Marquinhos – Chegou um sanfoneiro

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Aproveitando o gancho do disco abaixo, onde o assistente de produção é o Marquinhos, resolvi postar hoje um disco dele.

Por esse disco, agradeço profundamente a um amigo muito generoso, que me possibilitou consegui-lo. Tal amigo é conhecido de muitos aqui, uma pessoa de grande carisma. Se trata do sanfoneiro Chiquinho, que há tempos vem acompanhando o Trio Xamego. Graças a ele veremos aqui muitas preciosidades do nosso forró pé de serra.

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Marquinhos teve a grande sorte de ser filho de dois forrozeiros de marca maior, sua mãe é nada mais nada menos que Marinês, seu pai, uma grande fera da sanfona de oito baixos, Abdias. Tendo isso em vista esse disco dispensa mais comentários, baixem, escutem e apreciem esse disco que veio de um sanfoneiro para os forrozeiros de todo o Brasil.

Marquinhos – Chegou um sanfoneiro
Araponga – 1982

01. Forró no Jaqueirão (Genário – Martinho)
02. Amassando barro (Samborico)
03. Xaxando no terreiro (Arlindo Piupiu)
04. Desafiando o acordeon (Dominguinhos – J. B de Aquino)
05. Forró dengoso (Dominguinhos)
06. Chegou o sanfoneiro (João Silva – Marquinhos)
07. Forró de latada (Genário)
08. Pout pourri nº1:
No Ceará não tem disso não (Guio de Moraes)
Vem morena (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
09. Vida de ilusão (Pereira – Sussuanil)
10. Final de forró (Dominguinhos)

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Genário – Forró de vanguarda

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Genário ficou conhecido como um dos sanfoneiros que integrou o Trio Nordestino, ele entrou no lugar do Lindú após sua morte em 1983.

Esse disco tem um lado todo instrumental e outro com músicas cantadas, como é de 1981 é de antes da sua participação no Trio Nordestino, onde influiu bastante nos arranjos, letras e levadas, tornando-se bem nítida a diferença entre a sua liderança e a do Lindú.

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Destaque para a produção artística de Abdias, assistente de produção Marquinhos (Marcos Farias) e os arranjos e sanfonas do Maestro Chiquinho do acordeon.

Genário – Forró de vanguarda
1981 – Veleiro

01. Forró de vanguarda (Genário)
02. Depois se vê (Genário)
03. Chamego do Borel (Genário – Borel)
04. Debulhadinho (Genário)
05. Arrastão (Camarão)
06. Apressadinho (Genário)
07. Nas assas do pensamento (Genário)
08. Morena da minha rua (Florival Ferreira – Edson Duarte)
09. Mutirão da pedreira (Julinho – João do Vale)
10. Chamgo bom (Genário – D. Matias)
11. O cirandeiro (Julinho)
12. Mundo de flores (Tito Mendes – Chico Xavier)

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Ary Lobo – Compacto

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A cada domingo que passa eu me impressiono com o material que o DJ Rick vem nos enviando. Hoje um compacto muito bem escolhido de Ary Lobo, mais uma preciosidade aqui no Blog Forró em Vinil.

Sem data de gravação esse compacto foi gravado pela RCA próximo à 1965, juntamente com o disco Zé Mané que tem data de gravação de 1965 que dispunha das mesmas músicas gravadas no compacto.

A música Cheiro da Gasolina de composição de Severino Ramos e Barros de Oliveira, faz uma sátira às mulheres, conhecidas como “Gasolinas”. Algumas mulheres que não podem ver um carro novo ou moto nova e desprezam a todos, se apaixonam pelo automóvel com o chofer na direção.

A segunda música Ary Lobo compôs junto J. Cavalcanti, Cadê Mãe, foi para demonstrar a saudade da mãe dele e de sua terra Natal, Belém do Pará por estar no Rio de Janeiro fazendo sua carreira afastados das que dava mais importância. (texto escrito por Dj Rick)

Compacto – Ary Lobo
RCA Victor

01. Cheiro da gasolina (Severino Ramos – Barros de Oliveira)
02. Cadê mãe (J. Cavalcante – Ary Lobo)

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CD – Baião de Corda – A dança da moda

Para aqueles que tiveram a oportunidade de conhecer a banda carioca Baião de Corda tai uma oportunidade de relembrar os velhos tempos, para aqueles que não tiveram essa oportunidade não deixem de conferir esse CD de uma das melhores bandas de forró que já existiram.

