Zé Duarte – A dona do meu Kadett

A Dona do meu Kadett - frente

Colaboração do sergipano Everaldo Santana

A Dona do meu Kadett - selo BA Dona do meu Kadett - selo A

Mais um disco do Zé Duarte, com arranjos e sanfonas de Oswaldinho do Acordeon.

A Dona do meu Kadett - verso

Participação de Francinete na faixa “Foi a Tuta Quem Pariu” de Zé Duarte e Isaac Lucas

Zé Duarte – A dona do meu Kadett
1991 – Copacabana

01. A Dona do Meu Kadett (Durval Vieira / Zé Duarte)
02. Foi a Tuta Quem Pariu (Zé Duarte / Isaac Lucas) Part: Francinete
03. Chupar Cajú Faz Bem (João Gonçalves / Zé Duarte)
04. Quem Bota Sou Eu (João Gonçalves / Zé Duarte)
05. O Buraco É Mais Embaixo (João Gonçalves / Zé Duarte)
06. Conselho Pra Mulher Tímida (Zé Duarte / Carlos Barbosa)
07. Eu Nunca Comi (Zé Duarte / Zé Lourenço)
08. O Sol nas Coxas (João Gonçalves / Zé Duarte)
09. Responda Se Souber (Zé da Silva / Zé Duarte)
10. Vou Contar Pra Marilú (Zé Duarte / Marcos da Modinha)
11. Mulheres Barbeiras (João Gonçalves / Zé Duarte)
12. A Filha da Tuta (Durval Vieira / Zé Duarte)

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Conjunto Época de Ouro – Dino 50 anos

DINO  50

Colaboração do Armando Andrade

DINO  50   SELOS

“Outro disco de choro, agora esse é muito especial. Desconheço um disco de chorinho mais belo do que esse. Trata-se de uma bela homenagem ao Dino 7 Cordas nos seus 50 anos de carreira. Dino acompanhou praticamente todos os grandes cantores da época de ouro do rádio, e foi quem deu o apelido de Lua a Luiz Gonzaga. Com o Rei do Baião, gravou quase toda a discografia, sendo sua última participação no disco Aí Tem, o último do Rei na RCA. Neste disco, temos a participação especial do Orlando Silveira, grande arranjador e maestro, que junto ao Dino fazia parte do Regional do Canhoto.

verso

Todas as músicas merecem destaque, mas Cinema Mudo, de Waldir Azevedo e Klecius Caldas (autor de Boiadeiro e Cigarro de Paia) e Oh Meu Amigo, do Orlando Silveira são muito bonitas. Destaco ainda Pretensioso, do Benedito Lacerda, exemplo que citaria como modelo de choro, num arranjo do mestre Jorginho do Pandeiro, outro músico que acompanhou muitas gravações de Luiz Gonzaga. E tem ainda o maestro Severino Araújo desfilando seu clarinete no animado Um Cachorrinho do Circo Voador. Pra quem gosta de música instrumental, não pode deixar de baixar esse disco. Simplesmente imperdível. Participações ainda de Paulinho da Viola e de Zé Budega, o maior sax tenor da mpb, irmão do Severino Araújo e personagem título de uma música gravada por Luiz Gonzaga no Lp De Fiá Pavi.”

Conjunto Época de Ouro – Dino 50 anos
1987 – Copacabana

01. Meu Sonho (Cristóvão Bastos / Jorginho do Pandeiro)
02. Orgulhosa (Tico-Tico)
03. Subindo a Serra (Pixinguinha / Benedito Lacerda)
04. Cinema Mudo (Waldir Azevedo / Klécius Caldas)
05. Pretencioso (Benedito Lacerda)
06. Exaltação à Bahia (Vicente Paiva / Chianca de Garcia)
07. Acreditei nos Beijos Dela (Paulinho da Viola / Cristóvão Bastos)
08. Minha Crença (Horondino Silva “Dino” / Del Loro)
09. Oh Meu Amigo (Homenagem a Esmeraldino Sales) (Orlando Silveira)
10. Caixinha de Música (Zinomar Pereira)
11. Ternura (Jacob do Bandolim)
12. Um Chorinho no Circo Voador (Severino Araújo)

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Luiz Vieira – Em tempo de verdade

Colaboração do Antonio José

Mais um disco de Luiz Vieira.

Destaque para “Garoa Diferente” de Tião Motorista.

