que o Tony tava certo, tai um grande disco. Um disco bem balançado. Eu como um bom são paulino não podia deixar de destacar a música que coloquei acima “Mais um campeão”, uma música que Joci batista canta o amor ao time paulistano.

Nesse disco também destaco as músicas “Modéstia a parte” e “Meu maior prazer”

Joci Batista – Modéstia a parte
Copacabana – 1977

01. Saudade dela (Durval Vieira)
02. São Paulo não pode parar (B. Lobo)
03. Lindo sabiá (João Martins)
04. Meu maior prazer (Joci Batista – Claudio Batista)
05. Samba para o povo (Heron Tavares)
06. Zé Pernambuco no forró (Durval Vieira – Joci Batista)
07. Modestia a parte (Zezé Martins)
08. Mulher nervosa (Durval Vieira – Broto do Rojão)
09. Onde está você (Durval Vieira – Joci Batista)
10. Mais um campeão (Osvaldo de Oliveira – Claudio Batista)
11. Côco de Itapuã (Wanderley Martins – Piquerubi)
12. Se você não me quer (Amilton Araujo – Antonio da Paz)

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Zé Duarte – Quero me confessar

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José Duarte Filho, popularmente conhecido como Zé Duarte, nasceu no dia 15 de dezembro de 1954 na cidade de Garanhuns em Pernambuco. Como tantos outros nordestinos decidiu vir para São Paulo nos anos 70 e logo começou a se virar. Trabalhou como balconista e motorista, mas foi na música que ele encontrou sua real vocação. Em 1978 montou o trio Os Meninos do Forró que tocava principalmente músicas do Trio Nordestino e do Zenilton. A formação desse trio o inspirou e despertou seu lado compositor.

Sua segunda experiência musical veio através do trio Os 3 Nortistas, formado por Zé Duarte tocando triângulo e cantando, Diva na zabumba e Valdir do Acordeon.

Como compunha muitas músicas de sucesso, os artistas que as gravavam costumeiramente levavam Zé Duarte para cantar em seus shows e toda vez que ele subia no palco era sucesso garantido. Em conseqüência disso ele iniciou em 1983 a sua promissora carreira solo tocando nas principais casas de forró de São Paulo, que na época eram: Forró da Catumbi, Paganini, Forró Parque São Rafael, Bambolê Danças, Asa Branca de Pinheiros e Asa Branca de Santo Amaro, entre outras. (Veja matéria completa no sítio do Forró de respeito)

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Nesse disco, Zé Duarte, lança várias de suas composições com outros compositores que ficaram conhecidos por fazer letras de duplo sentido como Zenilton e Durval Vieira. Gravado nos estúdios da Copacabana com arranjos e sanfonas de Oswaldinho do Acordeon.

Destaques para os xotes “Quero me confessar”, “Esse bicho mata” e “Você merece tudo” e para o baião “Cantador de coco” e para o forró “Na barra do Ceará”.

Zé Duarte – Quero me confessar
1987 – Copacabana

01. Quero me confessar (Zé Duarte – Zenilton)
02. Estou com fome (Zé Duarte – Carlito da Modinha – Mão Branca)
03. Esse bicho mata (Zé da Silva – Zé Duarte)
04. Pescador medroso (Zé da Silva – Zé Duarte)
05. Mulher valente (Durval Vieira – Zé da Silva)
06. Seu cabo me ajude (Zé Duarte – Severino Dias)
07. Cantador de côco (Zé Duarte – Zé Lourenço)
08. Acredite em mim (Zé Duarte – Isaac Lucas)
09. Sem objeção (Zé Duarte – Zezé Martins – Bento José)
10. Você merece tudo (Zé da Silva – Zé Duarte)
11. Na barra do Ceará (Zenilton – Zé Duarte)
12. Eu conheço você (Zé Duarte – Duda Santos)

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Zito Borborema – Mensagem do nordeste

Zito Borborema fez sua estréia em disco em 1956, apresentando-se como “Zito Borborema e Seus Cabras da Peste”, gravando de Venâncio e Corumba o xaxado “Coró-co-tum” e dele, Venâncio e Corumba, o forró “Forró no Alecrim”.