Formado por estudantes apreciadores dos ritmos nordestinos, encantam o público com uma nova roupa para antigos clássicos da música brasileira. Seus forrós, xotes e xaxados passeiam por composições de Gilberto Gil, Edu Lobo e Caetano Veloso. Se não me engano a banda apareceu no cenário no final dos anos 90.

Seus integrantes eram Rodrigo Marchevsky na sanfona, André Aragão na voz e violão, Léo Di Mola na zabumba e voz, Andreas na guitarra e voz, Fernado Maranhão no baixo e Dudu no triângulo e voz.

Baião de Corda – A dança da moda
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01. Ó do borogodó (André Aragão)
02. Pé do Lajeiro (João do Vale – José Candido – Paulo Bangu)
03. Ponteira (Sérgio Habib)
04. Saudade de você (Dudu)
05. Pra se misturar gostoso (Dominguinhos – Nando Cordel)
06. A dança da moda (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
07. Pena de mim (André Aragão)
08. Rasgo de lua (Geraldo Azevedo – Carlos Fernando)
09. Enquanto engomo a calça (Ednardo – Glimério)
10. Toda cor (Léo Di Mola – Fernando Maranhão)
11. Boizinho brasileiro (Léo Di Mola – Fernando Maranhão)

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Banda de pífanos de Caruaru

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A Banda de Pífanos de Caruaru tem suas origens no ano de 1924, quando Manoel Clarindo Biano, sertanejo das Alagoas, herdou de seu pai dois pífanos (ou pifes), um bombo, um prato e a missão de manter viva a Zabumba Cabaçal criada por seu avô, banda de pífanos, ou “esquenta mulher”, como é conhecida nas Alagoas, ou banda cabaçal, ou terno de zabumba, dentre outras denominações que variam conforme a região.

Manoel juntou a família, seus filhos Benedito e Sebastião, e um amigo e começaram a percorrer o nordeste, fugindo da seca e da miséria, fazendo apresentações em quermesses, novenas, casamentos, batizados, enterro de “anjos” e até mesmo para o lendário Lampião (1927). Foi nessas andanças que aportaram em Caruaru, no ano de 1939, onde continuaram com seus shows. 1955 marca a perda de s. Manoel. A missão de manter viva a tradição foi delegada aos seus filhos, e agora também aos seus netos: Luiz, que permaneceu por pouco tempo, e Amaro (filhos de Sebastião) e Gilberto e João (filhos de Benedito), agora batizados com o nome de Banda de Pífanos de Caruaru.

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A música da “Bandinha” ultrapassou os limites do estado de Pernambuco, chegando aos ouvidos, nos anos 60, dos tropicalistas Jards Macalé, de nosso atual ministro Gilberto Gil e, mais pra frente de Caetano Veloso. Do encontro entre os instrumentistas e Caetano nasceu “Pipoca Moderna”, que permitiu, embora os Biano só tivessem descoberto, por acaso, a veiculação da música alguns anos depois, o reconhecimento nacional da Banda de Pífanos de Caruaru.(texto extraído do sítio entre cantos)

Banda de pífanos de Caruaru
1976 – Continental

01. Pipoca moderna (Caetano Veloso – Sebastião Biano)
02. Caboré (Sebastião Biano)
03. Frevo Danado (Ronaldo Maciel – Rui Ferreira)
04. Arrasta pé corneta (Sebastião Biano)
05. Lamentação (Plácido de Souza)
06. Flor de muçambê (Manoel Alves – João Biano)
07. Carimbó do pífano (Sebastião Biano)
08. O tocador rebate a marcha (Sebastião Biano)
09. Levanta Poeira (Sebastião Biano)
10. O choro dos pífanos (Sebastião Biano)
11. Cabo da vassoura (Sebastião Biano)

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Luiz Vieira – Encontro com Luiz Vieira

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Grande cantor e compositor, Luiz Vieira ficou conhecido por cantar o nordeste, vai do baião ao samba passando pela toada e pela guarânia.