Luiz Vieira – Em tempo de verdade
1971 – Copacabana

01. Viva a Viola (Luis Carlos de Figueiredo / Luis Paulo Galvão)
02. Garoa Diferente (Tião Motorista)
03. Maria Eugênia (Omar Fontana / Luiz Vieira)
04. Menina dos Olhos Tristes (Carlos Lacerda / Jocafi)
05. Chuva Na Alma (Omar Fontana / Luiz Vieira)
06. Eu Sou Eu (Fernando Lona)
07. Você Vai Ver (Irene Portela)
08. Fantasia do Ar (Omar Fontana / Luiz Vieira)
09. O Maquinista (Edil Pacheco / Fernando Vita)
10. Ave Maria a Iemanjá (Carlos Silva / Ruy Pires)
11. Eu Te Amo (José Vaz)
12. Transamazônica (Omar Fontana / Luiz Vieira)

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Genival Lacerda – Os grandes sucessos

Coletânea com os maiores sucessos do Genival Lacerda.

Reúne músicas lançadas durante sua passagem pela gravadora Copacabana.

Todas as músicas são muito boas, com certeza!

Genival Lacerda – Os grandes sucessos
1985 – Copacabana

01 Quem dera (Nando Cordel – Genival Lacerda)
01 Radinho de pilha (Namd – Graça Gois)
03 Severina Xique Xique (João Gonçalves – Genival Lacerda)
04 O jégue milionário (João Caetano – Genival Lacerda)
05 O burrinho do vizinho (Enildo Mendonça – Graça Gois)
06 Não despreze seu coroa (Severino Ramos – Genival Lacerda)
07 Mate o véio mate (João Gonçalves – Genival Lacerda)
08 A topada da menina (Genival Lacerda – Antonio Clemente)
09 O chevette da menina (Durval Vieira)
10 Troque as pilhas (Nando Terranova – Genival Lacerda)
11 O homem que tinha três pontinhos (Luiz Santa Fé – Genival Lacerda)
12 Presente de nordestino (Namd – Graça Gois)

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Luizinho Calixto – Lá vai alegria

Um belo disco do Luizinho Calixto.

O disco alterna músicas cantadas com instrumentais.

Destaque para “Brincar de esconder” de Cecéu.

Luizinho Calixto – Lá vai alegria
1983 – Copacabana

01 O tocador de Reriutaba (Luizinho Calixto)
02 Zé Pato (João Gonçalves)
03 Ceará caboclo (João de Deus Calixto)
04 Forró no meio do mundo (Luizinho Calixto)
05 Brincar de esconder (Cecéu)
06 Tamborete de forró (Luizinho Calixto – Buzil)
07 O biriteiro (Bastinho Calixto – Ana Paula)
08 Na ponta do pé (Luizinho Calixto)
09 Mulher de calça (João Gonçalves)
10 Arte de tocador (Luizinho Calixto)
11 Tudo que passou (Bastinho Calixto – Ana Paula)
12 Espere por mim (Luizinho Calixto – Severino Medeiros)

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José Béttio – O sanfoneiro mais premiado do Brasil

Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB

Um disco instrumental de sanfona acompanhada pro diversos instrumentos.

Os vários ritmos, várias levadas diferentes de sanfona.

José Béttio – O sanfoneiro mais premiado do Brasil
1972 – Copacabana

01. Festa na Roça (Mário Zan / Diogo Mulero ”Palmeira”)
02. Vassourinhas (Mathias da Rocha / Joana Batista Ramos)
03. Baião Da Serra Grande (Fred Williams / Diogo Mulero ”Palmeira”)
04. A Festa Continua (Toniquinho / José Béttio)
05. Delicadinha (José Béttio)
06. Barulho da Lapa (José Béttio / Nino Silva)
07. Feijão Queimado (Raul Torres / José Rielli)
08. O Sanfoneiro Só Tocava Isso (Haroldo Lobo / Geraldo Medeiros)
09. Aí Que Tá (José Béttio / Nino Silva)
10. Começo de Festa (José Béttio)
11. Loirinha Linda (José Béttio / Antônio Prado)
12. Talvez Ela Voltará (José Béttio)

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Sivuca – Motivo para Dançar

O áudio é uma colaboração do Arlindo, as capas são do Eugênio Cavalcanti, de João Pessoa – PB

Um dos primeiros discos do Sivuca, raríssimo.

Destaque para “Bem te vi atrevido” de Lina Pesce; e para “Enigmático” de Altamiro Carrilho..