Em 1957, gravou com os Seus Cabras da Peste, o xote “Tempo de molecote” e o baião “Baião da corda”, as duas composições de autoria de Venâncio e Corumba.

Nessa mesma época, formou com Dominguinhos e Miudinho o Trio Nordestino em sua primeira formação, que teve curta duração.

Em 1958, lançou pela RGE o xote “Casamento encrencado”, e Cumpadre e Elias Soares e o baião “Tudo errado”, de Gerêncio Cardoso. (texto retirado do site Dicionario Cravo Albim de música brasileira)

Nesse disco, Mensagem do nordeste, destaque para o grande sucesso “Mata sete” de Venâncio e Corumbá.

Zito Borborema – Mensagem do nordeste
Copacabana

01. O bom filho a casa torna (Paulo Patricio)
02. É só saudade (Oséas Lopes – Luiz Guimarães)
03. As coisas lindas do Pará (Kazinho)
04. Não deixe o côco parar (José Pereira – J. Luiz)
05. Mata sete (Venâncio – Corumba)
06. Te arranca (Luiz Moreno – Gerôncio Cardoso)
07. Esqueça de mim (Zito Borborema – Aurino Francisco)
08. Mineiro uê, mineiro uá (New Carlos)
09. Cardume (Zé Violão – Oswaldo Mateus – Maria Clara)
10. Amor de vaqueiro (Oswaldo Eurico – Edésio Bispo)
11. Mensagem do nordeste (Antonio Brasil)
12. Minha baianinha (Roberto Martins)

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Zenilton – O cachimbo da mulher

As letras que exploram o vasto vocabulário da língua portuguesa, brincam com as palavras e deixam no ar o sentido das frases, sempre estiveram presentes nas músicas do forró. No começo com muito bom gosto e sutileza, porém, do final da década de 1970 até o fim dos anos 80, o duplo sentido das composições passou a ficar mais evidente e com menos cuidado ao escolher as palavras. Posteriormente, as bandas de forró dos anos 90 e 2000 até tentam utilizar a lógica maliciosa do duplo sentido em suas composições, mas falham ao não exibir a mesma sutileza e recursos lingüísticos.

Um dos grandes representantes do forró que explorou fortemente essa faceta ou sub-gênero do forró pé-de-serra é, sem dúvida, o pernambucano Zenilton, que começou a gravar no fim da década de 1960, ainda com letras um pouco mais comportadas e com o passar do tempo foi acentuando cada vez mais nas letras das músicas que gravava, o forró de duplo sentido. Passou, entre outras, pelas gravadoras Chantecler, Tropicana e Copacabana, onde permaneceu por toda a década de 1980 voltando-se totalmente para o estilo.

Nesse disco, de 1981, Zenilton exacerba o verbo com um balanço muito bom, ainda com produção de Lindú, do Trio Nordestino, e sanfonas do maestro Chiquinho do acordeon e algumas composições de Durval Vieira, outro representante fiel da brincadeira com as palavras.

Destaque para o baião “Rio das pedras” regravado pelo Trio Virgulino em ritmo de xote, “Ta querendo desquitar” e “O pão da minha prima” regravadas pelos Raimundos e “Deixei de fumar” música de Durval Vieira e Graça Góis, mulher de Genival Lacerda, que é o representante máximo na exploração do duplo sentido no forró. Quem nunca ouviu “Quero um beijinho”?? Um xote safado de primeira!