Como compositor, Luiz Vieira tem grandes sucessos, como por exemplo “Forró do Tio Augusto”, interpretada por ele, por Carmélia Alves e posteriormente por Fagner, “Largo do Cafunçu”, interpretada por ele e mais tarde pelo Trio Juazeiro. Da parceria com João do vale vieram também dois grandes sucessos, “Na asa do vento” e “Estrela miuda”.

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Nesse disco lançado pela Copacabana, tem o seu lado A separado para as guarânias, toadas e sambas. Já o lado B tem os baiões com destaque para “Coisas do sertão” e “Cabra ligeiro”.

Luiz Vieira, Encontro com Luiz Vieira
Copacabana – 1962

01. Prelúdio para ninar gente grande (Luiz Vieira)
02. Jaguaribe (Geraldo Figueiredo)
03. Protesto (Tulio Piva)
04. Guarânia da lua nova (Luiz Vieira)
05. Pagando o pato (Luiz Vieira)
06. Guarânia do amor sofrido (Luiz Vieira)
07. Meu sentida era na bela (João do vale – Ary Monteiro)
08. Coisas do sertão (R. Olavo – Nilo Barbosa)
09. Chovendo eu fico (Luiz Vieira – Timoteo Martins)
10. A fava que o boi comeu (Zé Bezerra – F. Terra)
11. Cabra ligeiro (Zé do Violão)
12. Paroliado (Luiz Vieira)

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Baianinho da sanfona – forró sem briga vol 2

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Atendendo a pedidos, ai vai o Baianinho da sanfona, esse é o volume 2 do “Forró sem briga”, no primeiro volume, de 1973, estão as clássicas como “forró na fazendinha “, “só tocava isso” além da faixa título e “Fim de festa”.

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Lançado pela Copacabana em 1978 e produzido por Lindolfo Barbosa, o Lindú do Trio Nordestino, esse disco é composto básicamente por instrumentais de pé-de-bode, é pra dançar de cabo a rabo.

Destaque para o belo 7 cordas quase solando em algumas faixas e quanto às músicas, me agradou bastante o samba matuto “8 baixos fofoqueiros” e o baião “Arregaça”.

Baianinho da sanfona – forró sem briga vol 2
1978 – Copacabana

01. Bafo de bode (Bezerra dos 8 baixos)
02. Quadrilha do Quincas (Paraíba dos 8 baixos)
03. Pisando na brasa (G. Amorim – Lindú)
04. 8 Baixos fogueteiro (Zé Mamede – Dunga)
05. Esquenta mulher (Zé Mamede – Célio C. M.)
06. Arrasta o pé argolo (Lindú – Xavier)
07. Bagaço grosso (Célio C. M. – G. Amorim)
08. Quadrilha da copa (Lindú – Xavier)
09. Limpa o beco (Pipa)
10. Tá porreta (Pipa – Miriam Nascimento)
11. Arregaça (Miriam Nascimento – Célio C. M.)
12. Forró no brega (Zé Mamede – Dunga)

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Texto – Jumentos processam bandas de forró por plágio

Moro ao lado do Terreiro do Forró. Todas as noites eu tapava os ouvidos com algodão para proteger meus tímpanos daquelas músicas horrorosas e repetitivas. Isso não impedia que eu escutasse o barulho, mas aliviava e muito os meus pobres ouvidos. O que me encabulava era o fato de que todas as bandas tocavam basicamente o mesmo repertório, rinchavam os mesmos rinchos, berravam os mesmos berros. Confira abaixo trechos das “criativas” letras de músicas que eu escutara infinitas vezes nesse São João:

“De bar em bar”,

De mesa em mesa,

Bebendo cachaça,

“Tomando cerveja”

“E, é bem gostosinho”.

Ela se deita e pede

“Pra alisar seu bichinho”

“Você não vale nada”.

Mas eu gosto de você

Tudo o que eu queria

“Era saber por que”


“Bebo pra carái”.

Bebo pra carái

“Bebo pra carái”


“Toma gostosa”.