Sivuca – Motivo para Dançar
1956 – Copacabana

01 – Bem te vi atrevido (Lina Pesce)
02 – Angel´s lullaby (Gun Finly-Henry Lehmann-Glen Powell)
03 – Tu e eu (Armando Nunes – Altamiro Carrilho)
04 – Gracioso (Altamiro Carrilho)
05 – Marimba (Agustin Lara)
06 – X9 (Altamiro Carrilho)
07 – Moonlight serenade (M.Parish – G.Miller)
08 – Enigmático (Altamiro Carrilho)
09 – Duas contas (Garoto)
10 – Bolero da sorte (Sivuca)
11 – Misterioso (Altamiro Carrilho)
12 – Por hoje é só (Altamiro Carrilho)

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Banda de Pífanos de Caruaru – Raízes dos pífanos

Colaboração do Cacai Nunes, do Blog Acervo Orígens

O fundador da Banda de Pífanos de Caruaru é Manoel Clarindo Biano. Ele nasceu em Alagoas, em 1890, e casou-se com Maria Pastora em 1910. O casal gerou vários filhos, mas sobreviveram somente Benedito, Sebastião, Antônio, Maria José e Josefa. Sebastião nasceu em 1919, e Benedito em 1912, em Olho D’água do Chicão, em Alagoas. Manoel trabalhava na roça, e levava com ele os dois garotos. Eles eram bem pequenos, e como não conseguiam ainda trabalhar na lida, ocupavam o tempo com outras coisas, como pegar o talo da folha da abóbora, fazer nele uns furinhos e soprar. Claro que os dois meninos não queriam tocar flauta por inspiração divina. Eles imitavam o pai e o tio, que tocavam em bandinhas cabaçais da região. O pai deles, Manoel, tocava zabumba. Ele ficou empolgado vendo o interesse dos filhos em tocar o pífano, e encomendou duas flautinhas para os meninos. Ele sabia executar umas poucas músicas no pífano, e foi com esse pequeno conhecimento que se transformou no primeiro professor de seus filhos.

Os garotos eram obstinados, e foram pegando habilidade com as flautinhas. Tanto que o pai começou a tocar com eles em eventos da comunidade, principalmente festas religiosas. A família Biano possuía, como muitas famílias do sertão nordestino, um hábito de vida praticamente nômade. Eles se fixavam em um lugar por alguns poucos anos ou meses, e, quando a seca arrochava, saiam em retirada em busca de um lugar melhor. Então, em 1926, saíram de Mata Grande, a pé, para tentar chegar em Juazeiro, no Ceará. Pararam no meio do caminho, em Pernambuco, e moraram em uma fazenda entre os municípios de Custódia e Flores. Moraram lá por 3 anos, e a seca os fez mudar para Triunfo, também em Pernambuco; depois, foram para Bonito de Santa Fé, na Paraíba; voltaram para Pernambuco, precisamente para o município de Poço Comprido.

Nessas retiradas, Benedito sofreu um acidente com fogos de artifício, e feriu as mãos. Conseguiram levá-lo ao médico, a quilômetros de distância, que queria amputar-lhe a mão. Mas Manoel não deixou, e a mão de Benedito foi costurada. Ele perdeu a ponta dos dedos, ficou com seqüelas, mas conseguiu reaprender a tocar o pífano. Em 1933, eles foram para Buíque, em Pernambuco, e lá Benedito conheceu Maria Alice, com quem se casou em 1940. Em 1939, sem Benedito, a família mudou-se novamente, agora para Pesqueira, em Pernambuco; no mesmo ano, passaram por Belo Jardim também. No dia 15 de julho de 1939, viajaram de noite na boléia de um caminhão que os deixou, ao amanhecer do dia, na entrada da cidade de Caruaru. Encontraram uma casa abandonada e a ocuparam.

O dono da propriedade, depois, deixou que a família ficasse lá. Algum tempo depois, Benedito, que tinha se casado, apareceu por lá com sua esposa Maria Alice. Foi então, nesse mesmo ano de 1939, que a família formou a banda, com Manoel na Zabumba, Sebastião e Benedito nos pífanos e as duas filhas da família no triângulo e na voz. Foi assim, então, a pré-história da mais célebre banda de pífanos de todo o Brasil. Há vários outros discos da Banda de Pífanos de Caruaru aqui no Acervo Origens (Banda de Pífanos de Caruaru – 1973 – Vol.II; Banda de Pífanos de Caruaru – 1979 e Banda de Pífanos de Caruaru), com mais pedaços da história fantástica dessa família musical. O disco da postagem de hoje foi gravado logo depois que o grupo, já com outra formação (porque foram várias, ao longo de sua história), foi morar em São Paulo. Foi o primeiro disco com o selo Copacabana. È sabido que a Banda de Pífanos de Caruaru alterou várias de suas características originais buscando maior inserção mercadológica. Esse disco representa o início desse processo.