Zenilton – O cachimbo da mulher
1981 – Copacabana

01. Deixei de fumar (Durval Vieira – Graça Góis)
02. Rio das pedras (Durval Vieira – Zenilton)
03. O herdeiro (Durval Vieira – Zenilton)
04. Cana caiana (Zenilton – Tio Jovem)
05. Tá querendo desquitar (Zenilton – Guriatã de Coqueiro)
06. O pão da minha prima (Zenilton – Tio Jovem)
07. Bacalhau à portuguesa (Durval Vieira – Hernandes)
08. Primeiro de abril (Antonio Brasileiro – Roderiki)
09. Loteria federal (Ely Fonte Verde – Roderiki)
10. Caminho de Santos (Durval Vieira – Broto do Rojão)
11. Quero um beijinho (Durval Vieira – Salim Mansur)
12. Quem avisa, amigo é (Marcelo Reis – Belinho)

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Abdias – Como antigamente

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Como prometido, aqui está o primeiro disco que nos foi enviado, gostaria de agradecer mais uma vez ao Itamar, que nos enviou o áudio, ao José Everaldo Santana, que nos enviou as capas e a todos que vem colaborando conosco, estamos recebendo diversos arquivos e aos poucos os postaremos.

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José Abdias de Faria, o Abdias nasceu no estado da Paraíba, e já aos 6 anos de idade tocava sua sanfona de oito baixos mesmo contra a vontade do pai.

Aos 12 anos, passou dos 8 baixos para o acordeom, ingressando como solista na Radio Difusora de Alagoas, onde conheceu Marinês, que viria a se tornar sua esposa. Depois de casados, formaram uma dupla, que ao percorrer vários estados, eis que um deles, Sergipe, na cidade de Propriá, foram apreciados por ninguém menos que Luiz Gonzaga, que os convidou para integrarem sua embaixada do baião. Após 1 ano de excursões, Marinês atingiu o estrelado com o famoso Grupo Marinês e Sua Gente, sendo que no meio dessa gente, estava o Abdias, que por modéstia, não havia gravado nada. Marinês insistiu tanto, que Abdias então, resolveu seguir carreira como solista de 8 Baixos, ficando conhecido como Abdias e sua sanfona de Oito Baixos. (texto retirado do site Taperoa.com)

Abdias também foi durante anos diretor artistico da CBS, tendo sido responsavel pela produção musical de diversos artistas, entre eles a própria Marinês e o Trio Nordestino.

Abdias, Como antigamente
1983 – Copacabana

01. Forró na Minha Terra (Severino Sergio – Adolfinho)
02. Forró de Pé de Bode (Sussuanil / J. B. de Aquino)
03. Abdias Como Antigamente (Bacurau / Abdias Filho)
04. Forró Em Candial (Jorge Mota)
05. No Forró do Ulisses Silva (Bacurau / Abdias Filho)
06. Forró do Marcolino (Abdias Filho)
07. Alegria do Pobre (Sussuanil / Abdias Filho)
08. Agenda Popular (Rosária / Chiquinho de Almeida)
09. Olho D’água Chorou (Antônio Ramos / Morais)
10. Oito Baixo Chorão (J. B. de Aquino / Dorinha)
11. Pra Comprar Fiado (Sussuanil / Abdias Filho)
12. Quadrilha Em Taperoá (Bacurau / Abdias Filho)

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Aldair Soares – Todos cantam sua terra

Aldair Alice Soares, mais conhecido como Aldair Soares nasceu em 4 de maio de 1929 na cidade de Pedro Velho no Rio Grande do Norte, e veio a falecer dia 19 de Novembro de 1993, na cidade de Natal.

Iniciou a carreira na Rádio Poti de Natal, onde cantava sambas canção. Depois de fazer sucesso na terra natal mudou para o Rio de Janeiro onde passou a se apresentar na Rádio Nacional. Divulgou a história de que teria viajado para o Rio de Janeiro num “pau-de-arara”, meio de transporte através de caminhão muito usado em meados do século XX. Passou então a ser conhecido como “O pau-de-arara”.