Lapada na rachada

Você pede e eu te dou

“Lapada na rachada”


Escutei essas “pérolas” milhares, milhões, bilhões, trilhões, quatrilhões de vezes e via naquela multidão desenfreada apenas zumbis, semelhantes àqueles mortos-vivos dos filmes de George Romero. Até o meu cachorro passou mal. Meu poodle sofreu mais do que eu; mas eu também coloquei algodão nas orelhas dele e notei que ele aprovou. Teve umas duas ou três noites que eu não me incomodei nem um pouco, deu até pra assistir, ler e escrever. Aqui acolá aparecia um ou outro descerebrado que ligava o som do carro em um bilhão de decibéis e invadia nossa privacidade com aquelas músicas feitas para o intestino grosso. A vizinhança telefonava para a polícia, mas só dava tempo os homens da lei virarem às costas para que os descerebrados aumentassem o volume de novo.

Na noite do show de Zé Ramalho eu estive na festa. Subi no palco, conversei com os músicos e deixei o meu livro “E os vermes tinham razão…” para o artista com a seguinte dedicatória: “Não é carne de pescoço, mas também não é osso”. “Carne de Pescoço” é o título de um livro de Zé Ramalho, livro que eu já li e posso emprestar a quem se interessar.

Jumentos, bodes e cachorros deveriam procurar a justiça e processar essas bandas de forró por plágio. Todas elas rincham, berram, latem e o pior, não paga
m direitos autorais a nenhum desses animais.

(WANDECI MEDEIROS – Patos – PB)

Luiz Gonzaga – Forrobodó cigano

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Aproveitando a onda de alguns discos de grandes sanfoneiros, esse disco cai muito bem, ele nos foi enviado pelo DJ Felipe de BH.

Afinal como falar de grandes sanfoneiros e não falar de Luiz Gonzaga.

Nesse disco, lançado em 1989, encontramos só músicas instrumentais. Destaque para a quadrilha “Festa na roça” e o forró “Oi o freio”.

Luiz Gonzaga – Forrobodó cigano
1989 – Copacabana

01. Forrobodó cigano (Luiz Gonzaga)
02. Oi o freio (João Silva – Luiz Gonzaga)
03. Arrasta-frevo (João Silva – Luiz Gonzaga)
04. Depois da festa (João Silva – Luiz Gonzaga)
05. Xaxá mulher (João Silva – Luiz Gonzaga)
06. Do jeito que vocês gostam (João Silva – Luiz Gonzaga)
07. Ao Mestre Capiba (João Silva – Luiz Gonzaga)
08. Forró apracatado (João Silva – Luiz Gonzaga)
09. Festa na roça (Mario Zan – Palmeira)
10. Meus dezoito anos (João Silva – Luiz Gonzaga)
11. Tá ruço (João Silva – Luiz Gonzaga – Zé Mocó)
12. Manhã de junho (João Silva – Luiz Gonzaga)
13. Baile na roça (Tinoco – Nadir)

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Zé Paulo – Gemido de Madalena

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Imagino que vocês estejam pensando, quem é esse cara? Boa pergunta, procurei, mas não achei nenhuma informação… Acabei comprando esse disco depois de olhar os músicos participantes e os compositores, que pra quem quer se aprofundar no assunto, esse é o melhor caminho.

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Gravado em 8 canais, o álbum tem pérolas do forró de duplo sentido, com letras bem picantes, arranjos e sanfonas de Henáuro, que tocou muito tempo com o Trio Juazeiro, triângulo de Zequinha e zabumba de Dió de Araújo ambos do Trio Xamego.

Destaques para o baião “Mundão”, para o xote “Pastel da japonesa” e para o instrumental “Machucado de fole”.

Zé Paulo – Gemido de Madalena
1989 – Chororó

01. Gemido da Madalena (Zé Paulo)
02. Caderneta de poupança (Henauro – Nidia La Falce)
03. Conta de somar (Henauro – Nidia La Falce)
04. Embú apetitoso (Henauro – João do Rosário)
05. Boca do balão (Zé Paulo)
06. Chapisco de mel (Zé Paulo – Miguel Vieira)
07. Tomate cru (Zé Paulo)
08. Mulher fumadeira (Zé Paulo)
09. Mundão (Henauro – Antonio da Paz)
10. Pastel da japonesa (Henauro – Douglas Tadeu)
11. Chamego da neguinha (Zé Paulo)
12. Arrependimento (Henauro – Antonio da Paz)
13. Machucado de fole (Teixeirinha – Henauro)

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