Ele tem somente metade das músicas instrumentais, porque as músicas vocais têm maior apelo comercial; além disso, estão presentes também músicas não-autorais. Foi também na gravação desse disco que, pela primeira vez, a banda inseriu outros instrumentos na gravação: contrabaixo, cavaquinho e sanfona (reparem que eles estão presentes nas músicas que não são de autoria dos integrantes do grupo). A capa mostra que a banda abandonou os trajes folclóricos, e usa roupas urbanas; os cortes de cabelo black-power também evidenciam que a Banda de Pífanos queria parecer moderninha. Em muitas músicas, os pífanos, alma e essência da banda, ficam um pouco em segundo plano. Quando ouvimos os discos anteriores, percebemos que a mixagem desse disco alterou um pouco a sonoridade da banda, com efeitos como amplificação dos graves da percussão e reverb nos pífanos que, em 1982, pode ter perecido legal, mas, hoje, acho que a maioria de nós prefere o sonzinho puro e simples da banda cabaçal como ela é. Mas o disco vale pelas músicas autorais, como Casa dos festejos e Rela o Bucho, ambas de Sebastião e Benedito Biano.

Banda de Pífanos de Caruaru – Raízes dos pífanos
1982 – Copacabana

01-Cana caiana (Alceu Valença)
02-Terra seca (Tiago Duarte-Gilberto Biano-João Biano)
03-Olinda no frevo (Sebastião Biano-Benedito Biano)
04-Pife velho (Plácido de Souza-Manoel Alves)
05-Casa dos festejos (Sebastião Biano-Benedito Biano)
06-Rela bucho (Sebastião Biano-Benedito Biano)
07-Vide vida marvada (Rolando Boldrin)
08-Maria cangaceira (Maria Bonita) (Téo Azevedo)
09-Choro da morena (Sebastião Biano-Benedito Biano)
10-Pout-pourri de ciranda (João Biano)
11-As raízes dos pífanos (Sebastião Biano-Benedito Biano)
12-Rancheira (Sebastião Biano-Amaro Biano)

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Sivuca – Motivos para Dançar 2

O áudio é uma colaboração do Arlindo, as capas foram cedidas pelo Eugênio Cavalcanti, de João Pessoa – PB

Mais um raríssimo disco do Sivuca.

Destaque para “Feitiçaria” de Custódio Mesquita e Evaldo Ruy

Sivuca – Motivos para Dançar 2
1957 – Copacabana

01. Caravan (Duke Ellington / Irving Mills / Juan Tizol)
02. Feitiçaria (Custódio Mesquita / Evaldo Ruy)
03. Mistura Fina (Luiz Bandeira)
04. Canção do Mar (Ferrer Trindade / Frederico Brito)
05. Viva Meu Samba (Billy Blanco)
06.
No Rancho Fundo (Ary Barroso / Lamartine Babo)
Nem Eu (Dorival Caymmi)
Doce Melodia (Abel Ferreira)
Feitiço da Vila (Noel Rosa / Vadico)
Covarde (Getúlio Macedo / Lourival Faissal)
07.
Sonhando Contigo (Anísio Silva / Fausto Guimarães)
Poinciana (Nat Simon / Buddy Bernier)
Frenesi (Alberto Dominguez)

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Trio Nordestino – Grandes sucessos

Colaboração do Zé Lima, de Niteroi – RJ e do José de Sousa, de Guarabira – PB

Coletãnea com os maiores sucessos do Trio até 1968.

Destaque para “Carta 100 Erros” de Gordurinha e Geraldo Nunes.

Trio Nordestino – Grandes sucessos
1968 – Copacabana

01. Pau-de-arara é a vovozinha (Gordurinha)
02. Carta 100 Erros (Gordurinha – Geraldo Nunes)
03. Chupando Gelo (Edésio Deda)
04. A Bochechuda (Riachão – Lindolfo Barbosa)
05. Como Tem Zé na Paraíba (Manezinho Araújo – Catulo de Paula)
06. A Papuda (Riachão)
07. Carta a Maceió (Gordurinha)
08. Zé e Maria (Juraci Alcântara)
09. Safra Boa (Lindolfo Barbosa – Geraldo Nunes)
10. São João no Sul (Severino Ramos – Fagundes Silva)
11. No Terreiro da Fazenda (João Silva – K-Boclinho)
12. Carta ao Rio (Julio Ricardo – Demetrio Silva)

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