Gravou o primeiro disco em 1953 na Columbia cantando de sua autoria e W. Cardoso o coco “Balança o corpo” e de Jorge de Castro e Catulo de Paula, a toada baião “Saudade de Maceió”. No ano seguinte, gravou o xote “Canela fina”, de Silvio Trancoso e João do Vale e de sua autoria, o baião “Alvoroço no sertão”. Em 1955 gravou os baiões “Meu brejão”, do maestro Guio de Moraes e “Todos gostam de você”, Heitor dos Prazeres e Kaumer Teixeira e “Moinho d’água”, de Francisco Elion e Edson França. Em 1957 gravou na Continental o xote “Chofer de caminhão”, de João do Vale e João Costa Neto e o coco “Pé do lageiro”, de João do Vale, José Cândido e Paulo Bangu. Recebeu o troféu “Os melhores da semana”, da TV Tupi do Rio de Janeiro. Um de seus maiores sucessos foi “Alvoroço no sertão”, regravada pelo Trio Marayá e pela cantora Clara Nunes. (texto retirado do site Dicionario Cravo Albim da música popular brasileira)

Aldair Soares – Todos cantam sua terra
Copacabana

01. A.volta da jangada (Aldair Soares – Jorge Fittipaldi)
02. A vedete do siridó (Raymundo Evangelista – Airton Ramalho)
03. Nós num have (Zé Dantas)
04. Moinho d´agua (Edson França – F. Elion Nobre)
05. Arueira (João do vale – Rossini Pacheco – Alventino Cavalcanti)
06. Papagaio legal (Hugo Lisboa)
07. Sina de pescador (Bob Nelson – Antonio Silva)
08. Deixa eu ir pai (Enock Figueiredo – Aldair Soares)
09. Todos cantam sua terra (João do vale – Julinho)
10. Hístoria de um vaqueiro (Enok Figueiredo)
11. Pé do Lageiro (João do Vale – José Candido – Paulo R. Melo)
12. Alvoroço no sertão (Raymundo Evangelista – Aldair Soares)

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Lucimar – Nordeste que amo

Lucimar Costa da Silva, natural de Campina Grande – PB, aos 16 anos, já como cantora, fugiu junto com Elino Julião para o Rio de Janeiro, onde viveram juntos durante 29 anos e tiveram 3 filhos.

Participou de várias gravações e de inúmeros shows como coadjuvante, fazendo coro para diversos artistas da época, com uma voz forte e marcante, felizmente conseguiu gravar alguns trabalhos solo, no caso reunimos apenas dois álbuns.

Nesse disco, de 1978, produzido por, nada mais e nada menos que Lindolfo Barbosa, o Lindú, ativo produtor de discos, não apenas os do Trio Nordestino, mas com as mesmas feras gravando.

Um balanço muito bom pra se dançar, destaque para “Tenha dó” composição dela com Kim de Oly e “Como a moda” de Cecéu, as outras composições também tem autores conhecidos como João Silva, Anastácia, Dominguinhos, Messias Holanda e Lindú.

Lucimar – Nordeste que amo
Copacabana – 1978

01. Tenha dó (Kim de Oly – Lucimar)
02. Confisão ao Padre Cicero (Elias Soares – Nito Canhete)
03. Os tempos do vovô (Lindolfo Barbosa – Xavier)
04. Deixa de besteira (Anástacia – Dominguinhos)
05. Como a moda (Cecéu)
06. Na balança do amor (João Silva – Passaro Triste)
07. Como eu gosto de você (Messias Holanda – Lucimar)
08. Que frio a noite tem (Lindolfo Barbosa – D. Matias)
09. Projeto errado (Anastácia – Dominguinhos)
10. Rosto com rosto (Lucimar – João Ferreira)
11. Ninguém sabe (Midian Alves – Xavier)
12. Seu amor pra mim já era (Lindolfo Barbosa – Lucimar)

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